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A dança magnífica de Fernanda Botelho
Fernanda Botelho publicou em Gritos da Minha Dança uma série de textos inéditos de variada tipologia. Não se trata, no entanto, de uma colectânea informe, porque, rendibilizando, de forma magnífica, os processos de fragmentação textual, a escritora alcança uma totalidade pulverizada, em perfeita harmonia com a experiência humana que subjaz ao livro.In Gritos da Minha Dança, Fernanda Botelho has gathered a collection of unpublished texts pertaining to distinct literary genres. We are not dealing, however, with an
unstructured collection since, by masterfully taking advantage of procedures
encompassed in textual fragmentation, the author attains a scattered wholeness in tune
with the human experience imbedded in the book.publishe
Botelho Moniz, a CUF e a guerra civil em Espanha
Num livro agora publicado, "Alfredo da Silva e a CUF. Liderança, Empreendedorismo e Compromisso", José Miguel Sardica dedica atenção a Jorge Botelho Moniz, um dos patrões de Rádio Clube Português. Uma coincidência: em 1928, ano em que Salazar entrou para o governo do coronel José Vicente de Freitas, Alfredo da Silva admitiu Botelho Moniz na CUF como secretário da gerência (p. 112). Outra semelhança: Alfredo da Silva admirou líderes autoritários como João Franco e Sidónio Pais, Botelho Moniz f..
Reading Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos as an Iberian author
El poeta Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos encarna con su vida y obra el ideal de hombre de letras ibérico que, a caballo entre los siglos XVII y XVIII, vivió entre Torre de Moncorvo, Madrid, Coímbra, Barcelona, Lisboa y Salamanca, recorrió tierras de Francia e Italia y publicó versos y prosa en castellano, portugués y también en latín. Leer a Fracisco Botelho de Moraes e Vasconcelos como autor ibérico es, pues, un buen arranque para interpretar sus textos. Es tarea de los estudios ibéricos bucear en las diferentes construcciones lingüísticas y culturales de la península ibérica. Y es más productivo interpretar que las actuales unidades lingüísticas y culturales se conformaron históricamente de forma conjunta y gracias a una tupida red de relaciones, influencias, superposiciones e imposiciones de ida y vuelta. Es decir, cada unidad lingüística y cultural de la península ibérica actual no se constituyó de forma independiente. La interrelación cultural ibérica, tanto en forma de acto como de potencia (pasada, presente y futura), ha sido la regla, no la excepción. Se torna imperativo, pues, volver a Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos por el interés de sus versos y prosa y porque metodológicamente nos permite indagar en un mundo ibérico próximo en el tiempo y todavía no demasiado anclado en una hermenéutica que se legitima a partir de una esencia nacional ahistórica
Morte de mulheres em idade fértil por acidentes de trânsito.
Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina. Curso de Medicina. Departamento de Saúde Pública
Reading Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos as an Iberian author
El poeta Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos encarna con su vida y obra el ideal de hombre de letras ibérico que, a caballo entre los siglos XVII y XVIII, vivió entre Torre de Moncorvo, Madrid, Coímbra, Barcelona, Lisboa y Salamanca, recorrió tierras de Francia e Italia y publicó versos y prosa en castellano, portugués y también en latín. Leer a Fracisco Botelho de Moraes e Vasconcelos como autor ibérico es, pues, un buen arranque para interpretar sus textos. Es tarea de los estudios ibéricos bucear en las diferentes construcciones lingüísticas y culturales de la península ibérica. Y es más productivo interpretar que las actuales unidades lingüísticas y culturales se conformaron históricamente de forma conjunta y gracias a una tupida red de relaciones, influencias, superposiciones e imposiciones de ida y vuelta. Es decir, cada unidad lingüística y cultural de la península ibérica actual no se constituyó de forma independiente. La interrelación cultural ibérica, tanto en forma de acto como de potencia (pasada, presente y futura), ha sido la regla, no la excepción. Se torna imperativo, pues, volver a Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos por el interés de sus versos y prosa y porque metodológicamente nos permite indagar en un mundo ibérico próximo en el tiempo y todavía no demasiado anclado en una hermenéutica que se legitima a partir de una esencia nacional ahistórica
A GERAÇÃO EXTREME SEGUNDO INÊS TEIXEIRA-BOTELHO
Inês Teixeira-Botelho escreve que "os actuais jovens não tiveram que se adaptar às novas tecnologias porque nasceram no meio delas: são nativos digitais". Os outros, os mais velhos, migraram, e por isso, têm de trabalhar mais, de fazer um esforço mais árduo para as compreender e manipular. O livro, continua a autora, foi escrito por uma nativa digital que desenvolveu uma investigação científica (sociológica) sobre o uso do telemóvel. Geração Extreme é sobre os jovens que usam telemóveis pré-p..
Os Maias do século XIX num filme do século XXI: recriação cinematográfica de João Botelho
João Botelho is a Portuguese filmmaker whose filmography includes prominent filmic productions which celebrate an interpretive reunion with key authors of the Portuguese literature. Thus, it is not surprising that his latest cinematic creation is precisely a literary adaptation of the novel Os Maias by Eça de Queiroz. In this sense, this essay focuses on the analysis of the cinematic transmutation proposed by João Botelho (OS MAIAS, 2014) highlighting the canonical novel’s contemporaneousness, its cinematographic qualities and the artificial and operatic-theatrical character of this literary adaptation. The paper also emphasizes the encounter with the novel; its reinterpretation and appropriation in a gesture of respect for its author and for the novel and simultaneously underlines a purpose of artistic and authorial emancipation where the artificiality plays an important role.Sendo João Botelho um cineasta cuja constelação fílmica celebra um reencontro interpretativo com autores fundamentais da literatura portuguesa, não surpreende que a sua mais recente incursão cinéfila seja justamente pelo universo queirosiano com a adaptação para cinema do romance Os Maias. Neste sentido, o presente texto centra-se na análise da transmutação cinematográfica proposta por João Botelho (OS MAIAS, 2014) destacando a “atualidade” de um romance canônico, as suas características cinematografáveis e o caráter artificioso e operático-teatral desta adaptação literária. O texto evidencia o encontro com a obra, a sua releitura e apropriação num gesto de respeito pelo escritor e pelo romance e, simultaneamente, um propósito de emancipação artístico-autoral onde o artifício é realçado
Successfully identified oral microbiota from bats of Carlos Botelho State Park, São Paulo State.
Successfully identified oral microbiota from bats of Carlos Botelho State Park, São Paulo State.</p
Successfully identified rectal microbiota from bats of Carlos Botelho State Park, São Paulo State.
Successfully identified rectal microbiota from bats of Carlos Botelho State Park, São Paulo State.</p
The Maias, a nineteenth century novel in a twenty-first century film: a reinterpretation by the Portuguese director João Botelho
Sendo João Botelho um cineasta cuja constelação fílmica celebra um reencontro interpretativo com autores fundamentais da literatura portuguesa, não surpreende que a sua mais recente incursão cinéfila seja justamente pelo universo queirosiano com a adaptação para cinema do romance Os Maias. Neste sentido, o presente texto centra-se na análise da transmutação cinematográfica proposta por João Botelho (OS MAIAS, 2014) destacando a “atualidade” de um romance canônico, as suas características cinematografáveis e o caráter artificioso e operático-teatral desta adaptação literária. O texto evidencia o encontro com a obra, a sua releitura e apropriação num gesto de respeito pelo escritor e pelo romance e, simultaneamente, um propósito de emancipação artístico-autoral onde o artifício é realçado.João Botelho is a Portuguese filmmaker whose filmography includes prominent filmic productions which celebrate an interpretive reunion with key authors of the Portuguese literature. Thus, it is not surprising that his latest cinematic creation is precisely a literary adaptation of the novel Os Maias by Eça de Queiroz. In this sense, this essay focuses on the analysis of the cinematic transmutation proposed by João Botelho (OS MAIAS, 2014) highlighting the canonical novel's contemporaneousness, its cinematographic qualities and the artificial and operatic-theatrical character of this literary adaptation. The paper also emphasizes the encounter with the novel; its reinterpretation and appropriation in a gesture of respect for its author and for the novel and simultaneously underlines a purpose of artistic and authorial emancipation where the artificiality plays an important role.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
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