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Da ideia de infância em Jean-Jacques Rousseau ou do "sono da razão"
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciencias da Educação. Programa de Pós-Graduação em EducaçãoOs pensamentos expostos no século XVIII pelo genebrino Jean-Jacques Rousseau influenciaram de maneira decisiva a forma como o Ocidente passou a perceber a infância. Este autor provocou uma verdadeira divisão de águas ao publicar Emílio ou Da Educação (1762). Com este feito, mais que balançar os alicerces educacionais da época, ele delega à criança um lugar no mundo. A infância passa a ter um valor em si mesma, e a ser vista como etapa fundamental na constituição humana. Ao destacar este período da vida, além de romper definitivamente com o que vigorava em seu tempo, no qual a criança era tida como um erro passageiro - um infante (aquele que não fala); um "adulto em miniatura"; ou mero objeto de paparicação e prazer - Jean-Jacques cria uma ótica inovadora de conceber a criança. Dizia que: "A natureza quer que as crianças sejam crianças antes de serem homens." Ao elaborar um conceito de infância, Rousseau afirma que "a infância é o sono da razão". O que nos surpreende devido este autor ter vivido em pleno "Século das Luzes", justamente quando a razão era evocada como o guia seguro para o pensamento e para ação em todas as idades. Ao contrário do que possa parecer, Rousseau não desmerece o período infantil, associando-o à escuridão ou a inferioridade primeira da humanidade. Ele é considerado o "inventor da infância". Retomar pensamentos que versam sobre essas ideias rousseaunianas, inaugurais da concepção moderna de Infância, por meio de pesquisa teórica, é o objetivo traçado aqui, com intuito de avançar nas compreensões estabelecidas em torno das contribuições de Jean-Jacques Rousseau para temática em exame.The thoughts exposed in the eighteenth century by the genevan, Jean-Jacques Rousseau, influenced in a decisive way the West has to realize his childhood. This author has caused a real division of the waters or publish Emile, or On Education (1762). With this done more than shake the foundations of educational time, it leaves the child a place in the world. The child is given a value in itself, and be seen as key step in the human constitution. By highlighting this period of life, and the final break with that which prevailed in his time, in which the child was seen as a mistake passenger - an infant (who does not speak), a "miniature adult" or mere object of pampering and pleasure - Jean-Jacques creates a new perspective to conceive a child. He said: "Nature wants children to be children before being men." In developing a concept of childhood, Rousseau says that "childhood is the sleep of reason". What surprises us because this author has lived in the middle of "Age of Enlightenment", just when the reason was mentioned as the sure guide for thought and action in all ages. Contrary to what may seem, Rousseau does not diminish the infantile period, associating him to the darkness or the inferiority of humanity first. He is considered the "inventor of childhood." Resume thoughts that talk about these ideas Rousseau, the inaugural modern conception of childhood, through theoretical research, stroke is the goal here, with the aim to advance the understandings established around the contributions of Jean-Jacques Rousseau to thematic examination
Formação estética em Rousseau e o cultivo da natureza
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, Florianópolis, 2011Crítico do excessivo status atribuído à razão pelo século XVIII, Rousseau põe em dúvida o otimismo e o artificialismo da época, propondo uma outra visão de educação: a educação que incorpora o sensível à capacidade racional do homem. Essa é a divisa que irá orientar seu projeto educativo, cujos fins formativos emanam da natureza. O campo aparece como metáfora de uma educação conforme os ditames da boa e sábia natureza, pois é por meio dela que pode o homem retirar o véu que ele mesmo dispôs sobre si. Portanto, as imagens da natureza são associadas com a proposta de educação nos moldes da natureza. Assim, temos como pergunta norteadora desta pesquisa: como a natureza em Rousseau está imbricada nas concepções estéticas de formação do homem? Esta pesquisa irá desbravar a concepção rousseauniana da natureza na amarrada relação que estabelece com os processos formativos. Dessa maneira, está posto esse processo sob duas óticas: a primeira esboça o cultivo e a formação como método de manutenção da ordem da natureza, da infância à adolescência; a segunda, o devaneio e a solidão como processo de auto-formação, último estágio que reinventa novos saberes numa espécie de refazer a si mesmo. Como fio condutor de nossa pesquisa, propomos quatro caminhadas: Na primeira caminhada, iremos adentrar o século XVIII, os movimentos e conflitos de um século que se inicia nas luzes da razão e termina na valoração do sentimento, em que, a partir de Rousseau, busca-se valorizar a união harmônica entre razão e sensibilidade. Na segunda caminhada, propomo-nos pensar como se dá o enfrentamento do homem degenerado que, corrompido pela sociedade, afasta-se de si mesmo. Dessa forma, Rousseau busca em sua filosofia o retorno à pureza da consciência natural, como dever fundamental de todo homem. No terceiro caminhar, reconhecemos a mão do mestre que conduz tal natureza. É assim que percebemos a conciliação entre natureza e cultura, sem desequilíbrio entre ambas. A arte de cultivar jardins oferece, para tanto, essa possibilidade entre educação e cultivo. Por fim, no quarto caminhar, tomamos "Os Devaneios do Caminhante Solitário" como o livro que proporciona inúmeros elementos para se pensar a formação. Dessa forma, nessa última caminhada, desbravamos o devaneio rousseauniano: estado que proporciona ao homem estar diante dele mesmo numa espécie de reflexão da sua vida. Assim, o devaneio, como movimento em si mesmo no fluxo continuo da própria vida, provoca uma constante auto-formação. Um refazer a si mesmo que põe à prova a própria vida, tecendo assim novos saberes
The Confessions of Jean-Jacques Rousseau Complete
In addition to making his mark as a prominent philosopher, educational theorist, and musician, renaissance man Jean-Jacques Rousseau was also a pioneer in the genre of autobiographical writing. When his multi-book series Confessions was first published, it marked one of the most original entries in the literary category of autobiographies in centuries.Intro -- Title -- Contents -- Introduction -- Book I -- Book II -- Book III -- Book IV -- Book V -- Book VI -- Book VII -- Book VIII -- Book IX -- Book X -- Book XI -- Book XII -- EndnotesIn addition to making his mark as a prominent philosopher, educational theorist, and musician, renaissance man Jean-Jacques Rousseau was also a pioneer in the genre of autobiographical writing. When his multi-book series Confessions was first published, it marked one of the most original entries in the literary category of autobiographies in centuries.Description based on publisher supplied metadata and other sources.Electronic reproduction. Ann Arbor, Michigan : ProQuest Ebook Central, YYYY. Available via World Wide Web. Access may be limited to ProQuest Ebook Central affiliated libraries
O conceito de soberania em Jean-Jacques Rousseau
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofia.A presente pesquisa pretende ressaltar a importância do conceito de soberania na filosofia de Rousseau, destacando a relação desse conceito com o sistema rousseauniano em sua totalidade. Para isso, realizar-se-á também uma abordagem dos conceitos desenvolvidos pelo filósofo genebrino indispensáveis para a compreensão da soberania tal como ele a concebe
Oeuvres diverses de mr. Rousseau.
Plates after Debrie by Cl. Duflos, F.M. Lacave, Bernards or von Gunst.The frontispieces are engraved half titles by Bernards, that in v. 1 after Debrie, that in v. 2 after Picart. Frontispiece, v. 2: Les poesies du Sr Rousseau. Tom. II.Title vignettes, that in v. 1 signed: Cl. Duflos f.t.3. Le flatteur; Le capricieux; Le caffe; La ceinture magique; Supplement aux oeuvres de Mr. Rousseau contenant les piéces que l'auteur a rejettées de son éd.Mode of access: Internet
The fables of pity: Rousseau, Mandeville and the animal-fable
Copyright @ 2012 Edinburgh University PressPrompted by Derrida’s work on the animal-fable in eighteenth-century debates about political power, this article examines the role played by the fiction of the animal in thinking of pity as either a natural virtue (in Rousseau’s Second Discourse) or as a natural passion (in Mandeville’s The Fable of the Bees). The war of fables between Rousseau and Mandeville – and their hostile reception by Samuel Johnson and Adam Smith – reinforce that the animal-fable illustrates not so much the proper of man as the possibilities and limitations of a moral philosophy that is unable to address the political realities of the state
Ceuvres Completes de J. J. Rousseau
Contén: XXI-XXII, XXXVIII-XXXIX, Ecrits sur la Musique, 4 v. ; XXIII-XXVI, Confession, 4 v. ; XXVII, Exposé succinct de la contestation que s'est elevée entre M. Hume et M. Rousseau ; XXVIII, Pieces diverses; XXIX-XXX, Philosophie, 2 v. ; XXXI-XXXV, Lettres sur divers sujets, 5 v. ; XXXVI, Pensées et Maxime
Kunststudien / Von Johann Baptist Rousseau
KUNSTSTUDIEN / VON JOHANN BAPTIST ROUSSEAU
Kunststudien / Von Johann Baptist Rousseau (1)
Cover (1)
Titelseite (3)
Vorwort (4)
Inhalt (6)
I. Ueber Wesen u. Form d. didakt. Poesie, mit Bez. auf Schiller's Glocke (7)
II. Paganini zu Frankfurt a. M. (20)
III. Ueber die Gedichte König Ludwigs von Baiern (36)
IV. Schiller's Mädchen aus der Fremde. Eine Deutung (60)
V. Ueber den Begriff einer dramatischen Nationalpoesie (67)
VI. Das neue Schauspielhaus zu Aachen (104)
VII. Welches ist das älteste deutsche Nationaldrama? (109)
VIII. Ueber satirische Poesie (115)
IX. Zur Würdigung H. Heine's (123)
X. Andeutungen zur Beurtheilung einiger ... Opern, Operetten, Singspiele ... (137
Aromatic amino acids at the surface of InlB are essential for host cell invasion by Listeria monocytogenes.
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
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