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    Elmohardyia bifida Rafael and Menezes

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    <i>Elmohardyia bifida</i> Rafael and Menezes <p>This species was described without flagellum from Costa Rica (Rafael and Menezes 1999). The Nicaraguan specimen has a yellow flagellum. Epandrium and surstyli also yellow, different from brown in Costa Rican specimens.</p> <p>Records. Costa Rica, Nicaragua (first record).</p> <p>Material. NICARAGUA, Granada, Volcán Mombacho, Santa Ana #3, 30.xii.1998, J.M. Maes, Malaise trap (1ɗ MEL).</p>Published as part of <i>Rafael, José Albertino & Ale-Rocha, Rosaly, 2004, Nicaraguan Pipunculidae (Diptera): new records and description of new species, pp. 1-18 in Zootaxa 529</i> on page 4, DOI: <a href="http://zenodo.org/record/157708">10.5281/zenodo.157708</a&gt

    O negócio da arte e da cultura: para uma antropologia do Festival de Dança de Joinville

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Antropologia socialEsta pesquisa analisa o Festival de Dança de Joinville como um espaço onde o político é expresso por meio do uso da categoria arte e dos discursos sobre cultura, identidade e democracia, elucidando como eventos deste tipo - e que envolvem manifestações consideradas artísticas como a dança - são uma arena privilegiada na construção e consolidação de identidades locais, regionais e nacionais. A pesquisa aprofunda na questão do campo político, mostrando como no Festival de Dança de Joinville acontece um processo de criação e construção do que é considerado cultura e qual é sua relação com a construção de cidadania na região e no Brasil. Da mesma forma, esta pesquisa analisa o evento em questão como um espaço onde a dança aparece como o grande significante e "guarda-chuva" dos diversos significados de cultura e arte bem como dos discursos sobre democracia e inclusão social, presentes nele. Os objetivos desta pesquisa foram: conhecer o processo de criação, produção ou construção cultural que tem acontecido na história do Festival de Dança de Joinville. Analisar por meio do acontecido neste evento a relação entre dança, arte e política graças ao valor e significado atribuídos a tais conceitos ou categorias pelos nativos envolvidos no Festival. Explorar e conhecer porque esse tipo de evento se consolida como plataforma propícia para a emissão de discursos sobre cultura e identidade; analisar qual que é a relação entre este tipo de eventos e a construção de cidadania na região sul e no Brasil.This research analyzes the Festival de Dança de Joinville, as a space where the political thing is expressed by means of the use of the category art and of the speeches on culture, identity and democracy, exhibiting how events of this kind - and that involve considered artistic manifestations as the dance - are a space favoured in the construction and consolidation of local, regional and national identities. The work penetrates into the question of the political field, showing how in the Festival de Dança de Joinville there happens a process of creation and construction of what can be considered to be culture and which is it relation with the construction of citizenship in the region and in Brazil. In the same way, this research analyzes the event as a space where the dance appears as the great significant and "umbrella" of the diverse meanings of culture and art, as well as of the speeches on democracy and social incorporation, presents on it. The aims of this research were among others: knows the process of creation, production and cultural construction happened in the history of Festival de Dança de Joinville; to analyze, by means of that happened in this event, the relation between dance, art and politics, thanks to the value and meaning attributed to such concepts or categories by the people involved in the Festival; to explore and to know why this kind of event is consolidated as propitious platform for the emission of speeches about culture and identity; as well as analyzes which is the relation between this sort of events and the construction of citizenship in the south region and in the Brazil

    ATA AVALIAÇÃO MAA - Rafael J. de Menezes Bastos

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    ATA AVALIAÇÃO MAA - Rafael J. de Menezes BastosATA AVALIAÇÃO MAA - Rafael J. de Menezes Basto

    Dossiê Rafael José de Menezes Bastos

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    FICHA individual de Rafael José de Menezes Bastos. Dados de qualificação de Rafael José de Menezes Bastos, 2 páginas. MEMO n. 393/78-DGPC, 06 nov. 1978, o antropólogo Rafael José de Menezes Bastos apresenta críticas com relação à autorização da Funai permitir gravações na área indígena, 3 páginas. ENCAMINHAMENTO n. 065/78-DGPC, 09 nov. 1978, Ref. Memo n. 393/78-DGPC. RECORTE de jornal “Televisão – Nova novela da Tupi”, Correio Braziliense, 07 nov. 1978. RECORTE de jornal “Televisão – Nova novela da Tupi”, Correio Braziliense, 31 out. 1978. RECORTE de jornal “Agora Ivani fala de índio, para garantir a audiência da Tupi”, Jornal da Tarde, 31 out. 1978. RESPOSTA de Ismarth de Araújo Oliveira, Presidente da Funai, ao Memorando n. 383/78. OFÍCIO n. 0005/GR/79, 03 jan. 1979, encaminha relatório final do Projeto Uruguai. ANOTAÇÃO manuscrita, 12 jan. 1979. ENCAMINHAMENTO n. 012/79-DGPC, Ref. Ofício n. 0005/GR/79, 02 mar. 1979, 2 páginas, seguido de cópia. ANOTAÇÃO de encaminhamento de informações à respeito de Rafael José de Menezes Bastos, de Paulo Moreira Leal para Brigadeiro Max Alvim, com anotações manuscritas, 21 jun. 1983. PARECER n. 008/79, Ref. Ofício n. 0005/GR/79, do Assistente José Marinho dos Santos Neto, 5 páginas. INTERPRETAÇÃO do Parecer n. 008/79-DGPC/CONFIDENCIAL, do Assistente da ASI/FUNAI João Bezerra de Mello, 09 mar. 1979. INTERPRETAÇÃO do Parecer n. 007/79-DGPC/CONFIDENCIAL, do Assistente da ASI/FUNAI João Bezerra de Mello, 09 mar. 1979. PARECER n. 007/79-DGPC/CONFIDENCIAL, Ref. Relatório Projeto Uruguai – Os barramentos e os índios, de Rafael José de Menezes Bastos, 21 fev. 1979, 5 páginas, seguido de cópia. ANOTAÇÃO datilografada, solicita parecer, 23 fev. 1979. PORTARIA n. 582/P, 29 ago. 1979, designa o antropólogo Rafael José de Menezes Bastos para atuar como perito em feitos judiciais envolvendo os índios, seguido de cópia. [SOLICITAÇÃO] n. 257/DGPC, 26 maio 1980, sobre a demissão de servidor. PORTARIA n. 487/P, 30 maio 1980, dispensa Rafael José de Menezes Bastos do quadro de pessoal da Funai. RECORTE de jornal “Antropólogo faz sua defesa das acusações da Funai”, Correio Braziliense, 30 jun. 1980. AUTORIZAÇÃO para pesquisa científica em área indígena n. 002/[ilegível], para Rafael José de Menezes Bastos, 08 jan. 1981. INFORME a respeito de Olympio Trindade Serra e Rafael José de Menezes Bastos, 15 jan. 1981. MANDADO de intimação para José Avelino Neto, Rafael José de Menezes Bastos, Delvair Montagne Mellatti e Milton Silva Santos, Juízo Federal da 1ª Vara, Seção Judiciária do Distrito Federal, 03 fev. 1981. MEMO n. 216/PQXIN/81, 22 ago. 1981, informa a respeito de ações de Rafael José de Menezes Bastos. CARTA datilografa de Rafael José de Menezes Bastos para o Sr. Ministro de Estado da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Délio Jardim de Mattos, 31 ago. 1981, 5 páginas. MEMO n. 197/81-ASI/FUNAI, 20 out. 1981, solicita informações sobre atividades da FAB no Xingu. CARTA datilografa de Rafael José de Menezes Bastos para o Presidente da Funai, Cel. João Carlos Nobre da Veiga, 21 ago. 1981, 9 páginas. REF. MEMO n. 197/81-ASI/FUNAI, 22 out. 1981. MEMO n. 208/81-ASI/FUNAI, 29 out. 1981, envia informação a respeito de índios e militares. INFORMAÇÃO n. 215/81-AGESP-CONFIDENCIAL, 21 out. 1981, a respeito do relatório do antropólogo Rafael, assinado por Sonia de Almeida Marcato em 22 out. 1981, 7 páginas. OFÍCIO n. 112/PQXIN/81-CONFIDENCIAL, 30 dez. 1981, a respeito de ocorrências no Xingu, 4 páginas. FICHA de autorização para Rafael José de Menezes Bastos realizar pesquisa no Alto Xingu, 08 jan. 1981. FICHA de autorização para Rafael José de Menezes Bastos realizar pesquisa na Aldeia Kamaiurá no PQXIN, 14 maio 1974Apresenta documentação relativa ao antropólogo Rafael José de Menezes Bastos, principalmente relacionada aos seus relatórios enquanto era servidor da Funai; Apresenta documentação sobre o antropólogo e seu trabalho enquanto pesquisador na área do Xingu (MT)Comissão Estadual da VerdadeRegula

    The Species of Elmohardyia Rafael (Diptera, Pipunculidae, Eudorylini) From Brazilian Amazon

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    Twenty two Elmohardyia species are registered from the Brazilian Amazon Basin, including one new record and eleven new species. E. amazona (Hardy); E. aquinoi sp.n; E. argyrogaster (Rafael); E. carrerai (Hardy); E. concava sp.n.; E. conchulata (Menezes & Rafael); E. echinata sp.n.; E. hispida sp.n.; E. immaculata sp.n.; E. lanei lanei (Hardy);E. manaos (Menezes & Rafael);E. oriximinaensis sp.n.; E. papaveroi (Rafael); E. parva sp.n.; E. praecipua (Rafael & Rosa); E. replicata (Hardy); E. roraimensis (Rafael & Rosa); E. rosalyae sp.n; E. subtilis sp.n.; E. tricuspis sp.n.; E. trinidadensis (Hardy) and E. valida sp.n. A dichotomic key to the species of the Brazilian Amazon Basin, based in male specimens, is included and new geographical records are given.Vinte e duas espécies de Elmohardyia Rafael são assinaladas para a Amazônia brasileira, incluindo um registro novo c onze espécies novasE. amazona (Hardy);E. aquinoi sp.n;E. argyrogaster (Rafael);E. carrerai (Hardy); E. concava sp.n.; E. conckulata (Menezes & Rafael); E. echinata sp.n.; E. hispida sp.n.; E. immaculate sp.n.; E. lanei lanei (Hardy);E. manaos (Menezes & Rafael);E. oriximinaensis sp.n.; E. papaveroi (Rafael); E. parva sp.n.£. praecipua (Rafael & Rosa); E. replicata (Hardy); E. roraimensis (Rafael & Rosa); E. rosalyae sp.n; E. subtilis sp.n.; E. tricuspis sp.n.; E. trinidadensis (Hardy) e E. valida sp.n. Uma chave para identificação das espécies da Amazônia brasileira é apresentada e novos dados sobre registros geográficos são fornecidos

    Dossiê Rafael José de Menezes Bastos

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    FICHA individual de Rafael José de Menezes Bastos. Dados de qualificação de Rafael José de Menezes Bastos, 2 páginas. MEMO n. 393/78-DGPC, 06 nov. 1978, o antropólogo Rafael José de Menezes Bastos apresenta críticas com relação à autorização da Funai permitir gravações na área indígena, 3 páginas. ENCAMINHAMENTO n. 065/78-DGPC, 09 nov. 1978, Ref. Memo n. 393/78-DGPC. RECORTE de jornal “Televisão – Nova novela da Tupi”, Correio Braziliense, 07 nov. 1978. RECORTE de jornal “Televisão – Nova novela da Tupi”, Correio Braziliense, 31 out. 1978. RECORTE de jornal “Agora Ivani fala de índio, para garantir a audiência da Tupi”, Jornal da Tarde, 31 out. 1978. RESPOSTA de Ismarth de Araújo Oliveira, Presidente da Funai, ao Memorando n. 383/78. OFÍCIO n. 0005/GR/79, 03 jan. 1979, encaminha relatório final do Projeto Uruguai. ANOTAÇÃO manuscrita, 12 jan. 1979. ENCAMINHAMENTO n. 012/79-DGPC, Ref. Ofício n. 0005/GR/79, 02 mar. 1979, 2 páginas, seguido de cópia. ANOTAÇÃO de encaminhamento de informações à respeito de Rafael José de Menezes Bastos, de Paulo Moreira Leal para Brigadeiro Max Alvim, com anotações manuscritas, 21 jun. 1983. PARECER n. 008/79, Ref. Ofício n. 0005/GR/79, do Assistente José Marinho dos Santos Neto, 5 páginas. INTERPRETAÇÃO do Parecer n. 008/79-DGPC/CONFIDENCIAL, do Assistente da ASI/FUNAI João Bezerra de Mello, 09 mar. 1979. INTERPRETAÇÃO do Parecer n. 007/79-DGPC/CONFIDENCIAL, do Assistente da ASI/FUNAI João Bezerra de Mello, 09 mar. 1979. PARECER n. 007/79-DGPC/CONFIDENCIAL, Ref. Relatório Projeto Uruguai – Os barramentos e os índios, de Rafael José de Menezes Bastos, 21 fev. 1979, 5 páginas, seguido de cópia. ANOTAÇÃO datilografada, solicita parecer, 23 fev. 1979. PORTARIA n. 582/P, 29 ago. 1979, designa o antropólogo Rafael José de Menezes Bastos para atuar como perito em feitos judiciais envolvendo os índios, seguido de cópia. [SOLICITAÇÃO] n. 257/DGPC, 26 maio 1980, sobre a demissão de servidor. PORTARIA n. 487/P, 30 maio 1980, dispensa Rafael José de Menezes Bastos do quadro de pessoal da Funai. RECORTE de jornal “Antropólogo faz sua defesa das acusações da Funai”, Correio Braziliense, 30 jun. 1980. AUTORIZAÇÃO para pesquisa científica em área indígena n. 002/[ilegível], para Rafael José de Menezes Bastos, 08 jan. 1981. INFORME a respeito de Olympio Trindade Serra e Rafael José de Menezes Bastos, 15 jan. 1981. MANDADO de intimação para José Avelino Neto, Rafael José de Menezes Bastos, Delvair Montagne Mellatti e Milton Silva Santos, Juízo Federal da 1ª Vara, Seção Judiciária do Distrito Federal, 03 fev. 1981. MEMO n. 216/PQXIN/81, 22 ago. 1981, informa a respeito de ações de Rafael José de Menezes Bastos. CARTA datilografa de Rafael José de Menezes Bastos para o Sr. Ministro de Estado da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Délio Jardim de Mattos, 31 ago. 1981, 5 páginas. MEMO n. 197/81-ASI/FUNAI, 20 out. 1981, solicita informações sobre atividades da FAB no Xingu. CARTA datilografa de Rafael José de Menezes Bastos para o Presidente da Funai, Cel. João Carlos Nobre da Veiga, 21 ago. 1981, 9 páginas. REF. MEMO n. 197/81-ASI/FUNAI, 22 out. 1981. MEMO n. 208/81-ASI/FUNAI, 29 out. 1981, envia informação a respeito de índios e militares. INFORMAÇÃO n. 215/81-AGESP-CONFIDENCIAL, 21 out. 1981, a respeito do relatório do antropólogo Rafael, assinado por Sonia de Almeida Marcato em 22 out. 1981, 7 páginas. OFÍCIO n. 112/PQXIN/81-CONFIDENCIAL, 30 dez. 1981, a respeito de ocorrências no Xingu, 4 páginas. FICHA de autorização para Rafael José de Menezes Bastos realizar pesquisa no Alto Xingu, 08 jan. 1981. FICHA de autorização para Rafael José de Menezes Bastos realizar pesquisa na Aldeia Kamaiurá no PQXIN, 14 maio 1974Apresenta documentação relativa ao antropólogo Rafael José de Menezes Bastos, principalmente relacionada aos seus relatórios enquanto era servidor da Funai; Apresenta documentação sobre o antropólogo e seu trabalho enquanto pesquisador na área do Xingu (MT)Comissão Estadual da VerdadeRegula

    Andrade Bezerra: o erudito gentil

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    The main characteristic of José Rafael de Menezes' vast bibliography is his ability to profile illustrious lives in carefully adjusted historical summaries. Alongside essays, some history books, novels and poetic texts, the author from Paraíba reconstructs with affectionate and deeply generational care his masters of fortunate coexistence.Principais característica de vasta bibliografia de José Rafael de Menezes, a perícia de perfilar vidas ilustres, em sínteses de cuidado ajustamento histórico. ao lado dos ensaios, de alguns livros de história, de romances e textos poéticos, o autor paraibano reconstitui com zelos afetivos e profundamente geracionais seus mestres de convivência afortunada

    A musicológica Kamayurá. Interview with Rafael José de Menezes Bastos

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      https://vimeo.com/147721141 A Musicológica Kamayurá - Entrevista com Rafael José de Menezes Bastos Na entrevista A Musicológica Kamayurá, o Professor Rafael José de Menezes Bastos nos fala de seus anos de formação e de suas primeiras experiências profissionais. Comenta sobre seus principais gurus intelectuais e sobre o contexto político que marca sua atividade profissional na FUNAI na década de 1960 e também os anos de seu Mestrado na Universidade de Brasília. Também são assunto dessa entrevista algumas das principais questões teórico-metodológicas que marcam o livro A Musicológica Kamayurá (1978), tais como a questão da metalinguagem musical e da importância do ritual na constituição dos sistemas musicais, temas que serão retomados em trabalhos posteriores do autor. Brasil, 2015, Colorido; 22 min Roteiro, edição e realização da entrevista Tatyana de Alencar Jacques Música: Índios Kamayurá Fotografias e gravações: Rafael José de Menezes Bastos Produção: Tatyana de Alencar Jacques e Ari Ghiggi Junior Realizada em Florianópolis, 18 de maio de 2015.  https://vimeo.com/147721141 In the interview A Musicológica Kamayurá, Professor Rafael José Bastos de Menezes tells us about his formative years and his early professional experience. He comments on his main intellectual gurus and the on political context that marks his professional activity at FUNAI in the 1960s, and during his years of study for a Master’s degree at the University of Brasilia. In this interview may also be found some of the main theoretical and methodological issues that distinguish the book A Musicológica Kamayurá (1978), such as the questions of musical metalanguage and the importance of rituals in the constitution of musical systems, taken up again in his later studies. Translation

    Syneches amazonicus , Menezes & Ale-Rocha 2016

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    - Antenna entirely yellow (Fig. 44C); fore tibia yellow (Fig. 44D); hypandrium slightly narrowed distally, largely cleft apically forming 2 large lobes (Menezes & Ale-Rocha 2016, fig. 88)....................... S. tenebricus Menezes & Ale-Rocha Syneches amazonicus Menezes & Ale-RochaPublished as part of Soares, Matheus M. M., Freitas-Silva, Rafael A. P. & Ale-Rocha, Rosaly, 2021, Review of Brazilian species of Syneches Walker (Diptera, Hybotidae, Hybotinae), with description of ten new species, pp. 1-84 in Zootaxa 5049 (1) on page 10, DOI: 10.11646/zootaxa.5049.1.1, http://zenodo.org/record/556058

    Poética

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    José Rafael Menezes was an essayist and columnist from Paraíba who lived in Pernambuco. He completed a Bachelor's degree in History and Geography at the Faculty of Philosophy, Sciences and Letters "Manuel da Nóbrega", at the Catholic University of Pernambuco, and a Bachelor's degree in Legal Sciences at the Faculty of Law of Recife, at the Federal University of Pernambuco.José Rafael Menezes foi um ensaista e cronista paraibano radicado em pernambuco, fez Licenciatura e Bacharelado em História e Geografia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras "Manuel da Nóbrega", da Universidade Católica de Pernambuco, e Licenciatura em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito do Recife, da Universidade Federal de Pernambuco
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