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Interface entre a política nacional de recursos hídricos e a política nacional de defesa civil, com relação aos desastres hidrológicos
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-graduação em Engenharia AmbientalEstudos do IPCC apontam para o quadro de mudanças climáticas globais e do conseqüente aumento das freqüências dos eventos hidrológicos críticos. As soluções para mitigarem essas mudanças e suas conseqüências devem ser pactuadas em nível global, mas cada país deve atuar, por meio de suas próprias políticas, no sentido de diminuir suas vulnerabilidades. Partiuse do princípio de que o Brasil possui políticas que agem na redução dos efeitos dos desastres, mas estas atuam de forma desarticulada, o que dispensa recursos públicos em soluções paliativas. O atendimento emergencial afeta os gastos sociais dos governos, pois, além dos danos imediatos a serem reparados, há deslocamento das prioridades e de intervenções públicas para demandas de curto prazo, em detrimento dos investimentos de longo prazo e da adoção de estratégias de desenvolvimento sustentável. O objetivo do presente trabalho foi, portanto, buscar interfaces entre a Política Nacional de Recursos Hídricos e a política Nacional de Defesa Civil, com relação aos desastres hidrológicos, no Brasil. Para a busca das interfaces entre ambas as políticas, em um primeiro momento, a Lei das Águas foi dividida em cinco níveis: fundamentos, diretrizes, objetivos, instrumentos e sistemas de gestão. Em um segundo momento, utilizou-se da estratégia para redução de desastres da Secretaria Interinstitucional da Estratégia Internacional para a Redução de Riscos (EIRD)/ONU, que desenvolveu essa metodologia a partir da observação da experiência de diferentes países. Na estratégia da EIRD/ONU, o cruzamento entre as políticas foi feito segundo áreas temáticas, envolvendo os principais aspectos como: compromisso político e desenvolvimento institucional (governabilidade); identificação e avaliação de riscos; gestão do conhecimento; aplicação e instrumentos na gestão de riscos. Constatou-se que para a efetiva implementação, tanto da Política de Recursos Hídricos, quanto da Política de Defesa Civil, necessita-se da interação com outros setores e principalmente com a sociedade. Observou-se coerência nas etapas de Prevenção e Preparação para Emergências, e grande potencial de aproximação entre as estruturas institucionais descentralizadas, como COMDECs/NUDECs e Comitês de Bacias. Os Planos de Bacia, por estarem mais próximos do âmbito local, são os que têm maior potencial de aproximação com os instrumentos da Política Nacional de Defesa Civil. Ao tratar de temas como a prevenção de eventos hidrológicos críticos, os Planos contribuem para a articulação de Políticas, para que as medidas sejam interiorizadas pelos setores. Assim, se ambas as políticas compatibilizarem esforços na prevenção dos efeitos dos desastres hidrológicos, pode-se otimizar ações e até suprir carência de recursos. IPCC reports show the global climate change and the consequent increase of the hidrologically critical events. The solution to reduce theses changes and consequences must be agreed at a global level. However, every country must act on its own policies to reduce its vulnerability. Though Brazil has policies to act on reduction of the disasters effects, various policies are discrete, and public financial resources are spent on temporary solutions. The immediate assistance affects the governmental costs for social aspects. Besides these immediate damages to be repaired, there are displacements of the priorities are disregarded and public interventions to demand of short-coming period in detriment of the investments for the long period and the adoption of strategies for the sustainable development. The objective of the present work was, therefore, to research the interface between the National Policy of Water Resources and the National Policy of Civil Defense in terms of the water-related disasters. At first, the Water Law was divided into five levels: fundamental; lines of direction; objectives; instruments; and management systems. Secondly, the proposal that the International Strategy for Disaster Reduction Secretariat (ISDR/UN) developed from the experiences with different countries. In the strategy of the ISDR/UN, the crossing between the policies was carried out according to thematic areas with main aspects such as: political promises and development, identification and evaluation of risks; knowledge management; and application and instrumentation in risk management. For the effective implementation in both policies, the necessity of the interaction with others sectors and essentially with the society was verified. The coherence in the stages of prevention and preparation of emergencies, and the high potential of approximation between institutional decentralized structures like COMDEC/NUDEC and basin committees were observed. Because of their closeness to the local scope, the Basin Plans are the ones that have higher potential of approaching to the instruments of the National Policy of Civil Defense. On dealing with subjects as the prevention of hidrologically critical events, the Plans contribute to the politicies articulation so that the measures are interiorized by the sectors. Thus, action can be optimized, which can even support the lack of resources if both policies can make compatible efforts on the prevention of the water-related disasters
Variabilidade Espacial de Elementos Químicos do Solo sob Diferentes Usos em Bacia Hidrográfica do rio Vacacaí-Mirim, Estado do Rio Grande do Sul
O solo possui um papel fundamental para a sociedade humana, desempenhando diversas funções no ecossistema, dentre as principais
destaca-se a função filtro, retendo algumas substancias que nele são depositadas. Sendo assim, com aumento dos níveis de deposição de resíduos
de forma inadequada, os níveis de contaminação estão cada vez maiores. Neste contexto o presente trabalho teve como objetivos caracterizar as
propriedades físicas sob diferentes usos em uma bacia hidrográfica. Na Bacia Hidrográfica do Rio Vacacaí-Mirim, os pontos foram escolhidos
aleatoriamente, onde foram coletadas as amostras e analisadas no equipamento EDXRF. Posteriormente, os valores foram especializadas
com auxílio do Software Surfer 10. As variações das concentrações dos elementos analisados foram as seguintes: para o elemento Alumínio
variaram de 52.952,11 a 271.077,00 mg kg-1. Para o elemento Cálcio, os valores variaram do Limite de Detecção (L.D) a 7.677,376 mg kg-1.
As concentrações do elemento Ferro variou de 14.118,56 a 156.695,50 mg kg-1. As concentrações de Ítrio variaram do L.D. a 192,36 mg kg-1,
os valores de Magnésio variaram do LD a 31.944,05 mg kg-1 os valores de Potássio de 1.256,236 a 60.693,230 mg kg-1. Dentre os elementos
analisados, apresentaram correlação os elementos químicos Ca e Al (-0,32), Ca e Al (0,03), K e Fe(-0,02), Mg e Fe (-0,27), Mg e K (-0,03) e
Mg e Y(-0,02). Após análise dos dados é possível perceber que a concentração dos elementos é afetada devido ao uso e tipo de solo na Bacia
Hidrográfica, sendo que isso é acentuado pela ação antrópica, principalmente nas áreas de pastagens e cultivos de arroz existentes na região.
No presente estudo foi possível identificar que os usos de solo campo nativo, soja, pastagem, arroz e mata nativa tiveram uma maior influencia
nas concentrações dos elementos alumínio, potássio e magnésio
Banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024
<h2><strong>ATENÇÃO: LEIA ATÉ O FINAL</strong></h2>
<p><strong>Este é o banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024, ainda em curso no Rio Grande do Sul. </strong>A Região Hidrográfica do Lago Guaíba <strong>não</strong> inclui toda a extensão do Rio Grande do Sul. Existem outras áreas afetadas.</p>
<p>Este é um esforço <strong>emergencial</strong> e <strong>voluntário</strong> entre diversos pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e colaborações externas. Confira outros esforços voluntários na plataforma: <a href="https://storymaps.arcgis.com/stories/a81d69f4bccf42989609e3fe64d8ef48">Rio Grande do Sul | 2024 (arcgis.com).</a></p>
<p>Este é um esforço ainda em andamento.</p>
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<h2><strong>Observações importantes</strong></h2>
<ol>
<li>Confira as <strong>versões</strong> do banco de dados na barra lateral para obter os dados mais recentes ou não corrompidos;</li>
<li>Os dados primários obtidos estão no arquivo geopackage<strong> cheias_rhguaiba_2024_db_{versao}.gpkg</strong>;</li>
<li>As <strong>camadas </strong>do geopackage estão catalogadas no arquivo <strong>CSV</strong> de glossário <strong>cheias_rhguaiba_2024_db_{versao}_glossario.csv</strong>;</li>
<li><strong>ADA </strong>significa <strong>área diretamente afetada</strong>.</li>
<li>As metodologias ainda estão sendo documentadas e detalhadas. Confira aqui as <strong>Notas Técnicas.</strong></li>
</ol>
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<h2><strong>Nomenclatura</strong></h2>
<ul>
<li>ada = Área Diretamente Afetada</li>
<li>poa = Porto Alegre</li>
<li>rmpa = Região Metropolitana de Porto Alegre</li>
<li>rhguaiba = Região Hidrográfica do Lago Guaíba</li>
<li>rs = Rio Grande do Sul</li>
</ul>
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<h2><strong>Como citar</strong></h2>
<p>Citação simplificada para reportagens e visualizações (infográficos):</p>
<p>Possantti et al. (2024).<strong> Banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024</strong> [Data set]. Zenodo.<a href="../doi/10.5281/zenodo.11164049"> https://zenodo.org/doi/10.5281/zenodo.11164049</a></p>
<p>Citação completa para referência bibliográfica:</p>
<p>Possantti, I.; Aguirre, A.; Alberti, C.; Azeredo, L.; Barbedo, R.; Barcelos, M.; Becker, F.; Bedin, M.; Bregalda, N.; Camana, M.; Camargo, P.; Cantor, G.; Cardozo, T.; Carrard, G.; Castilhos, M.; Cazanova, R.; Chiarelli, F.; Collishonn, W.; Cornely, A.; Cunha, L.; Cunha, R.; Dornelles, F.; Eckhardt, R.; Fan, F.; Froner, M.; Giaccom, B.; Giasson, S.; Goldenfum, J.; Gonçalves, C.; Gonçalves, G.; González-Ávila, I.; Guimarães, E.; Guimarães, E.; Hellmann, A.; Horstmann, G.; Iablonovski, G.; Kipper, P.; Kobyama, M.; Krasner, M.; Krob, L.; Kuele, P.; Laipelt, L.; Lutz, V.; Maciel, J.; Magalhães, F.; Mallet, J.; Marques, B.; Marques, G.; Meirelles, F.; Michel, G.; Michel, R.; Mincarone, M.; Müller, J.; Neves, É.; Nicolini, I.; Nonnemacher, L.; Oliveira, G.; Oliveira, M.; Ott, P.; Paiva, R.; Quintela, R.; Ramos, M.; Rauber, A.; Risso, A.; Rodrigues, R.; Roitman, A.; Rorato, G.; Royer, S.; Ruhoff, A.; Ruoso, E.; Sampaio, M.; Schabbach, L.; Schiaffino, M.; Sigallis, A.; Silva, S.; Soares, L.; Sousa, L.; Souza, A.; Tschiedel, A.; Ucha, L.; Umbelino, G.; Utzig, E.; Zambrano, F. (2024). <strong>Banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024</strong> (versão #) [Data set]. Zenodo. https://zenodo.org/doi/10.5281/zenodo.11164049</p>
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<h2><strong>Principais camadas no geopackage</strong></h2>
<ul>
<li>Mapa da <strong>Área Diretamente Afetada (ADA)</strong> pelas cheias de Maio de 2024.</li>
<li>Mapas da <strong>mancha de inundação</strong> (água e lama) observada em 6 e 8 de Maio de 2024 obtidas por métodos de sensoriamento remoto.</li>
<li>Mapa de <strong>abrigos</strong> para o enfrentamento da crise na Região Metropolitana de Porto Alegre e arredores.</li>
<li>Mapas da <strong>infraestrutura de saneamento</strong> na Região Metropolitana de Porto Alegre.</li>
</ul>
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<h2><strong>Dados de insumos</strong></h2>
<p>Dados de insumos (inputs) para análises diversas estão disponíveis em geopackages para <strong>conveniência </strong>(economia de tempo e recursos computacionais em meio ao enfrentamento da crise). <strong>Não somos autores dessas fontes e recomendamos validações a partir da fonte original</strong>.</p>
<p><strong>SEMA/RS - Base cartográfica 1:25000 do RS. </strong>Arquivo: <strong>insumos_semars_basecarto25k_rs.gpkg</strong>. Fonte: <em>portal está fora do ar pois inundou o Centro Administrativo do Estado, incluindo os servidores. Temos os dados em razão de espelhos mantidos por cientista</em>s. Comentário: mapas diversos da base cartográfica do RS, hidrografia, pontes, estradas principais, bacias hidrograficas. </p>
<p><strong>Malhas de setores censitários (2010 e 2022) e municípios IBGE no RS. </strong>Arquivo: <strong>insumos_ibge_rs.gpkg</strong>. Fonte: <a href="https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-do-territorio/malhas-territoriais.html">Malhas territoriais | IBGE</a>. Comentário: malha dos censos de 2010 e 2022 com os <strong>microdados básicos</strong> agregados.</p>
<p><strong>CNEFE - Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos no RS. </strong>Arquivo: <strong>insumos_ibge_cnefe_microdados_2022_rs.gpkg</strong>. Fonte: <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/38734-cadastro-nacional-de-enderecos-para-fins-estatisticos.html?=&t=resultados">Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos | IBGE</a>. Comentário: pontos dos endereços com a codificação do tipo de estabelecimento.</p>
<p><strong>Edificações Open Buildings V3 Polygons na região hidrográfica. </strong>Arquivo: <strong>insumos_googlebuildings_edificacoes_rhguaiba.gpkg.</strong> Citação: W. Sirko, S. Kashubin, M. Ritter, A. Annkah, Y.S.E. Bouchareb, Y. Dauphin, D. Keysers, M. Neumann, M. Cisse, J.A. Quinn. Continental-scale building detection from high resolution satellite imagery. arXiv:2107.12283, 2021. Fonte: <a href="https://developers.google.com/earth-engine/datasets/catalog/GOOGLE_Research_open-buildings_v3_polygons">Open Buildings V3 Polygons</a>. Comentário: polígonos de edificações extraídos para a Região Hidrográfica do Lago Guaíba.</p>
<p><strong>Vias urbanas e estradas Open Street Maps (OSM) na região hidrográfica. </strong>Arquivo: insumos_openstreetmaps_vias_rhguaiba.gpkg. Fonte: <a href="https://download.geofabrik.de/south-america/brazil/">Index of /south-america/brazil (geofabrik.de)</a></p>
<p><strong>Redes de distribuição de gás da Sulgás na região hidrográfica.</strong> Arquivo: <strong>insumos_sulgas_tubulacoes_rhguaiba.gpkg</strong>. Fonte: SULGÁS</p>
<p><strong>Modelo digital de elevação ANADEM (30m de resolução)</strong>. Arquivo: <strong>insumos_ada_anadem_30m_rhguaiba.zip.</strong> Pacote de camadas raster com derivados diversos de análises topográficas, incluindo mapa de HAND, na RH do Lago Guaíba. Fonte: <a href="https://metadados.snirh.gov.br/geonetwork/srv/por/catalog.search#/metadata/a5b8f184-d4e3-45e6-a62b-e76d1f255f55">Catálogo de Metadados da ANA (snirh.gov.br)</a>. Nota: as camadas estão projetadas coordenadas planas.</p>
<p><strong>Catálogo de Escolas do Rio Grande do Sul</strong>. Arquivo: <strong>insumos_inep_escolas_2023_rs.gpkg</strong>. Fonte: <a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/dados-abertos/inep-data/catalogo-de-escolas">Catálogo de Escolas — Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira | Inep (www.gov.br)</a></p>
<p><strong>Cadastro de Barragens na RH do Lago Guaíba</strong>. Arquivo: <strong>insumos_snisb_barragens_2022_rhguaiba.gpkg</strong>. Fonte: Relatório de Segurança de Barragens Edição 2022. Cadastro da Planilha de Dados. Disponível em: <a href="https://www.snisb.gov.br/portal-snisb/inicio">Início | SNISB - Sistema de Segurança de Barragem</a></p>
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<h2><strong>Notas</strong></h2>
<ul>
<li>O geopackage nas versões v.0.1 e v.0.2 está corrompido. Usar versões mais recentes.</li>
<li>Para ajustar qualquer problemas entrar em contato com [email protected]</li>
</ul>
<p><em>Você pode parar de ler aqui</em></p>
<h2><strong>Notas técnicas</strong></h2>
<p><strong>Manchas de inundação Planet e Skysat</strong></p>
<p><em>Autores: Guilherme Garcia de Oliveira , Rafael Rodrigo Eckhardt.</em></p>
<p>A mancha de inundação para as bacias hidrográficas foi gerada a partir da integração de imagens ópticas de sensoriamento remoto (Planet, Skysat e WorldView-2, obtidas em 06/05/2024), modelo digital do terreno da Região Funcional 1 (MDT-RF1) (SPGG-RS & CGEO), modelo digital de elevação FABDEM e pontos coletados em campo, durante ou próximo do pico da inundação. As imagens foram utilizadas para extração de pontos limites da inundação, por interpretação visual, de modo a identificar não somente os limites com água em superfície, mas também os limites identificáveis com lama/detritos, indicando a provável passagem da onda de cheia pelo local. Esses pontos foram utilizados para extração de cota de inundação ao longo dos vales, usando o MDT-RF1 quando disponível. A cota de inundação foi interpolada pelo método de krigagem ordinária. Após isso, foi realizada a subtração da cota de inundação interpolada pela elevação obtida por meio do MDE, resultando em profundidades estimadas de água e limites da mancha de inundação. Os pontos de campo foram usados para validação do produto. Apenas quando necessário, em função da resolução dos modelos digitais usados, foi editada a mancha de inundação manualmente, procedimento adotado em algumas áreas dos vales fluviais quando constatada discrepância entre a mancha produzida e a mancha observada nas imagens de satélite. Observação: MDT-RF1 foi disponibilizado na resolução espacial de 2,5 m, gerado a partir de imagens aéreas, na resolução espacial de 0,35 m, obtidas em levantamento realizado em 2018. Projeto coordenado pela SPGG-RS em parceria com o 1º CGEO, Exército Brasileiro.</p>
<p>Camada:</p>
<ul>
<li>rhguaiba_planet-skysat_inundacao_obs_06052024</li>
</ul>
<p><strong>Manchas de água e lama Sentinel 2</strong></p>
<p><em>Autores: Laipelt, L.; Iablonovski, G.; Alberti, C.; Mincarone, M.; Possantti, I.; Rorato, G.;</em></p>
<p>A partir de imagem de satélite do sensor Sentinel-2 do dia 06/05/2024 e 08/05/2024, foram classificadas as áreas inundadas (por índice normalizado de água - NDWI) e cobertas por lama (por índice normalizado de lama - BSI) da região da Bacia Hidrográfica do Lago Guaiba para obter a Área Diretamente Afetada. O resultado de água foi validado manualmente a partir da interpretação visual da imagem em cor natural.</p>
<p>Camadas:</p>
<ul>
<li>rhguaiba_sentinel2_agua_obs_06052024</li>
<li>rhguaiba_sentinel2_agua_obs_06052024_validada</li>
<li>rhguaiba_sentinel2_lama_obs_06052024</li>
<li>rhguaiba-sinosgravatai_sentinel2_agua_obs_08052024</li>
<li>rhguaiba-sinosgravatai_sentinel2_agua_obs_08052024_validada</li>
</ul>
<p><strong>Simulação Hidrodinâmica HEC-RAS</strong></p>
<p><em>Autores: Laipelt, L.</em></p>
<p>Mancha de inundacao simulada (modelo HEC RAS) para ajusatar o nivel em 550cm no Cais Maua. Inclui também mapa de severidade física do escoamento simulado. Classes de severidade física: 1 – Baixa severidade 2 - Média 3 – Alta. Este é um mapa de perigo baseado na equação IP= Veloc x Profundidade de. Não temos tanta confiança na profundidade dos modelos hidrodinâmicos em escala regional visto que não possuimos as batimetria dos rios. Além da resolução espacial. Classificação foi feita baseada nos artigos:</p>
<p>https://www.scielo.br/j/mercator/a/bYfg3jbM7cgqNzyZq5dyDKt/?format=html&lang=pt# https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1462075802000328 </p>
<p>Camadas:</p>
<ul>
<li>rhguaiba_hecras_inundacao_simulada_550cm</li>
<li>rhguaiba_hecras_severidade_simulada_06052024</li>
</ul>
<h2><strong>Registro histórico</strong></h2>
<p><strong>[27/05/2024 20h00] - Versão v.0.9. </strong>Camada definitiva da inundação por cenas Planet, sendo que as camadas intermediárias das sub-bacias foram removidas. Nova versão ampliada da ADA (Área Diretamente Afetada), totalizando 6 mil km². Relação ampliada de abrigos da crise. Nova camada com o histórico da situação dos municípios (decretos de calamidade pública). <strong>Próximos melhoramentos: incluir pontos de validadao de campo da ADA nos vales, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos. Mapa de cicatrizes de movimentos de massa. Camadas de insumo diversas, incluindo Mapbiomas e CAR.</strong></p>
<p><strong>[24/05/2024 20h00] - Versão v.0.8. </strong>Novas camadas de manchas de inundação com cenas Planet para Rio dos Sinos e Rio Gravataí. Nova versão ampliada da ADA (Área Diretamente Afetada). Relação ampliada de abrigos da crise. Nova camada com o histórico da situação das EBAPs e ETAs na RMPA. Nova camada com mapa completo de diques na RMPA. Nova camada com o histórico da situação de barragens selecionadas na RH do Lago Guaíba. Nova camada de insumo: católogo de escolas do INEP. Nova camada de insumo: cadastro geral de barragens na RH do Lago Guaíba. Nova camada de insumo: pacote de mapas raster com análises topográficas do MDE ANADEM, incluindo HAND da RH do Lago Guaíba. <strong>Próximos melhoramentos: incluir pontos de validadao de campo da ADA nos vales, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos. Camadas de insumo diversas, incluindo Mapbiomas e CAR.</strong></p>
<p><strong>[22/05/2024 10h00] - Versão v.0.7. </strong>Relação ampliada de abrigos da crise, com tabela CSV em separado. Nova camada de insumo tubulações de gás da SulGás. Substituição da camada de insumo de endereços CNEFE pela camada divulgada pelo IBGE em 21/5, com microdados (incluindo CEP). Nova camada de insumo: topografia do modelo digital de elevação ANADEM na região hidrográfica (Modelo Copernicus corrigido para vegetação no Brasil). Próximos melhoramentos:<strong> incluir status de barragens e saneamento durante a crise, incluir pontos de validadao de campo da ADA nos vales, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos. Camadas de insumo diversas, incluindo Mapbiomas, CAR, HAND.</strong></p>
<p><strong>[20/05/2024 21h00] - Versão v.0.6. </strong>Relação ampliada de abrigos da crise. Atualização dos autores. Atualização da ADA (área diretamente afetada) a partir de manchas obtidas na bacia do Rio dos Sinos e Rio Gravataí (dia 8 de Maio). Nova camada de pontos de nível levantados em campo em Porto Alegre.<strong> </strong>Remoção da análise municipal.<strong> </strong>Proximos melhoramentos:<strong> incluir status de barragens e saneamento durante a crise, incluir pontos de validadao de campo da ADA nos vales, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos.</strong></p>
<p><strong>[13/05/2024 22h00] - Versão v.0.5. </strong>Relação ampliada de abrigos da crise. Atualização dos autores. Nova nomenclatura de nomes para português. Título foi modificado para "cheias" em vez de "inundação". Atualização da ADA (área diretamente afetada). Nova camada de severidade física do escoamento simulado por HEC-RAS (primeira cheia). Geopackages adicionais de insumos carregados em separado do banco de dados principal. Proximos melhoramentos: <strong>completar camadas de saneamento basico para Regiao Metropolitana, incluir insumos para analises sociais e economicas, incluir pontos de validadao de campo da ADA, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos.</strong></p>
<p><strong>[10/05/2024 22h00]</strong> - <strong>Versão v.0.4.</strong> Nova versão da analise de municipios com endereços CNEFE; Novas camadas de manchas de inundação nos vales Taquari, Caí e Pardo com cenas Planet e Skysat; Relação ampliada de abrigos da crise. Atualização dos autores. Proximos melhoramentos: <strong>ajustar camada de abrigos e camada Sentinel de lama para sistema de referência WGS 84.</strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
Banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024
<h2><strong>ATENÇÃO: LEIA ATÉ O FINAL</strong></h2>
<p><strong>Este é o banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024, ainda em curso no Rio Grande do Sul. </strong>A Região Hidrográfica do Lago Guaíba <strong>não</strong> inclui toda a extensão do Rio Grande do Sul. Existem outras áreas afetadas.</p>
<p>Este é um esforço <strong>emergencial</strong> e <strong>voluntário</strong> entre diversos pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e colaborações externas. Confira outros esforços voluntários na plataforma: <a href="https://storymaps.arcgis.com/stories/a81d69f4bccf42989609e3fe64d8ef48">Rio Grande do Sul | 2024 (arcgis.com).</a></p>
<p>Este é um esforço ainda em andamento.</p>
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<h2><strong>Observações importantes</strong></h2>
<ol>
<li>Confira as <strong>versões</strong> do banco de dados na barra lateral para obter os dados mais recentes ou não corrompidos;</li>
<li>Os dados primários obtidos estão no arquivo geopackage<strong> cheias_rhguaiba_2024_db_{versao}.gpkg</strong>;</li>
<li>As <strong>camadas </strong>do geopackage estão catalogadas no arquivo <strong>CSV</strong> de glossário <strong>cheias_rhguaiba_2024_db_{versao}_glossario.csv</strong>;</li>
<li><strong>ADA </strong>significa <strong>área diretamente afetada</strong>.</li>
<li>As metodologias ainda estão sendo documentadas e detalhadas. Confira aqui as <strong>Notas Técnicas.</strong></li>
</ol>
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<h2><strong>Nomenclatura</strong></h2>
<ul>
<li>ada = Área Diretamente Afetada</li>
<li>poa = Porto Alegre</li>
<li>rmpa = Região Metropolitana de Porto Alegre</li>
<li>rhguaiba = Região Hidrográfica do Lago Guaíba</li>
<li>rs = Rio Grande do Sul</li>
</ul>
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<h2><strong>Como citar</strong></h2>
<p>Citação simplificada para reportagens e visualizações (infográficos):</p>
<p>Possantti et al. (2024).<strong> Banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024</strong> (v.0.5) [Data set]. Zenodo. <a href="../doi/10.5281/zenodo.11164049">https://doi.org/10.5281/zenodo.11166770</a></p>
<p>Citação completa para referência bibliográfica:</p>
<p>Possantti, I.; Aguirre, A.; Alberti, C.; Avila, I.; Azeredo, L.; Barcelos, M.; Bedin, M.; Camana, M.; Camargo, P.; Cantor, G.; Cardozo, T.; Carrard, G.; Castilhos, M.; Cazanova, R.; Chiarelli, F.; Collishonn, W.; Cornely, A.; Cunha, L.; Cunha, R.; Dornelles, F.; Eckhardt, R.; Fan, F.; Froner, M.; Giasson, S.; Goldenfum, J.; Gonçalves, C.; Guimarães, E.; Guimarães, E.; Hellmann, A.; Horstmann, G.; Iablonovski, G.; Kipper, P.; Kobyama, M.; Krasner, M.; Krob, L.; Kuele, P.; Laipelt, L.; Lutz, V.; Maciel, J.; Magalhães, F.; Mallet, J.; Marques, B.; Marques, G.; Meirelles, F.; Michel, G.; Michel, R.; Mincarone, M.; Müller, J.; Neves, É.; Nicolini, I.; Nonnemacher, L.; Oliveira, G.; Oliveira, M.; Ott, P.; Paiva, R.; Quintela, R.; Ramos, M.; Risso, A.; Roitman, A.; Rorato, G.; Royer, S.; Ruhoff, A.; Ruoso, E.; Sampaio, M.; Schabbach, L.; Schiaffino, M.; Sigalis, A.; Silva, S.; Soares, L.; Sousa, L.; Souza, A.; Tschiedel, A.; Ucha, L.; Umbelino, G.; Utzig, E.; Zambrano, F. (2024). <strong>Banco de dados das cheias na Região Hidrográfica do Lago Guaíba em Maio de 2024</strong> (v.0.5) [Data set]. Zenodo. <a href="../doi/10.5281/zenodo.11164049">https://doi.org/10.5281/zenodo.11166770</a></p>
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<h2><strong>Principais camadas no geopackage</strong></h2>
<ul>
<li>Mapas da <strong>mancha de inundação</strong> (água e lama) observada em 6 e 8 de Maio de 2024 obtidas por métodos de sensoriamento remoto.</li>
<li>Mapa de <strong>abrigos</strong> para o enfrentamento da crise na Região Metropolitana de Porto Alegre e arredores.</li>
<li>Mapas da <strong>infraestrutura de saneamento</strong> na Região Metropolitana de Porto Alegre.</li>
</ul>
<p><em>continue lendo</em></p>
<h2><strong>Dados de insumos</strong></h2>
<p>Dados de insumos (inputs) para análises diversas estão disponíveis em geopackages para <strong>conveniência </strong>(economia de tempo e recursos computacionais em meio ao enfrentamento da crise). <strong>Não somos autores dessas fontes e recomendamos validações a partir da fonte original</strong>.</p>
<p><strong>SEMA/RS - Base cartográfica 1:25000 do RS. </strong>Arquivo: insumos_semars_basecarto25k_rs.gpkg. Fonte: <em>portal está fora do ar pois inundou o Centro Administrativo do Estado, incluindo os servidores. Temos os dados em razão de espelhos mantidos por cientista</em>s. Comentário: mapas diversos da base cartográfica do RS, hidrografia, pontes, estradas principais, bacias hidrograficas. </p>
<p><strong>Malhas de setores censitários (2010 e 2022) e municípios IBGE no RS. </strong>Arquivo: insumos_ibge_rs.gpkg. Fonte: <a href="https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-do-territorio/malhas-territoriais.html">Malhas territoriais | IBGE</a>. Comentário: malha dos censos de 2010 e 2022 com os <strong>microdados básicos</strong> agregados.</p>
<p><strong>CNEFE - Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos no RS. </strong>Arquivo: insumos_ibge_cnefe_enderecos_2022_rs.gpkg. Fonte: <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/38734-cadastro-nacional-de-enderecos-para-fins-estatisticos.html?=&t=resultados">Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos | IBGE</a>. Comentário: pontos dos endereços com a codificação do tipo de estabelecimento.</p>
<p><strong>Edificações Open Buildings V3 Polygons na região hidrográfica. </strong>Arquivo: insumos_googlebuildings_edificacoes_rhguaiba.gpkg. Citação: W. Sirko, S. Kashubin, M. Ritter, A. Annkah, Y.S.E. Bouchareb, Y. Dauphin, D. Keysers, M. Neumann, M. Cisse, J.A. Quinn. Continental-scale building detection from high resolution satellite imagery. arXiv:2107.12283, 2021. Fonte: <a href="https://developers.google.com/earth-engine/datasets/catalog/GOOGLE_Research_open-buildings_v3_polygons">Open Buildings V3 Polygons</a>. Comentário: polígonos de edificações extraídos para a Região Hidrográfica do Lago Guaíba.</p>
<p><strong>Vias urbanas e estradas Open Street Maps (OSM) na região hidrográfica. </strong>Arquivo: insumos_openstreetmaps_vias_rhguaiba.gpkg. Fonte: <a href="https://download.geofabrik.de/south-america/brazil/">Index of /south-america/brazil (geofabrik.de)</a></p>
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<h2><strong>Notas</strong></h2>
<ul>
<li>O geopackage nas versões v.0.1 e v.0.2 está corrompido. Usar versões mais recentes.</li>
<li>Para ajustar qualquer problemas entrar em contato com [email protected]</li>
</ul>
<p><em>Você pode parar de ler aqui</em></p>
<h2><strong>Notas técnicas</strong></h2>
<p><strong>Manchas de inundação Planet e Skysat</strong></p>
<p><em>Autores: Guilherme Garcia de Oliveira , Rafael Rodrigo Eckhardt.</em></p>
<p>Mancha de inuncadao gerada a partir de cenas Planet e Skysat em 06/05/2024 e MDE FABDEM e pontos coletados em campo. A mancha de inundação foi gerada a partir da integração de imagens ópticas de sensoriamento remoto (Planet e Skysat, obtidas em 06/05/2024), modelo digital de elevação FABDEM e pontos coletados em campo, durante ou próximo do pico da inundação. As imagens foram utilizadas para extração de pontos limites da inundação, por interpretação visual, de modo a identificar não somente os limites com água em superfície, mas também os limites identificáveis com lama/detritos, indicando a provável passagem da onda de cheia pelo local. Esses pontos foram utilizados para extração de cota de inundação ao longo do vale. A cota de inundação foi interpolada pelo método de krigagem ordinária. Após isso, foi realizada a subtração da cota de inundação interpolada pela elevação obtida por meio do MDE, resultando em profundidades estimadas de água e limites da mancha de inundação. Os pontos de campo foram usados para validação do produto.</p>
<p>Camadas:</p>
<ul>
<li>rhguaiba-cai_planet-skysat_inundacao_obs_06052024</li>
<li>rhguaiba-pardo_planet-skysat_inundacao_obs_06052024</li>
<li>rhguaiba-taquari_planet-skysat_inundacao_obs_06052024</li>
</ul>
<p><strong>Manchas de água e lama Sentinel 2</strong></p>
<p><em>Autores: Laipelt, L.; Iablonovski, G.; Alberti, C.; Mincarone, M.; Possantti, I.; Rorato, G.;</em></p>
<p>A partir de imagem de satélite do sensor Sentinel-2 do dia 06/05/2024 e 08/05/2024, foram classificadas as áreas inundadas (por índice normalizado de água - NDWI) e cobertas por lama (por índice normalizado de lama - BSI) da região da Bacia Hidrográfica do Lago Guaiba para obter a Área Diretamente Afetada. O resultado de água foi validado manualmente a partir da interpretação visual da imagem em cor natural.</p>
<p>Camadas:</p>
<ul>
<li>rhguaiba_sentinel2_agua_obs_06052024</li>
<li>rhguaiba_sentinel2_agua_obs_06052024_validada</li>
<li>rhguaiba_sentinel2_lama_obs_06052024</li>
<li>rhguaiba-sinosgravatai_sentinel2_agua_obs_08052024</li>
<li>rhguaiba-sinosgravatai_sentinel2_agua_obs_08052024_validada</li>
</ul>
<p><strong>Simulação Hidrodinâmica HEC-RAS</strong></p>
<p><em>Autores: Laipelt, L.</em></p>
<p>Mancha de inundacao simulada (modelo HEC RAS) para ajusatar o nivel em 550cm no Cais Maua. Inclui também mapa de severidade física do escoamento simulado. Classes de severidade física: 1 – Baixa severidade 2 - Média 3 – Alta. Este é um mapa de perigo baseado na equação IP= Veloc x Profundidade de. Não temos tanta confiança na profundidade dos modelos hidrodinâmicos em escala regional visto que não possuimos as batimetria dos rios. Além da resolução espacial. Classificação foi feita baseada nos artigos:</p>
<p>https://www.scielo.br/j/mercator/a/bYfg3jbM7cgqNzyZq5dyDKt/?format=html&lang=pt# https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1462075802000328 </p>
<p>Camadas:</p>
<ul>
<li>rhguaiba_hecras_inundacao_simulada_550cm</li>
<li>rhguaiba_hecras_severidade_simulada_06052024</li>
</ul>
<h2><strong>Registro histórico</strong></h2>
<p><strong>[20/05/2024 21h00] - Versão v.0.6. </strong>Relação ampliada de abrigos da crise. Atualização dos autores. Atualização da ADA (área diretamente afetada) a partir de manchas obtidas na bacia do Rio dos Sinos e Rio Gravataí (dia 8 de Maio). Nova camada de pontos de nível levantados em campo em Porto Alegre.<strong> </strong>Remoção da análise municipal.<strong> </strong>Proximos melhoramentos:<strong> incluir status de barragens e saneamento durante a crise, incluir pontos de validadao de campo da ADA nos vales, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos.</strong></p>
<p><strong>[13/05/2024 22h00] - Versão v.0.5. </strong>Relação ampliada de abrigos da crise. Atualização dos autores. Nova nomenclatura de nomes para português. Título foi modificado para "cheias" em vez de "inundação". Atualização da ADA (área diretamente afetada). Nova camada de severidade física do escoamento simulado por HEC-RAS (primeira cheia). Geopackages adicionais de insumos carregados em separado do banco de dados principal. Proximos melhoramentos: <strong>completar camadas de saneamento basico para Regiao Metropolitana, incluir insumos para analises sociais e economicas, incluir pontos de validadao de campo da ADA, incluir pontos de amostragem da coleta de agua e sedimentos.</strong></p>
<p><strong>[10/05/2024 22h00]</strong> - <strong>Versão v.0.4.</strong> Nova versão da analise de municipios com endereços CNEFE; Novas camadas de manchas de inundação nos vales Taquari, Caí e Pardo com cenas Planet e Skysat; Relação ampliada de abrigos da crise. Atualização dos autores. Proximos melhoramentos: <strong>ajustar camada de abrigos e camada Sentinel de lama para sistema de referência WGS 84.</strong></p>
<p> </p>
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