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As máscaras modernistas: Adalgisa Nery e Maria Martins na vanguarda brasileira
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura.Certa tradição analisa as obras do modernismo brasileiro recorrendo à institucionalização nacionalista do movimento e pautando-se, muitas vezes, numa concepção materialista da história. Afora isso, esse olhar crítico é mediado pela percepção da forma como matéria a ser analisada, o que pressupõe um parâmetro que, na literatura brasileira, estaria na Semana de Arte Moderna. Este trabalho se propõe a focar duas autoras modernistas não-canônicas: Maria Martins (1890-1973) e Adalgisa Nery (1905-1980). Supõe-se que ambas as autoras passaram incólumes pelo movimento por adotarem uma concepção nietzscheana de tempo, circular. Deuses Malditos I (1965), biografia de Nietzsche escrita por Maria Martins e A imaginária (1959), romance autobiográfico de Adalgisa Nery, são analisados a partir da tese de que a biografia e a autobiografia são máscaras textuais. A máscara é matéria que revela pelo disfarce, que preenche os vazios diversos - a ausência de Maria e de Adalgisa na crítica, as lacunas presentes em ambos os livros e a impossibilidade de representação das autoras pelo texto. Tratar do modernismo por meio de máscaras permite pensá-lo a partir do texto e de um começo, ou de um re-começo, que pode existir ainda hoje. A determinate critical tradition analyses Brazilian modernist works considering the nationalist aspect of this movement. This tradition is based, most of the times, on a materialistic conception of history. Besides that, this critical perspective takes into account the structure as the main aspect to be analyzed in a literary work and considers the authors who took part in the Modern Week, in 1922, as patterns to read others modernist writers and texts. This paper focuses on two modernist non-canonical writers, Maria Martins (1890-1973) and Adalgisa Nery (1905-1980) assuming that they were not suitably considered as part of that literary movement because they have embraced a Nietzschean conception of time, an understanding of history as a cyclical movement. Deuses Malditos I (1965), Nietzsche's biography by Maria Martins and A imaginária (1969), Adalgisa's Nery autobiographical novel, will be analyzed departing from the theses that biography and autobiography are textual masks. Mask is the substance that reveals when hiding, which fills various vacuities - Maria's and Adalgisa's absence in literary criticism, the gaps present in both books and the textual impossibility of representing these writers. To deal with modernism by means of masks also allows to consider the notion of text and to depart from a beginning or from a reopening to think about this movement, what may be possible still nowadays
Sombras/ Anunciação
Escultura mede 79x80x47 cmMaria Martins (1894-1973) foi uma mulher à frente de seu tempo, escultora, desenhista, gravadora e escritora. Casada com o diplomata brasileiro Carlos Martins Pereira e Sousa (1884-1965), viveu muitos anos na Europa onde iniciou os seus estudos em pintura e escultura. Em 1939, muda-se com Carlos Martins para Washington D.C. Posteriormente, aluga um apartamento em Nova York onde estuda escultura com Jacques Lipchitz (1891 - 1973), realizando trabalhos em bronze. Em 1941, faz sua primeira exposição individual, na Corcoran Art Gallery, em Nova York.
Conhece André Breton (1896 - 1966), que a apresenta a artistas europeus ligados ao movimento surrealista e ao dadaísmo, como Michel Tapiè (1909 - 1987), André Masson (1896 - 1987), Yves Tanguy (1900 - 1955), Max Ernst (1891 - 1976) e Marcel Duchamp (1887 - 1968).
Em 1948, muda-se para Paris, onde seu ateliê torna-se local de encontro de intelectuais e artistas. Volta definitivamente ao Brasil em 1950. Colabora na organização das primeiras Bienais Internacionais de São Paulo e na fundação do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ.
Sombras/Anunciação foi produzida em 1952 em gesso, as esculturas representam a visita do Anjo da Anunciação a Virgem Maria
Sombras/ Anunciação
Escultura mede 79x80x47 cmMaria Martins (1894-1973) foi uma mulher à frente de seu tempo, escultora, desenhista, gravadora e escritora. Casada com o diplomata brasileiro Carlos Martins Pereira e Sousa (1884-1965), viveu muitos anos na Europa onde iniciou os seus estudos em pintura e escultura. Em 1939, muda-se com Carlos Martins para Washington D.C. Posteriormente, aluga um apartamento em Nova York onde estuda escultura com Jacques Lipchitz (1891 - 1973), realizando trabalhos em bronze. Em 1941, faz sua primeira exposição individual, na Corcoran Art Gallery, em Nova York.
Conhece André Breton (1896 - 1966), que a apresenta a artistas europeus ligados ao movimento surrealista e ao dadaísmo, como Michel Tapiè (1909 - 1987), André Masson (1896 - 1987), Yves Tanguy (1900 - 1955), Max Ernst (1891 - 1976) e Marcel Duchamp (1887 - 1968).
Em 1948, muda-se para Paris, onde seu ateliê torna-se local de encontro de intelectuais e artistas. Volta definitivamente ao Brasil em 1950. Colabora na organização das primeiras Bienais Internacionais de São Paulo e na fundação do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ.
Sombras/Anunciação foi produzida em 1952 em gesso, as esculturas representam a visita do Anjo da Anunciação a Virgem Maria
Maria Heloísa Martins Dias: entrevista 1409
Entrevista com Maria Heloísa Martins Dias, autora do livro Apagando o quadro negro: literatura e ensino, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Letras, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), São José do Rio PretoUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Estudos Linguísticos e Literários, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), São José do Rio Pret
Maria Rosa Rodrigues Martins de Camargo: 1120
Entrevista com Maria Rosa Rodrigues Martins de Camargo, organizadora do livro Leitura e escrita como espaços autobiográficos de formação, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Educação, Instituto de Biociências (IBRC), Rio ClaroUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Educação, Instituto de Biociências (IBRC), Rio Clar
Maria Heloisa Martins Dias: entrevista 1132
Entrevista com Maria Heloísa Martins Dias, uma das organizadoras do livro A literatura do outro e os outros da literatura, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Letras, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), São José do Rio PretoUniversidade Estadual Paulista (UNESP), Departamento de Estudos Linguísticos e Literários, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), São José do Rio Pret
Corpo e ancestralidade no tempo que transmuta, recria e se iguala em diferença: ensinamentos a partir de performances do tempo espiralar de Leda Maria Martins
Book review of MARTINS, Leda Maria. Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021.Resenha de MARTINS, Leda Maria. Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021
Entrevista com Maria Manuela dos Reis Martins: reflexões sobre a Arqueologia Urbana, a paisagem e o território
Entrevista com Maria Manuela dos Reis Martins: reflexões sobre a Arqueologia Urbana, a paisagem e o território</jats:p
Entre Nós: entrevista a Maria João Martins
Emissões - Entre NósPrograma “Entre Nós” - uma produção vídeo da Universidade Aberta para a RTPEntrevista realizada em fevereiro de 2002, a Maria João Martins, jornalista e escritora, autora dos livros "O Paraíso Triste: o quotidiano em Lisboa durante a II Guerra Mundial" e "Mulheres portuguesas: Divas, Santas e Demónios”.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
Asynapteron equatorianum Martins 1960
Asynapteron equatorianum (Martins, 1960) Octoplon equatorianum Martins, 1960: 89, fig. 9. Asynapteron equatorianum; Martins, 1970: 1158; 2009: 17; Monné, 2005: 360 (cat.). Remarks. Species extremely variable in color. We examined one specimen that is dark in color. Head dark brownish-red; prothorax with anterior and posterior borders black, yellow color restricted to two pronotal areas; yellow spots on elytra largely surrounded by black, leaving yellowish background restricted to base and apex; meso- and metafemora black, except at the bases, which are yellow. Specimens examined. ECUADOR, Manabi: “Vicinity” Montecristi (01,0534S; 80,68195W, 350 m), d, 17– 21.II. 2006, F. T. Hovore & I. Swift col. (CASC).Published as part of Martins, Ubirajara R. & Galileo, Maria Helena M., 2014, New taxa, notes and new synonymy in Neoibidionini (Cerambycidae, Coleoptera), pp. 492-498 in Zootaxa 3786 (4) on page 495, DOI: 10.11646/zootaxa.3786.4.7, http://zenodo.org/record/23165
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