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    Escrita expatriada: paratextualidades e os Relatos da noite e da aurora na obra francesa de Augusto Roa Bastos

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2013.Esta tese visa a estudar o silêncio narrativo na obra de Augusto Roa Bastos (1917-2005) durante o período que separa a publicação de Yo el Supremo (1974), último romance do exílio argentino (1947 a 1976) e Vigilia del Almirante (1992), primeiro romance publicado durante o exílio francês (1976 a 1995). Por meio de um levantamento de dados historiográficos, analisa-se a recepção da obra roabastiana editada em francês. A análise da recepção do primeiro romance de Augusto Roa Bastos, Hijo de hombre (1960), publicado na França em três ocasiões: Le Feu et la Lèpre (Gallimard,1968), Fils d´homme (Belfond,1982) e Fils d´homme (Seuil,1995), elucida a trajetória de recepção da obra roabastiana no país europeu, contextualizando a reescritura da segunda versão do romance em espanhol, editada em 1983, depois da versão francesa. Os elementos paratextuais, que acompanham as três edições francesas de Hijo de hombre, aclaram o percurso do escritor/docente universitário da Universidade de Toulouse, que canalizou sua produção intelectual para a escritura ensaística durante os anos iniciais do segundo exílio (1976-1984). Ocupa lugar de destaque a publicação da coletânea Les Récits de la nuit et de l´aube (1984), pela inclusão de dois contos editados durante os anos inciais do exílio francês: ?Lucha hasta el aba? (1979) e ?La Caspa? (1982). Ao levantamento historiográfico, agrega-se a análise das estratégias narrativas empregadas pelo autor na coletânea francesa. O relacionamento da coletânea Les Récits de la Nuit et de l´aube (1984) a outros itinerários de escritura problematiza o emprego da paratextualidade, caracterizando a escrita expatriada, um processo de escritura produzido no deslocamento do espaço, da identidade e da língua. A diluição de fronteiras entre gêneros literários distingue um processo de escritura marcado pela impossibilidade de explicar o sensível (Badiou). <br

    Interview with Teri and Michael Marquez, Downwinders of Utah Archive, June 27, 2019, Audio

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    Audio (17 minutes, 39 seconds) of a telephone interview conducted by Justin Sorensen and Robert Nelson with Teri and Michael Marquez on June 27, 2019. Teri Marquez discusses her memories of growing up in Sunnyside, Utah, where her father was a foreman at the coal mine. She recounts her father measuring the tests with a Geiger counter that he used for his mining work, and shares memories of classmates who had cancer in her age group, as well as her own experiences with cancer treatment. Michael Marques discusses how storms and dust would get trapped in the local area due to the position of the mountains. Michael Marquez shares his memory that the government assured the people in the area that the testing was safe

    Augusto Roa Bastos: imagen(s) do exílio

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2011A proposta deste trabalho é o estudo do exílio e seus desdobramentos, principalmente através da imagem originaria do baldio, em textos (Barthes) de Augusto Roa Bastos. Tem como foco central, um livro sobre roteiro, cuja edição acompanha um de seus roteiros, intitulado Mis reflexiones sobre el guión y el guión cinematográfico de Hijo de hombre (1993) e os filmes Alias Gardelito (1961) e Sabaleros (1959). Existe em Roa Bastos uma poética do exílio. O exílio é o despojamento, o abandono de categorias como povo, nação e identidade. O sujeito se lança para um mais além do já consagrado ou já sabido. O exílio é a abertura a partir da qual se estruturará uma noção de literatura, cinema e comunidade

    Augusto Roa Bastos: entre Nambréna e ausência, uma escritura caleidoscópica

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2015.O presente trabalho tem a finalidade de demonstrar como a escritura de Augusto Roa Bastos se articula, com o passar do tempo, a uma multiplicidade de elementos em constante movimento e desenvolve, assim, uma escritura caleidoscópica. Nambréna, palavra guarani que remete ao desprezo pelo autóctone como resquício de um sistema colonial e segue com os seus tentáculos na sociedade paraguaia, se apresenta desde os primeiros escritos roabastianos sendo um desses componentes. Outras características importantes como a realidade delirante, um texto ausente que ecoa no silêncio e na consciência, juntamente com a experiência do exílio, atuam na sua escritura como rizoma em multiplicidade de conexões que se estabelecem entre e no interior das obras e são utilizadas como em um caleidoscópio, por isso uma escritura caleidoscópica. Para tanto, a leitura crítica do primeiro livro de contos  El trueno entre las hojas (1953)  se faz basilar para a análise desses movimentos que foram, com o passar do tempo, sendo utilizados e modificados e, como frêmito, reverberam em Contravida (1995) e Madama Sui (1996). José Manuel Silvero desenvolve um discurso filosófico sobre a condição de nambréna. A concepção de rizoma, de Deleuze e Guattari, serve de direção na construção dos elementos da escritura caleidoscópica, do mesmo modo os autores que tratam de escritura e de autoria, como Roland Barthes, Walter Benjamin e Michel Foucault, além de outros teóricos que são referenciais para a construção dessa perspectiva de leitura de uma escritura caleidoscópica.Abstract : The present work has the objective of showing how the writing of Augusto Roa Bastos articulates itself with the passage of time at a multiplicity of elements in constant motion and develops, thus, a kaleidoscopic writing. Nambréna, Guarani word that refers to the spite for the autochthone as a residue of a colonial system that carries on its tentacles in Paraguayan society, presents itself since the early roabastian writings being one of its components. Other important characteristics such as the delirious reality, an absent text that echoes in the silence and in conscience, along with the experience of exile, act in his writing as a rhizome in multiplicity of connections that are established between and inside the work and are used as in a kaleidoscope, thus a kaleidoscopic writing. To this end, the critical reading of the first short story book  El trueno entre las hojas (1953)  is made basic for the analysis of these movements that were with the passing of time being used and modified and, as a shiver, reverberate in Contravida (1995) and Madama Sui (1996). José Manuel Silvero develops a philosophical discourse on the condition of nambréna. The concept of rhizome, by Deleuze and Guattari, functions in the direction of the construction of the elements of kaleidoscopic writing, in the same way as with the authors who deal with writing and authorship, such as Roland Barthes, Walter Benjamin and Michel Foucault, besides other theorists that are referential to the construction of this perspective of the reading of a kaleidoscopic writing

    Entretien avec Augusto Roa Bastos

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    Roa Bastos Augusto, Andreu Jean L. Entretien avec Augusto Roa Bastos. In: Cahiers du monde hispanique et luso-brésilien, n°17, 1971. pp. 207-218

    Augusto Roa Bastos na inspiração de uma dramaturgia ñandutí

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2011Este trabalho tem como objetivo relatar e refletir sobre uma dramaturgia, como fruto de um processo que relaciona linguagens e passagens, a partir de uma experiência realizada com fragmentos da escrita de Augusto Roa Bastos, mais especificamente de suas personagens femininas, em direção a cena teatral. Enquanto um processo de "roubar" e armar, foi construído um exercício cênico: Maína, através da recriação que denominei de dramaturgia ñandutí, que significa na língua guarani, teia de aranha e que também nomeia um artesanato, uma técnica de renda tecida pelas mulheres paraguaias. Na introdução são delineadas as linhas deste percurso, o suporte teórico e prático em que se sustenta esta pesquisa. No primeiro capítulo teço uma breve contextualização, do autor Augusto Roa Bastos, sua relação com a cultura guarani, oralidade e mitos, procurando ainda viandar pelo conceito das poéticas das variações propostas por Roa Bastos. Em seguida, no segundo capítulo, apresento os primeiros fios de um nãndutí, que trata de uma leitura dos contos com os quais lidei diretamente nesta pesquisa, enquanto matéria textual e metaforicamente, fios, utilizados para tecer um ñandutí, que também é explorado neste capítulo como gesto escolhido para denominar este processo de recriação, assim como a própria dramaturgia. Ainda neste capítulo faço uma breve abordagem das personagens a partir dos estudos de gênero. O terceiro capítulo, intitulado "Rastro da dramaturgia ñandutí" apresenta o roteiro construído neste processo como uma possível leitura, vestígio da criação de uma dramaturgia, seguido de notas sobre os elementos que além da matéria texto, constituíram esta experiência dramatúrgica: como a presença do barro - argila, a música e o canto. O quarto e último capítulo, "Experiência de uma dramaturgia ñandutí", inicia com um relato deste processo aqui observado como um movimento entre linguagens, pertinente aos estudos recentes sobre intermidialidade. Ao tecer aproximações com o contexto das teatralidades contemporâneas visito sobre tudo propostas levantadas por Sílvia Fernandes e por fim, ao olhar para este percurso- discurso, como "um relato do tato". (CERTEAU, 2008, p.149) teço considerações sobre este processo de criação de um ñandutí enquanto uma experiência, que é ponto que se faz e desfaz.Este trabajo tiene el objetivo de relatar, reflexionar sobre la dramaturgia como fruto de un proceso que relaciona lenguajes y pasajes a partir de una experiencia realizada con un eje de la escritura de Augusto Roa Bastos, en particular sus personajes femeninos, hacia la escena teatral. Como proceso de sustraer y armar, fue construido el ejercicio escénico Maína, a través de la recreación que nombré de dramaturgia ñandutí, que en la lengua guaraní quiere decir telaraña y que denomina también a una artesanía, una técnica de encaje tejida por las mujeres paraguayas. En la introducción son trazadas las líneas de este recorrido, el suporte teórico y práctico en que se está sostenida esta investigación. En el primer capítulo he hilado una breve contextualización del autor Augusto Roa Bastos, su relación con la cultura guaraní, la oralidad y los mitos, en búsqueda del concepto de la poética de las variaciones propuestas por Roa Bastos. Luego, en el segundo capítulo, presento a los primeros hilos de un ñandutí, que es una lectura de los cuentos utilizados directamente en esta investigación en cuanto materia textual y metafóricamente, hilos, útiles para tejer un ñandutí, que también es explorado en este capítulo como gesto escogido para denominar este proceso de recreación, tal como la propia dramaturgia. Todavía en este capítulo, hago un pequeño enfoque de los personajes femeninos desde los estudios de género. El tercer capítulo, titulado "Rastro da dramaturgia ñandutí", presenta el guión construido en este proceso como una posible lectura, huella de la creación de una dramaturgia, seguido de notas acerca de los elementos que además de la materia del texto, constituyeron esta experiencia dramatúrgica: la presencia del barro - argila, la música y el canto. El cuarto y último capítulo "Experiência de uma dramaturgia ñandutí" empieza con un relato de este proceso, observado aquí como un movimiento entre lenguajes, pertinente a los estudios recientes sobre intermedialidad. Al tejer aproximaciones con el contexto de las teatralidades contemporáneas visito sobre todo propuestas hechas por Silvia Fernandes y por fin, al mirar a este recorrido-discurso, como "um relato do tato" (CERTEAU, 2008, p.149), planteo reflexiones sobre este proceso de creación de un ñandutí como una experiencia, que es punto que se hace y deshace

    Felipe Lucero Jr., Heraldo Perea, Joe Perea, Bobby Marquez, Luzy Marquez, Viola Perea, Remigio Marquez

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    L-R: Felipe Lucero Jr., Heraldo Perea in back, Joe Perea (Heraldo's brother); in front, Bobby Marquez held by Lucy Marquez, Viola Perea, Remigio Marquez. Geraldo, Joe and Viola are Juan Perea's children. Felipe Lucero Jr. is Margaret Perea Lucero's son. Bobby, Lucy and Remigio are Mable Perea Marquez's children

    Lucy Marquez and Viola Perea

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    L-R: Lucy Marquez and Viola Pere

    A pattern-based architectural style for self-organizing software systems

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    In this chapter, Jose Luis Fernandez-Marquez et al. propose an approach to engineering self-organizing software systems toward self-adaptation and resilience from an architectural point of view. They argue that the adaptation of complete systems is different from the adaptation of single components within the systems and propose an architectural approach based on patterns. Besides adaptation, the authors also claim to achieve resilience by leveraging the capabilities of self-organizing systems, which are able to modify themselves in order to continue providing their functionality even in the face of unexpected situations

    ROA Life Long Learning Survey - 2013

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    The aim of the survey is to monitor formal learning, informal learning, and knowledge development in the Dutch population. This survey was conducted end 2013, and is a follow-up on the 2010 ROA Life Long Learning Survey which is available from DANS
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