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A evolução das relações comerciais entre Brasil e China de 1994 a 2014
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia.O presente trabalho analisa as relações comerciais entre Brasil e China, com foco na evolução ao longo das duas últimas décadas e nas implicações para a balança comercial brasileira. Tendo em vista a tendência internacional de cooperação entre países emergentes e o longo processo de transformação da economia chinesa, mostra-se como se deu o desenvolvimento dos laços entre os dois países, sobretudo no âmbito do comércio exterior. Dessa forma, procura-se abordar a evolução das pautas exportadora e importadora brasileiras, além de discutir a questão da desindustrialização de nossa economia
Alexandre Alves Costa: A Viagem
Esta é uma exposição que corresponde ao desafio que o Departamento de Arquitectura da FCTUC lançou ao Professor Alexandre Alves Costa para comissariar e conceber uma mostra subordinada ao tema “a minha Escola”.
Com o título Alexandre Alves Costa: a Viagem. À memória de Fernando Távora, percorre os caminhos que consolidam a memória e a identidade do Departamento, na altura em que celebra os vinte anos de existência, mas, acima de tudo, oferece-nos um contributo essencial para reflectirmos sobre a actual condição da arquitectura, no contexto universitário.
Alexandre Alves Costa, Professor Jubilado Catedrático da Faculdade de Arquitectura do Porto e Professor Catedrático Convidado do DARQ, é hoje uma referência fundamental do ensino da arquitectura. Os princípios orientadores da sua actividade pedagógica constroem-se e consolidam-se ao longo de um percurso que privilegia a história como matriz cultural e ontológica das práticas arquitectónicas. O Projecto e a História da Arquitectura são as áreas às quais, preferencialmente, se tem dedicado.
Esta exposição é uma estação desse percurso. Talvez mesmo por essa razão, é concebida como uma VIAGEM pelos seus interesses, pelos seus temas de ensino, pelas suas escolas. Mas é também um VIAGEM através da sua relação com o Professor Arquitecto Fernando Távora, uma relação que, em grande medida, foi consolidada em Coimbra, na construção do que é hoje o Departamento de Arquitectura
La filosofía del derecho de Alexandre Kojève
This article is a presentation of Alexandre Kojève’s philosophy of law, exposed in his Esquisse d’une phénoménologie du droit (1981). Little attention has been paid to this work. So there is a gap that has to be filled with a critical reflection of its strengths. Among them, undoubtedly, we count the fact that Kojève is introducing a conception of international justice that casts a singular light on current debates about cosmopolitanism and globalization. According to this author, citizenship is the key element of the process of global expansion of the juridical sphere. In sum, Kojève’s philosophy is useful to reflect upon the contrast between the juridical and the political, which is the basis for all philosophy of law, in order to achieve world peace and international justice.Este artículo es una presentación de la filosofía del derecho de Alexandre Kojève contenida en su Esquisse d’une phénoménologie du droit (1981). La poca atención que dicha obra ha recibido es un vacío que debiera llenarse con una reflexión crítica de sus puntos fuertes. Entre ellos destaca una concepción de la justicia internacional que proyecta una luz muy singular sobre los actuales debates en torno a la globalización y el cosmopolitismo. A ojos de este autor, la ciudadanía es el elemento clave para aquilatar la expansión global de lo jurídico. En suma, Kojève aparece como un valioso referente en la labor de pensar la contraposición entre lo jurídico y lo político que está en la base de toda filosofía del derecho, con la aspiración al logro de la justicia internacional y la paz mundial en el horizonte
Cataluña desengañada
Copia digital : Google BooksSign.: a-b\p4\s, c\p2\s, A-Z\p4\s, 2A-2Z\p4\s, 3A-3P\p4\s, 3Q\p2\sTexto con apostillas marginales y reclamosCapitulares ornadas y remate xilográficoPortada calcográfica alegóricaPort. calc. con grav. alegóric
Reconfiguração do consensualismo contratual: as ações tituladas nominativas e os limites à transmissão
Partimos da evolução histórica do consensualismo contratual salientando os
principais carateres que, nos diversos momentos históricos, se foram evidenciando.
Numa segunda etapa exploramos os fundamentos dogmáticos do modelo de
transmissão contratual assumido pelo legislador e a sua viabilidade no sistema
jurídico global, em particular, no direito dos valores mobiliários. Constatamos a
crescente necessidade na prática mercantil e inevitabilidade no sistema jurídico
global da admissibilidade da existência de contratos de compra e venda de natureza
meramente obrigacional. Num terceiro momento desenvolvemos os principais
aspetos do regime jurídico aplicável às ações tituladas nominativas fora do mercado
regulado, em particular, os principais limites à transmissão, enquanto instrumentos/barreiras ao consensualismo contratual.We start from the historical evolution of contractual consensualism emphasizing the
main aspects that, in different historical moments, were showing up. In a second
stage we explore the dogmatic foundations of the transmission model contractual
assumed by the legislator and its viability in the global legal system, in particular, in
securities law. We note the growing need in commercial practice and inevitability in
the global legal system the admissibility of the existence of contracts of sale purely
obligatory. In the third stage we develop the main aspects of the legal regime
applicable to nominative titled actions outside the regulated market, in particular,
the main limits to the transmission, as instruments / barriers to contractual
consensualism
Uma fronteira para Alexandre?
Alexandre Barros, 41 anos, recebeu uma tentadora oferta de um headhunter. Vale a pena aceitar, considerando que ainda não completou um ano em sua atual empresa e já mudou muitas vezes de emprego ao longo de sua carreira?DOI: 10.12660/gvcasosv2n1c4http://dx.doi.org/10.12660/gvcasosv2n1c
“Era por Alexandre tod’esto demostrado”: ¿pruebas verídicas y pruebas engañosas en el Libro de Alexandre?
El Libro de Alexandre es un texto de s. XIII, que se escribió en la España medieval. En este escrito, el autor pretende demostrar que, en el Alexandre, algunas de las situaciones que se ponen a prueba son aceptadas, pero eso no significa que el macedonio gane la prueba. El articulo esta dividido en tres apartados. En el primero, el autor da cuenta de la historia textual de la obra y también dedica ciertas líneas al Estado de la cuestión del texto; mientras que, en la segunda parte, nos guía a conceptos etimológicos de los términos prueba, evidencia y demás. En el tercer apartado se centra en algunas pruebas expuestas en el Libro de Alexandre.The Libro de Alexandre is a literary work, written during the medieval Spain. In this paper, the author tries to demonstrate that, carefully reading the L.A, some of the situations that are set as proves are accepted, but it does not mean that Alexander can be a victor. This paper is divided in three sections: firstly, the author tells the textual history of the L.A and, then, tries to update the State of art: on the other hand, in the second part, the author offers meanings about terms as: prueba and evidencia. Finally, the author focuses on certain passages contained in the Libro de Alexandre that can be taken as failed proves
Mixing the Immiscible: Improvisation within Fixed-Media Composition
This paper will explore ways in which mastered improvisation practice, with the studio as an instrument, is a proposed avenue to bridge the historical dichotomy between what Ted Gioia describe as ‘the aesthetics of perfection’ and ‘the aesthetics of imperfection’. It is proposed as a way to re-embody fixed music, as experimented by the author through the composition of his last fixed-media work. This will be put in the context of a wider trend observed amongst the current emerging generation of composers interested in the aesthesics of the work, by opposition to the previous generations that placed the value of the work in its poietics. The vital and primal importance of practice outcome as practice-based research’s main document will also be advocated for, as these trends are happening in the laboratory of live music
As relações econômicas entre África do Sul e China no início do século XXI
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia.Esta monografia apresenta uma perspectiva acerca da história política e econômica da África do Sul, descrevendo alguns fatos desde o período da colonização sul africana, passando pelo anos em que foram implementados os atos regulamentadores, resultando no regime do apartheid no início dos anos 90, bem como a sua queda. Ainda se buscou explorar as heranças e consequências do apartheid na economia da África do Sul, retratando também sua política externa além do seu quadro econômico recente. Também é feito um resgate da história econômica chinesa, desde o ano de 1949, até as reformas feitas por Xiaoping, implementadas a partir de 1979, e com consequências até hoje. Por fim se traçará um paralelo entre a economia da África do Sul e da China no início do século XXI, ressaltando a interação econômica destes dois países
Les intermédiaires mathématiques dans le commentaire d’Asclépius sur la “Métaphysique” d’Aristote , «Revue de Philosophie ancienne» xl. 1 (2022), pp. 137-158
Asclépius est un commentateur aristotélicien du VIe siècle après J.-C., qui - élève d'Ammonius - étudie à l'école néoplatonicienne d'Alexandrie en Égypte. Il réalise l'exégèse de divers passages de la Métaphysique dans lesquels Aristote attribue à Platon la doctrine de l'existence de substances mathématiques séparées (avec une position intermédiaire entre les substances intelligibles et celles sensibles) et, en même temps, la critique fortement. Asclépius a une attitude de conciliation entre les perspectives platonicienne et aristotélicienne. En fait, il défend la doctrine de l'existence de substances mathématiques séparées du monde sensible et supérieures à lui, et ce faisant il s'aligne sur la défense de la doctrine platonicienne déjà opérée par les néoplatoniciens Syrianus et Proclus.
Cependant, d'autre part, il adopte aussi la position aristotélicienne et celle d'Alexandre d'Aphrodise, si bien qu’il existe aussi des entités mathématiques qui ne sont pas des substances, mais des caractéristiques mathématiques formelles immanentes au sensible. Enfin, les entités mathématiques sont aussi de simples concepts mentaux obtenus par abstraction du sensible. En parlant d'entités mathématiques non substantielles, Asclépius s'aligne sur Aristote et son commentateur peripatéticien Alexandre. Asclépius, grâce à une vision hiérarchisée de la réalité, peut admettre trois types d'entités mathématiques, de sorte que chaque type inférieur est une copie atténuée de celui qui lui est supérieur
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