530 research outputs found

    A dança magnífica de Fernanda Botelho

    No full text
    Fernanda Botelho publicou em Gritos da Minha Dança uma série de textos inéditos de variada tipologia. Não se trata, no entanto, de uma colectânea informe, porque, rendibilizando, de forma magnífica, os processos de fragmentação textual, a escritora alcança uma totalidade pulverizada, em perfeita harmonia com a experiência humana que subjaz ao livro.In Gritos da Minha Dança, Fernanda Botelho has gathered a collection of unpublished texts pertaining to distinct literary genres. We are not dealing, however, with an unstructured collection since, by masterfully taking advantage of procedures encompassed in textual fragmentation, the author attains a scattered wholeness in tune with the human experience imbedded in the book.publishe

    Reading Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos as an Iberian author

    No full text
    El poeta Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos encarna con su vida y obra el ideal de hombre de letras ibérico que, a caballo entre los siglos XVII y XVIII, vivió entre Torre de Moncorvo, Madrid, Coímbra, Barcelona, Lisboa y Salamanca, recorrió tierras de Francia e Italia y publicó versos y prosa en castellano, portugués y también en latín. Leer a Fracisco Botelho de Moraes e Vasconcelos como autor ibérico es, pues, un buen arranque para interpretar sus textos. Es tarea de los estudios ibéricos bucear en las diferentes construcciones lingüísticas y culturales de la península ibérica. Y es más productivo interpretar que las actuales unidades lingüísticas y culturales se conformaron históricamente de forma conjunta y gracias a una tupida red de relaciones, influencias, superposiciones e imposiciones de ida y vuelta. Es decir, cada unidad lingüística y cultural de la península ibérica actual no se constituyó de forma independiente. La interrelación cultural ibérica, tanto en forma de acto como de potencia (pasada, presente y futura), ha sido la regla, no la excepción. Se torna imperativo, pues, volver a Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos por el interés de sus versos y prosa y porque metodológicamente nos permite indagar en un mundo ibérico próximo en el tiempo y todavía no demasiado anclado en una hermenéutica que se legitima a partir de una esencia nacional ahistórica

    Reading Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos as an Iberian author

    No full text
    El poeta Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos encarna con su vida y obra el ideal de hombre de letras ibérico que, a caballo entre los siglos XVII y XVIII, vivió entre Torre de Moncorvo, Madrid, Coímbra, Barcelona, Lisboa y Salamanca, recorrió tierras de Francia e Italia y publicó versos y prosa en castellano, portugués y también en latín. Leer a Fracisco Botelho de Moraes e Vasconcelos como autor ibérico es, pues, un buen arranque para interpretar sus textos. Es tarea de los estudios ibéricos bucear en las diferentes construcciones lingüísticas y culturales de la península ibérica. Y es más productivo interpretar que las actuales unidades lingüísticas y culturales se conformaron históricamente de forma conjunta y gracias a una tupida red de relaciones, influencias, superposiciones e imposiciones de ida y vuelta. Es decir, cada unidad lingüística y cultural de la península ibérica actual no se constituyó de forma independiente. La interrelación cultural ibérica, tanto en forma de acto como de potencia (pasada, presente y futura), ha sido la regla, no la excepción. Se torna imperativo, pues, volver a Francisco Botelho de Moraes e Vasconcelos por el interés de sus versos y prosa y porque metodológicamente nos permite indagar en un mundo ibérico próximo en el tiempo y todavía no demasiado anclado en una hermenéutica que se legitima a partir de una esencia nacional ahistórica

    Um Bosque com vida: encontros e experiências através da Educação Ambiental

    No full text
    TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia.TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia

    Os Maias do século XIX num filme do século XXI: recriação cinematográfica de João Botelho

    No full text
    João Botelho is a Portuguese filmmaker whose filmography includes prominent filmic productions which celebrate an interpretive reunion with key authors of the Portuguese literature. Thus, it is not surprising that his latest cinematic creation is precisely a literary adaptation of the novel Os Maias by Eça de Queiroz. In this sense, this essay focuses on the analysis of the cinematic transmutation proposed by João Botelho (OS MAIAS, 2014) highlighting the canonical novel’s contemporaneousness, its cinematographic qualities and the artificial and operatic-theatrical character of this literary adaptation. The paper also emphasizes the encounter with the novel; its reinterpretation and appropriation in a gesture of respect for its author and for the novel and simultaneously underlines a purpose of artistic and authorial emancipation where the artificiality plays an important role.Sendo João Botelho um cineasta cuja constelação fílmica celebra um reencontro interpretativo com autores fundamentais da literatura portuguesa, não surpreende que a sua mais recente incursão cinéfila seja justamente pelo universo queirosiano com a adaptação para cinema do romance Os Maias. Neste sentido, o presente texto centra-se na análise da transmutação cinematográfica proposta por João Botelho (OS MAIAS, 2014) destacando a “atualidade” de um romance canônico, as suas características cinematografáveis e o caráter artificioso e operático-teatral desta adaptação literária. O texto evidencia o encontro com a obra, a sua releitura e apropriação num gesto de respeito pelo escritor e pelo romance e, simultaneamente, um propósito de emancipação artístico-autoral onde o artifício é realçado

    The Maias, a nineteenth century novel in a twenty-first century film: a reinterpretation by the Portuguese director João Botelho

    No full text
    Sendo João Botelho um cineasta cuja constelação fílmica celebra um reencontro interpretativo com autores fundamentais da literatura portuguesa, não surpreende que a sua mais recente incursão cinéfila seja justamente pelo universo queirosiano com a adaptação para cinema do romance Os Maias. Neste sentido, o presente texto centra-se na análise da transmutação cinematográfica proposta por João Botelho (OS MAIAS, 2014) destacando a “atualidade” de um romance canônico, as suas características cinematografáveis e o caráter artificioso e operático-teatral desta adaptação literária. O texto evidencia o encontro com a obra, a sua releitura e apropriação num gesto de respeito pelo escritor e pelo romance e, simultaneamente, um propósito de emancipação artístico-autoral onde o artifício é realçado.João Botelho is a Portuguese filmmaker whose filmography includes prominent filmic productions which celebrate an interpretive reunion with key authors of the Portuguese literature. Thus, it is not surprising that his latest cinematic creation is precisely a literary adaptation of the novel Os Maias by Eça de Queiroz. In this sense, this essay focuses on the analysis of the cinematic transmutation proposed by João Botelho (OS MAIAS, 2014) highlighting the canonical novel's contemporaneousness, its cinematographic qualities and the artificial and operatic-theatrical character of this literary adaptation. The paper also emphasizes the encounter with the novel; its reinterpretation and appropriation in a gesture of respect for its author and for the novel and simultaneously underlines a purpose of artistic and authorial emancipation where the artificiality plays an important role.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Coro celeste a quatro vozes : vida musica em solfa metrica, da esclarecida, augustiniana, beata Rita : advogada poderosa dos impossiveis com hum ramilhete de seus milagres, colhido na floresta das suas virtudes, com hum encomio mais a mesma Santa, e um periodo Latino a sua morte, com que a devoção obsequiosa do author coroa o livro : offerecido ao senhor Sylvestre Peyxoto da Silva / author Luís Botelho Froes de Figueyredo, philosopho, canonista, natural de Villa de Santarem

    No full text
    SYS-183891Luis Botelho Fróis de Figueiredo nasceu em Santarém, em 1675, e morreu em Alicante, Espanha, em 1720. Estudou direito canônico e filosofia na Universidade de Coimbra.Luis Botelho Froes de Figueyredo nasceu em Santarém, em 1675, e morreu em Alicante, Espanha, em 1720. Estudou Direito Canônico e Filosofia na Universidade de Coimbra. Recolheu-se por um período no Seminario do Vlratojo, saiu e foi para Madri, onde foi nomeado advogado dos Conselhos Reais e corregedor de Alicante, cargo que consta não ter chegado a desempenhar, por ter falecido . Coro celeste .. . narra a vida e a morte de Santa Rita sob a forma de poema. Conforme o autor é dividido em "vozes", como denomina as quatro partes ou cantos de sua obra. Segundo lnocêncio, "do Coro celeste... igualmente existem duas edições, ou antes-impressões do mesmo ano, sendo a primeira dedicada a Silvestre Peixoto da Silva; e a segunda, a Inácio Pedro de Melo. As licenças são também diferentes, sendo porém tudo o mais igual em ambas. Além disso, a dedicatória da segunda impressão menciona a primeira

    Supressividade induzida a Rhizoctonia solani Kuhn pela adição de diferentes resíduos vegetais ao solo.

    No full text
    A matéria orgânica de diversas origens é utilizada na agricultura visando, entre outras finalidades, a estimular a atividade microbiana para limitar a atividade dos patógenos do solo. Sua decomposição induz a atividade de alguns organismos, que se tornam úteis a outros tipos de vida, e estabelece relações sintróficas e antagônicas que mantêm o equilíbrio da comunidade biológica como um todo. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da incorporação de diferentes restos vegetais na incidência de podridão radicular do feijoeiro, cujo agente causal é o fungo Rhizoctonia solani. Em casa-de-vegetação, foram utilizadas bandejas plásticas contendo 4 kg de solo cultivado, inoculado com 104 propágulos de Rhizoctonia solani g-1, ao qual foi incorporado o equivalente a 10 t/ha de matéria seca das seguintes origens: Panicum miliaceum, Sorghum maximum, Dolichos lab-lab, Canavaria ensiformis, Braquiaria brizanta, Panicum maximum e Crotalaria juncea. A incorporação do inóculo e dos resíduos vegetais no solo foi realizada simultaneamente. O solo, nas bandejas, foi mantido próximo da capacidade de campo por 60, 30 e 0 dias, antes de ser realizada a semeadura da cultivar Pérola. A avaliação da intensidade de sintomas foi realizada 15 dias após a emergência, utilizando-se uma escala descritiva de 0 a 8. A população microbiana foi avaliada a partir das amostras de solo coletadas das bandejas realizando-se uma diluição em série e o plaqueamento em meios de culturas seletivos. A contagem das colônias de bactérias e fungos foi realizada após sete dias e a de actinomicetos após dez dias de incubação. Os resultados obtidos indicam que apenas o solo com material vegetal incubado durante 60 dias reduziu o índice de doença, não mostrando, contudo, diferenças significativas entre as espécies vegetais estudadas. Relacionando-se o número de propágulos de fungos, actinomicetos e bactérias com o índice de doença, verificou-se que os resíduos vegetais que apresentaram maiores populações de microrganismos no solo foram os que apresentaram os menores índices de doença

    Supressividade natural de solos da região Centro-Oeste a Rhizoctonia solani Kuhn.

    No full text
    Rhizoctonia solani é um fungo cosmopolita que habita o solo, com vasto número de hospedeiros, e causa importantes doenças na maioria das plantas cultivadas em todo o mundo. É uma espécie complexa, com muitos biotipos que diferem quanto à patogenicidade, aos hospedeiros, à distribuição na natureza e à aparência em meio de cultura. O feijoeiro comum é suscetível a este patógeno e a sua suscetibilidade é inversamente proporcional ao desenvolvimento da planta. A atividade microbiana de alguns solos pode prevenir o estabelecimento de fungos fitopatogênicos. Solos com esta propriedade são denominados antagônicos, de longa vida, resistentes ou supressivos. O objetivo deste trabalho foi avaliar os níveis de supressividade natural a R. solani de alguns solos classificados como latossolo roxo, latossolo vermelho-escuro, areia quartzoza e latossolo roxo, respectivamente, coletados nos municípios de Itumbiara, Silvânia, Jussara e Santa Helena de Goiás, no Estado de Goiás, em três áreas contíguas com os seguintes históricos de uso: a) solo cultivado com feijão irrigado via pivô central por mais de quatro anos consecutivos; b) solo sob vegetação nativa; e c) solo sob pastagem de Brachiaria decubens. Os solos foram coletados na camada de 0-20 cm e armazenados em casa de vegetação. Para a inoculação dos solos foram utilizados grãos de sorgo, inoculados com Rhizoctonia solani, em seis densidades ? 0, 100, 500, 1.000, 5.000 e 10.000 propágulos/g de solo ? e triturados. O experimento foi conduzido sob condições de casa de vegetação, em um delineamento de blocos completos casualizados e esquema fatorial 6 x 4 x 3. A unidade experimental foi constituída de bandejas plásticas com 4 kg de solo e 40 plantas. Quinze dias após a emergência, as plantas foram arrancadas e avaliadas. Posteriormente, foi calculado o índice de McKinney. A análise de variância apresentou interação tripla significativa, e os graus de liberdade foram desdobrados em análises de regressão entre as doses de inóculo e o índice de doença em porcentagem, numa equação exponencial do tipo: ID = A x e (-B/dose do inóculo + 1). Nas regiões de Itumbiara e Silvânia, o índice de doença progrediu como aumento do número de propágulos por grama de solo, atingindo valores superiores a 70%. Porém, para ambas as regiões, não houve diferenças significativas entre os solos de mata, pastagem e feijão com relação ao índice de doença. Por outro lado, nos solos de Jussara e Santa Helena, foi observado um incremento do índice da doença com o aumento da dose de inóculo para todos os históricos, e os solos de mata e de pastagem apresentaram índice de doença semelhante em todas as doses de inóculo utilizadas. Em solos provenientes de área de feijão irrigado, da região de Santa Helena, os incrementos no índice de doença foram menores, não ultrapassando a 60%
    corecore