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Estudo ergonômico dos riscos de LER/DORT em linha de montagem: aplicando o método Occupational Repetitive Actions (OCRA) na análise ergonômica do trabalho
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.Esse estudo teve como objetivo principal analisar a aplicabilidade do método Occupational Repetitive Actions (OCRA), num posto de trabalho em linha de montagem. Buscou identificar e quantificar o grau dos riscos de lesões nos membros superiores (LER/DORT). Tendo em vista que o aumento do número de casos de trabalhadores acometidos por essas lesões nas últimas décadas tem sido motivo de preocupação e de estudo por parte das organizações, dos sindicatos e das universidades, que buscam compreender melhor suas principais causas a fim de poder prevenir sua ocorrência, esse estudo focou uma situação de trabalho real, e, através do diagnóstico do método aplicado, buscou identificar os principais fatores de riscos, propondo uma condição de trabalho adequada, que fosse considerada confortável e produtiva. Conhecendo-se melhor a aplicabilidade do método OCRA e sua previsibilidade quanto aos riscos, mais especificamente quanto às LER /DORT, propôs-se uma complementação entre as condicionantes analisadas de maneira que fosse factível uma maior acertividade na avaliação ergonômica quanto aos riscos de exposição. A aplicação do método OCRA, na análise ergonômica do trabalho irá contribuir em melhores diagnósticos dos riscos de LER/DORT, nos membros superiores, contribuído para uma ergonomia de correção ou concepção no ambiente de trabalho
Análise da incidência de distúrbios musculoesqueléticos no trabalho do biblotecário: considerações ergonômicas com enfoque preventivo de LER/DORT
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.Estudo referente `a abordagem ergonômica descritiva analítica que envolve profissionais bibliotecários. Ressalta os fatores casuísticos de desordem e desconforto do sistema musculoesquelético que acometem estes trabalhadores e desencadeiam quadro sintomático nas regiões da coluna vertebrtal, membros superior e inferiores. As técnicas utilizadas nesta pesquisa foram baseadas em entrevista instrumentadas, utilização das análises e observações diretas, aplicação de um questionário e utilização do método de análise postural proposto pelo OWAS, com a utilização estes recursos possibilitou reconhecer os fatores os causais e da mesma forma propor medidas ergonômicas para minimizar as conseqüência e efeitos lesivos do trabalho ao profissional bibliotecário
O trabalho repetitivo em frigorífico: utilização da estesiometria da mão como proposta para avaliação dos níveis de LER/DORT nas síndromes compressivas dos membros superiores
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de ProduçãoDefine-se ergonomia como o conjunto dos conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas, dispositivo e ambiente que possam ser utilizados com o máximo de conforto, segurança e eficiência no seu posto de trabalho, envolvendo a aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia, psicologia, biomecânica e antropometria na solução surgida neste relacionamento. As LER/DORT são consideradas um grave problema de saúde pública, pois afetam principalmente os trabalhadores pelos altos índices de incapacidade funcional que causam e demandam altos custos com afastamentos e tratamentos médicos. As parestesias, a diminuição da sensibilidade cutânea e a diminuição da força de preensão, tanto palmar como em pinça, constituem os principais sintomas das LER/DORT por síndromes compressivas, tendo maior incidência no gênero feminino. Trata-se de um estudo de caráter transversal, descritivo e exploratório que teve como objetivo principal determinar o valor preditivo da estesiometria para o diagnóstico de neuropatias compressivas em membros superiores para trabalhadoras de frigoríficos. Participaram do estudo 300 trabalhadoras com faixa etária de 20 a 50 anos, prestadoras de serviço há mais de 12 meses em abatedouros de aves, cujas atividades de trabalho se caracterizam pela repetitividade de movimentos e do predomínio de exigências biomecânicas. Para a coleta de dados, utilizou-se os recursos da estesiometria (filamentos de Semmens Westein SORRI®) para a determinação da sensibilidade da mão das trabalhadoras; da aplicação do Método OCRA (Ocupational Repetitive Actions), para a verificação da exposição do grau de risco por LER/DORT; de um dinamômetro (JAMAR®), para a verificação e avaliação da força de preensão manual; e de um questionário para o levantamento sócio-demográfico dos participantes. Como critério estatístico de análise, foi selecionada a estatística descritiva, e a curva ROC (Receiver Operating Characterístic), cuja finalidade era identificar o melhor ponto de corte da variável força de preensão manual e o resultado da estesiometria da mão para indicação da presença de LER/DORT em membros superiores. Os resultados indicaram que a força de preensão manual possui uma eficiência em diagnosticar as LER/DORT, por síndromes compressivas, em 77,67% dos casos para o hemicorpo direito e de 71% dos casos para o hemicorpo esquerdo. Por outro lado, a estesiometria, realizada através do estesiômetro, atingiu uma eficiência em diagnosticar os casos de LER/DORT por síndromes compressivas no hemicorpo direito em 88,67%,na região do nervo radial, de 96,67%, na região do nervo mediano, e de 91,67% na região do nervo ulnar. No hemicorpo esquerdo, a estesiometria obteve uma eficiência de 84,82% para a região do nervo radial, de 87% para a região do nervo mediano e de 86,67% para a região do nervo ulnar. Assim, considerando a análise pelo método estatístico, através da aplicação da curva ROC, o procedimento da estesiometria, utilizado como diagnóstico preditivo, caracterizou-se como sendo o melhor critério para a identificação precoce das LER/DORT por síndromes compressivas nos membros superiores. Destarte, conclui-se que a aplicação da estesiometria permitiu associar e identificar as regiões correspondentes aos dermátomos afetados pela sobrecarga ao sistema musculoesquelético, decorrentes da exigência das atividades relacionadas aos postos de trabalho avaliados, o que pode facilitar a futura intervenção no diagnóstico e tratamento das síndromes compressivas dos membros superiores. Assim, a estesiometria mostrou-se ser uma ferramenta quantitativa, de fácil aplicação, capaz de identificar as alterações de sensibilidade, mesmo antes do surgimento das LER/DORT, oferecendo resultados objetivos melhores e mais precisos que a força de preensão manual, tanto para o seu diagnóstico quanto para o seu acompanhamento, podendo ser utilizada nos abatedouros com segurança e eficácia.Ergonomics is defined as all scientific knowledge necessary for the man and the design of instruments, machinery, equipment and environment that can be used with maximum comfort, safety and efficiency in your workplace, involving the application of knowledge anatomy, physiology, psychology, biomechanics and anthropometry in the solution that emerged in the relationship. RSI / WMSD are considered a serious public health problem, affecting mainly workers due to the high rates of functional disability, which demands high costs with time off from work and medical treatment. Paresthesias, the decreased cutaneous sensitivity and decreased handgrip strength both of palm and pinch, are the main symptoms of RSI / WMSD by compression syndromes, with higher incidence among women. This is a descriptive, exploratory and cross-sectional study aimed at determining the predictive value of esthesiometry for diagnosing compressive neuropathies of the upper limbs in freezer warehouse workers. The study included 300 workers aged from 20 to 50 years who work for more than 12 months in poultry slaughterhouses, whose work activities are characterized by repetitive movements and prevalence of biomechanical requirements. Data collection used esthesiometry resources (Semmens Westein SORRI® filaments) to determine the sensitivity of the hand of workers; the application of the OCRA Method (Occupational Repetitive Actions) to verify the degree of risk exposure for RSI / WMSD; the use of a dynamometer (JAMAR ®) to verify and assess the handgrip strength, and, the use of a questionnaire to record socio-demographic characteristics of participants. As statistical criterion for analysis, descriptive statistics and the ROC curve (Receiver Operating Characteristic) were selected, whose purpose was to identify the best cutoff of variable handgrip strength and the result of hand esthesiometry to indicate the presence of RSI / WMSD in the upper limbs. The results indicated that the handgrip strength is efficient in diagnosing RSI / WMSD by compression syndromes in 77.67% of cases for the right side of the body and in 71% of cases for the left side of the body. On the other hand, esthesiometry performed through esthesiometer reached efficiency in diagnosing RSI / WMSD cases by compressive syndromes in 88.67% for the right side of the body in the region of the radial nerve, in 96.67% in the region of the median nerve and in 91.67% in the region of the ulnar nerve. In the left side of the body, esthesiometry achieved an efficiency of 84.82% for the region of the radial nerve, 87% for the region of the median nerve and 86.67% for the region of the ulnar nerve. Thus, considering the analysis by statistical method by applying the ROC curve, the esthesiometry procedure used as predictive diagnosis was characterized as the best criterion for the early identification of RSI / WMSD by compression syndromes in the upper limbs. Therefore, it could be concluded that the application of esthesiometry allowed associating and identifying regions corresponding to the dermatomes affected by the overload to the musculoskeletal system, resulting from requirements of activities related to the jobs evaluated, which may facilitate future intervention in the diagnosis and treatment of compression syndromes of the upper limbs. Thus, esthesiometry seems to be an easy-to-apply quantitative tool able to identify changes in sensitivity even before the onset of RSI / WMSD, providing better and more accurate objective results compared to the handgrip strength, both for its diagnosis and follow-up, which can be used in slaughterhouses safely and effectively
Getuigen Verhalen, Reis van de Razzia, interview met Aad J. Kouwenhoven
AAD J. KOUWENHOVEN (NL)Aad wilde aan de razzia ontsnappen door naar de Binnenhaven te gaan, maar hij werd toen hij naar buiten ging, meteen opgepakt. In het Feijenoordstadion ontmoette hij een aantal bekenden. Aan boord van een rijnaak ging de strijdbare Aad in discussie met een Duitser over de slechte behandeling, waarop Aad naar beneden werd getrapt.Op weg naar Amsterdam schuurde het schip regelmatig tegen de kant. Een aantal jongens grepen die gelegenheden aan om te ontsnappen. Hoeveel er zijn verdronken, weet Aad niet. Op het IJsselmeer varend kwamen er tientallen geallieerde vliegtuigen over, die niet tot de aanval overgingen.In Wezep besloten Aad en zijn vrienden te vluchten. Op het moment dat ze naar buiten wilden gaan, werd er geschoten, waarop de poging werd afgeblazen. De volgende morgen, nadat de Duitsers zakmessen en dergelijke hadden afgenomen, moesten ze zich opstellen op een verzamelterrein. Er werden drie jongens voorgeleid aan een executiepeloton. Na de executie werd Aad met een paar anderen naar voren gehaald om de jongens te begraven.Via Berlijn werd Aad naar Dresden getransporteerd, waar hij werd behandeld als ‘partizaan’. Daar, in een doorgangslager, kreeg Aad dysenterie. In zijn nabijheid stierven meerdere gevangenen. Langzaamaan genas Aad en hij werd op een zeker moment tewerkgesteld in een machinefabriekje, waar zijn leven wat beter werd.Vanaf een afstand zag Aad de bombardementen op Dresden. Uiteindelijk werd het kamp bevrijd door de Russen, waarna een chaotische periode aanbrak. Aad maakte zich verdienstelijk als vertaler. Om weg te komen uit het kamp trad Aad in het huwelijk met een Joodse vrouw. De Franse commandant functioneerde als ambtenaar. Toen die huwelijksovereenkomst niet nodig bleek te zijn om naar huis te kunnen gaan, leverde Aad het trouwboekje weer in.Thuis in Rotterdam had Aads moeder van een aantal teruggekeerde dwangarbeiders vernomen dat hij aan dysenterie leed. Zij dacht dat hij daaraan overleden was. Toen Aad thuis arriveerde, was zijn moeder inmiddels zelf ook ziek geworden, maar herstelde snel nadat haar zoon in leven bleek te zijn. Aad denkt volwassen geworden te zijn door de dingen die hij heeft meegemaakt, maar hij gelooft dat zijn moeder er veel erger aan toe was gedurende de Hongerwinter in Rotterdam. Inhoud bestand _data:handgeschreven liedtekst met als onderwerp de razzia.Inhoud bestand _data2:verslag van de razzia door geïnterviewde van 10 november 1944 tot de thuiskomst op 17 juni 1945 met foto's van o.a. persoonsbewijs en strooibiljetten. SAMENVATTING ONDERWERP. Op de avond van 9 november 1944 werd er een cordon rond Rotterdam en Schiedam gelegd door het Duitse leger. Alle belangrijke bruggen en strategische punten waren afgezet, trams reden niet meer en het telefoonverkeer was geblokkeerd. Op de twee daarop volgende dagen werden ruim 52.000 Rotterdammers en Schiedammers tussen de zeventien en veertig jaar oud opgepakt en afgevoerd richting Duitsland om daar dwangarbeid te verrichten in veelal beroerde omstandigheden.De Razzia van Rotterdam is een van de grootste klopjachten die het Duits Nationaalsocialistische regime heeft gehouden. Het verzetsblad Vrij Nederland reageerde dan ook geschokt, het schreef op 14 december 1944: ‘Vijftigduizend Nederlandse mannen laten zich als schapen wegvoeren en evenzoveel vrouwen zien toe hoe hun mannen en zoons weerloos naar Hitlers slachtbank worden geleid’.Het project Reis van de Razzia is gebaseerd op gefilmde getuigenissen van mannen die de razzia en de daaropvolgende reis hebben meegemaakt, om een hiaat in de geschiedschrijving te vullen en om inzicht te geven in de gebeurtenissen aan de hand van het thema "Handelingsruimte van een individu in een samenleving onder druk".AAD J. KOUWENHOVEN (EN)Aad wanted to escape the raid by going to the Binnenhaven, but he was immediately arrested when he went outside. He met a number of acquaintances in the Feijenoord stadium. On board a Rhine barge, the militant Aad got into a discussion with a German about the bad treatment, after which Aad was kicked down.On the way to Amsterdam, the ship regularly scraped against the side. A number of boys seized these opportunities to escape. Aad does not know how many drowned. While sailing on the IJsselmeer, dozens of Allied planes flew over, but they did not attack.Aad and his friends decided to flee in Wezep. When they wanted to go outside, shots were fired, after which the attempt was called off. The next morning, after the Germans had confiscated pocket knives and the like, they had to line up at an assembly point. Three boys were brought before an execution squad. After the execution, Aad and a few others were brought forward to bury the boys.Aad was transported to Dresden via Berlin, where he was treated as a ‘partisan’. There, in a transit camp, Aad contracted dysentery. Several prisoners died near him. Aad gradually recovered and at one point he was put to work in a machine factory, where his life improved somewhat.Aad watched the bombing of Dresden from a distance. Eventually, the camp was liberated by the Russians, after which a chaotic period began. Aad made himself useful as a translator. In order to escape the camp, Aad married a Jewish woman. The French commander functioned as a civil servant. When this marriage agreement turned out not to be necessary in order to be able to go home, Aad handed in his marriage certificate.At home in Rotterdam, Aad’s mother had heard from a number of returned forced labourers that he was suffering from dysentery. She thought he had died from it. When Aad arrived home, his mother had also become ill, but recovered quickly after her son was found to be alive. Aad thinks he has matured because of the things he has experienced, but he believes his mother was much worse off during the Hunger Winter in Rotterdam. Contents of file _data:handwritten song lyrics with the subject of the raid.Contents of file _data2:report of the raid by the interviewee from 10 November 1944 to the homecoming on 17 June 1945 with photos of, among other things, identity cards and leaflets. SUMMARY OF THE SUBJECT. On the evening of 9 November 1944, a cordon was placed around Rotterdam and Schiedam by the German army. All important bridges and strategic points were closed off, trams were no longer running and telephone traffic was blocked. On the following two days, more than 52,000 Rotterdammers and Schiedammers between the ages of seventeen and forty were arrested and taken to Germany to perform forced labour there, often in appalling conditions. The Rotterdam Raid was one of the largest manhunts that the German National Socialist regime ever conducted. The resistance newspaper Vrij Nederland reacted with shock, writing on 14 December 1944: ‘Fifty thousand Dutch men let themselves be led away like sheep and just as many women watch as their husbands and sons are led defenceless to Hitler’s slaughterhouse’. The project Journey of the Razzia is based on filmed testimonies of men who experienced the raid and the subsequent journey, to fill a gap in the historiography and to provide insight into the events based on the theme "Maneuverability of an individual in a society under pressure”.AAD J. KOUWENHOVEN (DE)Aad wollte der Razzia entkommen, indem er zum Binnenhaven ging, wurde aber sofort verhaftet, als er nach draußen ging. Im Feijenoord-Stadion traf er mehrere Bekannte. An Bord eines Lastkahns geriet der kämpferische Aad mit einem Deutschen in eine Diskussion über die schlechte Behandlung, woraufhin Aad niedergeworfen wurde.Auf dem Weg nach Amsterdam scheuerte das Schiff regelmäßig an der Bordwand. Eine Reihe von Jungen nutzten diese Gelegenheit zur Flucht. Aad weiß nicht, wie viele ertrunken sind. Während der Fahrt über das IJsselmeer überquerten Dutzende alliierter Flugzeuge das Meer, griffen jedoch nicht an.In Wezep beschlossen Aad und seine Freunde zu fliehen. Als sie gerade nach draußen gehen wollten, fielen Schüsse und der Versuch wurde abgebrochen. Nachdem die Deutschen am nächsten Morgen Taschenmesser und ähnliches mitgenommen hatten, mussten sie sich an einem Sammelplatz aufstellen. Drei Jungen wurden zu einem Hinrichtungskommando geführt. Nach der Hinrichtung wurde Aad mit einigen anderen vorgeführt, um die Jungen zu begraben.Aad wurde über Berlin nach Dresden transportiert, wo er als „Partisan“ behandelt wurde. Dort, in einem Transitlager, erkrankte Aad an Ruhr. In seiner Nähe starben mehrere Häftlinge. Aad erholte sich langsam und irgendwann wurde er in einer Maschinenfabrik eingesetzt, wo sich sein Leben etwas verbesserte.Aus der Ferne sah Aad die Bombardierung Dresdens. Schließlich wurde das Lager von den Russen befreit, woraufhin eine chaotische Zeit begann. Aad machte sich als Übersetzer einen Namen. Um dem Lager zu entkommen, heiratete Aad eine Jüdin. Der französische Kommandant fungierte als Beamter. Als sich herausstellte, dass der Ehevertrag für die Rückkehr nach Hause nicht notwendig war, gab Aad die Heiratsurkunde zurück. Zu Hause in Rotterdam hatte Aads Mutter von mehreren zurückgekehrten Zwangsarbeitern gehört, dass er an Ruhr litt. Sie dachte, er sei daran gestorben. Als Aad nach Hause kam, war auch seine Mutter erkrankt, erholte sich jedoch schnell, nachdem sich herausstellte, dass ihr Sohn noch am Leben war. Aad glaubt, dass er aufgrund der Dinge, die er erlebt hat, erwachsen geworden ist, aber er glaubt, dass es seiner Mutter während des Hungerwinters in Rotterdam noch viel schlechter ging. Inhalt der Datei _data:handschriftlicher Text mit dem Thema der Razzia.Inhalt der Datei _data2:Bericht der Interviewpartnerin über die Razzia vom 10. November 1944 bis zur Heimkehr am 17. Juni 1945, mit Fotos unter anderem von Personalausweisen und Flugblättern. ZUSAMMENFASSUNG THEMA. Am Abend des 9. November 1944 errichtete die deutsche Armee eine Sperre um Rotterdam und Schiedam. Alle wichtigen Brücken und strategischen Punkte wurden abgesperrt, Straßenbahnen fuhren nicht mehr und der Telefonverkehr war unterbrochen. An den beiden folgenden Tagen wurden über 52.000 Einwohner Rotterdams und Schiedams im Alter zwischen 17 und 40 Jahren festgenommen und nach Deutschland verschleppt, um dort unter oft entsetzlichen Bedingungen Zwangsarbeit zu verrichten. Die Razzia in Rotterdam war eine der größten Menschenjagden, die das nationalsozialistische Regime in Deutschland jemals durchgeführt hat. Die Widerstandszeitung Vrij Nederland reagierte schockiert und schrieb am 14. Dezember 1944: „Fünfzigtausend Niederländer ließen sich wie Schafe abführen und ebenso viele Frauen mussten zusehen, wie ihre Männer und Söhne wehrlos zu Hitlers Schlachthaus geführt wurden.“. Das Projekt „Journey of the Razzia“ basiert auf gefilmten Zeugenaussagen von Männern, die die Razzia und die anschließende Reise miterlebt haben, um eine Lücke in der Geschichtsschreibung zu schließen und unter dem Thema „Der Handlungsspielraum eines Individuums in einer Gesellschaft unter Druck“ Einblicke in die Ereignisse zu geben
Quaestiones Iuris Publici Libri Duo
Nicht identisch mit PPN 279324960, dort: FEI-Fingerprint "m,am aes- 8.6. (1un 3 1752A"; in der Norm mit Band-Zählung: "Tom V."Titelblatt in Rot- und SchwarzdruckEnthält Widmung an: "Amplissimo Gravissimoque Viro, Wilelmo Van Citters, JCto, Urbis Middelburgensis Saepius ... Et ... Consuli ..."Mit Titelvignette (Kupferstich) unterzeichnet von: "N. M. A."Vorlageform der Veröffentlichungsangabe: Lugduni Batavorum, Apud Samuelem Luchtmans Et Filios, 1752
General Anesthesia and Altered States of Arousal: A Systems Neuroscience Analysis
Placing a patient in a state of general anesthesia is crucial for safely and humanely performing most surgical and many nonsurgical procedures. How anesthetic drugs create the state of general anesthesia is considered a major mystery of modern medicine. Unconsciousness, induced by altered arousal and/or cognition, is perhaps the most fascinating behavioral state of general anesthesia. We perform a systems neuroscience analysis of the altered arousal states induced by five classes of intravenous anesthetics by relating their behavioral and physiological features to the molecular targets and neural circuits at which these drugs are purported to act. The altered states of arousal are sedation-unconsciousness, sedation-analgesia, dissociative anesthesia, pharmacologic non-REM sleep, and neuroleptic anesthesia. Each altered arousal state results from the anesthetic drugs acting at multiple targets in the central nervous system. Our analysis shows that general anesthesia is less mysterious than currently believed.Massachusetts General Hospital. Dept. of Anesthesia and Critical CareNational Institutes of Health (U.S.) (Director's Pioneer Award DP10D003646)National Institutes of Health (U.S.) (New Innovator Award DP2OD006454)National Institutes of Health (U.S.) (Grant K25-NS057580)National Institutes of Health (U.S.) (Training Program in Sleep, Circadian and Respiratory Neurobiology HL07901
Getuigen Verhalen, Reis van de Razzia, interview met Mart van de Veerdonk
MART VAN DE VEERDONK Mart van de VeerdonkDhr. Veerdonk is na een onderduikperiode in Brabant teruggekeerd naar Rotterdam waar hij tijdens de Razzia is meegegaan in de trein richting Duitsland. Vlak voor de Nederlands-Duitse grens is hij met twee vrienden ontsnapt en is te voet en met de fiets naar Rotterdam teruggekeerd. Daar heeft hij zich schuilgehouden tot het einde van de oorlog. Na de oorlog is hij voor zichzelf begonnen. Naar eigen zeggen heeft hij geen nadelige gevolgen ondervonden van de razzia en de reis die daarop volgde. Inhoud bestand _foto:Foto's van geïnterviewde tijdens interview, en tijdens zijn werk als bloemist in jaren 40-50. SAMENVATTING ONDERWERP. Op de avond van 9 november 1944 werd er een cordon rond Rotterdam en Schiedam gelegd door het Duitse leger. Alle belangrijke bruggen en strategische punten waren afgezet, trams reden niet meer en het telefoonverkeer was geblokkeerd. Op de twee daarop volgende dagen werden ruim 52.000 Rotterdammers en Schiedammers tussen de zeventien en veertig jaar oud opgepakt en afgevoerd richting Duitsland om daar dwangarbeid te verrichten in veelal beroerde omstandigheden.De Razzia van Rotterdam is een van de grootste klopjachten die het Duits Nationaalsocialistische regime heeft gehouden. Het verzetsblad Vrij Nederland reageerde dan ook geschokt, het schreef op 14 december 1944: ‘Vijftigduizend Nederlandse mannen laten zich als schapen wegvoeren en evenzoveel vrouwen zien toe hoe hun mannen en zoons weerloos naar Hitlers slachtbank worden geleid’.Het project Reis van de Razzia is gebaseerd op gefilmde getuigenissen van mannen die de razzia en de daaropvolgende reis hebben meegemaakt, om een hiaat in de geschiedschrijving te vullen en om inzicht te geven in de gebeurtenissen aan de hand van het thema "Handelingsruimte van een individu in een samenleving onder druk".MART VAN DE VEERDONK Mart van de VeerdonkMr. Veerdonk returned to Rotterdam after a period in hiding in Brabant, where he boarded the train to Germany during the raid. Just before the Dutch-German border, he escaped with two friends and returned to Rotterdam on foot and by bike. He hid there until the end of the war. After the war, he started his own business. According to his own statement, he did not suffer any adverse effects from the raid and the journey that followed. SUMMARY OF THE SUBJECT. On the evening of 9 November 1944, a cordon was placed around Rotterdam and Schiedam by the German army. All important bridges and strategic points were closed off, trams were no longer running and telephone traffic was blocked. On the following two days, more than 52,000 Rotterdammers and Schiedammers between the ages of seventeen and forty were arrested and taken to Germany to perform forced labour there, often in appalling conditions. The Rotterdam Raid was one of the largest manhunts that the German National Socialist regime ever conducted. The resistance newspaper Vrij Nederland reacted with shock, writing on 14 December 1944: ‘Fifty thousand Dutch men let themselves be led away like sheep and just as many women watch as their husbands and sons are led defenceless to Hitler’s slaughterhouse’. The project Journey of the Razzia is based on filmed testimonies of men who experienced the raid and the subsequent journey, to fill a gap in the historiography and to provide insight into the events based on the theme "Maneuverability of an individual in a society under pressure”.MART VAN DE VEERDONK Mart van de VeerdonkHerr. Nachdem Veerdonk eine Zeit lang in Brabant untergetaucht war, kehrte er nach Rotterdam zurück, wo er während der Razzia den Zug nach Deutschland nahm. Kurz vor der niederländisch-deutschen Grenze floh er mit zwei Freunden und kehrte zu Fuß und mit dem Fahrrad nach Rotterdam zurück. Dort versteckte er sich bis Kriegsende. Nach dem Krieg machte er sich selbstständig. Er behauptet, dass ihm der Überfall und die anschließende Reise nicht geschadet hätten. ZUSAMMENFASSUNG THEMA. Am Abend des 9. November 1944 errichtete die deutsche Armee eine Sperre um Rotterdam und Schiedam. Alle wichtigen Brücken und strategischen Punkte wurden abgesperrt, Straßenbahnen fuhren nicht mehr und der Telefonverkehr war unterbrochen. An den beiden folgenden Tagen wurden über 52.000 Einwohner Rotterdams und Schiedams im Alter zwischen 17 und 40 Jahren festgenommen und nach Deutschland verschleppt, um dort unter oft entsetzlichen Bedingungen Zwangsarbeit zu verrichten. Die Razzia in Rotterdam war eine der größten Menschenjagden, die das nationalsozialistische Regime in Deutschland jemals durchgeführt hat. Die Widerstandszeitung Vrij Nederland reagierte schockiert und schrieb am 14. Dezember 1944: „Fünfzigtausend Niederländer ließen sich wie Schafe abführen und ebenso viele Frauen mussten zusehen, wie ihre Männer und Söhne wehrlos zu Hitlers Schlachthaus geführt wurden.“. Das Projekt „Journey of the Razzia“ basiert auf gefilmten Zeugenaussagen von Männern, die die Razzia und die anschließende Reise miterlebt haben, um eine Lücke in der Geschichtsschreibung zu schließen und unter dem Thema „Der Handlungsspielraum eines Individuums in einer Gesellschaft unter Druck“ Einblicke in die Ereignisse zu geben
Getuigen Verhalen, Reis van de Razzia, interview met Henk van der Pols
HENDRIK VAN DER POLS. Henk van der Pols werd in 1943 opgeroepen voor de Arbeitseinsatz, maar besloot aan die oproep geen gehoor te geven. Op 10 november 1944 was Henk alleen thuis met zijn twee zusjes. Henks vader was al in 1942 overleden en zijn moeder lag in het ziekenhuis. Zijn jongste zus maande hem te gehoorzamen aan de Duitsers uit angst dat het huis in brand gestoken zou worden of dat Henk doodgeschoten zou worden. Henk voegde zich daarom maar bij de groep mannen uit de straat die al klaar stonden.In een rijnaak die vuil was van kolenstof is Henk naar Amsterdam gevaren en vandaar over het IJsselmeer naar Wezep. Vanuit Wezep is hij met een trein naar Duitsland vervoerd. Een aantal jongens wisten te ontsnappen door vanuit de trein door de raampjes in de Gelderse IJssel te springen, levensgevaarlijke pogingen die een aantal mannen mogelijk het leven gekost hebben.Bij Bad Zwischenahn liep de trein op een tegenligger, een ongeluk waarbij 31 doden vielen. Daar waren jongens bij uit de buurt met wie Henk had gevoetbald. In een goederenwagon zonder eten of drinken gingen ze verder tot ze in het Rijnland aankwamen. In een barakkenkamp werd Henk tewerkgesteld: hij moest de spoorlijnen repareren die telkens opnieuw kapot gebombardeerd werden.Op een nacht viel er een dusdanige klap dat het leek alsof er een bom was gevallen. Het bleek een pak papier te zijn met pamfletten wat niet was opengegaan. Henk moest vanwege de schade elders worden ondergebracht en dat werd een voormalige Duitse vredeskolonie. Daar werd na een aantal maanden een vreemd autootje waargenomen dat deel bleek uit te maken van de voorhoede van de Canadezen.Na een lange terugreis moest Henk zich in Rotterdam in Diergaarde Blijdorp melden, waar hij getuige was van een confrontatie tussen een man die voor de Arbeitseinsatz naar Duitsland had moeten gaan en een beambte. De beambte beschouwde de man als vrijwilliger, waar deze niet van gediend was, omdat hij de Arbeitseinsatz als dwangarbeid had ervaren. Thuis waren Henks moeder, zijn zusjes en zijn broer de oorlog goed doorgekomen, onder andere door de voorraad shag en sigaretten van Henk die hij had opgespaard om later te kunnen gebruiken als ruilmiddel voor levensmiddelen.Henk van der Pols is op 20 augustus 1945 lid geworden van de SDAP en een jaar later van de Partij van de Arbeid. Uiteindelijk is hij, na bij een aantal werkgevers gewerkt te hebben, wethouder van Rotterdam geworden, een functie die hij tot 1986 heeft vervuld. SAMENVATTING ONDERWERP. Op de avond van 9 november 1944 werd er een cordon rond Rotterdam en Schiedam gelegd door het Duitse leger. Alle belangrijke bruggen en strategische punten waren afgezet, trams reden niet meer en het telefoonverkeer was geblokkeerd. Op de twee daarop volgende dagen werden ruim 52.000 Rotterdammers en Schiedammers tussen de zeventien en veertig jaar oud opgepakt en afgevoerd richting Duitsland om daar dwangarbeid te verrichten in veelal beroerde omstandigheden.De Razzia van Rotterdam is een van de grootste klopjachten die het Duits Nationaalsocialistische regime heeft gehouden. Het verzetsblad Vrij Nederland reageerde dan ook geschokt, het schreef op 14 december 1944: ‘Vijftigduizend Nederlandse mannen laten zich als schapen wegvoeren en evenzoveel vrouwen zien toe hoe hun mannen en zoons weerloos naar Hitlers slachtbank worden geleid’.Het project Reis van de Razzia is gebaseerd op gefilmde getuigenissen van mannen die de razzia en de daaropvolgende reis hebben meegemaakt, om een hiaat in de geschiedschrijving te vullen en om inzicht te geven in de gebeurtenissen aan de hand van het thema "Handelingsruimte van een individu in een samenleving onder druk".HENDRIK VAN DER POLS. Henk van der Pols was called up for the Arbeitseinsatz in 1943, but decided not to respond to that call. On 10 November 1944, Henk was home alone with his two sisters. Henk's father had already died in 1942 and his mother was in hospital. His youngest sister urged him to obey the Germans for fear that the house would be set on fire or that Henk would be shot. Henk therefore joined the group of men from the street who were already ready.Henk sailed to Amsterdam in a Rhine barge that was dirty with coal dust and from there across the IJsselmeer to Wezep. From Wezep he was transported to Germany by train. A number of boys managed to escape by jumping from the train through the windows into the Gelderse IJssel, life-threatening attempts that may have cost the lives of a number of men.Near Bad Zwischenahn the train ran into an oncoming train, an accident that left 31 people dead. Among them were boys from the neighbourhood with whom Henk had played football. They continued in a freight car without food or drink until they reached the Rhineland. Henk was put to work in a barracks camp: he had to repair the railway lines that were repeatedly bombed to pieces.One night there was such a bang that it looked like a bomb had fallen. It turned out to be a pack of paper with pamphlets that had not been opened. Henk had to be housed elsewhere because of the damage, and that became a former German peace colony. There, after a few months, a strange little car was seen that turned out to be part of the Canadian vanguard.After a long journey back, Henk had to report to Rotterdam Zoo Blijdorp, where he witnessed a confrontation between a man who had been sent to Germany for the Arbeitseinsatz and an official. The official considered the man a volunteer, which he did not appreciate, because he had experienced the Arbeitseinsatz as forced labor. At home, Henk's mother, his sisters and his brother had survived the war well, partly because of Henk's supply of rolling tobacco and cigarettes that he had saved up to be able to use later as a means of exchange for food.Henk van der Pols became a member of the SDAP on August 20, 1945 and a year later the Labour Party. Eventually, after working for a number of employers, he became an alderman of Rotterdam, a position he held until 1986. SUMMARY OF THE SUBJECT. On the evening of 9 November 1944, a cordon was placed around Rotterdam and Schiedam by the German army. All important bridges and strategic points were closed off, trams were no longer running and telephone traffic was blocked. On the following two days, more than 52,000 Rotterdammers and Schiedammers between the ages of seventeen and forty were arrested and taken to Germany to perform forced labour there, often in appalling conditions. The Rotterdam Raid was one of the largest manhunts that the German National Socialist regime ever conducted. The resistance newspaper Vrij Nederland reacted with shock, writing on 14 December 1944: ‘Fifty thousand Dutch men let themselves be led away like sheep and just as many women watch as their husbands and sons are led defenceless to Hitler’s slaughterhouse’. The project Journey of the Razzia is based on filmed testimonies of men who experienced the raid and the subsequent journey, to fill a gap in the historiography and to provide insight into the events based on the theme "Maneuverability of an individual in a society under pressure”.HENDRIK VAN DER POLS. Henk van der Pols wurde 1943 zum Arbeitseinsatz einberufen, entschied sich jedoch, diesem Ruf nicht zu folgen. Am 10. November 1944 war Henk allein mit seinen beiden Schwestern zu Hause. Henks Vater war bereits 1942 gestorben und seine Mutter lag im Krankenhaus. Seine jüngste Schwester drängte ihn, den Deutschen zu gehorchen, aus Angst, das Haus könnte in Brand gesteckt oder Henk erschossen werden. Henk schloss sich daher der Gruppe von Männern von der Straße an, die bereits bereit standen.Henk fuhr in einem vom Kohlenstaub verschmutzten Rheinkahn nach Amsterdam und von dort über das IJsselmeer nach Wezep. Von Wezep wurde er mit dem Zug nach Deutschland transportiert. Mehreren Jungen gelang die Flucht, indem sie aus dem Zug durch die Fenster in die Gelderse IJssel sprangen. Dieser lebensgefährliche Versuch kostete mehrere Männer möglicherweise das Leben.Bei Bad Zwischenahn stieß der Zug mit einem entgegenkommenden Zug zusammen. Bei dem Unfall starben 31 Menschen. Es gab Jungen aus der Nachbarschaft, mit denen Henk Fußball gespielt hatte. In einem Güterwagen ohne Essen und Trinken ging es weiter, bis sie das Rheinland erreichten. Henk wurde in einem Barackenlager eingesetzt: Er musste die Eisenbahnlinien reparieren, die immer wieder zerbombt worden waren.Eines Nachts gab es einen solchen Knall, dass es schien, als sei eine Bombe gefallen. Es stellte sich heraus, dass es sich um ein Päckchen Papier mit ungeöffneten Broschüren handelte. Aufgrund der Schäden musste Henk in eine ehemalige deutsche Friedenskolonie umgesiedelt werden. Nach einigen Monaten wurde dort ein seltsames kleines Auto gesichtet, das sich als Teil der kanadischen Vorhut herausstellte.Nach einer langen Rückreise musste Henk sich im Zoo von Rotterdam melden, wo er Zeuge einer Konfrontation zwischen einem Mann, der zum Arbeitseinsatz nach Deutschland geschickt worden war, und einem Beamten wurde. Der Beamte betrachtete den Mann als Freiwilligen, was er nicht schätzte, da er den Arbeitseinsatz als Zwangsarbeit erlebt hatte. Zu Hause hatten Henks Mutter, Schwestern und Bruder den Krieg gut überstanden, was teilweise an Henks Vorräten an Drehtabak und Zigaretten lag, die er gespart hatte, um sie später gegen Lebensmittel einzutauschen.Henk van der Pols wurde am 20. August 1945 Mitglied der SDAP und ein Jahr später der Arbeiterpartei. Nachdem er für verschiedene Arbeitgeber gearbeitet hatte, wurde er schließlich Stadtrat von Rotterdam, ein Amt, das er bis 1986 innehatte. ZUSAMMENFASSUNG THEMA. Am Abend des 9. November 1944 errichtete die deutsche Armee eine Sperre um Rotterdam und Schiedam. Alle wichtigen Brücken und strategischen Punkte wurden abgesperrt, Straßenbahnen fuhren nicht mehr und der Telefonverkehr war unterbrochen. An den beiden folgenden Tagen wurden über 52.000 Einwohner Rotterdams und Schiedams im Alter zwischen 17 und 40 Jahren festgenommen und nach Deutschland verschleppt, um dort unter oft entsetzlichen Bedingungen Zwangsarbeit zu verrichten. Die Razzia in Rotterdam war eine der größten Menschenjagden, die das nationalsozialistische Regime in Deutschland jemals durchgeführt hat. Die Widerstandszeitung Vrij Nederland reagierte schockiert und schrieb am 14. Dezember 1944: „Fünfzigtausend Niederländer ließen sich wie Schafe abführen und ebenso viele Frauen mussten zusehen, wie ihre Männer und Söhne wehrlos zu Hitlers Schlachthaus geführt wurden.“. Das Projekt „Journey of the Razzia“ basiert auf gefilmten Zeugenaussagen von Männern, die die Razzia und die anschließende Reise miterlebt haben, um eine Lücke in der Geschichtsschreibung zu schließen und unter dem Thema „Der Handlungsspielraum eines Individuums in einer Gesellschaft unter Druck“ Einblicke in die Ereignisse zu geben
Getuigen Verhalen, Reis van de Razzia, interview met Pieter van den Brand
PIETER VAN DEN BRAND Pieter van den Brand is op zeventienjarige leeftijd tijdens de razzia weggevoerd. Hij was ondergedoken bij een tante, maar omdat hij zijn moeder bij wilde staan, is hij toch opgepakt. Per kolenaak en trein is hij vervoerd naar Duitsland. Daar is hij tewerkgesteld met andere dwangarbeiders en met Russische krijgsgevangenen in een fabriek of loods waar treinstellen werden gerepareerd. Later heeft hij nog gewerkt in een praktijkschool als toezichthouder op de leerlingen.Hij is in het voorjaar gevlucht, ondanks dat hij van dichtbij heeft meegemaakt dat mensen werden gefusilleerd nadat zij geprobeerd hadden te ontsnappen. Een ander bijzonder aspect is dat er ook Chinezen waren meegenomen tijdens de razzia. Meneer van den Brand spreekt over twee of drie Chinezen. Deze mannen waren al tijdens de heenreis gevlucht in Wezep.De plaatselijke bevolking in zowel Duitsland als in Groningen en Friesland heeft hem na zijn vlucht eten en onderdak gegeven. Hij beschrijft de slechte hygiënische omstandigheden die hij heeft ervaren. Hij had last van luizen. Ook had hij erge honger en door het zware lichamelijke werk is zijn rug, naar eigen zeggen, ‘verziekt’. Zijn houding ten opzichte van Duitsers is genuanceerd. Inhoud bestand _foto:- roze bewijs (Dienstausweis)- foto van geïnterviewde en burgemeester Aboutaleb tijdens de herdenking van de Razzia (november 2012? )Inhoud bestand _data:Bondig verslag van geïnterviewde over de tijd tussen razzia en thuiskomst. SAMENVATTING ONDERWERP. Op de avond van 9 november 1944 werd er een cordon rond Rotterdam en Schiedam gelegd door het Duitse leger. Alle belangrijke bruggen en strategische punten waren afgezet, trams reden niet meer en het telefoonverkeer was geblokkeerd. Op de twee daarop volgende dagen werden ruim 52.000 Rotterdammers en Schiedammers tussen de zeventien en veertig jaar oud opgepakt en afgevoerd richting Duitsland om daar dwangarbeid te verrichten in veelal beroerde omstandigheden.De Razzia van Rotterdam is een van de grootste klopjachten die het Duits Nationaalsocialistische regime heeft gehouden. Het verzetsblad Vrij Nederland reageerde dan ook geschokt, het schreef op 14 december 1944: ‘Vijftigduizend Nederlandse mannen laten zich als schapen wegvoeren en evenzoveel vrouwen zien toe hoe hun mannen en zoons weerloos naar Hitlers slachtbank worden geleid’.Het project Reis van de Razzia is gebaseerd op gefilmde getuigenissen van mannen die de razzia en de daaropvolgende reis hebben meegemaakt, om een hiaat in de geschiedschrijving te vullen en om inzicht te geven in de gebeurtenissen aan de hand van het thema "Handelingsruimte van een individu in een samenleving onder druk".PIETER VAN DEN BRAND Pieter van den Brand was taken away during the raid at the age of seventeen. He had gone into hiding with an aunt, but because he wanted to help his mother, he was arrested anyway. He was transported to Germany by coal barge and train. There he was put to work with other forced laborers and Russian prisoners of war in a factory or warehouse where trains were repaired. Later he worked in a vocational school as a supervisor of the students.He fled in the spring, despite having witnessed people being shot at close range after they had tried to escape. Another special aspect is that Chinese were also taken during the raid. Mr. van den Brand speaks of two or three Chinese. These men had already fled in Wezep during the outward journey.The local population in both Germany and in Groningen and Friesland gave him food and shelter after his escape. He describes the poor hygienic conditions he experienced. He suffered from lice. He was also very hungry and the heavy physical work, according to him, had ‘sickened’ his back. His attitude towards Germans is nuanced. File contents _photo:- pink certificate (Dienstausweis)- photo of interviewee and mayor Aboutaleb during the commemoration of the Razzia (November 2012?)File contents _data:Brief report by interviewee about the time between the raid and returning home. SUMMARY OF THE SUBJECT. On the evening of 9 November 1944, a cordon was placed around Rotterdam and Schiedam by the German army. All important bridges and strategic points were closed off, trams were no longer running and telephone traffic was blocked. On the following two days, more than 52,000 Rotterdammers and Schiedammers between the ages of seventeen and forty were arrested and taken to Germany to perform forced labour there, often in appalling conditions. The Rotterdam Raid was one of the largest manhunts that the German National Socialist regime ever conducted. The resistance newspaper Vrij Nederland reacted with shock, writing on 14 December 1944: ‘Fifty thousand Dutch men let themselves be led away like sheep and just as many women watch as their husbands and sons are led defenceless to Hitler’s slaughterhouse’. The project Journey of the Razzia is based on filmed testimonies of men who experienced the raid and the subsequent journey, to fill a gap in the historiography and to provide insight into the events based on the theme "Maneuverability of an individual in a society under pressure”.PIETER VAN DEN BRAND Pieter van den Brand wurde bei der Razzia im Alter von siebzehn Jahren verschleppt. Er versteckte sich bei einer Tante, wurde aber trotzdem verhaftet, weil er seiner Mutter helfen wollte. Er wurde per Kohlenkahn und Zug nach Deutschland transportiert. Dort wurde er zusammen mit anderen Zwangsarbeitern und russischen Kriegsgefangenen in einer Fabrik oder Halle zur Reparatur von Zügen eingesetzt. Später arbeitete er als Betreuer der Schüler in einer Berufsschule.Er floh im Frühjahr, obwohl er miterlebt hatte, wie auf Menschen aus nächster Nähe geschossen wurde, nachdem sie versucht hatten zu fliehen. Eine weitere Besonderheit ist, dass bei dem Überfall auch Chinesen mitgenommen wurden. Herr van den Brand spricht von zwei oder drei Chinesen. Diese Männer waren bereits auf der Hinreise in Wezep geflohen.Die einheimische Bevölkerung in Deutschland, Groningen und Friesland gab ihm nach seiner Flucht Nahrung und Unterkunft. Er beschreibt die schlechten hygienischen Bedingungen, die er erlebte. Er litt unter Läusen. Außerdem war er sehr hungrig und die schwere körperliche Arbeit hatte seinen Rücken, wie er selbst sagte, „krank gemacht“. Seine Haltung gegenüber den Deutschen ist differenziert. Dateiinhalt _Foto:- rosafarbener Dienstausweis- Foto des Interviewten und Bürgermeister Aboutaleb während der Gedenkfeier zur Razzia (November 2012?)Dateiinhalt _Daten:Kurzer Bericht des Interviewten über die Zeit zwischen der Razzia und seiner Rückkehr nach Hause. ZUSAMMENFASSUNG THEMA. Am Abend des 9. November 1944 errichtete die deutsche Armee eine Sperre um Rotterdam und Schiedam. Alle wichtigen Brücken und strategischen Punkte wurden abgesperrt, Straßenbahnen fuhren nicht mehr und der Telefonverkehr war unterbrochen. An den beiden folgenden Tagen wurden über 52.000 Einwohner Rotterdams und Schiedams im Alter zwischen 17 und 40 Jahren festgenommen und nach Deutschland verschleppt, um dort unter oft entsetzlichen Bedingungen Zwangsarbeit zu verrichten. Die Razzia in Rotterdam war eine der größten Menschenjagden, die das nationalsozialistische Regime in Deutschland jemals durchgeführt hat. Die Widerstandszeitung Vrij Nederland reagierte schockiert und schrieb am 14. Dezember 1944: „Fünfzigtausend Niederländer ließen sich wie Schafe abführen und ebenso viele Frauen mussten zusehen, wie ihre Männer und Söhne wehrlos zu Hitlers Schlachthaus geführt wurden.“. Das Projekt „Journey of the Razzia“ basiert auf gefilmten Zeugenaussagen von Männern, die die Razzia und die anschließende Reise miterlebt haben, um eine Lücke in der Geschichtsschreibung zu schließen und unter dem Thema „Der Handlungsspielraum eines Individuums in einer Gesellschaft unter Druck“ Einblicke in die Ereignisse zu geben
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