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Jardins pedagógicos, ciência e educação: um estudo sobre o projeto educando com a horta escolar e a gastronomia
TCC(graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Biologia.Das muitas medidas que vêm sendo tomadas com o objetivo de minimizar, corrigir ou reverter os efeitos dos impactos sobre o meio ambiente, o processo educativo tem sido apontado como uma das mais importantes práticas sociais a serem implementadas. Nesta perspectiva surge a ideia central deste trabalho, objetivando investigar como se relacionam os jardins pedagógicos com aspectos de educação ambiental na escola, alfabetização científica e ensino de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental, a partir da descrição do Projeto Educando com a Horta Escolar e a Gastronomia (PEHEG). Este Projeto é uma iniciativa do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e do Núcleo de Referência em Gastronomia e Alimentação Regional do Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (CET/UnB) e é fundamentado na importância e necessidade de se intervir na cultura alimentar e nutricional da população, e da articulação entre as áreas de educação/currículo, ambiente e alimentação/nutrição/gastronomia, áreas estas que trabalham concomitantemente no desenvolvimento das atividades, seja de formação, de diagnóstico, de implantação de hortas ou de acompanhamento/monitoramento. Tendo em vista a riqueza das atividades desenvolvidas, além do seu potencial no desenvolvimento da educação de valores e emoções, o jardim pedagógico é uma excelente ferramenta de ensino-aprendizagem, potencializadora da educação ambiental, alimentar e científica, mas que, entretanto, carece de maior valorização e apoio logístico. Com relação ao PEHEG desenvolvido no município de Florianópolis, o numero crescente de unidades educativas participantes ao longo de cinco anos de existência indica um fortalecimento desta proposta educativa no município, onde atualmente 84 das 120 unidades da rede municipal de educação são participantes. Além disto, o PEHEG em Florianópolis desenvolve suas atividades por meio de uma parceria com a ONG Cepagro, da qual quinze técnicos educadores atuam diretamente nas escolas em atividades organizadas nos eixos temáticos lixo e reciclagem, horta escolar agroecológica e alimentação saudável. O PEHEG, de uma forma geral, possui diretrizes bem elaboradas e articuladas, representando um esforço positivo de mudanças na educação pública no Brasil. No entanto, muitas lacunas foram evidenciadas, como a ausência de financiamento público federal, a falta de interesse e/ou formação por parte dos professores e diretores (possivelmente resultantes da formação universitária deficitária destes profissionais para desenvolver tais tipos de atividades) e a dificuldade de reconstruir os currículos escolares, o que demanda um longo processo reflexivo dos próprios profissionais da escola. Vivemos o momento mais importante para o desenvolvimento de práticas que fortaleçam o senso de prudência ecológica nas crianças, sendo a escola o principal veículo de disseminação destes ideais, e o jardim/horta, uma excelente estratégia de encaminhamento a estes objetivos
Processo sistematizado de enfermagem fundamentado na teoria de Wanda Horta: possibilidades e limites
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da SaúdeEste estudo teve como referencial teórico o modelo de Necessidades Humanas Básicas de Wanda de Aguiar Horta, pelo qual me orientei na busca de uma maior compreensão acerca das possibilidades e limites da implantação de um processo sistematizado de enfermagem em um hospital-escola de grande porte, no interior do estado do Rio Grande o Sul. Sendo esta um proposta que envolve mudanças na forma de agir dos enfermeiros, visto que a sua implantação implica na introdução de uma nova metodologia de trabalho, podendo trazer para a enfermagem algum grau de dificuldade, optei por desenvolvê-la junto a um grupo de enfermeiros assistenciais dessa instituição de saúde, na qual o processo de enfermagem sistematizado não havia sido implantado, não fazendo parte, portanto, da sua . A introdução de tal processo nas instituições tinha como objetivos a uniformização da linguagem e a criação de um sistema de cuidados que trouxesse significativa melhora na qualidade da assistência prestada pelos profissionais de enfermagem à sua clientela. O processo de implantação foi construído coletivamente, pois entendia que, desta forma, teria uma participação mais significativa dos profissionais enfermeiros, diminuindo as resistências para o seu desenvolvimento. Neste estudo, demostro a necessidade de se refletir sobre algumas questões para ampliar o envolvimento e a participação dos profissionais em programas de educação continuada, afim de cada vez mais, qualificar a assistência de enfermagem. Porém como sabemos a sua implementação dependerá da administração das instituições, bem como do interesse dos profissionais e de quanto eles valorizam seu trabalho e sua profissã
A horta escolar na educação ambiental e alimentar : experiência do Projeto Horta Viva nas escolas municipais de Florianópolis
TCC (graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, 200
Ryhiner-Kartensammlung / 31 Mapa del reyno de Navarra : comprehende las merindades de Pamplona, Estella, Tudela, Sanguessa, Olite, cuidades, villas, valles, y cendeas &c : dedicado al ilustrisimo Señor Don Miguel de Muzquiz ...
construido sobre el mapa de D. Josef de Horta y otros por D. Tomàs Lopez, geografo de los dominios de S.M.Nullmeridiane: Isla del Hierro [= Ferro], Pico de Tenerif
Horta-STOL
STOL-Science Through Our Lives, um projeto de Comunicação de Ciência do Departamento de Biologia - UMinho, criou em Dezembro de 2021, nas hortas comunitárias do campus de Gualtar, a Horta-STOL com fins pedagógicos e de fonte de bens/serviços para aulas e actividades SciCom. Esta proposta visa partilhar vários recursos produzidos ao longo destes dois anos e que, ao recorrerem às linguagens escrita, oral, visual e sensorial, se alinham em pleno com o tema “Linguagens e vozes para uma ciência acessível” deste congresso.
No contexto da Horta-STOL tem-se vindo a reunir uma panóplia de ferramentas desenhadas para públicos de várias idades e níveis de conhecimento (e.g. crianças, adolescentes, alunos universitários, docentes de distintas áreas, vizinhos de horta), usando uma linguagem que vai ao encontro do público-alvo, de forma a evitar a desinformação e a distorção de conceitos científicos.
Neste espaço os participantes terão à disposição jogos de tabuleiro desenvolvidos com imagens recolhidas na própria horta (um jogo da memória sobre a biodiversidade vegetal, um jogo do loto sobre biodiversidade animal e alguns puzzles focando a polinização, as inflorescências e a frutificação). Será também apresentado o protótipo da nova app que, ao criar o portefólio das espécies (vegetais, animais e cogumelos) da horta, numa plataforma ubíqua como um smartphone, nos permite alargar a acessibilidade deste recurso a todos os interessados. Estarão ainda expostas algumas plantas, assim como produtos obtidos a partir delas (papel-semente, lufas, monotipias, plantas secas para infusão, sal aromatizado). A completar o espaço podem encontrar-se 3 X-banner informativos e um vídeo e os participantes poderão, num horário a combinar, ter uma visita guiada à horta. Na banca estarão os membros da equipa que participam nas atividades de divulgação e no desenvolvimento da app e que pertencem a diversas áreas disciplinares, nomeadamente Engenharia Química e Biológica e Engenharia Informática
Horta no tabuleiro
O presente trabalho relata um projeto de participação ativa e colaborativa entre entidades - o Colégio D. Pedro V (DPV) e o STOL-Science Through Our Lives/Dep. Biologia-UMinho (STOL) - no âmbito da Educação Ambiental e tendo subjacente os quatro pilares da Educação Delors (UNESCO) – “Aprender a Ser”, “Aprender a Fazer”, “Aprender a Conhecer” e “Aprender a Viver Juntos”.
O projeto “Horta no Tabuleiro” desenvolveu-se em duas fases. Primeiro, com a visita de duas turmas do 1º Ciclo (36 crianças) à Horta-STOL no campus de Gualtar da Universidade do Minho, foi explorada a abordagem prática e presencial do que é uma horta e a sua biodiversidade; do tipo de plantas cultivadas, técnicas de cultivo e valorização de resíduos; das relações entre plantas e delas com o meio envolvente. Numa segunda fase, seguiu-se uma sessão em sala no DPV com especial atenção à exploração do conceito “bioversidade". Para isso recorreu-se a um conjunto de jogos de tabuleiro originais produzidos pelo STOL com imagens recolhidas na própria horta (um jogo da memória sobre a biodiversidade vegetal, um jogo do loto sobre biodiversidade animal e alguns puzzles focando a polinização, as inflorescências e a frutificação) e ainda a três X-banner sobre a Horta-STOL.
Como forma de inferir o alcance das ações desenvolvidas e aferir os instrumentos de avaliação dessas aprendizagens, as crianças foram desafiadas, individualmente, de diversas formas, quer antes da visita (construção de mapas mentais à volta do conceito biodiversidade e desenhos sobre o que esperariam ver na horta), quer posteriormente. Nesta segunda fase: (i) completaram-se os mapas mentais anteriores com uma segunda ronda de novas palavras, (ii) registou-se em desenho a ida à horta, (iii) escreveram-se textos narrativos sobre a visita e (iv) uma semana depois, após a repetição dos jogos de tabuleiro no DPV, preencheu-se um questionário sobre os conceitos abordados. Contamos apresentar a análise de todos estes instrumentos
Percepção de crianças sobre plantas medicinais em ambiente escolar de educação infantil e ensino fundamental em Florianópolis, SC.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Curso de Agronomia.As plantas medicinais fazem parte da terapia de cura há milhares de anos. São reconhecidas pela ANVISA e a OMS recomendou recentemente a sua difusão em nível mundial. Atendendo a isso, o governo brasileiro criou um programa de saúde pública, o PNPMF. Além disso, o MEC determina a elaboração de aulas de educação ambiental nas escolas. O presente trabalho se insere nesse contexto e teve como objetivo compreender qual a percepção das crianças da educação infantil e do ensino fundamental sobre plantas medicinais, utilizando a horta escolar e práticas junto aos alunos. As atividades foram realizadas na Escola dos Sonhos, em Florianópolis, SC, no período de setembro a novembro de 2013. Foi feita uma revisão bibliográfica que permitiu elaborar uma série de práticas junto aos alunos, respeitando a capacidade cognitiva por faixa etária. Na educação infantil foram reconhecidas 80% das plantas apresentadas a eles. No ensino fundamental, através das práticas, os alunos conseguiram compreender o que são as plantas medicinais. Com esse trabalho foi possível perceber que a presença de um Engenheiro Agrônomo nas escolas é importante para viabilizar espaços pedagógicos adequados, com plantas na relação ensino e aprendizagem. Palavras-chave: Plantas medicinais; p
MeSH term explosion and author rank improve expert recommendations
Information overload is an often-cited phenomenon that reduces the productivity, efficiency and efficacy of scientists. One challenge for scientists is to find appropriate collaborators in their research. The literature describes various solutions to the problem of expertise location, but most current approaches do not appear to be very suitable for expert recommendations in biomedical research. In this study, we present the development and initial evaluation of a vector space model-based algorithm to calculate researcher similarity using four inputs: 1) MeSH terms of publications; 2) MeSH terms and author rank; 3) exploded MeSH terms; and 4) exploded MeSH terms and author rank. We developed and evaluated the algorithm using a data set of 17,525 authors and their 22,542 papers. On average, our algorithms correctly predicted 2.5 of the top 5/10 coauthors of individual scientists. Exploded MeSH and author rank outperformed all other algorithms in accuracy, followed closely by MeSH and author rank. Our results show that the accuracy of MeSH term-based matching can be enhanced with other metadata such as author rank
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
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