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    Carcinoma papilífero da tireóide associado à tireoidite de Hashimoto: freqüência e aspectos histopatológicos

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    Introdução: O carcinoma papilífero é o tipo mais comum de câncer da tireóide e a tireoidite de Hashimoto é a causa mais freqüente de hipotireoidismo, em áreas onde os níveis de iodo são adequados. Vários investigadores detectaram incidência aumentada de carcinoma papilífero da tireóide em pacientes com tireoidite de Hashimoto. Na rotina de diagnósticos histopatológicos, há uma aparente associação entre as duas doenças. Objetivo: Determinar a relação entre tireoidite de Hashimoto e carcinoma papilífero de tireóide, avaliando os aspectos histomorfológicos, quando concomitantes ou apresentando-se de forma isolada. Método: Foi realizado estudo retrospectivo a partir dos dados do arquivo do Serviço de Patologia do Hospital Barão de Lucena, SUS (Recife-PE), incluindo 95 casos, dentre 472 cirurgias de tireóide, realizadas no período de Janeiro de 1995 a Janeiro de 2005. Resultados: Houve 35 casos (7,4%) de tireoidite de Hashimoto, 48 casos (10,2%) de carcinoma papilífero e 12 casos (2,5%) de associação significante (p<0,05) dessas doenças, representando 20% dos casos de carcinoma papilífero. Não houve diferenças significantes quanto a: idade, gênero, existência de neoplasia benigna concomitante, maior diâmetro tumoral, multifocalidade e variante histológica do carcinoma papilífero, quer ocorrendo isoladamente, quer associado à tireoidite de Hashimoto. Houve associação significante com relação à maior freqüência de cápsula nos carcinomas papilíferos isolados, quando comparados ao grupo de carcinomas papilíferos associados à tireoidite de Hashimoto. Conclusão: A presença de tireoidite de Hashimoto deve alertar para o risco de desenvolvimento de carcinoma papilífero de tireóide, já que essas doenças estiveram significantemente associadasUniversidade de Pernambuc

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Relação entre alterações intestinais e tireoidite de hashimoto

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    Introdução: Na tireoide ocorre a produção de hormônios importantes para funcionamento de todo o organismo. Dentre as diversas alterações que podem ocorrer, a manifestação autoimune chamada tireoidite de Hashimoto é a mais comum, nos diversos gatilhos identificados na literatura há evidências que pessoas com doenças autoimunes são mais prováveis em indivíduos com disbiose intestinal. Objetivo: verificar a relação entre a disbiose intestinal e hipotireoidismo de Hashimoto. Materiais e método: Realizou-se revisão da literatura utilizando os bancos de dados MEDLINE, SCIELO e PUBMED, sendo selecionados artigos nacionais e internacionais abordando os temas disbiose intestinal, tireoidite de Hashimoto e microbiota. A pesquisa bibliográfica incluiu artigos originais, artigos de revisão e diretrizes escritos nas línguas inglesa e portuguesa. Resultados e conclusão: Os diferentes estudos selecionados para a construção do presente estudo permitiram compreender que tanto a homeostase periférica da tireoide pode ser sensível as alterações da microbiota, como também há evidências de que a gênese e a progressão de distúrbios autoimunes da tireoide podem ser significativamente afetada por uma alteração na composição microbiana intestinal.  Palavras-chave: Tireoidite de Hashimoto. Disbiose intestinal. Microbiota

    Tireoidite de Hashimoto: uma revisão abrangente

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    A tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune crônica caracterizada pela inflamação da glândula tireoide, resultando em disfunção e, potencialmente, em hipotireoidismo. Identificada pela primeira vez em 1912 por Hakaru Hashimoto, a doença envolve a infiltração de linfócitos na tireoide e a presença de anticorpos contra componentes tireoidianos, como a peroxidase da tireoide (TPO) e a tireoglobulina (TG). O impacto na qualidade de vida dos pacientes pode ser significativo, afetando tanto o bem-estar físico quanto emocional, com sintomas como fadiga, ganho de peso, sensibilidade ao frio e alterações de humor. A etiologia da tireoidite de Hashimoto envolve fatores genéticos e ambientais, incluindo predisposição genética associada a variações nos genes HLA-DR3 e HLA-DR4, além de fatores ambientais como exposição à radiação e uso de determinados fármacos. A fisiopatologia da doença inclui a destruição inflamatória da glândula tireoide e a produção de anticorpos, resultando em hipotireoidismo com sintomas diversos. O diagnóstico é confirmado por exames laboratoriais que avaliam níveis de T4 livre, TSH e anticorpos anti-TPO, além de exames de imagem e anátomo-patológicos quando necessário. O tratamento envolve a administração de levotiroxina para controle hormonal, e pesquisas atuais exploram a eficácia de outras drogas e suplementações, como selênio e vitaminas, além de modificações alimentares, como a retirada do glúten, para auxiliar no manejo da doença

    Hashimoto Sanai: A Japanese Martyr

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    Welden translates from Japanese and puts into historical context a manuscript, "A Biographical Sketch of Hashimoto Sanai" from the William Elliot Griffis Collection.  Hashimoto Sanai (1834-1859) was reformer and martyr in mid-nineteenth-century Japan

    Tireoidite de Hashimoto: uma revisão de literatura

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    A Tireoidite de Hashimoto (TH) é uma endocrinopatia autoimune, que se caracteriza pela degradação dos tecidos da tireoide por meio de autoanticorpos. Além disso, é uma doença que ocorre em qualquer sexo e idade, sendo mais prevalente em mulheres e na faixa etária entre 30 e 50 anos. Sabe-se também que a patologia pode cursar de diferentes formas e não ter um quadro clínico tão específico. Por isso, o presente trabalho, por meio de uma revisão integrativa da literatura, teve como objetivo: elucidar as manifestações clínicas, o diagnóstico e o tratamento da Tireoidite de Hashimoto. Foi realizada uma busca nas bases de dados: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Scientific Eletronic Online (Scielo) e PubMed, por meio dos descritores: “Tireoidite de Hashimoto”, “Hipotireoidismo”, e 8 artigos foram utilizados nesse estudo. Os resultados evidenciaram que no processo de degradação dos tecidos tireoidianos, em um mecanismo compensatório, a TH cursa com hipertireoidismo e, após a destruição dos tecidos, a doença, enfim, assume o hipotireoidismo. Além disso, observou-se que a dosagem de autoanticorpos, TSH e hormônios tireoidianos, a punção aspirativa por agulha fina e a ultrassonografia são métodos diagnósticos eficazes. Por fim, o tratamento preconizado é a monoterapia com Levotiroxina, com orientações imprescindíveis para o uso correto do medicamento

    Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts

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    We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more sophisticated methods

    Paralomis jamsteci TAKEDA & HASHIMOTO 1990

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    &lt;i&gt;PARALOMIS JAMSTECI&lt;/i&gt; TAKEDA &amp; HASHIMOTO, 1990 &lt;p&gt; &lt;i&gt;Type locality&lt;/i&gt;: North Pacific Ocean, Okinawa Trough, hydrothermal vents of the Minami-Ensei Knoll; 28&deg;23.4&prime;N, 127&deg;38.4&prime;E; 710 m.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;i&gt;Known range&lt;/i&gt;: Known only from the type locality (above).&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;i&gt;Material&lt;/i&gt;: North Pacific Ocean, Okinawa Trough, Minami-Ensei Knoll, 28&deg;23.4&prime;N, 127&deg;38.4&prime;E; 710 m; &lt;i&gt;Shinkai 2000&lt;/i&gt; dive 428; 26 July 1989; NSMT-Cr 10172 [holotype female (ovigerous)], NSMT-Cr 10173 (paratype, 1 male), USNM and MNHN (2 ovigerous females) (Takeda &amp; Hashimoto, 1990; also see Hashimoto &lt;i&gt;et al.&lt;/i&gt;, 1990, 1995; Hashimoto, 1997, in Desbruyeres &amp; Segonzac, 1997).&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;i&gt;Remarks&lt;/i&gt;: &lt;i&gt;Paralomis jamsteci&lt;/i&gt; was described as living among beds of mytilid mussels near vent openings (Takeda &amp; Hashimoto, 1990; Hashimoto &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt;., 1995). Hashimoto (1997, in Desbruyeres &amp; Segonzac, 1997: 199) described the ecology of the species as &lsquo;crawling around bacterial mats close to hydrothermal vents&rsquo; with vent temperatures reaching 269 &deg;C. Hashimoto &lt;i&gt;et al.&lt;/i&gt; (1995) also mentioned two other unidentified species of &lt;i&gt;Paralomis&lt;/i&gt; living at the Minami-Ensei vent fields (Hashimoto &lt;i&gt;et al.&lt;/i&gt;, 1995; Chevaldonn&eacute; &amp; Olu, 1996). To date the species is known only from that site and from the specimens noted above. See Chevaldonn&eacute; &amp; Olu (1996: 289) for reports of this species feeding on vesicomyid and mytilid bivalves.&lt;/p&gt;Published as part of &lt;i&gt;Martin, Joel W. &amp; Haney, Todd A., 2005, Decapod crustaceans from hydrothermal vents and cold seeps: a review through 2005, pp. 445-522 in Zoological Journal of the Linnean Society 145 (4)&lt;/i&gt; on page 485, DOI: 10.1111/j.1096-3642.2005.00178.x, &lt;a href="http://zenodo.org/record/5434828"&gt;http://zenodo.org/record/5434828&lt;/a&gt

    Pós-colheita e industrialização.

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    DOENÇA DE HASHIMOTO: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA

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    A Doença de Hashimoto, também conhecida como Tireoidite de Hashimoto, é uma condição autoimune crônica que afeta a glândula tireoide, levando a uma diminuição da função tireoidiana. O presente trabalho consiste em uma revisão integrativa de literatura que buscou analisar e sintetizar os principais aspectos discutidos sobre a doença em diversas fontes científicas. Inicialmente, foram abordados os aspectos epidemiológicos da Doença de Hashimoto, incluindo sua prevalência em diferentes populações e a distribuição por faixa etária e sexo. A revisão destacou a importância do diagnóstico precoce para evitar complicações e promover uma intervenção adequada. Em seguida, foram discutidos os mecanismos fisiopatológicos envolvidos na Doença de Hashimoto, com foco na resposta autoimune direcionada contra a glândula tireoide. Outro ponto abordado foi a apresentação clínica da Doença de Hashimoto. &nbsp;No que diz respeito ao tratamento, foram discutidas as opções terapêuticas disponíveis para controlar a doença e aliviar os sintomas. Além disso, aspectos psicossociais da Doença de Hashimoto foram abordados na revisão, ressaltando o impacto emocional e social que a doença pode ter sobre os pacientes e a importância de um suporte adequado. Por fim, foram apontadas lacunas na literatura e a necessidade de pesquisas futuras para aprofundar o entendimento sobre a patogênese da doença, identificar fatores de risco adicionais e aprimorar as estratégias de diagnóstico e tratamento
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