145,243 research outputs found

    Tombstone of Hannah Lupp

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    hannah Lupp died March 1 1799 aged 19 year

    Letter from Hannah Finley & William Strain to James B. Finley

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    Power of Attorney granted to James B. Finley by Hannah Strain Finley (Finley\u27s wife) and William Strain (Hannah\u27s brother), heirs of Thomas Strain, deceased. It is signed and sealed by Edward Noble, Justice of the Peace, Sept. 18, 1837. Abstract Number - 972https://digitalcommons.owu.edu/finley-letters/1957/thumbnail.jp

    O fenômeno da vontade em Hannah Arendt

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2013.Neste trabalho tratamos da faculdade espiritual da vontade sob a perspectiva fenomenológica de Hannah Arendt. Tomamos como base as últimas reflexões arendtianas, que compõem sua obra A vida do espírito, e seguimos seu percurso pela História da vontade com a pretensão de identificar o que de mais significativo Arendt encontrou nos pensadores que escolheu para dialogar, e que a auxiliaram a compor sua própria concepção sobre a vontade. Procuramos mostrar as motivações que a levaram a se ocupar com questões relativas à vida interior ao mesmo tempo em que reconhecemos não apenas que a ação pode ser considerada o mote norteador de toda a sua obra, mas também o fato de que a Filosofia sempre fora o fundamento sólido de suas análises; e para tanto, elencamos as principais características de sua metodologia com o intuito de evidenciar que além de teoria ou ciência política o que Arendt exercitou ao longo de sua existência foi a reflexão filosófica. Identificamos as falácias metafísicas encontradas por ela em seus escritos sobre as atividades mentais, por considerar que sejam o seu ponto de partida no movimento que realizou de desconstrução da metafísica. Mostramos a importância de pensadores da Tradição judaico-cristã, como São Paulo, Santo Agostinho e Duns Scotus, imprescindíveis para que Arendt identificasse tanto a descoberta da vontade como uma faculdade espiritual quanto a noção de contingência, sobre a qual ela se apoia para fundamentar sua noção de vontade livre e causadora de atos. Por defender a ideia de que a vontade é sua própria causa, observamos que Arendt se contrapõe à concepção kantiana da causalidade pela liberdade transcendental (da vontade), e também à defesa de Kant da vontade subjugada à razão prática. Mostramos que, para Arendt, a vontade e o pensamento são atividades mentais distintas e que a coexistência entre elas não é apenas possível, mas necessária. Nesse contexto, abordamos o repúdio ao querer identificado por Arendt, principalmente, em Heidegger, por meio da leitura atenta que ele faz dos escritos nietzschianos. Após este percurso, inferimos que Arendt faz em sua última obra uma fenomenologia da vida interior, posto que tenha se ocupado em identificar as experiências que atestam e confirmam a existência das atividades mentais básicas do pensar, do querer e do julgar. Evidenciamos que o pensamento de Bergson interessa a Arendt para que ela possa fundamentar sua defesa do "eu-quero" como um "dado imediato da consciência" que confirma a existência da faculadade espiritual da vontade. Por fim, mostramos que o pensamento de Hannah Arendt, pela atitude que toma diante da Tradição, e pelo movimento que realiza de desconstruí-la para recuperar as experiências reais das atividades espirituais que se encontram encobertas por camadas de argumentos falaciosos, insere-se no âmbito do pensamento pós-metafísico <br

    The light of the eye : doctrine, piety and reform in the works of Thomas Sherlock, Hannah More and Jane Austen

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    Bibliography: leaves 376-401.This thesis investigates the ways in which three eighteenth-century writers, Bishop Thomas Sherlock, Hannah More and Jane Austen embody orthodox Anglican doctrine according to their individual perceptions of the enlightening properties of Protestant Christianity. After situating them in their respective gender, literary and ecclesiastical contexts, I examine some of their key doctrines and analyse excerpts from their works. My selection of passages from Sherlock's works is fairly comprehensive, but in the case of More and Austen, where there is already a formidable body of literary criticism, it is more selective. Thus, I focus on doctrine in More's tracts, Strictures on the System of Female Education, An Essay on St Paul and most especially Coelebs in Search of a Wife and in the case of Austen, on her prayers and select passages from Sense and Sensibility and Mansfield Park. I conclude that, although diverse in their particular kind of Anglicanism (High, Evangelical and Median) and in their choice of genre, transparency or obscurity (anonymity and pseudonymity) and the various narratological strategies some of them invoke to circumvent certain taboos, Sherlock, More and Austen champion the same central orthodox doctrines, defend them against current alternatives to orthodoxy such as Latitudinarianism, Deism and various forms of Freethinking, and promote similar moral and ecclesiastical reforms. However, indirectly (through female characters who resist male representation or control) the women writers subject their ostensibly authorially-endorsed male narrators/characters to scrutiny and sometimes (when the males objectify the women) subversion

    Letter from Hannah Finley Hough to James B. Finley

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    Hannah Finley Hough (Huff), informs her brother James B. Finley of the death of her husband Joseph on November 21, 1844. She is very anxious for Finley to visit her and give her advice. She would like Finley to preach a funeral sermon. Abstract Number - 229https://digitalcommons.owu.edu/finley-letters/1227/thumbnail.jp

    Spero-Hannah/GeoClawPortAngeles: GeoClawPortAngeles

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    GeoClawPortAngeles Repository v1.0 accompanying the International Journal of Undergraduate Research and Creative Activities (IJURCA) journal manuscript written by Spero, H., MacInnes, B., and Petersen, N. J

    Da construção à ruptura: repensando o direito a partir da ação política em Hannah Arendt

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Programa de Pós-Graduação em Direito, Florianópolis, 2010A presente dissertação tem como principal objetivo apresentar a teoria da ação de Hannah Arendt como uma alternativa válida a partir da qual se pode pensar tanto o papel da política quanto do direito em uma perspectiva de perda da tradição, tal como se evidencia na modernidade. Para tanto, o trabalho se divide em três partes. Inicialmente, propõe-se um retorno até o limiar desta tradição, quando a filosofia rompe definitivamente com a vida na polis e estabelece a vita contemplativa como padrão da conduta humana, em detrimento da política. Posteriormente, na segunda parte, a idéia é debater o processo de alienação do mundo, que implica em uma sobrevalorização do sujeito e uma redução da política e do direito à mera administração da vida. É neste espaço, em que os homens vivem isolados uns dos outros, preocupados com seus interesses privados, que os regimes totalitários encontram seu principal apoio em sua tarefa de eliminar a espontaneidade humana, subjugando o homem às leis irresistíveis da história ou da Natureza. Como resposta à ruptura totalitária, Arendt sugere a revalorização da ação política e da esfera pública como o espaço instituinte na modernidade. Portanto, a ordem jurídica, que oferece a estabilidade necessária para a constituição de um espaço público, deve ser constantemente atualizada por meio participação política

    Hannah Arendt cselekvéselméletének elemzése

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    Ebben a dolgozatban Hannah Arendt politikai filozófiájának egyik leginkább meghatározó koncepciójával foglalkozom, azzal, hogyan jut el Arendt az emberi tevékenységek osztályozásától a politikai cselekvésig, és a szabadsággal együtt a hatalom kérdéséig. Bemutatom, hogy a látszólag töredezett arendti gondolatiság következetes egységet alkot, alapjai pedig még a sokat vitatott Eichmann-tudósításban kimutathatók. Ezt követően részletesen ismertetem Arendt cselekvéskoncepcióját, melynek során annak egyetemleges igénye mellett érvelek.N.E.PolitológiaBSc/B

    Hannah, R B, VX37681

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    This record was harvested from a previous catalogue system and will be withdrawn in 2025. Information in this record may be superseded or incomplete. Visit this record in UMA's new catalogue at: https://archives.library.unimelb.edu.au/nodes/view/390214Surname: HANNAH. Given Name(s) or Initials: R B. Military Service Number or Last Known Location: VX37681. Missing, Wounded and Prisoner of War Enquiry Card Index Number: 45467.214983 Item: [2016.0049.22507] "Hannah, R B, VX37681

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
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