6 research outputs found
Influence Of Climatic Variables On The Incidence Of Meningitis And Its Space Distribution In The City Of Ponta Grossa-pr, 2001-2005 [influência De Variáveis Climáticas Sobre A Incidência De Meningite E Sua Distribuição Espacial No Município De Ponta Grossa - Pr, 2001-2005]
Climatic elements have an important influence on the manifestation of many human diseases. The objective of this study was to evaluate the influence of local climate variables on the monthly incidence of meningitis in the city of Ponta Grossa, State of Paraná, in the period from 2001 to 2005, and to spa- tially distribute its occurrence in the urban area. The initial sample was composed of 401 notified cases which were confirmed as being of resident citizens in this city. Strong correlation was verified between the average monthly incidence of meningitis and the following climate variables: mean air temperature, precipitation and relative humidity in most months. The spatial distribution of the cases under study showed higher concentration in the central-west and north-central portions of the city.1918493Ayoade, J.O., O clima e o homem (1986) Introdução À Climatologia Para Os Trópicos, pp. 289-291. , São Paulo: Difle(2002) Guia De Vigilância Epidemiológica, 1, pp. 26-27. , BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças. Secretaria de Vigilância em Saúde. In, 5. ed. Brasília, DF: FUNASA(2002) Guia De Vigilância Epidemiológica, 2, pp. 598-630. , BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Doenças. In, 5. ed. Brasília, DF: FUNASABricks, L.F., Doenças meningocócicas - morbidade e epidemiologia nos últimos 20 anos: Revisão (2002) Pediatria, 24 (3-4), pp. 122-131. , São Paulo(2005), http://www.fmt.am.gov.br/informe/002-2005meningite.pdf, FUNDAÇÃO DE MEDICINA TROPICAL DO AMAZONAS. Meningites diagnosticadas e notificadas na FMTAM no período de 2004 e 1o semestre/2005. Informe Epidemiológico, Manaus, n. 2, abr./jun., Disponível em, Acesso em: 9 fev. 2010Contagem da população 2007: População residente em 1o de abril de 2007, segundo os municípios: Paraná (2007), http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/contagem2007/PR.pdf, IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, Rio de Janeiro, Disponível em:, Acesso em: 8 fev. 2010Kesser, B.W., Time course of hearing loss in an animal model of pneumococcal meningitis (1999) Otolaryngol Head Neck Surg, 120, pp. 628-637Labiak, V.B., Aspectos epidemiológicos dos casos de meningite notificados no município de Ponta Grossa - PR, 2001-2005 (2007) Cogitare Enfermagem, 12 (3), p. 310. , Curitiba(2005) Informativo De Saúde Pública, , http://www.mass.gov/Eeohhs2/docs/dph/cdc/factsheets/meningitis_pt.pdf, MASSACHUSETTS DEPARTMENT OF PUBLIC HEALTH. Meningite, Boston, ago., Disponível em, Acesso em: 9 fev. 2010Medronho, R.A., (1995) Geoprocessamento E Saúde: Uma Nova Abordagem Do Espaço No Processo Saúde-doença, , Rio de Janeiro: FiocruzMendonça, F., Aspectos da interação clima- ambiente-saúde humana: Da relação sociedade- natureza à (in)sustentabilidade ambiental (2000) RA'EGA, 4, pp. 85-99. , CuritibaMiranzi, S.S.C., Camacho, L.A.B., Valente, J.G., Haemophilus influenzae tipo b: Situação epidemiológica no Estado de Minas Gerais, Brasil, 1993 a 1997 (2003) Cadernos De Saúde Pública, 19 (5), p. 1273. , Rio de JaneiroNajar, A.L., Marques, E.C., (1998) Saúde E Espaço: Estudos Metodológicos E Técnicas De Análise, , (Org.)., Rio de Janeiro: FiocruzPaula, E.V., (2003) Evolução Temporo-espacial Das Meningites No Estado Do Paraná Ao Longo Do Século XX: Abordagem Climatológica, pp. 1415-1422. , In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO, 11., 2003, Belo Horizonte. Anais..., Belo Horizonte(2006) Doenças De Notificação Compulsória E As Comissões De Controle De Infecção Hospitalar, , http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/DOENCAS_DE_NOTIFICACAO_COMPULSORIA_E_AS_COMISSOES_DE_CONTROLE_DE_INFECCAO_HOSPITALAR_1254771022.pdf, PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Secretaria Municipal da Saúde. Vigilância em Saúde. Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar, São Paulo, Disponível em:, Acesso em: 9 fev. 2010Rouquayrol, M.Z., Almeida Filho, N., (2003) Epidemiologia E Saúde, , 6. ed. Rio de Janeiro: MEDSI: Guanabara KooganSmeltzer, S.C., Bare, B.G., Tratamento de pacientes com infecções neurológicas, distúrbios auto-imunes e neuropatias (2006) Tratado De Enfermagem Médico-cirúrgica, 4, pp. 2055-2081. , 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Kooga
Machaerium (leguminosae, Papilionoideae, Dalbergieae) From The Mato Grosso And Mato Grosso Do Sul States, Brazil [machaerium (leguminosae, Papilionoideae, Dalbergieae) Nos Estados De Mato Grosso E Mato Grosso Do Sul, Brasil]
In this study, 18 taxa of Machaerium are confirmed for Mato Grosso and Mato Grosso do Sul. Amongst the 15 taxa occurring in Mato Grosso, six were cited for the first time in the State: M. biovulatum, M. floribundum var. floribundum, M. macrophyllum var. macrophyllum, M. paraguariense, M. quinatum var. parviflorum, and M. quinatum var. quinatum. Amongst the nine species confirmed for Mato Grosso do Sul, M. eriocarpum and M. isadelphum are new records for the State. The genus is widely distributed in the States and is represented in various vegetational formations. Analytical key, descriptions, and information on the phenology and preferential environments of each taxon are presented, besides illustrations for certain taxa.621107122Barroso, G.M., Morim, M.P., Peixoto, A.L., Ichaso, C.L.F., (1999) Frutos e Sementes: Morfologia Aplicada à Sistemática de Dicotiledôneas, p. 443. , Universidade Federal de Viçosa, ViçosaBastos, M.N.C., Contribuição ao estudo de algumas espécies do gênero Machaerium Persoon (Leguminosae - Papilionoideae) ocorrentes na Amazônia brasileira (1987) Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Série Botânica, 3, pp. 183-278Bentham, G., Leguminosae. Dalbergieae (1862) Flora Brasiliensis. F. Fleisher, Lipsiae, 15 (1 PART), p. 349. , Martius C. P. F. & Eichler, A. G. edsBorges, H.B.N., Shepherd, G.J., Flora e estrutura do estrato lenhoso numa comunidade de Cerrado em Santo Antônio do Leverger, MT, Brasil (2005) Revista Brasileira de Botânica, 28, pp. 61-74Bortoluzzi, R.L.C., Carvalho-Okano, R.M., Garcia, F.C.P., Tozzi, A.M.G.A., Leguminosae, papilionoideae no Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil. II: Árvores e arbustos escandentes (2004) Acta Botanica Brasilica, 18, pp. 49-71Camargo, R.A., A tribo dalbergieae (Leguminosae-Faboideae) no Estado de Santa Catarina, Brasil (2005) Dissertação de Mestrado, p. 131. , Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto AlegreDamasceno Jr., G.A., Nakajima, J.N., Rezende, U.M., Levantamento florístico das cabeceiras dos rios Negro, Aquidauana, Taquari e Miranda no Pantanal, Mato Grosso do Sul, Brasil (2000) Uma Avaliação Biológica dos Ecossistemas Aquáticos do Pantanal, pp. 152-162. , Willink, P. W.Chernoff, B.Alonso, L. E.Montambault, J. R. & Lourival, R. eds., Mato Grosso do Sul, Brasil, Conservation International, Washington, DCDaniel, O., Arruda, L., Phytosociology of a riparian forest alongside the Dourados river, Mato Grosso do Sul, Brazil (2005) Scientia Forestalis/Forest Sciences, (68), pp. 69-86. , http://www.ipef.br/publicacoes/scientia/nr68/cap07.pdfDubs, B., (1998) Prodomus Florae Matogrossensis, p. 444. , Betrona Verlag, KusnachtFont Quer, P., (1953) Diccionario de Botánica, p. 1244. , Labor S. A., BarcelonaHarris, J.G., Harris, M.W., (1994) Plant Identification Terminology: An Illustrated Glossary, p. 198. , Spring Lake Publishing, Spring LakeHickey, L.J., Classification of the architecture of dicotyledonous leaves (1973) American Journal of Botany, 60, pp. 17-23Hoehne, F.C., Leguminosas papilionadas - Gêneros Machaerium e Paramachaerium (1941) Flora Brasilica. São Paulo, 25 (3), p. 100. , FascHolmgren, P.K., Holmgren, Onwards (continuously update). Index herbarium (1998) New York Botanical Garden, , http.//sciweb.nybg.org/science2/indexherbarium.asp, New York. Disponível em, Acesso em agosto 2006Manual técnico da vegetação brasileira (1992) Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, p. 89. , IBGE, Rio de JaneiroLewis, G.P., (1987) Legumes of Bahia, p. 369. , Royal Botanic Gardens, KewLewis, G.P., Schire, B., Mackinder, B., Lock, M., (2005) Legumes of the World, p. 577. , Royal Botanic Gardens, KewLima, H.C., Leguminosas da Flora Fluminenses - J. M. C. Velloso - Lista atualizada das espécies arbóreas (1995) Acta Botanica Brasilica, 9, pp. 123-146Lima, H.C., Correia, C.M.B., Farias, D.S., Leguminosae (1994) Reserva Ecológica de Macaé de Cima, Nova Friburgo-RJ: Aspectos Florísticos Das Espécies Vasculares, 1, p. 404. , Lima, M. P. M. & Guedes-Bruni, R. R. orgs., Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Rio de JaneiroLima, L.C.P., Garcia, F.C.P., Sartori, A.L.B., Leguminosae Adans. nas florestas estacionais do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: Ervas, arbustos, subarbustos, lianas e trepadeiras (2007) Rodriguésia, 58, pp. 331-358Lorenzi, H., (1992) Árvores Brasileiras: Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil, 1, p. 368. , Plantarum, Nova OdessaLorenzi, H., Árvores brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil (1998) Plantarum, Nova Odessa, 2, p. 368Lozano, P., Klitgaard, B.B., The genus Machaerium (Leguminosae: Papilionoideae: Dalbergieae) in Ecuador (2006) Brittonia, 58 (2), pp. 124-150. , DOI 10.1663/0007-196X(2006)58[124:TGMLPD]2.0.CO;2Marimon, B.S., Lima, E.S., Caracterização fitofisionômica e levantamento florístico preliminar no pantanal dos rios Mortes-Araguaia, Cocalinho, Mato Grosso, Brasil (2001) Acta Botanica Brasilica, 15, pp. 213-229Mendonça-Filho, C.V., (1996) Braúna, Angico, Jacarandá e Outras Leguminosas de Mata Atlântica: Estação Biológica de Caratinga, Minas Gerais, p. 100. , Fundação Botânica Margaret Mee, ViçosaMendonca Filho, C.V., Forni-Martins, E.R., Tozzi, A.M.G.A., New chromosome counts in neotropical Machaerium Pers. species (Fabaceae) and their taxonomic significance (2002) Caryologia, 55 (2), pp. 111-114Mendonça-Filho, C.V., Tozzi, A.M.G.A., Forni-Martins, E.R., Revisão taxonômica de Machaerium sect. Oblonga (Benth.) Taub. (Leguminosae, Papilionoideae, Dalbergieae) (2007) Rodriguésia, 58, pp. 283-312Pinto, J.R.R., Hay, J.V., Mudanças florísticas e estruturais na comunidade arbórea de uma floresta de vale no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, Brasil (2005) Revista Brasileira de Botânica, 28, pp. 523-539Pinto, J.R.R., Oliveira-Filho, A.T., Perfil florístico e estrutura da comunidade arbórea de uma floresta de vale no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, Brasil (1999) Revista Brasileira de Botânica, 22, pp. 53-67Polido, C.A., Sartori, A.L.B., O gênero Machaerium (Leguminosae-Papilionoideae-Dalbergieae) no Pantanal brasileiro (2007) Rodriguésia, 58, pp. 313-329Pott, A., Pott, V.J., (1994) Plantas do Pantanal, p. 320. , Embrapa, BrasíliaRadford, A.E., Dickison, W.C., Massey, J.R., Bell, C.R., (1974) Vascular Plant Systematics, p. 891. , Harper & Row, New YorkRudd, V.E., New taxa and combinations in Machaerium (Leguminosae) (1972) Phytologia, 24, pp. 121-124Rudd, V.E., Studies in Machaerium (Leguminosae) VI (1987) Phytologia, 62, pp. 282-302Salis, S.M., Silva, M.P., Mattos, P.P., Silva, J.S.V., Pott, V.J., Pott, A., Fitossociologia de remanescentes de floresta estacional decidual em Corumbá, Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil (2004) Revista Brasileira de Botânica, 27, pp. 671-684Sartori, A.L.B., Tozzi, A.M.G.A., As espécies de Machaerium Pers. (Leguminosae - Papilionoideae - Dalbergieae) ocorrentes no estado de São Paulo (1998) Revista Brasileira de Botânica, 21, pp. 211-24
Control Of Temperature To Suppress The Population Of Rhyzopertha Dominica (f.) (coleoptera, Bostrichidae) In A Grain Silo Prototype
This note presents some results from laboratory experiments that were conducted to characterize the influence of temperature in the mortality of adults of the insect known as lesser grain borer, Rhyzopertha dominica (F.). The insects were separated into strains and were appropriately immersed into a mass of wheat, and the infested wheat was stored in a silo bin of small dimensions with control of temperature. Our experiments indicates that the control of temperature can be used as a successful tool to increase the mortality of R. dominica in grain silos. The paper also describes the construction of the electrical device that implements the control of temperature in the proposed grain silo prototype. © 2013 EUCA.40894093The Bosch Group,Siemens,Buhler,Swiss National Science Foundation (SNSF),RUAG Aviation EngineeringPereira, P.A.A., Martha, G.B., Santana, C.A.M., Alves, E., The development of brazilian agriculture: Future technological challenges and opportunities (2012) Agriculture & Food Security, 1 (4), pp. 1-12Lorini, I., Galley, D.J., Deltamethrin resistance in rhyzopertha Dominica (F.) (coleoptera: Bostrichidae), a pest of stored grain in Brazil (1999) Journal of Stored Products Research, 35 (1), pp. 37-45Edde, P.A., A review of the biology and control of rhyzopertha Dominica (F.) the lesser grain borer (2012) Journal of Stored Products Research, 48, pp. 1-18Lorini, I., Galley, D.J., Estimation of realized heritability of resistance to deltamethrin insecticide in selected strains of rhyzopertha Dominica (F.) (coleopetra: Bostrychidae) (2000) Journal of Stored Products Research, 36 (2), pp. 119-124Lorini, I., Collins, P.J., Daglish, G.J., Nayak, M.K., Pavic, H., Detection and characterisation of strong resistance to phosphine in brazilian rhyzopertha Dominica (F.) (coleoptera: Bostrychidae) (2007) Pest Management Science, 63, pp. 358-364Shi, M., Collins, P.J., Ridsdill-Smith, J., Renton, M., Individual-based modelling of the efficacy of fumigation tactics to control lesser grain borer (rhyzopertha dominica) in stored grain (2012) Journal of Stored Products Research, 51 (4), pp. 23-32Kaushik, G., Satya, S., Naik, S.N., Food processing a tool to pesticide residue dissipation - A review (2009) Food Research International, 42 (1), pp. 26-40Beckett, S.J., Morton, R., Mortality of rhyzopertha Dominica (F.) (coleoptera: Bostrychidae) at grain temperatures ranging from 500c to 600c obtained at different rates of heating in a spouted bed (2003) Journal of Stored Products Research, 39 (3), pp. 313-332Beckett, S.J., Morton, R., Darby, J.A., The mortality of rhyzopertha Dominica (F.) (coleoptera: Bostrychidae) and sitophilus oryzae (L.) (coleoptera: Curculionidae) at moderate temperatures (1998) Journal of Stored Products Research, 34 (4), pp. 363-376Flinn, P.W., Hagstrum, D.W., Movement of rhyzopertha Dominica in response to temperature gradients in stored wheat (2011) Journal of Stored Products Research, 47 (4), pp. 407-410Khamis, M., Subramanyam, B., Flinn, P.W., Dogan, H., Jager, A., Gwirtz, J.A., Susceptibility of various life stages of rhyzopertha Dominica (coleoptera: Bostrichidae) to flameless catalytic infrared radiation (2010) Journal of Economic Entomology, 103 (4), pp. 1508-1516Thorpe, G.R., Modelling ecosystems in ventilated conical bottomed farm grain silos (1997) Ecological Modelling, 94 (2-3), pp. 255-286Astrom, K.J., Hagglund, T., (1995) PID Controllers: Theory, Design and Tuning, , Research Triangle Park, N.C. Instrument Society of AmericaFreund, R.J., Wilson, W.J., (2003) Statistical Methods, , 2nd ed. San Diego, CA, USA: Academic PressCanteri, M.G., Althaus, R.A., Filho, J.S.V., Giglioti, E.A., Godoy, C.V., SASM - Agri: Sistema para analise e separacao de medias em experimentos agricolas pelos ḿetodos scoft-knott, tukey e duncan (2001) Revista Brasileira de Agrocomputacao, 1, pp. 18-24Vargas, A.N., Do Val, J.B.R., Average cost and stability of time-varying linear systems (2010) IEEE Trans. Automat. Control, 55, pp. 714-72
Aliens In The Room: What To Do With Exotic Species In Taxonomic, Floristic And Phytosociological Studies? [alienígenas Na Sala: O Que Fazer Com Espécies Exóticas Em Trabalhos De Taxonomia, Florística E Fitossociologia?]
The ever- -growing presence of exotic organisms (many of which become invasive) throughout the planet has led to the emergence of biological invasions as a field of study within ecology. To enable communication between scientists in this field, a terminology has developed. However, this terminology has been ignored by many botanists in Brazil where there is confusion regarding definition of exotic, naturalized, invasive, weed and ruderal species, leading to inconsistent use of the concepts. Moreover, different authors have adopted antagonistic positions when dealing with exotic species existing in their study areas, either in the preparation of taxonomic treatments or in floristic and phytosociological surveys. While some authors include in floras cultivated, non reproducing species, others exclude even widespread and common invasives. We present here, in Portuguese, the main concepts related to the theme of bioinvasion and draw the attention of Brazilian authors to the necessity for consistent use of the terminological framework available for biological invasions. We also propose that authors should clearly label exotic plants reported in their work, differentiating exotics from native species. Finally, we suggest criteria to help botanists decide when exotic plants should or should not be included in taxonomic treatments or in floristic surveys.264991999Abreu, R.C.R., Durigan, G., Changes in the plant community of a Brazilian grassland savannah after 22 years of invasion by Pinus elliottii Engelm (2011) Plant Ecology & Diversity, 4, pp. 269-278Abreu, R.C.R.D., Rodrigues, P.J.F.P., Exotic tree Artocarpus heterophyllus (Moraceae) invades the Brazilian Atlantic Rainforest (2010) Rodriguésia, 61, pp. 677-688Andrade, L.A.D., Fabricante, J.R., Oliveira, F.X.D., Invasão biológica por Prosopis juliflora (Sw.) DC.: Impactos sobre a diversidade e a estrutura do componente arbustivo-arbóreo da caatinga no Estado do Rio Grande do Norte, Brasil (2009) Acta Botanica Brasilica, 23, pp. 935-943Armitage, J., Edwards, D., Lancaster, N., Whitehouse, C., Merrick, J., (2012) RHS Plant Finder 2012-2013, , London, Royal Horticultural SocietyAronson, J., Durigan, G., Brancalion, P.H.S., Conceitos e definições correlatos à ciência e à prática da restauração ecológica. Instituto Florestal (2011) Série Registros (São Paulo), 44, pp. 1-38Barbosa, M.R.V., Sothers, C., Mayo, S., Gamarra-Rojas, C., Mesquita, A.C., (2006) Checklist Das Plantas Do Nordeste Brasileiro: Angiospermas E Gymnospermas, , Brasília, Ministério de Ciência e TecnologiaCastro, A.S.F., Moro, M.F., Menezes, M.O.T., O Complexo Vegetacional da Zona Litorânea no Ceará: Pecém, São Gonçalo do Amarante (2012) Acta Botanica Brasilica, 26, pp. 108-124Cullen, J., Knees, S.G., Cubey, H.S., (2011) The European Garden Flora, Flowering Plants: A Manual For the Identification of Plants Cultivated In Europe, Both Out-of-doors and Under Glass, , Volumes I, II, III, IV and V. Cambridge, Cambridge University PressElton, C.S., (1958) The Ecology of Invasions By Animals and Plants, , London, MethuenFleig, M., Anacardiáceas (1989) Flora Ilustrada Catarinense, , Reitz, R. (Ed.), Itajai ́, Herba ́rio Barbosa RodriguesForzza, R.C., Stehmann, J.R., Nadruz, M., Filardi, F.L.R., Costa, A., Carvalho, A.A., Peixoto, A.L., Souza, V.C., (2012) Lista De Espécies Da Flora Do Brasil 2012, , http://floradobrasil.jbrj.gov.br, Disponível em, (Acesso em 1/10/2012)Forzza, R.C., (2010) Catálogo De Plantas E Fungos Do Brasil, 1. , Rio de Janeiro, Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de JaneiroGardener, M.R., Atkinson, R., Rentería, J.L., Eradications and People: Lessons from the Plant Eradication Program in Galapagos (2010) Restoration Ecology, 18, pp. 20-29Gardener, M.R., Bustamante, R.O., Herrera, I., Durigan, G., Pivello, V.R., Moro, M.F., Stoll, A., Flores, S., (2012) Plant Invasions Research In Latin America: Fast Track to A More Focused Agenda, , (in press. DOI: 10.1080/17550874.2011.604800). Plant Ecology & DiversityHarrington, R.A., Kujawski, R., Ryan, H.D.P., Invasive plants and the green industry (2003) Journal of Arboriculture, 29, pp. 42-48Longhi-Wagner, H.M., Bittrich, V., Wanderley, M.G.L., Shepherd, G.J., Poaceae (2001) Flora Fanerogâmica Do Estado De São Paulo, , In: Wanderley, M. das G.L., Shepherd, G.J., Giulietti, A.M. (Eds.), São Paulo, HucitecLorenzi, H., (2008) Plantas Daninhas Do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas E Tóxicas, , Nova Odessa, PlantarumLorenzi, H., Souza, H.M., (2008) Plantas Ornamentais No Brasil: Arbustivas, Herbáceas E Trepadeiras, , Nova Odessa, PlantarumLorenzi, H., Souza, H.M., Cerqueira, L.S.C., Costa, J.T.M., Ferreira, E., (2004) Palmeiras Brasileiras E Exóticas Cultivadas, , Nova Odessa, PlantarumMoro, M.F., Castro, A.S.F., Araújo, F.S., Composição florística e estrutura de um fragmento de vegetação savânica sobre os tabuleiros pré-litorâneos na zona urbana de Fortaleza, Ceará (2011) Rodriguésia, 62, pp. 407-423Moro, M.F., Martins, F.R., Métodos de levantamento do componente arbóreo-arbustivo (2011) Fitossociologia No Brasil: Métodos E Estudos De Caso, , In: Felfili, J.M.Eisenlohr, P.V., Melo, M.M. da R.F. de, Andrade, L.A. de, Meira Neto, J.A.A. (Eds.), Viçosa, Editora da Universidade Federal de ViçosaPalmer, M.W., Wade, G.L., Neal, P., Standards for the writing of floras (1995) BioScience, 45, pp. 339-345Pivello, V.R., Shida, C.N., Meirelles, S.T., Alien grasses in Brazilian savannas: A threat to the biodiversity (1999) Biodiversity and Conservation, 8, pp. 1281-1294Pyšek, P., Richardson, D.M., Rejmánek, M., Webster, G.L., Williamson, M., Kirschner, J., Alien plants in checklists and floras: Towards better communication between taxonomists and ecologists (2004) Taxon, 53, pp. 131-143Queiroz, L.P., (2009) Leguminosas Da Caatinga, , Feira de Santana, Editora da Universidade Estadual de Feira de SantanaReitz, R., Araucariáceas cultivadas em Santa Catarina (1986) Flora Ilustrada Catarinense, , Reitz, R. (Ed.), Itajaí, Herbário Barbosa RodriguesRichardson, D.M., Pysek, P., Rejmanek, M., Barbour, M.G., Panetta, F.D., West, C.J., Naturalization and Invasion of Alien Plants: Concepts and Definitions (2000) Diversity and Distributions, 6, pp. 93-107Richardson, D.M., Pyšek, P., Naturalization of introduced plants: Ecological drivers of biogeographical patterns (2012) The New Phytologist, 196, pp. 383-396Sano, S.M., Almeida, S.P., Ribeiro, J.F., Cerrado: Ecologia e flora (2008) Checklist Com 12.356 Espécies, 2. , Brasília, EmbrapaScheinvar, L., Cactáceas (1985) Flora Ilustrada Catarinense, , In: Reitz, R. (Ed.), Secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica. 2006. Panorama da biodiversidade global 2. Brasília, Ministério do Meio AmbienteSilva, J.S.V., Souza, R.C.C.L., (2004) Água De Lastro E Bioinvasão, , Rio de Janeiro, InterciênciaStarfinger, U., Kowarik, I., Rode, M., Schepker, H., From desirable ornamental plant to pest to accepted addition to the flora? - the perception of an alien tree species through the centuries (2003) Biological Invasions, 5, pp. 323-335Stehmann, J.R., Forzza, R.C., Salino, A., Sobral, M., Costa, D.P.D., Kamino, L.H.Y., (2009) Plantas Da Floresta Atlântica, , Rio de Janeiro, Jardim Botânico do Rio de JaneiroVitousek, P.M., Mooney, H.A., Lubchenco, J., Melillo, J.M., Human Domination of Earth's Ecosystems (1997) Science, 277, pp. 494-499Wanderley, M.G.L., Shepherd, G.J., Martins, S.E., Estrada, T.E.M.D., Romanini, R.P., Koch, I., Pirani, J.R., Esteves, G.L., Checklist das Spermatophyta do Checklist das Spermatophyta do Estado de São Paulo, Brasil (2011) Biota Neotropica, 11, pp. 193-39
As repercussões sociais das políticas públicas de saneamento para o desenvolvimento comunitário
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas, Florianópolis, 2013.Esta pesquisa analisa as repercussões sociais de políticas públicas de saneamento no desenvolvimento comunitário da Mangueira da Torre, comunidade situada na cidade do Recife, estado de Pernambuco. Para dar suporte à discussão teórica, fizemos uso da metodologia de história oral, com entrevistas temáticas para as questões empíricas, balizadas em indicadores de saneamento e desenvolvimento comunitário. Buscamos, assim, proceder às análises dos resultados tendo como parâmetros a oferta e a qualidade dos serviços prestados e suas repercussões para a qualidade de vida da comunidade, valendo-nos dos depoimentos dos moradores e técnicos entrevistados, do aporte teórico construído e dos dados secundários obtidos. A comunidade é constituída por uma população caracterizada como pobre, numa área que, por suas precárias condições, podemos denominar de periférica, no entanto, completamente inserida no contexto intraurbano do bairro da Madalena, zona oeste da cidade do Recife. A despeito dessa inserção geográfica numa área nobre da cidade, a comunidade encontrava-se, antes das intervenções de saneamento pela PCR, privada dos benefícios dos serviços de saneamento, considerados por muitos como um privilégio de poucos nas metrópoles urbanizadas. A comunidade constituía-se, antes das ações de saneamento integrado, numa verdadeira ilha de despossuídos, caracterizada por pobreza, exclusão e desigualdade. A relação entre políticas de saneamento e desenvolvimento comunitário torna-se, a nosso ver, bastante óbvia. O padrão de desenvolvimento de uma comunidade está diretamente vinculado aos níveis de atendimento com abastecimento de água e esgotamento sanitário e, em consequência, melhores condições de saúde da população. Fica evidenciada a importância da participação, do comprometimento e do esforço conjunto para o desenvolvimento da comunidade. Temos a consciência de que isso não é tarefa fácil e, às vezes, é quase utópica. A habilidade e a predisposição de seus membros para desenvolverem as ações conjuntamente, com o necessário respeito, confiança e compromisso, ajudarão a fortalecer o espírito de coletividade. Sem sombra de dúvidas, as abrangências das questões vinculadas ao saneamento e às consequências decorrentes de sua ausência tornam-se inquestionáveis para todos os cidadãos e, principalmente, para gestores públicos que tenham por objetivo a promoção da saúde humana e a proteção do meio ambiente. Essa pesquisa reitera a convicção de que o povo precisa do poder público para o seu desenvolvimento social, mas também pode e deve contribuir efetivamente com reivindicações e soluções para o desenvolvimento da própria comunidade. O poder inerente às comunidades deve ser estimulado e fortalecido pelo poder constituído, para a promoção da democracia participativa. Esse estudo, que traz contribuições para as áreas de sociedade e meio ambiente, poderá se constituir em ferramenta capaz de auxiliar na proposição, implementação e gestão de ações para a efetiva melhoria da qualidade de vida da população e estimular a ação coletiva e articulada entre os diferentes atores sociais, buscando estreitar a relação entre o poder público e a sociedade civil nos processos que tenham como meta alcançar o desenvolvimento comunitário.<br
Peculiaridades do desenvolvimento no Mato Grosso do Sul: formação sócio-espacial e pecuarização
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Geografia, Florianópolis, 2012A presente tese analisou a formação sócio-espacial Sul-mato-grossense, desde as Três Entradas (Pantanal, Planalto e Sul) até a especialização das variadas etapas de produção de gado de corte com peculiaridades da espaciologia regional. Os influxos da divisão do trabalho, os pactos de poder e os reflexos às múltiplas determinações constituíram, em conjunto, elementos de uma combinação original que têm como coroamento a Consolidação e Demarcação da pecuária pantaneira, uma vez que a tratada arrumação espacial delegou espaços sensíveis às demandas do produtivismo via expansão das áreas de cultura de soja, milho, cana-de-açúcar, eucalipto, etc - o Plantalto-Leste, áreas de amortecimento que mantêm paralelamente atividades tradicionais de pecuária e inovações quanto à chegada de outras culturas e práticas modernas, como o turismo rural - Serra da Bodoquena e Planalto de Maracaju, por fim a área de pecuarização, tradicional e com práticas rústicas adaptadas às inovações (cujo papel do Estado, via atuação da Embrapa/GC é um fator primordial) das demandas da competitividade - o Pantanal Sul-mato-grossense. A modernização pelo espaço estadual, idealizada desde o pacto de poder entre os latifundiários e a burguesia industrial nascente desde a década de 30 (Marcha para o Oeste), elegeu o Pantanal como lócus da atividade pecuária sui generis. A partir das argumentações teóricas e análise de dados, o trabalho evidenciou que a Formação sócio-espacial conduziu dois vieses de Desenvolvimento econômico que impuseram, a cada tempo, especificidades à espaciologia regional, com áreas mais e menos sensíveis aos influxos da divisão do trabalho em diferentes escalas. Analisou-se o comportamento da Indústria Pecuária no Mato Grosso do Sul diante das novas demandas produtivas impostas após a grande crise mundial da década de 70. Da sua gênese ao desenvolvimento, crises e retomadas de crescimento do setor ao longo dos seus mais de 200 anos de história configurando uma peculiar acomodação espacial, a partir do desenvolvimento das forças produtivas, das relações de produção e das formas de propriedade. A tese central é de que, dada a acomodação e conseqüente arrumação espacial, ocorre a gradativa especialização fundada na divisão do trabalho, orquestrando-se pelas relações de poder sobre o território recém-instituido. Nesse contexto, funda-se a regionalização da produção pastoril, ocorre uma emancipação com relação aos mercados de Minas e São Paulo (Mamigonian, 1986) e funde-se a Consolidação e Demarcação da pecuária pantaneira. Baseado na teoria dos pactos de poder de Inácio Rangel, argumentou-se que os reflexos das formações duais brasileiras conduziram essa arrumação de modo a considerar, em cada tempo, o papel da produção regional tanto no contexto da divisão nacional quanto da divisão internacional do trabalho, dada a importância do produto carne no contexto do desenvolvimento econômico em diferentes escalas.Abstract : This thesis analysed the socio-spatial formation South-mato-grossense, since the three entries (Pantanal, plateau and South) to the specialization of the various stages of production of cutting cattle with peculiarities of regional espaciologia. The cash inflows of Division of labor, the Pact of power and reflexes on multiple determinations were, together, elements of a unique combination that are crowning the Shield stockfarming of Pantanal, once the treated space delegated sensitive spaces arrangement demands productivity via expansion of areas of cultivation of soybeans, corn, sugar cane, eucalyptus, etc - the Plantalto-Eastdamping holding areas alongside traditional livestock farming activities and innovations regarding the arrival of other cultures and modern practices, such as rural tourism - Bodoquena plateau and Plateau de Maracaju finally the production area Shielded traditional livestock, with rustic practices adapted to innovations (whose role in the State, Embrapa's operations via/GC is a primary factor) of the demands of competitiveness - the Pantanal Sul-matogrossense. The modernization by state space, idealized since the power Pact between the landowners and the nascent industrial bourgeoisie since the Decade of 30 (March to the West), elected the Pantanal as a locus of Cattle activity sui generis. From the theoretical arguments and data analysis, the work showed that socio-spatial formation led two biases of economic development that have implemented, every time, specificities to espaciologia regional areas more and less sensitive to influxes of Division of labor in different scales. It was examined whether the behavior of livestock industry in Mato Grosso do Sul in the face of new productive demands imposed after the great crisis of the 70 's. From its genesis, development and crises industry growth resumes over its more than 200 years of history by setting a peculiar space accommodation, from the development of the productive forces and production relations, of forms of ownership. The central assumption is that, given the stowage space, accommodation and consequent gradual specialization occurs based on Division of labour and orchestrated by power relations on the territory up created. In this context, is founded the regionalization of pastoral production, emancipation with mine and markets Sao Paulo (Mamigonian, 1986) and merges the Shielding of the Pantanal's Cattle. Based on the theory of the power of Ignatius Rangel pacts, it was argued that the reflection of the dual formations led this way-away Brazilian to consider, at each time, the role of regional production both in the context of National Division and international division of labour, given the importance of meat product in the context of economic development of different scales
