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As concepções de “Nova Universidade” e “Multiversidade” de José Mariano da Rocha Filho: modernização conservadora
O texto analisa as ideias mestras do pensamento de José Mariano da Rocha Filho, o pioneiro da interiorização do Ensino Superior no Brasil na UFSM. Perscruta o seu deslumbramento pelo modelo norte-americano de Universidade e seu projeto de transplantá-lo para o centro do Rio Grande do Sul, encontrando apoio do Governo Militar na sua proposta desenvolvimentista e dependente. Mostra que a “Nova Universidade” e a “Multiversidade” concebidas pelo Reitor representaram, por um lado, um avanço modernizador na estruturação, gestão e expansão do Ensino Superior e, ao mesmo tempo, um processo ideologicamente conservador e até reacionário, porquanto assentado em um ideário antidemocrático, centralizador e com um viés isolacionista. O que explica sua pouca duração. A pesquisa se instrumentalizou em análise crítica da produção bibliográfica de Mariano da Rocha e outros comentaristas e biógrafos
A representação humorística do Presidente Café Filho nas capas da Revista Careta (1955-1956).
Este trabalho pretende traçar momentos do governo do presidente Café Filho por meio da sua presença nas capas da Revista Ilustrada Careta durante o período em que governou. Entremearemos a discussão entre as capas do semanário e alguns momentos do seu governo que nelas foram representadas como o início e final da sua gestão, a crise econômica e algumas questões sobre a participação de Café Filho nas eleições de 1955.
A representação humorística do Presidente Café Filho nas capas da Revista Careta (1955-1956).
Este trabalho pretende traçar momentos do governo do presidente Café Filho por meio da sua presença nas capas da Revista Ilustrada Careta durante o período em que governou. Entremearemos a discussão entre as capas do semanário e alguns momentos do seu governo que nelas foram representadas como o início e final da sua gestão, a crise econômica e algumas questões sobre a participação de Café Filho nas eleições de 1955.
Perdão Às Negras
Poesia de Camila Formigoni, apresentada durante o Projeto Re Arte 2020, sendo interpretada por Breno Floriz, com Artes Cênicas e Henrique Vieira Filho, com Artes Plásticas.
Publicada na Revista Artivismo, Volume II, Nº
Resolução Administrativa n. 1975, de 2 de abril de 2018
Referenda o Ato n. 137/SEGJUD.GP, de 22 de março de 2018, que autoriza as remoções dos Exmos. Srs. Ministros IVES GANDRA DA SILVA MARTINS FILHO e BRENO MEDEIROS
MOSTRA DE CINEMA BRASILEIRO
A 2ª mostra de cinema brasileiro vai decorrer de 19 a 21 de Outubro no cinema S. Jorge.Serão apresentados filmes de Jorge Furtado, Daniel Filho, Jorge Dúran, Karim Aïnouz, Breno Silveira e Cao Hamburguer. No dia 20, pelas 21:00, uma mesa redonda acolhe Daniel Filho e Glória Pires
A música de autor e o cinema de Kleber Mendonça Filho
Starting from the concept of “auteur music” proposed by Claudia Gorbman, this article aims to investigate how this phenomenon can be identified in Kleber Mendonça Filho’s cinema. The aim is to understand if, through the musical soundtrack of the director’s work, it is possible to establish authorial marks and, therefore, points of approximation and dialogue between his films. To this end, it is proposed to analyze all his feature films until now (Neighbouring sounds, Aquarius and Bacurau), giving special attention to the use of popular music in the film narratives.Partindo do conceito de “música de autor” proposto por Claudia Gorbman, o presente artigo almeja investigar de que maneira o fenômeno pode ser identificado no cinema de Kleber Mendonça Filho. O intuito é perceber se, por meio da trilha sonora musical da obra do diretor, é possível estabelecer marcas autorais e, portanto, traçar pontos de aproximação e diálogo entre seus filmes. Para tanto, propõe-se a análise da trilha musical de seus três longas-metragens (O som ao redor, Aquarius e Bacurau), dando especial atenção ao uso da canção popular nas narrativas
A janela, a casa e a cidade: : uma leitura dos espaços em “João Urso”, de Breno Accioly
Breno Accioly (Santana do Ipanema/Alagoas, 1921 – Rio de Janeiro/, 1966) entered the Brazilian literary scene in late 1944 with the short-story collection João Urso. This article analyzes some spatial elements observed by the narrator, such as: the window, the house and the city. The aim is to understand how space and character are interlinked. In addition, this text is divided into three parts, the first being a biobibliographical context, since both the author and his work are little known; then, some of the frequent critical approaches used in literary criticism about space are discussed; and finally, the analysis of the story, which will follow the narrator's view of the spaces examined. This approach is supported by the studies of Brandão (2013), Lins (1976), Blanchot (2011).Breno Accioly (Santana do Ipanema/AL,1921 — Rio de Janeiro/RJ, 1966) estreou no cenário literário brasileiro no final de 1944 com a coletânea de contos João Urso. Este artigo analisa alguns elementos espaciais observados pelo narrador, tais como: a janela, a casa e a cidade. Busca-se compreender como espaço e personagem estão interligados. Além disso, este texto divide-se em três partes, sendo a primeira uma contextualização biobibliográfica, uma vez que tanto autor quanto sua obra são pouco conhecidos; em seguida, discute-se algumas das abordagens críticas frequentemente utilizadas sobre o espaço na crítica literária; e, por fim, a análise do conto, que seguirá pari passu a visão do narrador sobre os espaços examinados. Esta leitura ampara-se nos estudos de Brandão (2013), Lins (1976), Blanchot (2011)
O sepultamento do sol nos abismos do morro: os espaços da morte e da violência no livro de contos Cogumelos, de Breno Accioly
This research has as object of study the book of short stories Cogumelos, of Breno Accioly and makes a cut of the tales from the spaces of death and violence, as in Dois enterros in which the methodological way of the research was based and developed to support the hypothesis generated by the problem. Breno Accioly is a short-story writer who wrote between the 40s and 50s of the 20th century, whose aesthetic trajectory shows itself in the exploration of a disfigured, degraded language, marked decisively in the characters and in space. The objective of this research is to traverse the paths of acciolyana language based on the cutbacks of violence and how these violent cultural strata form the aesthetic structure of the narrative of this alagoano from Santana do Ipanema. The research is based in a theoretical-qualitative method, based on crossings of the theoretical texts on Literature and on the Author. We used the method of bibliographical research, whose collection of literary titles helped to form inquiries about Accioly writing, such as: why the spaces in this author's fictional text always take the connotation of decomposition? As a theoretical basis, we used texts from Agamben (2009), Anjos (2007), Araújo (2011a, 2011b), Blanchot (1987), Bosi (1989, 1998), Dimas 1989). Keywords: Short-story. Narrative. Space. Violence. Breno Accioly.Esta pesquisa tem como objeto de estudo o livro de contos Cogumelos, de Breno Accioly e faz um recorte dos contos a partir dos espaços da morte e da violência, como em Dois enterros no qual o caminho metodológico da pesquisa se baseou e se desenvolveu para sustentar a hipótese gerada pelo problema. Breno Accioly é um contista que escreveu entre os anos 40 e 50 do século XX, cujo traçado estético se mostra na exploração de uma linguagem desfigurada, degradada, marcada decisivamente nas personagens e no espaço. O objetivo da pesquisa é, então, percorrer os caminhos da linguagem acciolyana a partir dos recortes da violência e como esses estratos culturais violentos formam a estrutura estética da narrativa desse alagoano de Santana do Ipanema. A pesquisa é de cunha teórico-qualitativo, baseada em cruzamentos de textos teóricos sobre a literatura e sobre o Autor. Utilizou-se o método da pesquisa bibliográfica, cuja copilação de títulos literários ajudou a formar indagações sobre a escrita de Accioly, como, por exemplo, por que os espaços no texto ficcional desse Autor tomam sempre a conotação de decomposição? Como base teórica, utilizou-se textos de Agamben (2009), Anjos (2007), Araújo (2011a, 2011b), Blanchot (1987), Bosi (1989, 1998), Dimas (1994), Lins (1976), Lucas (1989)
Review of Learning words from reading: A cognitive model of word-meaning inference; Author: Megumi Hamada; Publisher: Bloomsbury Academic, 2021; ISBN: 978-1-3501-5368-4; Pages: 168
Book Review: Learning words from reading: A cognitive model of word-meaning inference. Author: Megumi Hamada. Publisher: Bloomsbury Academic, 2021. ISBN: 978-1-3501-5368-4. Pages: 16
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