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    Sempre este homem fatal: Otto Lara Resende, personagem de Nelson Rodrigues/ Always Writing About this Fatal Man: Otto Lara Resende, a Nelson Rodrigues’s Character

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    Resumo: Nelson Rodrigues é conhecido por ser um escritor obsessivo, reiterando muitas vezes certos temas, certos procedimentos, certos personagens. Uma de suas maiores obsessões foi seu amigo Otto Lara Resende, inúmeras vezes retratado em seus trabalhos. Este artigo analisa como o escritor mineiro é apresentado nas obras de Nelson, que estratégias são utilizadas para isso e a que serve tratar constantemente da personalidade de Otto em textos nos quais ele surge meio abruptamente em meio a outros personagens, interagindo com eles com a máxima naturalidade, ou em que é citado como protagonista de histórias exemplares ou emissor de frases marcadas por extraordinário brilhantismo verbal.Palavras-chave: Nelson Rodrigues; Otto Lara Resende; obsessão; ficção e realidade.Abstract: Nelson Rodrigues is well-known for being an obsessive writer, often reiterating subjects, procedures, and characters. One of his strongest and most recurring obsessions was his friend Otto Lara Resende, a writer and journalist who was portrayed many times in his works. This article analyzes how Rodrigues shows Resende in his writings, the strategies used in order to do that and what purpose he has in mind when he constantly explores aspects of Resende’s personality in the midst of other characters, naturallyinteracting with them, or when Rodrigues tells stories in which Resende is the protagonist or he is the author of phrases that are expression of an extraordinary verbal talent.Keywords: Nelson Rodrigues; Otto Lara Resende; obsession; fiction and reality.Resumo: Nelson Rodrigues é conhecido por ser um escritor obsessivo, reiterando muitas vezes certos temas, certos procedimentos, certos personagens. Uma de suas maiores obsessões foi seu amigo Otto Lara Resende, inúmeras vezes retratado em seus trabalhos. Este artigo analisa como o escritor mineiro é apresentado nas obras de Nelson, que estratégias são utilizadas para isso e a que serve tratar constantemente da personalidade de Otto em textos nos quais ele surge meio abruptamente em meio a outros personagens, interagindo com eles com a máxima naturalidade, ou em que é citado como protagonista de histórias exemplares ou emissor de frases marcadas por extraordinário brilhantismo verbal.Palavras-chave: Nelson Rodrigues; Otto Lara Resende; obsessão; ficção e realidade.Abstract: Nelson Rodrigues is well-known for being an obsessive writer, often reiterating subjects, procedures, and characters. One of his strongest and most recurring obsessions was his friend Otto Lara Resende, a writer and journalist who was portrayed many times in his works. This article analyzes how Rodrigues shows Resende in his writings, the strategies used in order to do that and what purpose he has in mind when he constantly explores aspects of Resende’s personality in the midst of other characters, naturallyinteracting with them, or when Rodrigues tells stories in which Resende is the protagonist or he is the author of phrases that are expression of an extraordinary verbal talent.Keywords: Nelson Rodrigues; Otto Lara Resende; obsession; fiction and reality

    An unpublished poem attributed to André de Resende

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    In the Royal Library of the Monastery of San Lorenzo del Escorial, in Madrid, is kept a sixteenth‐century manuscript which includes a neo‐Latin poem entitled Ode in Gallos containing an explicit attribution to André de Resende. From some texts by André de Resende, we can draw the conclusion that the humanist author from Évora was in Spain in 1526. The historical circumstances described in the poem point to a similar date. These facts, combined with the probity of the compiler of the manuscript, who has personally been responsible for the copy, seem to make the attribution of the poem to André de Resende plausible.Na Real Biblioteca do Mosteiro de São Lourenço do Escorial, em Madrid, encontra‐ se um manuscrito do séc. XVI, em que figura um poema novilatino ali atribuído a André de Resende, com o título Ode in Gallos. De alguns textos de André de Resende, podemos concluir que o humanista eborense em 1526 esteve em Espanha. As circunstâncias históricas descritas no poema apontam para idêntica data. Estes factos e a seriedade do compilador do manuscrito, que o copiou pessoalmente, parecem tornar plausível a atribuição do poema a André de Resende.En la Real Biblioteca del Monasterio de San Lorenzo del Escorial, en Madrid, se encuentra un manuscrito del s. XVI donde figura un poema novilatino que el texto atribuye a André de Resende, con el título de Ode in Gallos. De algunos textos de André de Resende se desprende que el humanista eborense estuvo en España en 1526. Las circunstancias históricas descritas en el poema sugieren idéntica fecha. Estos hechos y el rigor del compilador del manuscrito, que lo copió personalmente, hacen verosímil la atribución del poema a André de Resende.Il existe, à la Bibliothèque Royale du Monastère de San Lourenzo del Escorial, à Madrid, un manuscrit du XVIe siècle qui contient un poème néo‐latin attribué à André de Resende, ayant pour titre Ode in Gallos. Nous pouvons conclure, d’après certains textes d’André de Resende, que l’humaniste d’Évora se trouvait en Espagne en 1526. Les circonstances historiques décrites dans le poème signalent cette date. Ces faits et le sérieux du compilateur du manuscrit, qui l’a copié personnellement, semblent rendre plausible l’attribution du poème à André de Resende

    Um poema inédito atribuído a André de Resende

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    In the Royal Library of the Monastery of San Lorenzo del Escorial, in Madrid, is kept a sixteenthcentury manuscript which includes a neo‐Latin poem entitled Ode in Gallos containing an explicit attribution to André de Resende. From some texts by André de Resende, we can draw the conclusion that the humanist author from Évora was in Spain in 1526. The historical circumstances described in the poem point to a similar date. These facts, combined with the probity of the compiler of the manuscript, who has personally been responsible for the copy, seem to make the attribution of the poem to André de Resende plausible.En la Real Biblioteca del Monasterio de San Lorenzo del Escorial, en Madrid, se encuentra un manuscrito del s. XVI donde figura un poema novilatino que el texto atribuye a André de Resende, con el título de Ode in Gallos. De algunos textos de André de Resende se desprende que el humanista eborense estuvo en España en 1526.Las circunstancias históricas descritas en el poema sugieren idéntica fecha. Estos hechos y el rigor del compilador del manuscrito, que lo copió personalmente, hacen verosímil la atribución del poema a André de Resende.Il existe, à la Bibliothèque Royale du Monastère de San Lourenzo del Escorial, à Madrid, un manuscrit du XVIe siècle qui contient un poème néo‐latin attribué à André de Resende, ayant pour titre Ode in Gallos. Nous pouvons conclure, d’après certains textes d’André de Resende, que l’humaniste d’Évora se trouvait en Espagne en 1526. Les circonstances historiques décrites dans le poème signalent cette date. Ces faits et le sérieux du compilateur du manuscrit, qui l’a copié personnellement, semblent rendre plausible l’attribution du poème à André de Resende.Na Real Biblioteca do Mosteiro de São Lourenço do Escorial, em Madrid, encontra‐se um manuscrito do séc. XVI, em que figura um poema novilatino ali atribuído a André de Resende, com o título Ode in Gallos. De alguns textos de André de Resende, podemos concluir que o humanista eborense em 1526 esteve em Espanha. As circunstâncias históricas descritas no poema apontam para idêntica data. Estes factos e a seriedade do compilador do manuscrito, que o copiou pessoalmente, parecem tornar plausível a atribuição do poema a André de Resende

    O ofício à Rainha Santa Isabel, de André de Resende

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    Com o desenvolvimento do culto oficial da Rainha Santa Isabel (então, apenas beata), no século XVI, em Coimbra, o humanista André de Resende compôs e fez imprimir um ofício divino, para substituição de um outro, menos elaborado, utilizado pelas freiras do Mosteiro de Santa Claraa-Velha. Esse ofício consta dos autos do processo instaurado conducente à canonização da Rainha, no início do século XVII. Para a sua composição, no que diz respeito à componente das Lectiones, André de Resende inspirou-se e seguiu, com rigor e espírito de síntese, o relato biográfico da rainha que existia manuscrito na biblioteca do dito Mosteiro, de autor anónimo, mas pessoa próxima de D. Isabel. Essa biografia foi consultada por todos aqueles que se dedicaram a escrever sobre esta rainha.When the official worship of Queen Saint Elisabeth (a beatified woman, at that time) expanded, during the sixteenth century, in Coimbra, the humanist André de Resende composed and published a divine office, to replace a previously one used by the nuns of the Monastery of Santa Clara-a-Velha. That divine office appears on the proceedings conducing to the Queen's canonization, constituted at the beginning of the seventeenth century. To its composition, concerning the Lectiones, André de Resende took his inspiration and followed, rigorously and synthetically, the Queen's biographical narrative, existent as a manuscript at the Monastery's library, written by an anonymous author, but close to the Queen. That biography was used by all of those who wrote about this Saint Queen.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Avaliação da influência de deformações rúpteis nos argilominerais em afloramento da Formação Resende (Bacia de Volta Redonda)

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    A Formação Resende é uma unidade estratigráfica de idade paleogênica que constitui o principal preenchimento sedimentar das bacias de Resende e Volta Redonda no segmento central do RCSB. É caracterizada por uma sucessão sedimentar de arenitos feldspáticos pouco consolidados intercalados com lamitos esverdeados que encontra-se moderadamente a intensamente deformada. O presente trabalho visa realizar uma análise da mineralogia das argilas em um afloramento pouco consolidado da Formação Resende (Bacia de Volta Redonda), com o intuito de identificar e caracterizar uma possível influência da deformação rúptil na formação e distribuição desses minerais. Para tal foi realizada uma revisão bibliográfica acerca da mineralogia e dos aspectos paleoambientais e paleodeposicionais da Formação Resende e o estudo da difração de raios X de 20 amostras coletadas no afloramento estudado. As camadas estudadas classificadas anteriormente como areníticas são predominantemente arenosas, mas apresentam quantidade significativa de argila com média de aproximadamente 20%. As camadas classificadas anteriormente como lamíticas apresentam quantidades consideráveis de argila, chegando a ter mais de 50%. Tanto nas amostras lamíticas quando areníticas a presença de esmectita e caulinita foi identificada em todas as amostras, enquanto a ilita foi identificada em teores muito baixos ou estava ausente. Os argilominerais tem origem detrítica e intempérica no afloramento estudado. A variação das proporções de esmectita e caulinita apontam para uma influência de F1 (falha principal a sul do afloramento estudado) no tipo de argilomineral intempérico formado, porém essa influência só pode ser observada dentro de uma mesma camada arenítica. A variação das proporções de ilita não mostraram relação com o plano de falha

    AMARANTE: cultivar de alho seminobre livre de vírus.

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    Equipe técnica CNPH: Francisco Vilela Resende, Lenita Lima Haber, Fernanda Rausch Fernandes, Werito Fernandes de Melo, Alexandre Furtado Silveira Mello

    Repertório Métrico do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende (Poemas de Formas Mistas)

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    The purpose of this informative article is to present the REPERTÓRIO MÉTRICO of Garcia de Resende’s Cancioneiro Geral. Resende’s compendium is made up of 880 poems, and their forms can be defined by ‘cantigas’ (songs), ‘baladas’ (ballads), ‘trovas’, ‘vilancetes’ and ‘poemas de formas mistas’ (poems of mixed forms). The project includes the presentation of the origins and evolution of each of these forms, followed by the presentation of all poems of the same formal classification. For each poem, the data of the poem and volume number and its authorship. Next, the elements of versification: stanzas, verses, complete composition of the stanza/verses, meter, genre (when possible), language, ‘pés quebrados’ (broken feet) (when available). To close the repertoire, the rhymes and the rhyme scheme. This project is inspired in Giuseppe Tavani’s Repertorio Metrico, in which the author presents the rhymes and rhyme schemes of Galician-Portuguese troubadour ‘cantigas’. This project, however, will take into account more aspects that were not contemplated by the Italian scholar. For this article, I will use the POEMAS DE FORMAS MISTAS as an example, demonstrating their origins, evolution and persistence in the 15th/16th centuries.   Bibliographical References Manuscript Sources A LÍRICA trovadoresca. Ed. Segismundo Spina. São Paulo: Edusp, 1996. (Coleção Texto e Arte, 1). CANCIONEIRO da Ajuda. Edição de Carolina Michaëlis de Vasconcelos. [s.l.]: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1990. Volumes I e II. CANCIONEIRO da Biblioteca Nacional. Antigo Colocci-Brancuti. Leitura, comentário e glossário por Elza Paxeco Machado e José Pedro Machado. Lisboa: Edição da “Revista de Portugal”, 1949. 8 volumes. CANCIONEIRO Geral de Garcia de Resende. Fixação do texto e estudo por Aida Fernanda Dias. Maia: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1998a. Volumes I a IV. CANCIONERO General de Hernando del Castillo. Ed. Joaquín González Cuenca. Madri: Ed. Castalia, 2004, Tomos I-V. SANTILLANA, Marquês de. (Íñigo López de Mendonza). “Comiença el prohemio e carta quel Marqués de Santillana envio al Condestable de Portugal con las obras suyas.” In Obras. Ed. Augusto Cortina. Madrid: Espasa-Calpe, 1956, pp. 29-41. TEXTOS Portugueses Medievais. (Org.) Luis Saavedra Machado & António de Corrêa Oliveira. Coimbra. Atlântida Ed., 1959. Printed Sources BELTRAN PEPIÓ, Vicenç – “The typology and genesis of the Cancioneros: compiling the materials.” In Poetry at court in Trastamaran Spain: from the Cancionero de Baena to the Cancionero general. Temple, Arizona: Medieval & Renaissance Texts & Studies, 1998, v. 181, pp. 19-46. CANDIDO, Antonio – O estudo analítico do poema. 3. ed. São Paulo: Humanitas, 1999, reimpressão. CASAS RIGAL, Juan – Agudeza y retórica en la poesia amorosa de cancionero. Santiago de Compostela: Universidade, Servicio de Publicacións e Intercambio Científico, 1995. CASTILHO, António Feliciano – Tratado de metrificação portuguesa. Lisboa: Sociedade, 1908. CHOCIAY, Rogério – Teoria do verso. São Paulo: McGraw-Hill, 1974. COHEN, Jean – Estrutura da linguagem poética. 2. ed. Trad. José V. Aragão. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1976. CURTIUS, Ernst Robert – Literatura Europeia e Idade Média Latina. São Paulo: Ed. Hucitec, 1996. DIAS, Aida Fernanda – Cancioneiro Geral de Garcia de Resende – A Temática. Maia: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1998. Volume V. DIAS, Aida Fernanda – Cancioneiro Geral de Garcia de Resende – Dicionário (Comum,  Onomástico e Toponímico). Maia: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2003. Volume VI.  ESTRADA, Francisco López (Ed.) – Las poéticas castellanas de la Edad Media. Madri: Taurus, 1984. FARAL, Edmond – Les arts poétiques du XIIe et du XIIIe siècle. Recherches et documents sur la technique littéraire du Moyen Âge. Paris - Genève: Skalatine/Champion, 1982. FERNANDES, Geraldo Augusto – Fernão da Silveira, poeta e coudel-mor: paradigma da inovação no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende. São Paulo. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, Universidade de São Paulo, 2006. FERNANDES, Geraldo Augusto – “L’amour de la forme no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende”. In Anais. VII Encontro Internacional de Estudos Medievais. Fortaleza - Rio de Janeiro: UFC/ABREM, 2009, pp. 319-325. FERNANDES, Geraldo Augusto – O amor pela forma no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende. São Paulo: Tese de Doutorado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, Universidade de São Paulo, 2012. GRIFFIN, Dustin – "The rhetoric of satire: inquiry and provocation". In Satire: a Critical Introduction. Kentucky: The University Press of Kentucky, [s.d.], pp. 35-70. IMPERIAL, Francisco, Micer – ‘El dezir a las syete virtudes’ y otros poemas. Ed., intr. y notas de Colbert I. Nepaulsingh. Madrid: Espasa-Calpe, 1977. JAUSS, Hans Robert – Littérature médiévale et théorie des genres. Poétique. Paris: Seuil, 1970. KAYSER, Wolfgang – Naálise e interpretação da obra literária. (Introdução à Ciência da Literatura). 6 ed. Revisão Paulo Quintela. Coimbra: Arménio Amado, Ed., 1976. Colecção Studium. LAPA, M. Rodrigues – Cantigas de escarnho e de maldizer dos cancioneiros medievais galego-portugueses. Coimbra: Galáxia, 1965. (Colección Filolóxica). LÁZARO CARRETER, Fernando – Estudios de la poética. (La obra en si). Madrid: Taurus, 1979. LE GENTIL, Pierre – La poésie lyrique espagnole et portugaise à la fin du Moyen âge: les thèmes, les genres et les formes. 2 vol. Rennes: Plihon, 1949-1952. MOISÉS, Massaud – Literatura: mundo e forma. São Paulo: Cultrix, 1982. MOISÉS, Massaud -  A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 2004. MONGELLI, Lênia Márcia (Org.) – Fremosos cantares. Antologia da lírica medieval galego-portuguesa. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009. MONGELLI, Lênia Márcia; VIEIRA, Yara Frateschi – A estética medieval. Cotia: Ed. Íbis, 2003. OLIVIER, Élide Valarini - "Introdução". In Rabelais e Joice. Três Leituras Menipeias. São Paulo: Ateliê, [s.d.], pp. 19-28. OSÓRIO, Jorge A – “Do Cancioneiro “ordenado e emendado” por Garcia de Resende.” Revista da Faculdade de Letras, Línguas e Literaturas. Porto, 2ª série, 22 (2005), pp. 291-355. RECKERT, Stephen – From the Resende songbook. London: Queen Mary and Westfield College, 1998. RIGALL, Juan Casas – Agudeza y retórica en la poesía amorosa de cancionero. Santiago de Compostela: Univesidade, Servicio de Publicacións e Intercambio Científico, 1995. RIQUER, Martín de – Los trovadores. Historia literaria y textos. Barcelona: Ed. Ariel, S. A., 2001, Tomos I e II. Colección Letras y Ideas. ROCHA, Andrée Crabbé – Aspectos do Cancioneiro Geral. Coimbra: Coimbra Ed., [s.d]. (Colecção Universitas). RUGGIERI, Jole – Il canzoniere di Resende. Genève: Leo S. Olschki, S.A., 1931. SÁ REGO, Enylton José de - O calundu e a panaceia: Machado de Assis, a sátira menipeia e a tradição luciânica. Rio de Janero: Forense Universitária, 1989. SAID ALI, M. – Versificação Portuguesa. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1948. SPINA, Segismundo – Manual de versificação românica medieval. Rio de Janeiro: Edições Gernasa, 1971. (Coleção Estudos Universitários, 3). STAIGER, Emil – Conceitos fundamentais de poética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975. TAVANI, Giuseppe – Repertorio metrico della lirica galego-portoghese. Roma: Edizioni dell’Ateneo, 1967. TAVANI, Giuseppe - Arte de Trovar do Cancioneiro da Biblioteca Nacional de Lisboa. Lisboa: Edições Colibri: 1999. VIEIRA, Yara Frateschi –  Poesia medieval. São Paulo: Global, 1987. ZUMTHOR, Paul – Essai de poétique médiévale. Paris: Seuil, 1972. (Collection Poétique).A proposta deste artigo informativo é apresentar o projeto REPERTÓRIO MÉTRICO do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende. O compêndio de Resende é composto de 880 poemas, e suas formas podem ser definidas pelas cantigas, baladas, esparsas, trovas, vilancetes e poemas de formas mistas. Encampa o projeto a apresentação das origens e evolução de cada uma dessas formas. Em seguida, a apresentação de todos os poemas da mesma classificação formal; para cada poema, seguem-se os dados de número do poema e do volume e sua autoria. Na sequência, os elementos da versificação: estrofes, versos, composição completa da estrofe/versos, métrica, gênero (quando possível), idioma, pés quebrados (quando existir). Fecham o repertório, as rimas e o esquema rimático. Este projeto tem por inspiração o Repertorio Métrico de Giuseppe Tavani em que o autor apresenta as rimas e esquemas rimáticos das cantigas trovadorescas galego-portuguesas. Este projeto, no entanto, levará em conta mais aspectos que não foram contemplados pelo estudioso italiano. Para este artigo, usarei como exemplo os POEMAS DE FORMAS MISTAS, demonstrando suas origens, evolução e persistência nos séculos XV/XVI.    Referências Bibliográficas Fontes Manuscritas A LÍRICA trovadoresca. Ed. Segismundo Spina. São Paulo: Edusp, 1996. (Coleção Texto e Arte, 1). CANCIONEIRO da Ajuda. Edição de Carolina Michaëlis de Vasconcelos. [s.l.]: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1990. Volumes I e II. CANCIONEIRO da Biblioteca Nacional. Antigo Colocci-Brancuti. Leitura, comentário e glossário por Elza Paxeco Machado e José Pedro Machado. Lisboa: Edição da “Revista de Portugal”, 1949. 8 volumes. CANCIONEIRO Geral de Garcia de Resende. Fixação do texto e estudo por Aida Fernanda Dias. Maia: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1998a. Volumes I a IV. CANCIONERO General de Hernando del Castillo. Ed. Joaquín González Cuenca. Madri: Ed. Castalia, 2004, Tomos I-V. SANTILLANA, Marquês de. (Íñigo López de Mendonza). “Comiença el prohemio e carta quel Marqués de Santillana envio al Condestable de Portugal con las obras suyas.” In Obras. Ed. Augusto Cortina. Madrid: Espasa-Calpe, 1956, pp. 29-41. TEXTOS Portugueses Medievais. (Org.) Luis Saavedra Machado & António de Corrêa Oliveira. Coimbra. Atlântida Ed., 1959. Fontes Impressas BELTRAN PEPIÓ, Vicenç – “The typology and genesis of the Cancioneros: compiling the materials.” In Poetry at court in Trastamaran Spain: from the Cancionero de Baena to the Cancionero general. Temple, Arizona: Medieval & Renaissance Texts & Studies, 1998, v. 181, pp. 19-46. CANDIDO, Antonio – O estudo analítico do poema. 3. ed. São Paulo: Humanitas, 1999, reimpressão. CASAS RIGAL, Juan – Agudeza y retórica en la poesia amorosa de cancionero. Santiago de Compostela: Universidade, Servicio de Publicacións e Intercambio Científico, 1995. CASTILHO, António Feliciano – Tratado de metrificação portuguesa. Lisboa: Sociedade, 1908. CHOCIAY, Rogério – Teoria do verso. São Paulo: McGraw-Hill, 1974. COHEN, Jean – Estrutura da linguagem poética. 2. ed. Trad. José V. Aragão. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1976. CURTIUS, Ernst Robert – Literatura Europeia e Idade Média Latina. São Paulo: Ed. Hucitec, 1996. DIAS, Aida Fernanda – Cancioneiro Geral de Garcia de Resende – A Temática. Maia: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1998. Volume V. DIAS, Aida Fernanda – Cancioneiro Geral de Garcia de Resende – Dicionário (Comum,  Onomástico e Toponímico). Maia: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2003. Volume VI.  ESTRADA, Francisco López (Ed.) – Las poéticas castellanas de la Edad Media. Madri: Taurus, 1984. FARAL, Edmond – Les arts poétiques du XIIe et du XIIIe siècle. Recherches et documents sur la technique littéraire du Moyen Âge. Paris - Genève: Skalatine/Champion, 1982. FERNANDES, Geraldo Augusto – Fernão da Silveira, poeta e coudel-mor: paradigma da inovação no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende. São Paulo. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, Universidade de São Paulo, 2006. FERNANDES, Geraldo Augusto – “L’amour de la forme no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende”. In Anais. VII Encontro Internacional de Estudos Medievais. Fortaleza - Rio de Janeiro: UFC/ABREM, 2009, pp. 319-325. FERNANDES, Geraldo Augusto – O amor pela forma no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende. São Paulo: Tese de Doutorado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, Universidade de São Paulo, 2012. GRIFFIN, Dustin – "The rhetoric of satire: inquiry and provocation". In Satire: a Critical Introduction. Kentucky: The University Press of Kentucky, [s.d.], pp. 35-70. IMPERIAL, Francisco, Micer – ‘El dezir a las syete virtudes’ y otros poemas. Ed., intr. y notas de Colbert I. Nepaulsingh. Madrid: Espasa-Calpe, 1977. JAUSS, Hans Robert – Littérature médiévale et théorie des genres. Poétique. Paris: Seuil, 1970. KAYSER, Wolfgang – Naálise e interpretação da obra literária. (Introdução à Ciência da Literatura). 6 ed. Revisão Paulo Quintela. Coimbra: Arménio Amado, Ed., 1976. Colecção Studium. LAPA, M. Rodrigues – Cantigas de escarnho e de maldizer dos cancioneiros medievais galego-portugueses. Coimbra: Galáxia, 1965. (Colección Filolóxica). LÁZARO CARRETER, Fernando – Estudios de la poética. (La obra en si). Madrid: Taurus, 1979. LE GENTIL, Pierre – La poésie lyrique espagnole et portugaise à la fin du Moyen âge: les thèmes, les genres et les formes. 2 vol. Rennes: Plihon, 1949-1952. MOISÉS, Massaud – Literatura: mundo e forma. São Paulo: Cultrix, 1982. MOISÉS, Massaud -  A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 2004. MONGELLI, Lênia Márcia (Org.) – Fremosos cantares. Antologia da lírica medieval galego-portuguesa. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009. MONGELLI, Lênia Márcia; VIEIRA, Yara Frateschi – A estética medieval. Cotia: Ed. Íbis, 2003. OLIVIER, Élide Valarini - "Introdução". In Rabelais e Joice. Três Leituras Menipeias. São Paulo: Ateliê, [s.d.], pp. 19-28. OSÓRIO, Jorge A. – “Do Cancioneiro “ordenado e emendado” por Garcia de Resende.” Revista da Faculdade de Letras, Línguas e Literaturas. Porto, 2ª série, 22 (2005), pp. 291-355. RECKERT, Stephen – From the Resende songbook. London: Queen Mary and Westfield College, 1998. RIGALL, Juan Casas – Agudeza y retórica en la poesía amorosa de cancionero. Santiago de Compostela: Univesidade, Servicio de Publicacións e Intercambio Científico, 1995. RIQUER, Martín de – Los trovadores. Historia literaria y textos. Barcelona: Ed. Ariel, S. A., 2001, Tomos I e II. Colección Letras y Ideas. ROCHA, Andrée Crabbé – Aspectos do Cancioneiro Geral. Coimbra: Coimbra Ed., [s.d]. (Colecção Universitas). RUGGIERI, Jole – Il canzoniere di Resende. Genève: Leo S. Olschki, S.A., 1931. SÁ REGO, Enylton José de - O calundu e a panaceia: Machado de Assis, a sátira menipeia e a tradição luciânica. Rio de Janero: Forense Universitária, 1989. SAID ALI, M. – Versificação Portuguesa. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1948. SPINA, Segismundo – Manual de versificação românica medieval. Rio de Janeiro: Edições Gernasa, 1971. (Coleção Estudos Universitários, 3). STAIGER, Emil – Conceitos fundamentais de poética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975. TAVANI, Giuseppe – Repertorio metrico della lirica galego-portoghese. Roma: Edizioni dell’Ateneo, 1967. TAVANI, Giuseppe - Arte de Trovar do Cancioneiro da Biblioteca Nacional de Lisboa. Lisboa: Edições Colibri: 1999. VIEIRA, Yara Frateschi –  Poesia medieval. São Paulo: Global, 1987. ZUMTHOR, Paul – Essai de poétique médiévale. Paris: Seuil, 1972. (Collection Poétique)

    Características produtivas de cultivares de cebola no Submédio do Vale do São Francisco.

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    O uso de cultivar adaptada às condições locais é um dos principais fatores que contribuem para o maior rendimento da cebola. Com o objetivo de avaliar a produtividade de cultivares de cebola mais adaptados e produtivas, e que atendam o mercado consumidor nacional nas condições do Submédio do Vale do São Francisco, foi conduzido um experimento no período de julho a novembro de 2016. Usou-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, com 20 cultivares e quatro repetições. A produtividade total de bulbos variou de 37,6 a 89,7 t ha-1. As cultivares Luana (89,2 t ha-1), Luana 1205 (85,6 t ha-1), Atacama (83,2 t ha-1), Fernanda (83,1 t ha-1) e Serena (82,5 t ha-1) foram as mais produtivas comercialmente, sem evidenciar diferenças significativas entre si. A massa fresca do bulbo variou entre 92 e 159 g bulbo-1. As cultivares Serena, Atacama, Luana, Fernanda e Mata Hari apresentaram os melhores resultados em termos de classificação de bulbos comerciais, com a maioria dos bulbos classificada nas classes 3, 4 e 5. Pelos resultados, em função das diferentes características avaliadas, as cultivares Luana, Luana 1205, Atacama, Fernanda e Serena foram as mais adaptadas e com maior produtividade, para as condições de cultivo no Submédio do Vale do São Francisco

    Uma leitura controversa de texto antigo no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende

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    De acordo com Helena Marques Dias e Ivo Castro, o Cancioneiro Geral de Garcia de Resende teria tido pelo menos dois compositores tipográficos à época de sua publicação, em 1516. Tomando como exemplo um poema labiríntico de Fernão da Silveira, poeta palaciano, ao qual os dois estudiosos também se dedicaram, pretendo mostrar como a opção por uma transcrição que, de certo modo, se distancia da composição original, pode desvirtuar a forma e a intenção pretendidas pelo poeta-primeiro. Para isso, valho-me da transcrição princeps e das edições críticas do mesmo poema, uma esparsa de palavras, tirada ao Cancioneiro resendiano. Na edição de 1973 e 1998 da mesma peça, Aida Fernanda Dias e Álvaro Júlio da Costa Pimpão optaram por uma transcrição questionável, pois foge da proposta do poeta palaciano – a de deixar espaços entre as palavras, evidenciando um labirinto que dá ao leitor várias maneiras de ler o poema

    Mário Rocha

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    Mário Rocha (1931-1968) estudou violoncelo em Rádio Clube Infantil (programa de rádio e espaço de formação musical), sendo aluno de Maria Fernanda Resende Dias, a irmã mais nova do maestro e compositor Resende Dias (e do pintor Júlio Resende). Integrou a Orquestra Infanto-Juvenil que se apresentava anualmente em público. Nos espetáculos, havia também danças, intermédios cómicos e canções. Mário Rocha distinguia-se pela sua voz. Adolescentes, ele e Fernando Rocha começaram a frequentar a Ide..
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