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    Domus dei et porta coeli: educação, controle, construção do corpo e da alma... O seminário de Azambuja entre as décadas de 1960 e 1980

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em HistóriaA pesquisa centra-se na análise do Seminário de Azambuja (Brusque - SC), tendo como recorte temporal o período da Ditadura Militar no Brasil (1964-1985), época em que acontece também o Concílio Ecumênico Vaticano II e uma série de mudanças na Igreja Católica. Faz-se um estudo crítico-analítico do processo educativo-pedagógico do Seminário-Internato de Azambuja e sua inserção no contexto histórico-político-social buscando mostrar a relação do processo educativo-pedagógico com o tipo de sujeito que se queria formar, o "bom seminarista" - as estratégias de "docilização dos corpos", disciplina-punição-resitências, controle do tempo e do espaço. Estuda a construção do corpo e a delicada questão da sexualidade num ambiente religioso e masculino mostrando a relação dominação-controle-saber-passividade dos corpos. Os sujeitos em questão são os seminaristas, os possíveis futuros sacerdotes. Numa realidade em que a Igreja Católica passava por um processo de contestações e transformações consideráveis era necessário para esta instituição garantir nos seus quadros indivíduos que se adequassem às novas exigências dos tempos. Era necessário adaptar-se aos "novos ventos que sopravam". Mas era também necessário que estes mesmos indivíduos fossem defensores da Igreja que representavam, que resguardassem, fortalecessem e defendessem a Igreja nos pontos em que era mais atacada. Neste sentido o trabalho objetiva mostrar alguns mecanismos utilizados pela Igreja Católica na construção do "bom" seminarista e do "bom" padre e como, neste processo dialético, os sujeitos resistiam ou se deixavam envolver

    Planejamento financeiro : RC Azambuja Comércio e Serviços LTDA.

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    O presente trabalho tem por objetivo a apresentação de uma proposta orçamentária para a empresa RC Azambuja Comércio e Serviços LTDA., constituindo-se em um plano de estabilização financeira da organização, que vem passando por dificuldades financeiras oriundas da falta de um planejamento. Fundamentado em obras reconhecidas sobre o assunto, o estudo consiste na estruturação da área financeira da empresa estudada, na elaboração dos aspectos fundamentais do Planejamento Financeiro, na proposição de um Orçamento Operacional para o segundo semestre de 2011 – formado a partir de Orçamentos parciais de cada área, do Orçamento de Caixa e das Demonstrações Financeiras projetadas – e, ainda, na avaliação dos impactos dessa proposta na situação encontrada, através de uma análise quantitativa – por meio de indicadores econômico-financeiros, do cálculo do ponto de equilíbrio e da análise de atividade – e qualitativa – observando a natureza dos bens, direitos e resultados organizacionais. Apresenta-se ainda um modelo de controle a ser utilizado durante o período projetado, para comparação entre os valores estimados e os realizados. Ao final, estão descritas as limitações deste trabalho e algumas sugestões destinadas aos gestores, para a continuidade do processo de Planejamento Financeiro no futuro

    a Vala da Azambuja em meados do século XIX

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    UIDB/04004/2020Este texto contextualiza a criação e os trabalhos da Companhia dos Canais da Azambuja (1844), com a qual o governo contratou a realização de trabalhos visando tornar a “vala da Azambuja” navegável durante todo o ano, ampliando-a até às Onias de Santarém, onde seria aberta uma nova ligação com o Tejo. Segundo os planos originais dos engenheiros holandeses Ortts, os trabalhos dirigidos por Mouzinho de Albuquerque e depois pelo milanês Giulio Sarti, deveriam contemplar também, a drenagem das águas das chuvas e das cheias que se acumulavam nos campos adjacentes e garantir a sua irrigação na estação quente. Três objetivos de difícil conciliação prática, como se verificou, em particular numa época em que o país conheceria uma grande destabilização política e económica. This paper contextualises the foundation of the so-called Companhia dos Canais da Azambuja (1844). The Portuguese government contracted with the Companhia in order to carry out work aimed at making the “vala da Azambuja” navigable throughout the year, extending it to the Onias of Santarém, where a new connection with the Tagus would be opened. According to the original plans of the Dutch engineers Ortts, the works, directed by Mouzinho de Albuquerque and later by the Italian Giulio Sarti, should also contemplate the drainage of rainwater and floods that accumulated in the adjacent fields and guarantee their irrigation during the hot season. Three objectives that were difficult to reconcile in practice, as it turned out, particularly at a time when the country was undergoing major political and economic destabilisation.publishersversionpublishe

    As obras públicas no Vale do Tejo: A navegação do canal da Azambuja. Reconversão do Canal da Azambuja

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    Tendo como ponto de partida o rio Tejo, iniciamos uma viagem pela redescoberta da influência deste eixo no território português. Na leitura das suas margens como palimpsesto, ao desvendar as camadas e os vestígios, conseguimos ler a história e memórias, descobrimos valores culturais e territoriais que testemunham a forma como o Homem se apoderou e relacionou com o território ao longo do tempo. Cedo se manifestaram dois grandes interesses: o da navegação fluvial eoda agricultura; foram desenvolvidas inúmeras Obras Públicas para esses fins, nomeadamente com a canalização e limpeza do rio Tejo e a abertura de valas de drenagem nos campos limítrofes. A fusão desses dois interesses é explicito na Lezíria do Tejo, local onde nos focaremos. Ao desvendar vestígios neste território, descobrimos na margem direita do Tejo a existência de um edifício apalaçado. Localizado junto à foz da Vala da Azambuja, e muito próximo do rio, a estranheza da presença de um edifício de desenho racional num território natural e bucólico levou à descoberta de um sistema hídrico e económico: a Vala da Azambuja - inicialmente mandada construir para os interesses de drenagem dos campos agrícolas, e que foi posteriormente redesenhada no século XIX e apropriada pela Companhia dos Canais de Azambuja para a sua navegabilidade e transporte de passageiros e mercadorias desde a sua foz até à ponte da Asseca, ou vice versa, num percurso de quase vinte cinco quilómetros. É em Azambuja, que se revela e preserva a memória da estrutura de apoio à navegação da Vala da Azambuja. Este trabalho recupera e regenera o espaço da antiga foz da Vala da Azambuja e propõe uma nova viagem pelo sistema hídrico existente.Having as a starting point the Tagus river, we began a journey rediscovering the influence of this axis in the Portuguese territory. In reading its margins as a palimpsest, in uncovering it´s layers and traces, we have been able to unveil the history and memories, discovering the cultural and territorial values that testify to the way Man has seized and related to the territory over time. Two major interests soon emerged: river navigation and agriculture; numerous public works were developed for these purposes, namely with the channeling and cleaning of the Tagus River and the opening of drainage ditches in the bordering fields. The union of these two interests is explicit in the Lezíria do Tejo, where we will focus. On discovering vestiges in this territory, we discovered on the right bank of the Tagus the existence of a palatial building. Located near the Vala da Azambuja, and very close to the river, the strangeness of the presence of a rational designed building in a natural and rural territory led to the discovery of a water and economic system: the Vala da Azambuja - initially built for the drainage interests of the agricultural fields, later redesignated in the nineteenth century and appropriated by the Company of Canals of Azambuja for its navigability and transportation of passengers and goods from its mouth to the bridge of Asseca, or vice versa, in a course of almost twenty kilometers. It is in Azambuja that it reveals itself and preserves the memory of the support structure for the navigability of the Vala da Azambuja. This work recovers, preserves and regenerates the area of the old mouth of the Vala da Azambuja and proposes a new journey through the existing water system

    As obras públicas no Vale do Tejo: A navegação do canal da Azambuja. Reconversão do Canal da Azambuja

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    Tendo como ponto de partida o rio Tejo, iniciamos uma viagem pela redescoberta da influência deste eixo no território português. Na leitura das suas margens como palimpsesto, ao desvendar as camadas e os vestígios, conseguimos ler a história e memórias, descobrimos valores culturais e territoriais que testemunham a forma como o Homem se apoderou e relacionou com o território ao longo do tempo. Cedo se manifestaram dois grandes interesses: o da navegação fluvial eoda agricultura; foram desenvolvidas inúmeras Obras Públicas para esses fins, nomeadamente com a canalização e limpeza do rio Tejo e a abertura de valas de drenagem nos campos limítrofes. A fusão desses dois interesses é explicito na Lezíria do Tejo, local onde nos focaremos. Ao desvendar vestígios neste território, descobrimos na margem direita do Tejo a existência de um edifício apalaçado. Localizado junto à foz da Vala da Azambuja, e muito próximo do rio, a estranheza da presença de um edifício de desenho racional num território natural e bucólico levou à descoberta de um sistema hídrico e económico: a Vala da Azambuja - inicialmente mandada construir para os interesses de drenagem dos campos agrícolas, e que foi posteriormente redesenhada no século XIX e apropriada pela Companhia dos Canais de Azambuja para a sua navegabilidade e transporte de passageiros e mercadorias desde a sua foz até à ponte da Asseca, ou vice versa, num percurso de quase vinte cinco quilómetros. É em Azambuja, que se revela e preserva a memória da estrutura de apoio à navegação da Vala da Azambuja. Este trabalho recupera e regenera o espaço da antiga foz da Vala da Azambuja e propõe uma nova viagem pelo sistema hídrico existente.Having as a starting point the Tagus river, we began a journey rediscovering the influence of this axis in the Portuguese territory. In reading its margins as a palimpsest, in uncovering it´s layers and traces, we have been able to unveil the history and memories, discovering the cultural and territorial values that testify to the way Man has seized and related to the territory over time. Two major interests soon emerged: river navigation and agriculture; numerous public works were developed for these purposes, namely with the channeling and cleaning of the Tagus River and the opening of drainage ditches in the bordering fields. The union of these two interests is explicit in the Lezíria do Tejo, where we will focus. On discovering vestiges in this territory, we discovered on the right bank of the Tagus the existence of a palatial building. Located near the Vala da Azambuja, and very close to the river, the strangeness of the presence of a rational designed building in a natural and rural territory led to the discovery of a water and economic system: the Vala da Azambuja - initially built for the drainage interests of the agricultural fields, later redesignated in the nineteenth century and appropriated by the Company of Canals of Azambuja for its navigability and transportation of passengers and goods from its mouth to the bridge of Asseca, or vice versa, in a course of almost twenty kilometers. It is in Azambuja that it reveals itself and preserves the memory of the support structure for the navigability of the Vala da Azambuja. This work recovers, preserves and regenerates the area of the old mouth of the Vala da Azambuja and proposes a new journey through the existing water system

    Relatório da Escola de Aprendizes Artífices de Santa Catarina, 1928 e 1929, SC.

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    Este documento está disponível fisicamente no Arquivo Público de Santa Catarina.Este documento contém o balanço de gestão e fatos sobre administração da Escola de Aprendizes Artífices sob direção de Gabriel Alencar Azambuja nos anos de 1928 e 1929

    Desenvolvimento de um framework para objetos inteligentes de aprendizagem aderente a um modelo de referência para construção de conteúdos de aprendizagem

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Ciência da ComputaçãoEm sistemas de aprendizagem existem dois aspectos que devem ser considerados: a adaptabilidade, que diz respeito às diferentes necessidades e estilos de aprendizagem dos alunos; e a reusabilidade, que visa apoiar a confecção dos cursos. Acredita-se que estas características podem ser alcançadas através da interligação entre Sistemas Multi-agentes e Objetos de Aprendizagem. O resultado consiste na abordagem denominada de Objetos Inteligentes de Aprendizagem, cujo objetivo é promover experiências educacionais mais completas, além de possibilitar uma maior reutilização e adaptabilidade do conteúdo instrucional. Este trabalho propõe um framework para aplicação de objetos inteligentes de aprendizagem construídos sob o modelo SCORM. Para o desenvolvimento deste projeto foi necessária a modelagem do sistema multiagente e, posteriormente, sua implementação utilizando uma plataforma de agentes como suporte. No caso da modelagem, utilizou-se a metodologia MaSE (Multi-agent System Engineering - Engenharia de Sistemas Multi-agentes), que fornece especificações e diagramas para a análise e modelagem. Na implementação, os agentes foram desenvolvidos através da plataforma JADE, enquanto a ontologia para comunicação foi construída na ferramenta Protegé. Para a realização dos testes, foi utilizada a ferramenta eXe Learning devido a sua facilidade de utilização e exportação para o formato SCORM

    André de Resende e Jerónimo de Azambuja: da interpretação dos textos mosaicos

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    O presente estudo centra-se no comentário, edição e tradução de uma carta de André de Resende dirigida, em 1557, ao Cardeal-Infante D. Henrique, em jeito de prefácio ao Levítico, comentado por Jerónimo de Azambuja. Sem ser uma peça eloquente, mas atendendo ao destinatário, a carta não deixa de revelar a personalidade de um humanista de grande prestígio que em todas as circunstâncias percebeu a proximidade entre eloquência e política.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
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