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À sombra do tamarindo: identidade, tradução cultural e gênero em O último voo do flamingo, de Mia Couto
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2014.Pretendemos expor questões presentes no romance do moçambicano Mia Couto O último voo do flamingo, como identidade, tradução cultural e gênero. A intenção é propor discussões acerca desses temas tão pertinentes na contemporaneidade, sobretudo no que se refere aos países africanos que passaram pelo processo de colonização e apenas recentemente conquistaram a independência política. Assim, procuramos elucidar também alguns pontos fundantes da relação entre literatura e o contexto histórico em que esta foi produzida, pois essa relação suscita diversas análises. Para tanto, trazemos à baila alguns(mas) estudiosos(as) da cena literária africana de língua portuguesa e também autores(as) das teorias pós-coloniais e de gênero.Abstract : It is intended to expose issues in the novel the Mozambican Mia Couto O ultimo voo do flamingo, like identity, gender and cultural translation. The intention is to propose discussions on these topics as relevant in contemporary times, especially with regard to African countries that have gone through the process of colonization and just recently won political independence. So, I try also to elucidate some foundational points of the relationship between literature and the historical context in which it was produced, because this relationship raises several analyzes. To do so, bring to the fore some scholars of African literary scene of the Portuguese language and also classical authors of postcolonial and gender theories
Oral History Interview, Carla Trujillo (1504)
In this interview, Carla Trujillo discusses her roots, which include being born in New Mexico and growing up in Northern California. Carla received her M.S. and Ph.D. degrees in Educational Psychology from UW-Madison and became an established author. To learn more about this oral history, download & review the index first (or transcript if available). It will help determine which audio file(s) to download & listen to.Carla Trujillo was born to a working class family in New Mexico and grew up in Northern California. Her extended family and roots are New Mexican (Chicana). She received her B.S. degree in Human Development from UC Davis, and her M.S. and Ph.D. degrees in Educational Psychology from the University of Wisconsin, Madison. Her dissertation focused on assessing differential treatment of underrepresented students in college classrooms. She is the editor of Living Chicana Theory and Chicana Lesbians: The Girls Our Mothers Warned Us About (Third Woman Press), winner of a Lambda Book Award and the Out/Write Vanguard Award. Her first novel, What Night Brings (Curbstone Press 2003), won the Miguel Marmol prize focusing on human rights. What Night Brings also won the Paterson Fiction Prize, the Latino Literary Foundation Latino Book Award, Bronze Medal from Foreword Magazine, Honorable Mention for the Gustavus Meyers Books Award, and was a LAMBDA Book Award finalist. Carla has also written various articles on identity and higher education. Her latest novel, Faith and Fat Chances, was a finalist for the 2012 PEN Bellwether Prize for socially engaged fiction and is forthcoming from Curbstone/Northwestern University Press. Carla works as the Assistant Dean for Graduate Diversity Program at U.C. Berkeley and has focused some of her recent activities on improving the work and classroom climate using Interactive Theater. She has lectured in Ethnic Studies at U.C. Berkeley and Mills College, and in Women’s Studies at S.F. State University. She has also taught fiction for the Sandra Cisneros Macondo Writers Program and the Lambda Literary Foundation’s Emerging Writers Program
Writers Talk Featuring Carla Buckley, Sarah Gridley, Paula McLain
Featuring Paula McLain, author of the memoir Like Family: Growing Up in Other People's Houses; poet Sarah Gridley; and Carla Buckley, author of the novel The Things that Keep us Here.The media can be accessed here: http://streaming.osu.edu/knowledgebank/cstw11/New_Voices-Carla_Buckley_Sarah_Gridley_Paula_McLain.mp3Ohio State University. Center for the Study and Teaching of Writin
My First Pop-Up Book of Fables: Little Simon
I find the text in this nice little pop-up particularly succinct and pithy. My favorite pop-up shows one arm and one leg of the lion moving outside the net that is holding him in. One of a set of four from an unusual dealer specializing in pop-ups.This is a hardbound book (hard cover)Carla Dij
Carla Whiteside : Consensus-Exil
Noting the cartographic references in Whiteside's drawings and installations, the author demonstrates the work's ability to speak of the position of the individual. Brief artist's statement. Biographical notes
Mia Couto e o gato e o escuro: a escrita “brincriada” de um autor lusófono
Propomo-nos, com a nossa comunicação, reflectir sobre a escrita de uma das vozes da lusofonia mais traduzidas em todo o mundo, o escritor moçambicano Mia Couto. Porque a
nossa área de investigação e especialização é a literatura para a infância, escolhemos a obra: O Gato e o Escuro, uma incursão do autor, ao que sabemos sem continuidade, no
mundo da literatura destinada aos mais novos. Através da análise temática e técnico-compositiva desta obra, pretendemos fazer uma sensibilização para a escrita criativa deste
autor, plena de neologismos e recursos expressivos, o que faz com que ele seja responsável por uma “reinvenção” da língua portuguesa, que é simultaneamente una e múltipla, pois
que se encontra espalhada por vários continentes. Pretendemos, também, com a nossa breve reflexão, sublinhar a importância assumida pela literatura para infância, como uma área
autónoma da criação literária, eleita também por autores consagrados, tal como o escritor por nós escolhido.
“-Dentro de cada um há o seu escuro. E nesse escuro só mora quem lá inventamos.
Somos nós quem enchemos o escuro com os nossos medos.”
Couto, 2006: p16
António Emílio de Leite Couto, de seu nome completo, viria a adoptar o nome literário de Mia Couto, em parte porque o seu irmão, quando pequeno, tinha dificuldade em
pronunciar o seu nome completo e o chamava pelo diminutivo “Mia”, mas também porque este escritor sempre nutriu uma enorme paixão por gatos. Tendo, ainda criança, no seio da
família, chegado a manifestar o seu desejo de ser um deles. Mia Couto é moçambicano, tendo nascido na cidade da Beira em 1955, filho de uma família de emigrantes portugueses.
Ele é considerado um dos nomes relevantes da nova geração de escritores africanos que escrevem em português. Este estatuto foi conquistado, não só pelo modo como descreve e
trata os problemas e a vida quotidiana do Moçambique contemporâneo, mas principalmente devido à criatividade poética da sua criação literária, numa constante descoberta de
novas palavras que resultam num processo de “mestiçagem”, como ele próprio refere, entre o português erudito e as várias formas e variantes dialectais introduzidas pelas
populações moçambicanas. Há quem o considere uma espécie de mágico da língua, porque no acto criativo apropria, recria e renova a língua portuguesa em novas direcções.
Quanto ao seu percurso foi desde 1974, durante alguns anos, director da Agência de Informação de Moçambique, seguidamente dirigiu o jornal Notícias de Maputo e a revista
Tempo. Posteriormente, estudou Medicina e Biologia e actualmente é biólogo.
A escrita tem sido sempre a sua paixão, envolvendo, desde a poesia, em que se estreou em 1983 (A Raiz do Orvalho), até à escrita jornalística, presente no livro que reúne as
crónicas escritas para o jornal Notícias de Maputo, passando pela prosa e a ficção. As questões do modo ou do género literário em que se exprime não são para o autor decisivas,
uma vez que ele escreve basicamente “pelo prazer de desarrumar a língua.” (Couto, 2002
My First Pop-Up Book of Fables: Little Simon
This may represent the first time that I have seen The Little Red Hen called a fable. Each of the three housemates--dog, pig, and turkey--is given one pop-up. My favorite shows the turkey fanning herself with a bored look on her face. One of a set of four from an unusual dealer specializing in pop-ups.This is a hardbound book (hard cover)Carla Dij
Mia Couto e o gato e o escuro: a escrita “brincriada” de um autor lusófono
Propomo-nos, com a nossa comunicação, reflectir sobre a escrita de uma das vozes da lusofonia mais traduzidas em todo o mundo, o escritor moçambicano Mia Couto. Porque a
nossa área de investigação e especialização é a literatura para a infância, escolhemos a obra: O Gato e o Escuro, uma incursão do autor, ao que sabemos sem continuidade, no
mundo da literatura destinada aos mais novos. Através da análise temática e técnico-compositiva desta obra, pretendemos fazer uma sensibilização para a escrita criativa deste
autor, plena de neologismos e recursos expressivos, o que faz com que ele seja responsável por uma “reinvenção” da língua portuguesa, que é simultaneamente una e múltipla, pois
que se encontra espalhada por vários continentes. Pretendemos, também, com a nossa breve reflexão, sublinhar a importância assumida pela literatura para infância, como uma área
autónoma da criação literária, eleita também por autores consagrados, tal como o escritor por nós escolhido.
“-Dentro de cada um há o seu escuro. E nesse escuro só mora quem lá inventamos.
Somos nós quem enchemos o escuro com os nossos medos.”
Couto, 2006: p16
António Emílio de Leite Couto, de seu nome completo, viria a adoptar o nome literário de Mia Couto, em parte porque o seu irmão, quando pequeno, tinha dificuldade em
pronunciar o seu nome completo e o chamava pelo diminutivo “Mia”, mas também porque este escritor sempre nutriu uma enorme paixão por gatos. Tendo, ainda criança, no seio da
família, chegado a manifestar o seu desejo de ser um deles. Mia Couto é moçambicano, tendo nascido na cidade da Beira em 1955, filho de uma família de emigrantes portugueses.
Ele é considerado um dos nomes relevantes da nova geração de escritores africanos que escrevem em português. Este estatuto foi conquistado, não só pelo modo como descreve e
trata os problemas e a vida quotidiana do Moçambique contemporâneo, mas principalmente devido à criatividade poética da sua criação literária, numa constante descoberta de
novas palavras que resultam num processo de “mestiçagem”, como ele próprio refere, entre o português erudito e as várias formas e variantes dialectais introduzidas pelas
populações moçambicanas. Há quem o considere uma espécie de mágico da língua, porque no acto criativo apropria, recria e renova a língua portuguesa em novas direcções.
Quanto ao seu percurso foi desde 1974, durante alguns anos, director da Agência de Informação de Moçambique, seguidamente dirigiu o jornal Notícias de Maputo e a revista
Tempo. Posteriormente, estudou Medicina e Biologia e actualmente é biólogo.
A escrita tem sido sempre a sua paixão, envolvendo, desde a poesia, em que se estreou em 1983 (A Raiz do Orvalho), até à escrita jornalística, presente no livro que reúne as
crónicas escritas para o jornal Notícias de Maputo, passando pela prosa e a ficção. As questões do modo ou do género literário em que se exprime não são para o autor decisivas,
uma vez que ele escreve basicamente “pelo prazer de desarrumar a língua.” (Couto, 2002
Avaliação de sistemas adesivos em dentina decídua: influência do envelhecimento na microtração e na nanoinfiltração
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Odontologia.Este estudo in vitro foi realizado com o objetivo de avaliar a resistência à microtração, e a nanoinfiltração de sistemas adesivos em dentina decídua, imediatamente (IM) e após seis meses (6M) do procedimento adesivo. Coroas de molares decíduos, hígidos e extraídos, foram desgastadas com papel de carbeto de silício até a granulação 600, obtendo-se superfícies oclusais planas, distribuídas em quatro grupos: Scotchbond Multi-Purpose (SMP), Single Bond (SB), Clearfil SE Bond (CSB) e Adper Prompt L-Pop (APL). Baseado nos dados obtidos pôde-se concluir que a resistência adesiva e a nanoinfiltração não foram influenciadas pelo envelhecimento e que a expressão da nanoinfiltração foi diferente entre os adesivos de condicionamento ácido total e autocondicionantes
The old age in Clarice Lispector and Mia Couto: issues of life and death in selected short stories
A representação da velhice é frequente na ficção de Clarice Lispector e na de Mia Couto, com narrativas e personagens marcantes. \"Feliz aniversário\" (1960), da brasileira, e \"A fogueira\" (1987), do moçambicano, são apenas dois exemplos que se destacam em um rol de textos que comovem e incomodam o leitor. Com um trabalho muito próprio com a palavra – seja pela sintaxe tão peculiar de uma, seja pela reinvenção vocabular de outro – citando apenas dois entre tantos aspectos textuais –, ambos os escritores dão forma à expressão da velhice de maneira muito sensível, trazendo questões relevantes para reflexão, sendo a perda da importância do idoso na família e na sociedade a mais evidente delas. O que este estudo objetiva é, com base nessa ideia inicial, analisar a velhice a partir de um recorte de narrativas curtas dos dois autores, observando pontos de contato e de afastamento entre eles. Para tanto, os textos foram escolhidos e divididos de acordo com a temática e as personagens. Dessa forma, espera-se estabelecer um olhar comparativo a fim de promover um diálogo entre a Literatura Brasileira e a Moçambicana, além de colocar em circulação diferentes repertórios de escrita sobre a velhice e seus contextos nacionais, lançando, assim, novas visadas à fortuna crítica dos dois autoresThe representation of old age is frequent in Clarice Lispector\'s and Mia Couto\'s fiction, with striking narratives and characters. \"Feliz Aniversário\" (1960), by the Brazilian, and \"A fogueira\" (1987), by the Mozambican, are just two examples that stand out in a list of texts that move and disturb the reader. With a very unique work with the language – whether through the very peculiar syntax of one or the vocabulary reinvention of another – just to mention two among many textual aspects, both writers shape the expression of old age in a very sensitive way, bringing relevant questions for reflection, with the loss of the importance of the elderly in the family and in society being the most evident of them. What this study aims to do is, based on this initial idea, analyze the old age on a selection of short narratives by the two authors, observing points of contact and distance between them. To this end, the texts were chosen and divided according to the theme and characters. In this way, it is expected to establish a comparative perspective in order to promote a dialogue between Brazilian and Mozambican Literature, besides put into circulation different repertoires of writing about old age and their national contexts, thus launching new perspectives at the critical fortune of the two author
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