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Pierre Bourdieu-Roger Chartier Il sociologo e lo storico
Il dialogo tra il sociologo Bourdieu e lo storico Chartier è l'occasione per raccontare i punti di contatto tra le due discipline. Nella Prefazione si mette in evidenza il ruolo importante della storia nell'analisi sociologica di Bourdieu
René Chartier (1572-1654) e le edizioni latine di Galeno
René Chartier stampa, nella sua edizione, il testo latino di Galeno e di Ippocrate accanto a quello greco, senza indicare il nome del traduttore. Tuttavia poche (soltanto cinque) sono le nuove traduzioni di Galeno fatte da Chartier o dai suoi collaboratori, tra i quali un oscuro Pratellus. Chartier dipende in gran parte dalle edizioni Giuntine (80%), che talvolta rivede solo stilisticamente. Quando se ne allontana, ricorre ai traduttori francesi, primo tra tutti Guinther d'Andernach, che sente come i suoi predecessori
Roger Chartier entrevistado por Robert Darnton
O diálogo entre Roger Chartier e Robert Darnton aqui publicado ocorreu no Collège de France por ocasião da aula inaugural de uma nova cátedra, denominada Escritas e Culturas na Europa Moderna, tendo Chartier como professor titular. Em 11 de outubro de 2007, na abertura dessa cátedra, Chartier proferiu a exposição Écouter les morts avec les yeux [Escutar os mortos com os olhos]
Decip me or I reveal you: the author for Foucault and Chartier
Este artigo busca tensionar as concepções de autor a partir das reflexões de Michel Foucault (1926-1984) e Roger Chartier (1945-). Para tanto, apresenta o que denominamos de o problema da autoria, explorando as variadas faces do autor em perspectiva histórica e na atualidade. A partir disso, seguimos pelos principais conceitos de Michel Foucault, para quem a noção de autor ocupa papel central na individualização presente na história do conhecimento, uma vez que o retorno à genealogia de qualquer conceito, gênero literário ou filosofia sobrevaloriza a relação de um sujeito autor e a sua obra. Em seguida, debruçamo-nos sobre o pensamento de Roger Chartier acerca do autor. Cerca de trinta anos após a conferência de Foucault na Sociedade Francesa de Filosofia, Chartier é convidado pela mesma instituição a revisitar o tema do autor. O retorno de Chartier (2012) à questão se justifica, segundo ele mesmo, pela retificação de cronologias apontadas por Foucault (2009) e que sustentam a sua argumentação. Por fim, concluíamos com as possíveis interseções advindas dos dois pensadores. É possível traçar um paralelo daquilo que Chartier (2001) denominou lugar social com os modos de circulação de textos no âmbito sociocultural, constituinte da função-autor proposta por Foucault (2009). Somente por meio de um lugar social, entendido como espaço em que as dinâmicas sociais se revelam a partir de valores dessa mesma sociedade, é que é possível emergir o autor enquanto sujeito de fala. Nesse caso, trata-se de uma fala valorada simbolicamente a partir dos mesmos valores socialmente circulantes.This article seeks to tension the author\u27s conceptions based on the reflections of Michel Foucault (1926-1984) and Roger Chartier (1945-). Therefore, it presents what we call the authorship problem, exploring the various faces of the author in a historical perspective and in the present time. From this, we follow the main concepts of Michel Foucault, for whom the notion of author plays a central role in the individualization present in the history of knowledge, since the return to the genealogy of any concept, literary genre or philosophy overvalues the relationship of a subject author and his work. Then, we look at Roger Chartier\u27s thinking about the author. About thirty years after Foucault\u27s lecture at the French Philosophy Society, Chartier is invited by the same institution to revisit the author\u27s theme. Chartier\u27s (2012) return to the question is justified, according to himself, by the rectification of chronologies pointed out by Foucault (2009) and which support his argument. Finally, we conclude with the possible intersections arising from the two thinkers. It is possible to draw a parallel of what Chartier (2001) called social place with the modes of circulation of texts in the sociocultural sphere, which constitutes the author-function proposed by Foucault (2009). Only through a social place, understood as a space in which social dynamics are revealed from the values of that same society, is it possible to emerge the author as a subject of speech. In this case, it is a speech symbolically valued from the same socially circulating values
"La lógica de lo impreso es una lógica de los lugares y del viaje". Entrevista a Roger Chartier
In this brief interview, the French historian Roger Chartier (Lyon, 1945) covers a series of concepts related to three of the major areas to which he has devoted most of his academic work over the last four decades. The first deals with the figure of the author and in it a conceptual arc is authenticated that goes from new technologies applied to literary production and changes in authorial models to a return to the clas-sics. The second axis focuses on the book as a support for texts and is an attempt to cover the different materialities of said object (physical, electronic or audiobook books). The third axis, in this case a single broad question, reflects the relationships between the historiographical and literary sciences, how they intersect, and ways to approach the historicity of textsNesta breve entrevista, o historiador francês Roger Chartier (Lyon, 1945) percorre uma série de conceitos relacionados a três das grandes áreas às quais dedicou a maior parte de sua produção acadêmica nas últimas quatro décadas. A primeira delas gira em torno da figura do autor, e nela se verifica um arco conceitual que vai desde as novas tecnologias aplicadas à produção literária e mudanças nos modelos autorais até um retorno aos clássicos. O segundo eixo centra-se no livro como suporte para os textos, e é uma tentativa de abarcar as diferentes materialidades desse objeto (físico, eletrônico ou audiolivro). O terceiro eixo, neste caso uma questão única e abrangente, se propõe a refletir sobre as relações entre as ciências historiográfica e literária, a partir das interseções entre elas e das formas de abordar a historicidade dos textos.En esta breve entrevista, el historiador francés Roger Chartier (Lyon, 1945) recorre una serie de conceptos relacionados con tres de los grandes ámbitos a los cuales ha dedicado la mayor parte de su producción académica durante las últimas cuatro décadas. El primero de ellos gira en torno a la figura del autor, y en él se verifica un arco conceptual que va de las nuevas tecnologías aplicadas a la producción literaria y los cambios en los modelos autorales hasta el retorno a los clásicos. El segundo eje pone el foco en el libro como soporte de los textos, y es un intento de abarcar las diferentes materialidades de dicho objeto (libro físico, electrónico o audiolibro). El tercer eje, en este caso una única pregunta de amplio alcance, propone reflexionar acerca de las relaciones entre las ciencias historiográfica y literaria, por los cruces entre ellas y las maneras de abordar la historicidad de los textos
Interview with Roger Chartier
A entrevista que aqui se apresenta volta-se para a origem da USP e o caráter das trocas intelectuais franco-brasileiras. O entrevistado, Roger Chartier, é personagem de relevo nessas trocas e dedicado a refletir sobre o tema Interview with Roger Chartier
ENTREVISTA COM ROGER CHARTIER AS REVOLUÇÕES DO LIVRO E DA LEITURA:: DO CÓDICE AO HIPERTEXTO
A publicação desta breve entrevista, realizada há exatamente 10 anos, neste número temático da REVELLI, visa não apenas relembrar as reflexões de um dos mais importantes historiadores europeus da atualidade, Roger Chartier[1], acerca do impacto das novas formas de produção e circulação virtuais dos textos para as práticas de escrita e de leitura. Sua publicação visa também, diante das mudanças velozes e significativas ocorridas desde então, reiterar a importância de se refletir sobre as “contradições que atravessam a cultura escrita atualmente”, relativas à dimensão técnica mas também ética que se impõe ao mundo da escrita hoje. Apesar das dúvidas e desafios evocados nesta entrevista já serem outros em relação aos da atualidade imediata, eles guardam em comum com as de nosso presente atual a importância de uma melhor compreensão do passado, das relações entre as mudanças técnicas e as práticas, das apropriações diversas, da questão ética de uma produção constante, em larga escala, ubíqua e segmentada, baseada e alimentada nos dados que fornecemos dia-a-dia com nossa produção e recepção virtuais de textos.
[1] Roger Chartier (Lyon, 1945) é professor emérito no Collège de France, junto à cátedra Écrit et cultures dans l’Europe moderne, na EHESS - École des Hautes Études en Sciences Sociales e, na condição de professor visitante, na University of Pennsylvania, nos EUA, e orienta estudos na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS) em Paris. Presidiu o Conselho Científico da Biblioteca Nacional da França. Entre os prêmios recebidos, destaca-se o Annual Award de la American Printing History Association, em 1990, o grande prêmio de História da Academia Francesa (Prêmio Gobert), em 1992. Foi-lhe outorgado o título de Doutor honoris causa na Universidad Carlos III, em Madrid, e o título de Fellow da British Academy, entre outros prêmios e reconhecimentos. É um dos historiadores mais reconhecidos na atualidade. Seu trabalho se concentra na História Cultural da escrita e da leitura. Foi responsável, junto com Henri-Jean Martin, pela organização da obra magna História da Edição Francesa, assim como do terceiro volume de História da Vida Privada, projeto dirigido por Georges Duby e Phillipe Ariès. É autor de uma obra cujo impacto se faz reconhecer pelas numerosas traduções em diversas línguas. Em português já conta com 15 livros traduzidos e vários artigos publicados em livros e revistas, cuja repercussão o traz ao Brasil várias vezes ao ano a convite de pesquisadores de diferentes áreas das Ciências Humanas. Entre os livros publicados no Brasil, destacamos: Práticas da Leitura (1996); A ordem dos livros: leitores, autores e bibliotecas na Europa entre os séculos XIV e XVIII (1994); A Aventura do livro: do leitor ao navegador (1998); À Beira da Falésia: a história entre certezas e inquietude (2002); Leitura e Leitores na França do Antigo Regime (2003); Inscrever e Apagar: cultura escrita e literatura (2007); Origens culturais da Revolução Francesa (2008). “O que é um autor”: Revisão de uma genealogia (2012); A mão do autor e a mente do editor (2014); Do palco à página (2017).
 
Roger Chartier y la historia intelectual. Un diálogo con Jorge Myers
Fil: Chartier, Roger. Collège de France; Francia.Fil: Myers, Jorge. Universidad Nacional de Quilmes; Argentina.Abrimos este ciclo con dos presencias que nos honran y nos entusiasman: la de los profesores Roger Chartier y Jorge Myers (profesor de esta casa e integrante del Centro de Historia Intelectual, especialista en Historia intelectual latinoamericana y animador importante de esta Maestría). Roger Chartier es profesor emérito en el Collège de France y la École des Hautes Études en Sciences Sociales y Annenberg Visiting Professor in History en la Universidad de Pensilvania. Su obra es extensa y constituye una referencia insoslayable para quienes hacemos historia y sobre todo historia cultural. Un número importante de sus libros y ensayos ha sido publicado en español. Por suerte tenemos acceso a ellos. Por mencionar algunos: El mundo como representación: estudios sobre historia cultural, publicado por Gedisa en 1992; Libros, lectura y lectores en la edad moderna, publicado por Alianza en 1993, Cultura escrita y textos en red, escrito junto a Carlos Solaris y publicado por Gedisa en 2019; y Lectura y Pandemia, conversaciones, de próxima aparición, un libro publicado por la editorial Katz
Lodovica Braeda, Stampa e cultura tra XV e XVI secolo
Chartier Roger. Lodovica Braeda, Stampa e cultura tra XV e XVI secolo. In: Annales. Histoire, Sciences Sociales. 56ᵉ année, N. 4-5, 2001. pp. 1004-1005
Sobre Chartier, R. (2022) El pequeño Chartier ilustrado. Breve diccionario del libro, la lectura y la cultura escrita. Ampersand
Little Chartier is a large fragmented interview, in which the interviewers have erased most of their traces, to form a brief dictionary of books, reading and printed culture. By transcribing and organizing Chartier's sayings in alphabetical mode, the echoes of the Latin etymology of dictionarium were recovered, which derives from the Latin dictum as “action and effect of what is said or indicated” (p. 25). What Chartier said is one of the gateways to his books. The historian was always very generous in providing interviews. One of the first to circulate in Argentina was the one made in 1994 by Noemí Goldman and Leonor Arfuch for the history magazine Entrepasados. Little Chartier is confirmation that the topics addressed by the French historian appeal to a much broader audience, to the point of having the key words to delve into his work
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