17 research outputs found

    Responsabilidade civil do Estado por erro na prisão provisória

    No full text
    No âmbito de um Estado Democrático de Direito, é imprescindível que a liberdade, em seu sentido mais amplo, assim como todo e qualquer direito fundamental, seja preservada contra qualquer restrição que contenha abuso ou ilegalidade. O presente trabalho visa a analisar os efeitos das restrições ao direito fundamental à liberdade ambulatorial, principalmente no que concerne aos efeitos das prisões provisórias determinadas injusta ou ilegalmente. Trata, ainda, dos eventuais danos que tais privações de liberdade, com o recolhimento descabido ao cárcere, podem vir a causar, tanto patrimoniais quanto morais. Tanto os danos materiais quanto os danos morais causados precisam ser ressarcidos pelo Estado, causador do dano.In a democratic state , it is essential that liberty in its broadest sense , as well as any fundamental right is preserved against any restriction that contains abuse or illegality . This study aims to analyze the effects of restrictions on the fundamental right of ambulatory freedom, especially with regard to the effects of certain unfair and illegal provisional prisons. It also analyze the damages that such deprivation of liberty are likely to cause , both patrimonial and moral . Both the patrimonial damages caused as the moral damages must be indemnified by the State

    Uma análise panorâmica da nacionalidade de navios e o caso brasileiro

    No full text
    O presente artigo pretende elaborar uma análise “panorâmica” sob o contexto histórico e econômico de noções de nacionalidade do navio, sob uma perspectiva traçada sob a identificação da assimilação dos fenômenos pelo Brasil e sua legislação nacional. Ainda, almeja contribuir para a ampliação da discussão acerca da aplicabilidade do Registro Especial Brasileiro como um dos meios utilizados para reduzir a dependência da marinha marítima nacional face ao fenômeno expansivo das bandeiras de conveniência.This paper aims to develop a “panoramic” analysis of the historical and economic context over the concept of ship’s nationality under a perspective based in assimilation of this phenomena by Brazil and its national legislation. Also the author wished to contribute to the expansions of the discussion in terms of the applicability of the Registro Especial Brasileiro as one of the means for reducing the dependence of Brazilian’s national fleet for the growing phenomenon of flags of convenience

    Cardiovascular prevention in coronary heart disease patients: guidelines implementation in clinical practice

    No full text
    Introdução: apesar das recomendações de todas as diretrizes sobre a doença arterial coronária e das evidências científicas de que o tratamento medicamentoso otimizado acrescido de intervenção sobre os fatores de risco e a melhoria do estilo de vida reduzem eventos cardiovasculares fatais não-fatais, essa terapêutica de prevenção secundária continua a ser subutilizada na prática clínica. Objetivos: Primário: demonstrar que a utilização de um programa de otimização da prática clínica em pacientes com doença arterial coronária estável aumenta a prescrição de medicamentos comprovadamente eficazes na prevenção secundária desta doença. Secundários: a) documentar a prática clínica vigente em termos de terapia medicamentosa e de medidas para a mudança do estilo de vida b) identificar as ferramentas utilizadas na estratégia para a otimização da prática clínica quanto à eficácia e aderência à medicação prescrita. Métodos: trata-se de um estudo de corte transversal para documentar a prática clínica vigente, seguido de componente longitudinal em que a utilização das ferramentas para a otimização da prática clínica foi avaliada por meio de novo corte transversal, com nova coleta de dados. Foram identificados retrospectivamente através dos prontuários, 710 pacientes consecutivos portadores de doença arterial coronária (Fase 1). Após a aplicação das ferramentas, foram incluídos 705 pacientes consecutivos atendidos no serviço com a coleta dos mesmos dados, para a análise comparativa. Além disso, foram selecionados do primeiro grupo, de forma aleatória, 318 prontuários de seis a doze meses após a primeira avaliação, para a coleta dos mesmos dados, que foram comparados com as informações iniciais destes mesmos pacientes. (Fase 3). Resultados: comparação entre Fase 1 e Fase 2: as características demográficas eram comparáveis entre os dois grupos. Quanto aos fatores de risco, houve melhora com diferença significativa para o tabagismo (p=0,019), dislipidemia (p<0,001) hipertensão arterial e atividade física regular (p<0,001). Quanto aos exames laboratoriais, não houve diferença estatisticamente significativa entre as duas populações. Comparando a prescrição dos fármacos recomendados, houve diferença significativa para IECA (67,2% versus 56,8%, p<0,001); ARA II (25,4% versus 32,9%, p=0,002) e betabloqueador (88,7% versus 91,9%, p=0,047). Comparação entre Fase 1 e Fase 3: os dados demográficos foram semelhantes, assim como as características clínicas, com exceção da doença arterial periférica obstrutiva: 31 pacientes (9,7%) e 42 (13,3%), p=0,007. Em relação aos fatores de risco, consideramos apenas os modificáveis tabagismo e atividade física. Para o tabagismo, considerando três categorias (nunca, ex-fumante e atual), não houve diferença significativa entre as duas fases. Para a atividade física, a proporção de pacientes sem informação para esta variável era elevada, 83,9% na primeira fase e 72,8% na terceira fase, dificultando a análise estatística. Quanto às medidas de exame físico, houve redução significativa do peso, p=0,044, pressão arterial sistólica e diastólica, p<0,001. Os exames laboratoriais não mostraram diferenças significativas entre as duas fases. Em relação à prescrição de medicamentos recomendados, houve diferença para IECA (64,8% versus 61,6%, p=0,011) e ARA II (27,0% versus 31,3%, p=0,035). Conclusão: com base nos resultados obtidos, o presente estudo permite concluir: não houve mudança significativa na utilização de medicamentos comprovadamente eficazes na prevenção secundária da DAC entre o período pré- e pós-intervenção; houve melhora significativa em relação ao tabagismo e atividade física na Fase 2; melhora substancial nos níveis de pressão arterial, tanto sistólica como diastólica na comparação tanto entre a Fase 1 e 2 como entre a Fase 1 e 3; a inclusão de enfermeiro treinado para gerenciar o processo é fundamental para a eficácia do programa; programas abrangentes de melhoria de qualidade assistencial em hospitais terciários e acadêmicos, provavelmente devem ser continuados por período de seguimento superior a um ano.Background: despite guidelines recommendations on coronary artery disease treatment and scientific evidence confirming that optimal medical therapy added to risk factors and lifestyle management, reduce both fatal and non-fatal cardiovascular events, these secondary prevention strategies have been underutilized in clinical practice. Objectives: Primary: to demonstrate the utilization of a clinical improvement program in stable coronary artery disease patients would increase the evidence-proved treatment prescription in secondary prevention. Secondaries: a) to describe the ongoing clinical practice on medical therapy and lifestyle change counseling b) to identify tools to be utilized in the strategy to improve clinical practice, assessing efficacy and adherence to prescribed treatment. Methods: cross-sectional study to describe the ongoing clinical practice, followed by a longitudinal component in which the tools utilization to improve clinical practice was assessed by means of additional crosssectional data collection. 710 consecutive coronary artery disease patients were included after chart review following eligibility criteria (Phase 1). After tools implementation, within 6-month period, 705 patients were included (Phase 2) for comparative analysis. Randomly, 318 patients from Phase 1 were selected, 6-12 months after the first evaluation (Phase 3). Results: Phase 1 to Phase 2 comparison: demography was comparable. Concerning to risk factors, there were improvement on smoking (p=0,019), dyslipidemia (p<0,001), hypertension and physical activity (p<0,001). There were no statistical significant differences on laboratory results. By comparing the proven pharmacological treatment prescription, there was significant difference on ACEI (67,2% versus 56,8%, p<0,001); ARB II (25,4% versus 32,9%, p=0,002) and beta-blocker (88,7% versus 91,9%, p=0,047). Phase 1 to Phase 3 comparison: demography was comparable, as well as clinical characteristics, except peripheral artery disease: 31 patients (9,7%) and 42 (13,3%), p=0,007. Regarding risk factors, smoking and physical activity were considered. There was no significant difference on smoking rates taking into account three categories (never, ex-smoker and smoker). The proportion of patients without available data for physical activity was high, 83,9% (Phase 1) and 72,8% (Phase 3), making the data analysis not appropriated. Anthropometric measurement showed significant on weight reduction, p=0,044, both systolic and diastolic blood pressure, p<0,001. Laboratory results did not show significant differences. There was statistical significant difference on ACEI (64,8% versus 61,6%, p=0,011) and ARB II (27,0% versus 31,3%, p=0,035). Conclusion: based upon study results the following might be concluded: there was no significant change on the evidence-based pharmacological treatment utilization on secondary prevention coronary artery disease patients between pre and post-intervention Phases; there was significant improvement concerning smoking and physical activity in Phase 2; substantial improvement on blood pressure levels, both systolic and diastolic in both comparisons (Phase 1 to 2 and Phase 1 to 3); the inclusion of a case-manager for the process management is crucial for program efficacy; comprehensive programs for clinical practice improvement in tertiary academic hospitals should be pursued for longer follow-up period

    A extensão da decisão do Supremo Tribunal Federal no julgamento do RE 958.252 e da ADPF 324 e as alterações legislativas trazidas pelas leis no 13.429/2017 e 13.467/2017: uma porta aberta para a terceirização irrestrita?

    No full text
    Pretende-se com o presente trabalho defender a tese de que a terceirização está sendo utilizada como intermediação de mão de obra no Brasil devido à falta de compreensão entre sua distinção da intermediação de mão de obra. Para tanto, será realizada uma análise da extensão da tese firmada pelo Supremo Tribunal Federal sobre o tema, a partir do julgamento do RE no 958.252 e da ADPF no 324, e a falta de limites impostos pela Lei n° 13.429/2017 e pela Reforma Trabalhista à medida, de modo a esclarecer que o que vem ocorrendo é, na verdade, a intermediação ilícita de mão de obra.This paper intends to defend the thesis that outsourcing is being used as intermedia- tion of work force in Brazil due to the lack of understanding between its distinction from intermediation of work force. In order to reach this purpose, this author will analyze the Supreme Court decision fixed in the RE 958.252 and ADPF 324, the absence of limits imposed by the Law no 13.429/2017 and the Labor Law Reform. This way it will be possible to prove that outsourcing in fact have been use as intermediation of work force.26 f

    Os reflexos da Lei 13.019/2014 nas entidades do terceiro setor

    No full text
    O presente estudo tem como objetivo abordar os reflexos da lei 13.019/2014 nas entidades do terceiro setor. Procurou-se contextualizar o tema através de uma análise das condições histórico, político e sociais que marcaram a mudança no papel do Estado e o estreitamento de sua relação com a sociedade, abordando as novas facetas do Estado e a Administração Pública Gerencial. Abordou-se o tema do fomento público e sua relação com o chamado terceiro setor. Desta forma, também foram analisados o conceito de terceiro setor e as principais entidades sem fins lucrativos que realizam parcerias com a Administração Pública. Introduziu-se a análise do chamado Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, com as mais relevantes modificações que lei 13.019/2014 trouxe ao âmbito das entidades do terceiro setor, analisando-se de forma mais detalhada alguns dos instrumentos normativos que buscaram conferir mais segurança jurídica tanto para gestores públicos quanto para as próprias Organizações da Sociedade Civil. Por fim, abordaram-se as principais críticas relacionadas a nova legislação e sua importância como marco legislativo que traz regras claras a atuação das entidades parcerias do Estado.This study aims to address the effects of the Law 13.019/ 2014 in the third sector entities. This paper tried to contextualize the theme, starting with an analysis of historical, political and social conditions that marked the changing role of the state and the strengthening of its relationship with society, addressing the new state facets and managerial public administration.. The theme of public promotion and its relationship with the third sector was approached. Thus, the study also analyzed the concept of third sector and major non-profit organizations that carry out partnerships with the Public Administration. Was introduced the analysis of so-called Regulatory Framework of Civil Society, with the most significant changes to law 13.019/2014 brought the context of third sector entities, analyzing in more detail some of the legal instruments that sought to give more legal certainty to the Public Administration and the Civil Society Organisation. Finally, were analyzed by the author the main criticisms related to new legislation and its importance as a legislative milestone that provides clear rules for the partnerships with the state

    O sistema medico Waimiri-Atroari: concepções e praticas

    No full text
    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Antropologia, Florianópolis, 1995.Etnografia do grupo indígena Waimiri-Atroari nas questões ligadas à saúde: suas concepções e práticas. Análise da medicina nativa como sistema cultural, onde o processo da doença é muito mais uma experiência pessoal e coletiva do que simplesmente a caracterização dos sintomas físicos e diagnósticos clínico. Com intuito de compreender melhor o sistema médico do grupo, são explorados o complexo xamânico, mitologia e rituais. Os Waimiri-Atroari explicam a doença de acordo com seu sistema cosmológico, mas quando necessitam tratamento, para remoção dos sintomas, tendem a buscar os serviços oferecidos por um programa de assistência, o PWA (Programa Waikiri-Atroari, convênio FUNAI-ELETRONORTE). Fez-se uma breve avaliação sobre este programa

    Indigenous territories and tropical forest management in Latin America

    No full text
    Using data from Latin America, the authors argue that fundamental changes must take place in the legal recognition and demarcation of indigenous territories if indigenous peoples are to fulfill their potential as resource managers for threatened tropical forest ecosystems. The authors compare different national land tenure models for forest-dwelling indigenous peoples (contained in national Indian, agrarian, and protected-area laws in Latin America) and a model proposed by indigenous organizations in Latin America. The conventional models emerged during an era when most governments were more concerned with the rapid occupation and exploitation of frontier zones and the assimilation of indigenous peoples. Recent attention to the environmental degradation of these areas and the need to create alternative models of land use and development have directed attention to the potential contribution of indigenous peoples to the conservation and management of the vast tropical forests of Latin America. The authors find that indigenous peoples must be given some degree of control over their territories and resources. They contend that for successful management of tropical forests there must be a new type of partnership between indigenous peoples, the scientific community, national governments, and international development agencies. This relationship should be a contractual one, in which indigenous peoples are provided with juridical recognition and control over large areas of forest in exchange for a commitment to conserve the ecosystem and preserve biodiversity.Municipal Financial Management,Agricultural Knowledge&Information Systems,Forestry,Environmental Economics&Policies,Banks&Banking Reform

    Prevenção cardiovascular abrangente em pacientes com doença arterial coronária: implementação das diretrizes na prática clínica

    No full text
    OBJETIVO: Demonstrar a eficácia de um programa de otimização da prática clínica em pacientes com doença arterial coronária para prescrição de medicamentos e documentar a prática clínica vigente quanto aos medicamentos e medidas para a mudança do estilo de vida. MÉTODOS: Estudo de corte transversal, seguido de componente longitudinal. Foram incluídos 710 pacientes consecutivos (Fase 1). Após aplicação de ferramentas para melhoria da prática clínica, foram incluídos, após seis meses, 705 pacientes com coleta dos mesmos dados (Fase 2). Foram selecionados aleatoriamente, a partir do primeiro grupo, 318 prontuários para comparação desses mesmos pacientes (Fase 3). RESULTADOS: Comparação entre as Fases 1 e 2: melhora em relação a tabagismo (P=0,019), dislipidemia (P<0,001), hipertensão arterial e atividade física regular (P<0,001). Diferença significativa para inibidores da enzima de conversão da angiotensina - IECA (67,2% vs. 56,8%, P<0,001); antagonistas do receptor da angiotensina II - ARA II (25,4% vs. 32,9%, P=0,002) e betabloqueador (88,7% vs. 91,9%, P=0,047). Comparação entre as Fases 1 e 3: houve redução do peso (P=0,044) e pressão arterial (P<0,001). Em relação à prescrição de medicamentos recomendados, diferença para IECA (64,8% vs. 61,6%, P=0,011) e ARA II (27,0% vs. 31,3%, P=0,035). CONCLUSÃO: Não houve mudança significativa na utilização de medicamentos; entretanto, observou-se melhora significativa em relação ao tabagismo e atividade física na Fase 2; melhora substancial nos níveis de pressão arterial, na comparação tanto entre as Fases 1 e 2 como entre as Fases 1 e 3. A inclusão de enfermeiro treinado para gerenciar o processo foi fundamental. Programas abrangentes de melhoria de qualidade assistencial, provavelmente, devem ser continuados por período de seguimento maior

    On the Notion of Ethnocide with Emphasis on the Case of Brazil

    No full text
    "The present essay is a discussion about the concept of ethnocide in the Brazilian context. It is aimed to explain the complex articulation of the concepts of genocide and ethnocide in the Brazilian and international laws, as well as to discern the definitions of the Indian and the indigenous in contemporary Brazil, before the start of a new wave of attacks against the rights of the Indian peoples of this country. To support this discussion, the author has retrieved the ideas and content of his own articles “O nativo relative” (2002) and “Os Involuntários da Pátria. Elogio do subdesenvolvimento” (2016)""El objetivo de este ensayo, escrito con fines de argumentación jurídica, es discutir el concepto de etnocidio para el caso de Brasil. El autor expone con detalle las complejas articulaciones entre las legislaciones brasileña e internacional con los conceptos de genocidio y de etnocidio. La meta es discutir las definiciones de lo indio y de lo indígena en el contexto del Brasil.2 Este ensayo retoma ideas y contenidos de artículos como “O nativo relativo” de 2002 y “Os Involuntários da Pátria. Elogio do subdesenvolvimento” de 2016."Universidad Nacional Autónoma de México. Instituto de Investigaciones Histórica

    América: indios, indigenismo y política.. Anales del Instituto Nacional de Antropología e Historia. Num. 52 Tomo IV (1972-1973) Séptima Época (1967-1976)

    No full text
    Aguirre Beltran, Gonzalo. 1969 Política indigenista en América Latina, en Anuario Indigenista: Vol XXIX, p 17-27. México, III.Aguirre Beltran, Gonzalo. 1970 El proceso de aculturación y el cambio sociocultural en México. México, Universidad Iberoamericana.Aguirre Beltran, Gonzalo. 1973a Regiones de refugio. México, INI.Aguirre Beltran, Gonzalo. 1973b Informe a la Sociedad para la Antropología Aplicada. Ed mimeográfica.Anguiano, Leonel. 1972 Guatemala, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 71-73. México, III.Ashcraft, Norman. 1972 Educación y desarrollo económico en Honduras Británicas, en América Indígena: Vol XXX-2, p 395-408. México, III.Barandian, Daniel de, y Coppens, Walter. 1971 Ensayo de formulación de una doctrina indigenista venezolana, en América Indígena: Vol XXXI-1, p 107-116. México, III.Barth, Frederik (Ed). 1969 Ethnic Groups and Boundaries. The Social Organization of Culture Differences. Bergen-Oslo, Universitets Forlaget.Benitez, Fernando. 1972 Tierra Incógnita. México, ERA.Bonfil, Guillermo. 1969 Reflexiones sobre la política indigenista y el centralismo gubernamental en México, en Anuario Indigenista: Vol XXIX, p 139-144. México, III.Borgognon, Alfonso. 1968 Panorama indígena paraguayo, en América Indígena: Vol XXVIII-4, p 1101-1117. México, III.Bozzoli de Wille, Maria E. 1972 Notas sobre el parentesco entre los indios talamanqueños y guatusos de Costa Rica, en América Indígena: Vol XXXII-2, p 553-571. México, III.Bravo Ahuja, Gloria R; Garza Cuaron, Beatriz, y Nolasco, Margarita 1972 Instituto de Investigación e Integración Social del Estado de Oaxaca, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 139-153. México, III.Bureau of Indian Affairs 1972 El reciente progreso de los asuntos indios en los Estados Unidos de Norteamérica, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 63-69. México, III.Burgos Guevara, Hugo, y Pesantez Reinoso, Gonzalo. 1967 Plan Nacional Indigenista de Colombia: 1966-1969, en América Indígena: Vol XXVII-4, p 751-781. México, III.Bustillos, Oscar A. 1972 La lucha indigenista en Bolivia, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 203-210. México, III.Cardoso, Ciro F S. 1972 Sobre los modos de producción coloniales de América, en Estudios Sociales Centroamericanos: p 45-82. S José de Costa Rica. Programa Centro Americano de Desarrollo de las Ciencias Sociales.Clara de Guevara, Concepción. 1972 Carta al III, en América Indígena: Vol XXXII-2, p 623-4. México, III.Congreso Nacional de Indios Americanos 1970 Resoluciones adoptadas durante la 26a. Convención Anual del Congreso Nacional de Indios Americanos (Oct 6-10, 1969), celebrado en Albuquerque, Nuevo México, en América Indígena: Vol XXX-2, p 492-536. México, III.Coppens, Walter. 1971 Las Misiones en Venezuela. Perspectivas indigenistas, en América Indígena: Vol XXXI-3, p 625-639. México, III.Coronado Castillo, Luis. 1973 El problema mapuche, en América Indígena: Vol XXXIII-2, p 495-523. México, III.Costales, Piedad Peñaherrera de, y Costales Samaniego, Alfredo. 1970 Resultados del Primer Censo Indigenista de la Provincia del Pichincha, en América Indígena: Vol XXX-4, p 1039-1096. México, III.Departamento de Programacion de la Oficina de Planificacion Agricola y Direccion de Asuntos Indigenas 1972 Chile. El problema mapuche, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 75-98. México, III.Deloria Jr, Vine. 1969 Custer Died for your Sins. New York, Avon Books.Direccion General de Estadistica: SIC 1971 IX Censo General de Población. México, SIC.Fidheim, Harald. 1969 When Ethnic Identity is a Social Stigma, en Ethnic Groups and Boundaries. Ed Frederik Barth. Bergen-Oslo, Universitets Forlaget.Encyclopaedia Americana. 1961 Encyclopaedia Americana. Chicago, Chicago Press.Fuller, O. T. 1973 Un observador echa una ojeada al indigenismo, en América Indígena: Vol XXXIII-2, p 355-374. México, III.Fundação Nacional do Indio (FUNAI). 1971 Estatuto del Indio de Brasil, en América Indígena: Vol XXXI-2, p 451-464. México, III.Fundação Nacional do Indio (FUNAI). 1972a Boletín Informativo FUNAI, An 1, No. 2, 1o. trimestre. Brasilia, FUNAl.Fundação Nacional do Indio (FUNAI). 1972b Política Indigenista del Brasil, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 53-62. México, III.Fortun, Julia Elena. 1968 Indigenismo en Bolivia, en América Indígena: Vol XXVIII-4, p 1059-1075. México, III.Griva, Edelmi E. 1970 Síntesis del censo indígena nacional realizado en la República Argentina, en América Indígena: Vol XXX-3, p 657-672. México, III.Guzman Bockler, C, y Herbert, J L. 1970 Guatemala. Una interpretación histórico-social. México, S XXI.Heckadon Moreno, Stanley. 1972 Breve análisis de las estadísticas vitales de la población indígena de Panamá, en América Indígena: Vol XXXII-2, p 573-584. México, III.Herrera, Francisco. 1972 Politización de la población indígena de Panamá, en América Indígena: Vol XXXII-2, p 585-596. México, III.Icken Sofa, Helen. 1969 Asimilación vs pluralismo: dos modelos para la integración de los grupos étnicos en las Américas, en Anuario Indigenista: Vol XXIX, p 163-171. México, III.Instituto Indigenista Interamericano. 1962 Anuario indigenista, Vol XXII. México, III.Instituto Indigenista Interamericano. 1970 Actas del XXXIX Congreso Internacional de Americanistas, en Anuario Indigenista: Vol XXX. México, III.Instituto Indigenista Interamericano. 1973 El problema aborigen argentino en el momento actual. Sinopsis histórica, en América Indígena: Vol XXXIII-3, p 655-666. México, III.Instituto Lingüistico de Verano. 1972 Las lenguas indígenas de Panamá, en América Indígena: Vol XXXII-1, p 95-104. México, III.Juarez Toledo, Luis Adolfo, y Palacios, Reinaldo Alfonso. 1972 El programa de castellanización del medio socioeducativo rural, una fórmula feliz para la educación del indígena monolingüe guatemalteco, en América Indígena: Vol XXXII-2, p 377-385. México, III.Kulshreshtha, S N. 1971 Un enfoque interdisciplinario del problema indígena canadiense, en América Indígena: Vol XXXI-2, p 365-374. México, III.Le Monde de Paris. 1969 La Sociedad de Americanistas se preocupa por la suerte de las poblaciones tribales de la Guayana, en América Indígena: Vol XXIX-4, p 1179-1181. México, III.Lombardo Toledano, Vicente. 1973 El problema del indio. México, Sepsetentas.Mangin, William. 1967 Las comunidades alteñas en la América Latina. México, III.Marroquin, Alejandro D. 1972a Balance del indigenismo. México, III.Marroquin, Alejandro D. 1972b Panorama del indigenismo en Guatemala, en América Indígena: Vol XXXII-2, p 291-317. México, III.Martinez, Hector. 1971 Perú: ¿Las comunidades indígenas hacia una nueva dinámica?, en América Indígena: Vol XXXI-2, p 466-475. México, III.Mckay, Alberto. 1972 Un programa de nutrición del Ministerio de Salud en zonas indígenas de Panamá, en América Indígena: Vol XXXII-1, p 153-158. México, III.Medina H, Andrés. 1972 El indio en el contexto de la sociedad panameña, en América Indígena: Vol XXXII-1, p 67-76. México, III.Medina, Guillermo A. 1972 Algunas consideraciones en torno a la marginalización del indio en Panamá y al desarrollo de la comunidad como medio de integración indigenista, en América Indígena Vol XXX-1, p 105-111. México, III.Ministerio de Asuntos Indígenas y Esquimales de Canadá 1972 Programa de Asuntos Indígenas y Esquimales, en América Indígena: Vol XXXII-1, p 250-1. México, III.Ministerio de Bienestar Social de Argentina. 1970 Proyecto de desarrollo comunitario: Pozo Verde, una comunidad indígena en desarrollo. Buenos Aires, Secretaría de Promoción y Asistencia de la Comunidad.Ministerio de Bienestar Social de Argentina. 1972 Aborígenes argentinos. Estado actual y perspectivas futuras. Documento presentado al VII Congreso Indigenista Interamericano. Brasilia, Dirección Nacional de Asuntos Indígenas. Ed mimeográfica.Morejon Almeida, Luis E. 1972 Ecuador, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 159-201. México, III.Muñoz, Maurilio. 1972 Memoria de las labores realizadas por el Patrimonio Indígena del Valle del Mezquital, Estado de Hidalgo, en la República Mexicana, en el período 1971-1972, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 133-137. México, III.Nahmad S, Salomon. 1972 Resumen de la política y la acción del Instituto Nacional Indigenista de México, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 99-132. México, III.Officer, James A. 1969 Planeando el abandono del paternalismo en la Administración de Asuntos Indígenas de EE UU, en Anuario Indigenista: Vol XXIX, p 29-47. México, III.Organizacion de Estados Americanos e Instituto Interamericano de Estadistica. 1972 América en Cifras: 1972. Situación demográfica, estado y movilidad de la población. Washington, O. E. A.Ortiz Vergara, Pedro. 1965 Las subculturas peruanas. Serie Monográfica 16. Ministerio de Trabajo y Asuntos Indígenas. Plan Nacional de Integración de la Población Aborigen. Lima.Perez Calderon, Jose Antonio. 1972 La población indígena, de la Colonia a la época presente, en América Indígena: Vol XXXII-2, p 325-336. México, III.Queiros Campos, Jose de. 1968 Informe de la Delegación del Brasil ante el VI Congreso Indigenista Interamericano, en América Indígena: Vol XXVIII-4, p 1076-1083. México, III.Queiros Campos, Jose de. 1970 Actividades de la Fundación Nacional del Indio de Brasil: 1969, en América Indígena: Vol XXX-2, p 537-560. México, III.Quijano Obregon, Anibal. 1973 Imperialismo, clases sociales y Estado en el Perú (1895-1930). Ponencia presentada en el Seminario sobre Clases Sociales y Crisis Política en América Latina, en Oaxaca. México, UNAM. Ed mimeográfica.Reichel-Dolmatoff, Gerardo. 1972 El misionero ante las culturas indígenas, en Anuario Indigenista: Vol XXXII-4, p 1137-1149. México, III.Robinson, Scott S. 1971 El etnocidio ecuatoriano. México, Universidad Iberoamericana. Ed mimeográfica.Rockwell, Elsie, y Nolasco, Margarita. 1970 El Instituto de Investigación e Integración Social del Estado de Oaxaca, en América Indígena: Vol XXX-4, p 1119-1124. México, III.Roman Unzueta, Pelegrin. 1968 Informe del Instituto Indigenista Peruano al VI Congreso Indigenista Interamericano, en América lndígena: Vol XXVIII-4, p 1118-1125. México, III.Romano, Agustin. 1972 Exposición de los observadores de la OIT, en Anuario Indigenista: Vol XXXII. p 211-213. México, III.Romero, Eddie J. 1968 Actividades indigenistas del Ministerio de Justicia de la República de Venezuela, durante los años comprendidos entre 1964 y 1968, en América Indígena: Vol XXVIII-4, p 1133-1147. México, III.Rosenblat, Angel. 1954 La población indígena: 1492-1950, Tomo l. Buenos Aires. Ed Nova.Rubio Orbe, Gonzalo. 1972a Panamá Indígena, en América lndígena: Vol XXXII-1, p 3-8. México, III.Rubio Orbe, Gonzalo. 1972b Guatemala Indígena, en América Indígena: Vol XXXII-2, p 275-90. México, III.Rubio Orbe, Gonzalo. 1972c Colombia Indígena, en América Indígena: Vol XXXII-4, p 1091-1108. México, III.Ruiz Franco, Arcadio. 1970 Memoria de labores del Instituto Indigenista Nacional de Guatemala durante el tiempo comprendido entre julio de 1966 y junio de 1970, en América Indígena: Vol XXX-4, p 1097-1117. México, III.Seda Bonilla, Eduardo. 1969 La función de la cultura en los procesos políticos, en Anuario Indigenista: Vol XXIX, p 295-316. México, III.Septimo Congreso Indigenista Interamericano. 1972 Declaración de Brasilia, en Anuario Indigenista: Vol XXXII, p 225-227. México, III.Spicer, Edward H. 1969 Política gubernamental e integración indigenista en México y los Estados Unidos, en Anuario Indigenista: Vol XXIX, p 49-64. México, III.Stavenhagen, Rodolfo. 1965 Clases, colonialismo y transculturación. Contribución al estudio del fenómeno indígena en Mesoamérica. México, SAENAH. Ed mimeográfica.Swadesh, Mauricio. 1960 Estudios sobre lengua y cultura, en Acta Anthropologica. México, SAENAH.Valencia y Valencia, Jaime. 1972 Consideraciones generales sobre la política indigenista de Colombia, en América Indígena: Vol XXXII-4, p 1285-1293. México, III.Villa Rojas, Alfonso. 1971 Antropología e indigenismo en América Latina, en América Indígena: Vol XXXI-1, p 5-44. México, III.Torres de Arauz, Reina. 1972 Panorama actual de las culturas indígenas panameñas, en América Indígena: Vol XXXII-1, p 77-94. México, III.UNESCO. 1967 Apartheid, en El Correo. Una Ventana Abierta al Mundo, Año XX. París.Union Panamericana. 1960 Estructura demográfica de las naciones americanas. IASI. Washington, Unión Panamericana.United Nations. 1971 Demographic Yearbook. Statistical Office of the United Nations. New York.Warman, Arturo; Bonfil G; Nolasco M; Valencia E, y Olivera M. 1970 De eso que llaman antropología mexicana. México, Ed Nuestro Tiempo. 1967 Apartheid, en El Correo. Una Ventana Abierta al Mundo, Año XX. París.Union Panamericana. 1960 Estructura demográfica de las naciones americanas. IASI. Washington, Unión Panamericana.United Nations. 1971 Demographic Yearbook. Statistical Office of the United Nations. New York.Warman, Arturo; Bonfil G; Nolasco M; Valencia E, y Olivera M. 1970 De eso que llaman antropología mexicana. México, Ed Nuestro Tiempo. 1967 Apartheid, en El Correo. Una Ventana Abierta al Mundo, Año XX. París.Union Panamericana. 1960 Estructura demográfica de las naciones americanas. IASI. Washington, Unión Panamericana.United Nations. 1971 Demographic Yearbook. Statistical Office of the United Nations. New York.Warman, Arturo; Bonfil G.; Nolasco M.; Valencia E., y Olivera M. 1970 De eso que llaman antropología mexicana. México, Ed Nuestro Tiempo
    corecore