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Joshua Davis: Author of Spare Parts
Citation: K-State First (2016). Joshua Davis: Author of Spare Parts [Flier]. Manhattan, Kansas: K-State First.Flyer advertising Joshua Davis's author talk at Kansas State University
Steven Johnson Author Talk Poster
K-State Book NetworkA poster advertising an author talk by Steven Johnson at Kansas State University on September 3, 2014. Steven Johnson's book "The Ghost Map" was the 2014-2015 common book
Diversidade de minhocas e atributos químicos em sistemas de plantio direto e integração lavoura-pecuária do oeste catarinense.
Resumo também apresentado no CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO, 2., 2012, São Leopoldo. Mostra de iniciação científica da UNISINOS. São Leopoldo: Casa Leiria, 2012. e-book. II CICPG. Disposição dos autores: ORSO, R.; BARTZ, M. L. C.; BROWN, G. G.; KLAUBER FILHO, O.; ROSA, M. G. da; LOCATELLI, M.; ZORTÉA, T.; CASAROTTO, K.; DECÄENS, T.; BARETTA, D
Agência de desenvolvimento setorial para aglomerado têxtil-vestuário da região do Vale do Itajaí: um caso de mecanismo de integração em Santa Catarina
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.As transformações vividas pelas economias nacionais nas últimas décadas, por conseqüência da globalização e da abertura de mercado, determinaram a adoção de novos padrões de competitividade, deslocando a importância do enfoque baseado apenas na visão empresarial para um conceito bem mais amplo, a competitividade sistêmica. O conceito de competitividade tornou-se mais complexo, uma vez que os referenciais adotados estão ligados não apenas ao desempenho das empresas, mas também aos fatores não-empresariais, tais como: infra-estrutura, sistema político institucional, cooperação, entrelaçamento e sinergia entre empresas. Deste modo, as empresas, principalmente aquelas inseridas em um aglomerado produtivo, perceberam a necessidade de interagir com as estruturas existentes no seu ambiente, e conseqüentemente, tiveram que ampliar as suas capacidades em implementar redes colaborativas, especialmente com fornecedores, canais de distribuição, clientes e instituições de suporte ao desenvolvimento. Para tanto, deve ser estimulada a criação de mecanismos de integração que coordenem e integrem as diversas ações de desenvolvimento de um aglomerado produtivo. Diante desta tendência evolutiva, este trabalho buscou propor a estruturação de um mecanismo de integração, do tipo Agência Setorial, para o aglomerado têxtil-vestuário do Vale do Itajaí, capaz de gerar programas coletivos de desenvolvimento setorial com ênfase na promoção de fluxos informativos, com forte conteúdo competitivo, focado em informações tecnológicas, de mercado, tendências de moda, design e inovação, sendo que estes estarão integrados aos instrumentos de suporte disponíveis na região
Formação de rede de empresas de tecnologia da informação com base na análise da cadeia de valor
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Florianópolis, 2010Este trabalho propõe-se a identificar, dentro da cadeia de valor de empresas de base tecnológica da Grande Florianópolis, pontos e formas de cooperação, com base no conceito de redes cooperativas de pequenas e médias empresas. Inicialmente é feito um levantamento da bibliografia sobre o assunto, tratando de temas como benchmarking, redes de pequenas e médias empresas, cadeia de valor e metodologias para formação de consórcios e identificação de pontos e formas de cooperação. Utilizando-se como base, uma metodologia já desenvolvida em linha de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina que, por meio de benchmarking e análise da cadeia de valor, possibilita realizar um diagnóstico do desempenho das empresas e localizar os possíveis pontos de cooperação, desenvolveu-se uma metodologia derivada, voltada a redes de empresas de base tecnológica, adequando-se, com isso, o questionário padrão. A pesquisa foi realizada num grupo de quatro empresas de tecnologia na região da Grande Florianópolis, que estão em fase de criação de uma rede/consórcio. Com a aplicação da metodologia foi possível descrever a cadeia de valor de cada uma das empresas estudadas e principalmente identificar os pontos de cooperação dentro do grupo. Estes pontos, bem como a metodologia, foram validados através da aplicação de um segundo questionário buscando a concordância ou não do grupo sobre os resultados da pesquisa.This study aims to identify within the value chain of technology-based companies in Florianópolis points and forms of cooperation within the concept of cooperative networks of small and medium enterprises. First is a survey of the literature on the subject, dealing with topics such as benchmarking, networks of small and medium enterprises, and methods for forming consortia and the identification of points and forms of cooperation. It´s based on a methodology already developed in a research line in the Post-Graduation program in Production Engineering of Universidade Federal de Santa Catarina, which uses benchmarking and analysis of the value chain, to perform a diagnosis of business performance and locate possible points of cooperation. A new questionnaire was developed. The application was performed in a group of four technology companies in the Florianópolis Region. With the application of the methodology was possible to describe the value chain of each of the companies studied and identify areas of cooperation within the group. These points, as well as the methodology have been validated by applying a second questionnaire seeking the group's agreement or disagreement on the results of research
A formulação das estratégias da empresa em um ambiente de aglomeração industrial
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de ProduçãoA pesquisa foi desenvolvida no município de São João Batista, que é considerado o núcleo de um "pólo calçadista emergente". O trabalho de campo foi desenvolvido através de em estudo multicaso, utilizando de modo conjunto o modelo do diamante (Porter, 1999), o modelo do mix estratégico (Casarotto, 1995) e o modelo Integrator Valuator (Fuchs et al., 2000). Como resultados gerais identificou-se que a inserção no pólo regional não contribui, positiva ou negativamente, na tomada de decisão estratégica. Existem sinergias, promovidas pela proximidade, porém a exploração destas sinergias é incipiente. As empresas possuem um mimetismo estratégico bastante grande, mas um debilitado nível de agregação, sendo incapazes de promover a competitividade local, devido aos fracos nexos (entrelaçamentos) seja na constituição de redes horizontais, ou nas relações verticais, que poderiam fortalecer as estratégias individuais e o comportamento competitivo de todo o conjunto. De imediato, existe a necessidade de maximizar as sinergias através de alianças e de acordos de cooperação buscando a complementaridades e soma de competências. O estímulo à cooperação deve centrar-se em combinar: a) produção em grande escala com flexibilidade e respostas rápidas; b) especializações com perfis diferentes para ganhar economias de escopo; e c) aproximação e aprendizado mútuo entre fornecedores e produtores locais. A aplicação do modelo de pesquisa permitiu a identificação da formação de sub-agrupamentos diferentes dentro do âmbito do pólo. Poucas empresas agindo de modo prospectivo, no geral prevalece o comportamento analista, do tipo responsivo, não pró-ativo, tendendo para a atuação em direção de nichos, com uma fraca organização de estruturas comuns e principalmente transformação da cultura em direção à cooperação. Diante dos resultados apresentados, é possível reconhecer a utilidade do modelo em relação a identificação do comportamento competitivo e do padrão estratégico desenvolvido por empresas em ambientes de aglomeração industrial, podendo ser utilizado em situações semelhantes a estudada
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis
We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis
Expanding “Communities and Collections” in the K-State Research Exchange (K-REx) to benefit the K-State Community and Beyond
Kansas State University has used its institutional repository, the K-State Research Exchange (K-REx), to store and share its first year experience program, K-State First, and notably its common reading program, K-State First Book. We have done so with the aim that the accessibility and preservation of these documents ensures program stability, promotes engagement with first year programming, and provides the ability to foster growth,educational opportunities, and community building outside of K-State. Moving away from research concentrated repositories and taking a more holistic approach to scholarship, especially when realizing the pedagogical significance of collaborative campus programming, institutions can showcase, discover, preserve, and grow programs that shape campus communities and engagement.
This session will provide an overview of K-REx and spotlight the digital archive of the university’s first year experience program and common reading program, K-State First Book. We will discuss the benefits and challenges to expanding the purview of your repositories. We talkthrough the types of materials we decide to host in our repository and why we share what we do. We will also provide recommendations on new ways to evaluate what belongs in institutional repositories and how this diversity can benefit your program, your institution, the community, and others
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