4 research outputs found

    Multifaces das práticas em psicologia do trabalho : impasses e criação

    No full text
    Com a proposta de problematizar o campo de intervenção reconhecido como psicologia do trabalho, os psicólogos Celso de Moraes, Maudeth Braga e Marilene Verthein analisam os desafios enfrentados pelos profissionais dessa área. O livro reflete a enorme diversidade que a psicologia do trabalho abrange, percorrendo espaços que vão de sindicatos e salas de aula, a hospitais, com o intuito de reunir produções diferentes, seja na escolha temática como na metodológic

    Entre apagamentos e afirmações: reposicionamentos do trabalho e da deficiência

    No full text
    O artigo objetiva discutir efeitos da reforma trabalhista no Brasil, em 2017, na relação deficiência e trabalho. Adotamos como questões: Quais são os reposicionamentos que a multifuncionalidade do trabalhador, marca da especialização flexível, coloca para o modelo social da deficiência? E quais reposicionamentosestão colocados com o modelo social da deficiência, nas pistas de Débora Diniz, Marcia Moraes e Anahi Mello?Com base numa pesquisa documental e bibliográfica, colocamos em cena o apagamento do trabalho no cenário brasileiro atual, com as leituras de David Harvey e Ricardo Antunes.A Carteira de Trabalho foi tomada como um analisador, pela escrita de Simone Guedes.A condição de contribuinte passa a ser determinante com a versão digitalnas pactuações e contratações de trabalho, cada vez mais precárias.Junto com a “pejotização”, cresceo trabalho informal e a marca do trabalho doméstico: a invisibilidade.O que apagamos e afirmamos com nossas escritas de pesquisa

    Deficiência e “novo normal”: algumas reflexões para aleijar a universidade

    No full text
    Theoretically based on the feminist perspective of the social model of disability, the text explains the contradictions present in the “new normal”, a set of practices, thus named, that guide the post-pandemic daily life. Following the struggles of people with disabilities, we indicate that sanitary prescriptions have disregarded bodies with disabilities, either with inaccessible information or with practices that are far from the functional diversity of bodies. In contrast, it is stated that disability should be a central category in the composition of the post-pandemic world. The conclusion points to the political and epistemological strength of the Crip Theory, which states that it is urgent to cripple the world in order to open up other possibilities of social ties, no longer guided by the normal, but by the crippled. The final call is to cripple the university, so that knowledge production is centered on disability and accessibility.Basado teóricamente en la perspectiva feminista del modelo social de la discapacidad, el texto explicita las contradicciones presentes en la “nueva normalidad”, un conjunto de prácticas, así denominadas, que guían la vida cotidiana pospandemia. Siguiendo las luchas de las personas con discapacidad, indicamos que las prescripciones de salud han desatendido a los cuerpos discapacitados, ya sea con informaciones inaccesibles o con prácticas alejadas de la diversidad funcional de los cuerpos. Por el contrario, se argumenta que la discapacidad debería ser una categoría central en la composición del mundo pospandemia. La conclusión apunta a la fuerza política y epistemológica de la Teoría Crip, que afirma que es urgente lisiar el mundo de forma que nos abramos otras posibilidades de lazo social, ya no guiadas por el normal, sino por el lisiado. La última llamada es a lisiar la universidad para que la producción de conocimiento se centre en la discapacidad y la accesibilidad.Fundamentado teoricamente na perspectiva feminista do modelo social da deficiência, o texto explicita as contradições presentes no “novo normal”, conjunto de práticas, assim nomeadas, que orientam o cotidiano pós-pandemia. Seguindo as lutas das pessoas com deficiência, indicamos que as prescrições sanitárias têm desconsiderado os corpos deficientes, seja com informações inacessíveis, seja com práticas distantes da diversidade funcional dos corpos. Em contraposição, afirma-se que a deficiência deve ser uma categoria central na composição do mundo pós-pandemia. A conclusão aponta para a força política e epistemológica da Teoria Crip, que afirma ser urgente aleijar o mundo a fim de abrirmos outras possibilidades de laço social, não mais pautadas pelo normal, mas sim pelo aleijado. A convocação final é para aleijar a universidade, de modo que a produção de conhecimento seja centrada na deficiência e na acessibilidade

    Diálogos sobre acessibilidade em transporte e mobilidade humana / Dialogues on accessibility in transport and human mobility

    No full text
    O presente trabalho propõe um outro olhar possível sobre a questão da deficiência, a partir de um afastamento do referencial estritamente biomédico e normativo sobre o corpo - que enxerga o corpo deficiente a partir de uma concepção de falta. Uma outra forma de pensar a deficiência emerge tendo em vista uma dimensão sensível do campo da reabilitação. Trata-se também de uma dimensão sócio-política, na medida em que o conceito de deficiência é então conjeturado a partir de uma articulação com o campo social que o enreda, através de uma perspectiva cartográfica.Quais são as barreiras visíveis e invisíveis que atravessam a mobilidade humana? É a pergunta que indaga o trabalho que se desenvolve a partir da problematização de questões relativas à mobilidade no cotidiano, tendo como matéria-prima de transversalização falas suscitadas em rodas de conversa sobre o tema
    corecore