1,720,966 research outputs found
Griôs Sapatonas Brasileiras e Lampião da Esquina: o contraste das questões de gênero, raça e sexualidade na fonte oral e na fonte escrita.
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto LatinoAmericano de Arte, Cultura e História da Universidade
Federal da Integração LatinoAmericana, como requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em História – América Latina.
Orientador: Prof. Dr. Rodrigo F. Bonciani. Coorientadora: Profa. Dra. Andreia Moassab.O jornal Lampião da Esquina, voltado ao público gay com circulação nacional entre os anos de 1978 e 1981, surge no contexto da ditadura militar brasileira como a alternativa que discutia além das questões acerca da sexualidade outros pontos polêmicos da vida cotidiana. Era um meio de comunicação que desnaturalizava as desigualdades de gênero. E por que não as raciais interseccionadas as questões de gênero? Criado no final do período ditatorial brasileiro é considerado um dos maiores ícones do movimento homossexual. Suas 37 edições foram vendidas em bancas de revistas e jornais do Brasil todo durante três anos e três meses e foi o primeiro periódico brasileiro que abordou a homossexualidade de forma pontual. Busca-se aqui então, verificar como se deu a representação das identidades lésbicas negras, presenças constantes nos Movimentos Negro, de Mulheres e LGBT, no Lampião da Esquina com o objetivo de responder as seguintes questões: as lésbicas negras foram representadas no Lampião da Esquina? Qual a relação dessas mulheres com o periódico? Elas se veem representadas no jornal?The Lampião da Esquina newspaper, facing the gay community with national circulation
between 1978 and 1981, arises in context of Brazilian military dictatorship as the
alternative in addition to issues of sexuality other controversial aspects of everyday life.
It was a means of communication that denaturalize gender inequalities. Why not racial
intersecting gender issues? Created at the end of the Brazilian dictatorial period is
considered one of the greatest icons of the homosexual movement. His 37 editions
have been sold in newsstands across Brazil's for three years and three months and was
the first Brazilian journal that addressed homosexuality in a careful manner. Search up
here then check how was the representation of black lesbian identities, constant
presence in the Black, Women and LGBT movements, in the Lampião da Esquina with
the objective to answer the following questions: black lesbian were represented in
Lampião da Esquina? What is the relationship of these women to the newspaper? They
see themselves represented in the paper
Os Debates em Torno da Escravidão e a Lei do Ventre Livre (1866-1871)
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao
Instituto Latino-Americano de Arte, Cultura e
História da Universidade Federal da Integração
Latino-Americana, como requisito parcial à
obtenção do título de Bacharel em História –
Diversidade Cultural Latino-Americana.
Orientador: Prof. Dr. Rodrigo Faustinoni BoncianiO presente trabalho expõe os debates, disputas e tensões sobre a escravidão
durante a Guerra do Paraguai até a Lei do Ventre Livre. Analisaremos essa polêmica
por meio das atas do Conselho de Estado, entre 1866 e 1868, sendo discutida
nestas calorosas seções a necessidade da utilização dos escravos na Guerra do
Paraguai e a compensação do mesmo com a alforria. Durante essas seções foram
apresentados projetos de autoria do conselheiro José de São Vicente e Nabuco, os
quais ao final deram origem aos projetos de lei que culminaram com o processo
inicial de alforria dos escravos, através de indenizações pagas pelo Estado ou pelos
próprios escravos através de trabalhos prestados. Ao final, o que se pode ver é que
os projetos não tinham uma finalidade tácita de acabar com a escravidão, mas sim
fazer com que a mesma fosse adiada por anos, pois os senhores de escravos e o
próprio governo estavam mais preocupados com os prejuízos e a perda da
propriedade, do que com o fim da escravidão em si. Então se poderá perceber que
os projetos buscavam a defesa da propriedade privada e do Estado, e uma forma de
indenização aos donos de escravos, e assim, somente assim admitir a alforria do
mesmo, sendo por grandes gastos governamentais ou trabalhos prestados pelos
escravos.The present expose the evolutionary situation (the debates, disputes, tensions)
between the need to use the slaves as soldiers in the Paraguayan War [for
preservation of the State and the interests of the masters etc.] by the Empire Brazil,
in what has culminated in the initiatives of the Law of Abolition of Slavery in Brazil.
These laws and projects having made this happen were given during the conjecture
of the sections of discussion that we shall analyze this controversy by means of the
minutes of the Council of State, between the periods of 1866 and 1868, being in
these warm sections discussed the necessity of the use of the slaves in the War of
Paraguay and the compensation of the same with the manumission. During these
sections, projects by the councilor José de São Vicente and Nabuco were presented,
which eventually led to bills that culminated in the initial process of alforria of slaves,
through indemnities paid by the state or by the slaves themselves through work. In
the end, one can see that the projects had no tacit purpose, to end slavery, but to
have it postponed for years, since the slaveholders and the government itself were
more concerned with the losses and loss of property, than with the end of slavery
itself. Then one can see that the projects have to defend the defense of private
property and the state, and a form of compensation to the owners of slaves, and thus
only to admit the freedom of the same, whether by large government expenditures or
works provided by the slave
O Processo de Militarização das Políticas Indigenistas na Ditadura Civil-Militar Brasileira
Dissertação apresentada ao Programa de Pós-
Graduação Interdisciplinar em Estudos Latino-
Americanos da Universidade Federal da
Integração Latino-Americana, como requisito
parcial à obtenção do título de Mestre em Estudos
Latino-Americanos. Orientador: Prof. Dr. Rodrigo Faustinoni Bonciani e Coorientador: Prof. Dr. Clovis Antonio BrighentiA presente pesquisa tem como objetivo desenvolver uma análise sobre o processo de militarização das políticas indigenistas na ditadura civil-militar brasileira, especificamente no período entre 1968 e 1973, com destaque para a criação da Fundação Nacional do Índio (Funai) e associadas a esta, o surgimento da Guarda Rural Indígena (Grin) e do Reformatório Agrícola Indígena Krenak, ambos instalados no estado de Minas Gerais. A Grin foi uma guarda militar formada por indígenas oriundos de grupos de distintas regiões do país, treinada pela Polícia Militar de Minas Gerais e com abrangência nacional. Já o Reformatório Krenak foi um presídio para o qual eram conduzidos indígenas considerados criminosos ou que demonstrassem alguma ameaça aos projetos políticos e econômicos propostos pela Ditadura. Os dois empreendimentos se originam posteriormente à instauração do Ato Institucional n. 5, baixado em dezembro de 1968, que veio estabelecer um maior endurecimento do regime, trazendo consequências diretas às populações indígenas. Para a compreensão das temáticas relacionadas à militarização e a relação do Estado com estas populações buscamos elaborar uma trajetória dos dois temas na história do Brasil, além do pensamento que trouxe as bases para o estabelecimento do regime civil-militar, a Doutrina de Segurança Nacional, fundamentada nos pilares da segurança aliada ao desenvolvimento econômico. Neste sentido, os povos indígenas que se encontravam muitas das vezes em territórios de interesse do regime, passaram a ser considerados “inimigos internos”. Para desenvolver tal reflexão utilizamos fontes diversas, como relatórios, documentos oficiais do Estado, decretos, leis, jornais e uma bibliografia relacionada ao objeto, com a intenção de compreender como o Estado atuava em relação à temática indígena e seus desdobramentos.La presente investigación tiene como finalidad desarrollar una análisis acerca del proceso
de militarización de las politicas indigenistas en la dictadura civico-militar brasileña,
específicamente en el período entre 1968 y 1973, con énfasis en la creación de la
Fundación Nacional del Índio (Funai) y asociadas a esta, el surgimiento de la Guardia
Rural Indígena (Grin) y del Reformatório Agrícola Indígena Krenak, ambos instalados en el
estado de Minas Gerais. La Grin fue una guardia militar constituida por indígenas de
grupos de distintas regiones del país, entrenada por la Policía Militar de Minas Gerais y
con un alcance nacional. El Reformatório Krenak fue una cárcel donde fueron conducidos
indígenas considerados criminales, o que demostró una amenaza a los proyectos políticos
y económicos propuestos por la Dictadura. Los dos emprendimientos se originan
posteriormente del Acto Institucional n. 5, bajado en diciembre de 1968 y vino a establecer
un mayor endurecimiento del régimen, trayendo consecuencias directas a los indígenas.
Para la comprensión de las temáticas involucradas a la militarización y la relación del
Estado con estas poblaciones buscamos elaborar una trayectoria histórica de los dos
temas en la história de Brasil, además del pensamiento que trajo bases para el
establecimiento del régimen civico-militar, la Doctrina de Seguridad Nacional, basada en
los pilares de la seguridad y desarrollo económico. En este sentido, las poblaciones
indígenas, que se encontraban en los territorios de interés del régimen, pasaron a ser
considerados “enemigos internos”. Para desarrollar tal reflexión utilizamos fuentes
diversas, como informes, documentos oficiales del Estado, decretos, leyes, periódicos y
una bibliografía relacionada al objeto con la intención de comprender cómo el Estado
actuaba en relación a la temática indígena y sus desdoblamientosThe present research aims to develop an analysis of the process of militarization of
indigenist policies in the Brazilian civil-military dictatorship, specifically between 1968
and 1973, with emphasis on the creation of the National Indian Foundation (from
Portuguese, Fundação Nacional do Índio- Funai) and associated with this process,
the appearance of the Indigenous Rural Guard (from Portuguese, Guarda Rural
Indígena - Grin) and the Krenak Indigenous Agricultural Reformatory (Rerformatório
Indígena Agrícola Krenak), both established in the state of Minas Gerais. Grin was a
military guard formed by indigenous people from groups of different regions of the
country, trained by the Military Police of Minas Gerais and with national coverage.
The Krenak Reformatory was a prison for which were conducted Indians considered
criminals or who showed some threat to the economical and political projects
proposed by the Dictatorship. The two attempts were originated after Institutional Act
number five, promulgated in December of 1968 and came to establish a greater
hardening of the regime, bringing direct consequences to the Indians. In order to
understand the themes related to militarization and the State's relationship with these
populations, we sought to elaborate a historical trajectory of the two themes in
Brazilian history, as well as the thought that has provided bases for the establishment
of the civil-military regime, the National Security Doctrine, based on the pillars of
security and economic development. In this sense, the indigenous populations, who
were often in territories of interest to the military regime, came to be considered
"internal enemies". In order to develop such a reflection, we used diverse sources,
such as reports, official documents of the State, decrees, laws, newspapers and a
bibliography related to the subject, with the intention of understanding how the State
acted in relation to the indigenous theme and its unfoldin
Entrevista com o historiador Luiz Felipe de Alencastro
Entrevista com o historiador Luiz Felipe de Alencastr
Os irmãos Coutinho no Atlântico: Escravidão, governo e ascensão social no tempo da monarquia hispânica
O artigo refaz a história da família Coutinho, de Lopo de Sousa Coutinho (c. 1515–1577) a Francisco de Sousa Coutinho (1597–1660), procurando identificar a importância crescente dos postos de governo no Atlântico e do tráfi co de escravos para a monarquia portuguesa e para a dinastia Habsburgo. Destaca as trajetórias dos irmãos João Rodrigues Coutinho, governador de Angola e contratador do tráfi co de escravos, Gonçalo Vaz, sucessor do contrato, e Manuel de Sousa, administrador geral do asiento em Cartagena e Buenos Aires. Analisa, por um lado, as estratégias de ascensão social de uma família nobre portuguesa nos reinados de Felipe II e Felipe III e, por outro, os interesses e tensões suscitados pelo tráfi co de escravos em diferentes instâncias e grupos sociais, entre o fi m do século XVI e as primeiras décadas do XVII
Um pombeiro nas origens do Atlântico:: o processo contra Aires Fernandes, o Dinga Dinga
Transcription of:
Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisbon, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, Processos, processo 13087, http://digitarq.arquivos.pt/details?id=2313295. Transcrição de:
Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa, Tribunal do Santo Ofício, Inquisição de Lisboa, Processos, processo 13087, http://digitarq.arquivos.pt/details?id=2313295.
La expulsión de los jesuitas y la reconfiguración de las relaciones de dominium y poder em Tucumán (segunda Mitad del siglo XVIII)
Anais do III Encontro de Iniciação Científica da Unila - Sessão de História - 06/11/14 – 13h30 às 17h30 - Unila-PTI - Bloco 09 – Espaço 03 – Sala 01El presente trabajo tiene como objetivo estudiar las relaciones de poder en Tucumán en
la segunda mitad del siglo XVIII, analizando el impacto de las reformas borbónicas en
la estructura social y política de la provincia. La medida de mayor impacto ejercida por
Carlos III fue la expulsión de los jesuitas de los territorios correspondientes a la
monarquía hispánica, lo que llevó en los territorios de ultramar a reconfigurar las
relaciones de poder y de dominium sobre los bienes reales, entre los que se encontraban
también la populación indígena y africana destinada principalmente al trabajo forzado y
esclavo con fines lucrativos y comerciales. De esta manera se pretende analizar las
relaciones de dominium, poder y soberanía entre la Corona, funcionarios borbónicos,
poderes locales y populaciones indígenas y africanas, abordando las estrategias del
poder real para aumentar el control sobre sus reinos de ultramar. Siendo la hipótesis de
la investigación que la Corona mediante reformas político-administrativas pretendió
incrementar su autoridad y tener un mayor control de las relaciones de dominación
sobre sus bienes de ultramar, con el fin de reafirmar su preeminencia frente a las
relaciones coloniales. Se destacará el estudio de la dinámica política, el juego de fuerzas
e intereses, entre las diferentes instituciones y actores políticos al disputar los bienes y
poderes de la Compañía de Jesús después de su expulsión. Un marco inicial de este
proceso se dio durante el gobierno de Juan Manuel Fernández Campero (1764-1769)
que, al interferir en el sistema de tasación y administración de las temporalidades, tuvo
como consecuencia la sublevación de los colonos de Salta y Jujuy, llegando a ser
acusado en la Audiencia de Charcas por malversación de los fondos provenientes de la
cobranza de impuestos, y por robo en las temporalidades de los jesuitas después de que
fueron expulsados, culminando en la demisión de su cargo político. De esta manera se
evidencian las dificultades y conflictos en la implementación de las medidas reales,
impuestas por la Corona a sus territorios de ultramar, con el fin de desmontar los
espacios de poder que tuvieran relativa autonomía en América. Siendo los funcionarios
borbónicos los que cumplirían la intermediación entre la Corona y la colonia,
ejecutando las órdenes reales sobre la estructura socio-política colonial.
Este trabajo servirá de base, para la proyección de una investigación sobre los procesos
independentistas en América, a partir de la relación entre la Corona y las colonias
durante la segunda mitad del s. XVIII.Bolsista Probic - Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Agradezco a UNILA por la oportunidad de participar como bolsista en el Programa de
Iniciación Científica PIBIC/UNILA
A Mita Peruana: da época Inca à colonização espanhola
Anais do IV Encontro de Iniciação Científica da Unila - “UNILA 5 anos: Integração em Ciência, Tecnologia e Cultura na Tríplice Fronteira” - 05 e 06 de novembro de 2015 – Sessão HistóriaEn este libro, la leve de mano de obra colonial se escribe “mita”, con la que se distingue de
su antecedente indígena precolombino, que se escribe “mit’a”. STEVE, 1982, p.136 . La mit'a
incaica era una institución en la cual se destacaba la articulación entre los grupos étnicos y el
estado. Los inkas manejaban un sistema denominado enajenación de heredades étnicas, el cual
consistía en la transferencia de haciendas para que los indígenas trabajaran en esas tierras en la
producción de alimentos; cuando el ciclo de la enajenación de las tierras se terminaba, la étnica y
la unidad domestica (indígenas) ya no debían absolutamente nada para el enajenador y no existía
la tributación en especie. En 1570, los inkas pasaron a ser indios y no más una etnia, debido a la
reorganización hecha con la llegada de Francisco de Toledo desde Europa. Él no eliminó por
completo la diversidad de las etnias pero si cambio algunas cosas a favor de sus interés y los de
la corona. Se originó una nueva categoría colonial llamada república de los indios (campesinos,
mestizos) quienes aportaban para la producción de mercancía, servicios y todo aquello que
necesitara la corona y la república de los españoles; tales interés eran la producción comercial
minería, agricultura y la mayor obtención de benéficos a la explotación del campesinado
indígena. A diferencia de la mit'a incaica, en esta nueva mita si existía la tributación en especie,
que era extraída con trabajos acabados sobre la tierra por parte de los indios. Toledo convirtió
esta mita en una institución colonial de trabajo forzado. La mita colonial movilizaba una oferta
de mano de obra abundante, barata y fiable no solo para las minas, sino también para los obrajes,
agricultura, ganadería, servicios domésticos y cualquier otra tarea o persona considerada digna
de recibir una parte del patrimonio del Estado. Para los inkas, fue un cambio radical, ya que el
tributo de especie violaba las formas antiguas de proteger la autonomía económica local. El
presente trabajo pretende mostrar las características de la mit'a incaica y durante la mita española
en el Virreinato de Perú con la llegada de Toledo, denotar la diferencia entre una y la otra,
examinarla a partir de una perspectiva de análisis política-jurídica que logra identificar la
relación entre poder Inca y el sistema de tributación, y concluyendo las transformaciones de la
mit'a andina para la mita colonial.Bolsista PIBIC-UNIL
Pedro de Bohorquez y el desenlace de la rebelion Calchaquin en Tucumán (siglo XVIII)
Anais do III Encontro de Iniciação Científica da Unila - Sessão de História - 06/11/14 – 13h30 às 17h30 - Unila-PTI - Bloco 09 – Espaço 03 – Sala 01Esta
investigación
analiza
las
imbricadas
relaciones
entre
los
distintos
actores
coloniales
y
sus
respectivos
intereses
durante
la
Rebelión
Calchaquí
en
Tucumán,
en
el
siglo
XVII.
Los
pueblos
originarios
que
habitaban
los
Valles
Calchaquíes
en
la
Gobernación
del
Tucumán,
actual
nordeste
de
Argentina,
resistieron
durante
cien
años a los distintos intentos de reducción y dominación de los colonizadores
españoles.
El
trabajo
se
desarrolla
a
partir
de
la
trayectoria
de
vida
de
un
personaje
atípico
en
la
historia
de
la
colonización
del
imperio
español
en
el
territorio
sudamericano:
el
andaluz
Pedro
de
Bohorquez,
quien
consiguió
ser
nombrado
y
reconocido,
tanto
por
indígenas
como
por
españoles,
sucesor
de
la
dinastía
Inca.
La
insustentabilidad
de
la
contradicción
de
sus
planes,
acabó
en
una
contienda
que
finalizó
en
el
proceso
de
reducción
y
dominio
de
los
habitantes
de
los
Valles
Calchaquíes.Bolsista Fundação Araucaria; Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA
- …
