Afro-Ásia
Not a member yet
1020 research outputs found
Sort by
A manilha e o libambo: escravidão na África nos primeiros tempos do tráfico transatlântico
Homenagem a Alberto Vasconcellos da Costa e Silv
Um passeio pela África: ao encontro dos nossos antepassados
Homenagem a Alberto Vasconcellos da Costa e Silv
Uma casa brasileira: a embaixada do Brasil em Lagos, Nigéria
Homenagem a Alberto Vasconcellos da Costa e Silv
Notícia de Alberto da Costa e Silva no projeto Rota do Escravo
Homenagem a Alberto Vasconcellos da Costa e Silv
Imagens dos capuchinhos no Congo e Angola
Review of:
FROMONT, Cécile. Images on a Mission in Early Modern Kongo and Angola. Philadelphia: Penn State University Press, 2022. 336 p.Resenha de:
FROMONT, Cécile. Images on a Mission in Early Modern Kongo and Angola. Philadelphia: Penn State University Press, 2022. 336 p
No rastro dos mbangalas: revisitando as fontes coloniais e a historiografia, século XVII e além
This article discusses the composition of Mbangala warrior bands who inhabited West Central Africa between the 17th and 18th centuries, distinguishing them from other groups of nomadic warriors, such as the Jagas, who invaded Kongo in the 16th century. The article seeks to problematize the various uses of the term “Jaga” by Luso-Africans and its adoption by Mbangala leaders as a military and nobility title. Finally, the paper analyzes oral traditions about the “exodus of Kinguri” and its downfall as a historical narrative about the “imbangalas of Kasanje”, seeking to differentiate them from other Mbangala groups of scattered throughout the interior of West Central Africa. The fall of the “exodus of Kinguri” left a significant gap in the historiography and compromised the previously established chronology for important political units in Central Africa. This episode serves as a warning to Africanist historians about the risks of validating oral traditions as historical events without a deep understanding of their genesis.Este artigo discute a composição dos grupos de guerreiros mbangalas que habitavam a África Centro-Ocidental entre os séculos XVII e XVIII, diferenciando-os de outros grupos de guerreiros nômades, como os jagas que invadiram o Kongo no século XVI. O artigo procura problematizar os diversos usos do termo “jaga” pelos luso-africanos e sua adoção pelos líderes mbangalas como um título militar e de nobreza. Por fim, este artigo analisa as tradições orais sobre o “êxodo de Kinguri” e sua queda como narrativa histórica sobre os “imbangalas de Kasanje”, procurando diferenciá-los dos demais grupos de mbangalas espalhados pelo interior da África Centro-Ocidental. A queda do “êxodo de Kinguri” deixou um enorme vácuo na historiografia e comprometeu a cronologia previamente estabelecida para importantes unidades políticas da África Central. Este episódio serve de alerta a historiadores africanistas sobre os riscos em validar tradições orais como eventos históricos sem um profundo conhecimento sobre sua gênese
Muna Ntete: as origens do reino do Kongo
Oral traditions of Kongo allow important insights into the origins of the kingdom, especially as some traditions were recorded as early as the sixteenth century. Noting that traditions change as social structure changes, this work builds from the earliest traditions to make a careful step by step origin with concessions rather than a sweeping conquest as later traditions suggest. It avoids using either very recent traditional accounts from the twentieth century and modern ethnography, but focuses on eyewitness evidence along with tradition. New documentary finds make it clear that the origin of Kongo was more like the conquest of a pre-existing kingdom of Mpemba, than the founding of a new kingdom in a previously decentralized area.As tradições orais do Kongo oferecem importantes insights sobre as origens do reino, especialmente considerando que algumas dessas tradições foram registradas ainda no século XVI. Reconhecendo que as tradições mudam conforme a estrutura social se transforma, este trabalho parte das tradições mais antigas para construir uma narrativa cuidadosa e gradual das origens do reino, marcada por concessões em vez de uma conquista abrangente, como sugerem tradições posteriores. Evita-se o uso de relatos tradicionais muito recentes, do século XX e da etnografia moderna, concentrando-se em evidências de testemunhas oculares e suas tradições. Novas descobertas documentais deixam claro que a origem do Kongo se assemelhou mais a uma conquista de um reino pré-existente em Mpemba, do que à fundação de um novo reino em uma região previamente descentralizad
“Marinheiros de alto-mar não se fazem num dia”: homens, navios e mercadorias em deslocamento entre Portugal, Paraíba e Macau (1767-1821)
Based on the observation of the large port movement in Lisbon due to trade with the colonial domains, I investigate the role of the seafarers responsible for operating the vessels and transporting goods, who are almost always invisible in historiography. To do so, I analyzed ships and men traveling on two colonial trade routes: Lisbon-Paraíba and Lisbon-Macau. The hypothesis is that the first, shorter and less dangerous in terms of natural conditions, was also a place where sailors were trained, while the second, more distant and fuller of all kinds of dangers, employed more experienced crew members and carried larger crews. The selected ships operated between 1767 and 1821 and I intend to discuss issues such as typologies, journey times, crew size and the role played by captains, workers in specialized mechanical trades and manual laborers based on the presentation of profiles of these categories on these two maritime routes.Partindo da constatação do grande movimento portuário em Lisboa graças ao comércio com os domínios coloniais, investigo o lugar das gentes do mar responsáveis pela operação das embarcações e pelo transporte das mercadorias, quase sempre invisibilizadas na historiografia. Para isso, analisei navios e homens em circulação em duas rotas do comércio colonial: Lisboa-Paraíba e Lisboa-Macau. A hipótese é que a primeira, mais curta e menos perigosa quanto às condições naturais, era também um lugar de formação de marujos, enquanto a segunda, mais distante e repleta de perigos de toda ordem, empregava tripulantes mais experientes e levava equipagens maiores. Os navios selecionados circularam entre 1767 e 1821 e pretendo discutir questões tais como tipologias, tempo de percurso, tamanho das tripulações e o papel desempenhado pelos capitães, trabalhadores em ofícios mecânicos especializados e trabalhadores braçais a partir da apresentação de perfis dessas categorias nessas duas rotas marítimas
O “vento comum” na era das revoluções atlânticas
Review of:
SCOTT, Julius S. O vento comum: correntes afro-americanas na era darevolução haitiana. Campinas: Editora da UNICAMP, 2024. 256p.Resenha de:
SCOTT, Julius S. O vento comum: correntes afro-americanas na era da revolução haitiana. Campinas: Editora da UNICAMP, 2024. 256p
Alá entre nós: o passado e o presente dos muçulmanos das Américas
Review of:
CHITWOOD, Ken. The Muslims of Latin America and the Caribbean. Boulder: Lynne Rienner Publishers, 2021. 285 p.Resenha de:
CHITWOOD, Ken. The Muslims of Latin America and the Caribbean. Boulder: Lynne Rienner Publishers, 2021. 285 p