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    Política e planejamento linguístico na ciência e na educação superior: usos linguísticos da produção científica brasileira

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    Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Linguística, Florianópolis, 2021.A citação tornou-se a principal unidade de agregação de valor ao complexo, desigual e competitivo sistema mundial de produção de conhecimento, centrado na publicação do artigo científico. Objeto desejado pelos cientistas do mundo todo, a citação ganhou notoriedade universal a partir da década de 1960 e desde então é utilizada pelas agências de fomento para conceder investimento às pesquisas. Ao longo da história, essa prática produziu efeitos diretos nas línguas de publicação, hoje fortemente inclinadas para o inglês. Com isso, formou-se um poderoso mercado científico, protegido sob o marco regulatório criado pelos grandes conglomerados editoriais, que decidem quem tem legitimidade para ser visto e quem permanece invisibilizado. Uma das regras mais aparentes dessa condição de promoção da atividade científica é a publicação na língua inglesa, à qual cientistas do mundo todo têm se submetido. Neste sentido, esta tese tem o objetivo de examinar os usos linguísticos da produção científica brasileira, de natureza citacional. Pretende ainda, verificar quais são as principais línguas de citação de nossa produção científica; observar o recorte temporal das citações, bem como a taxa de crescimento das línguas citantes, de modo que possamos entender se elas indicam um aumento de citações em inglês; observar o comportamento das línguas e países citantes por área de conhecimento, a fim de identificar os usos de nossa ciência em outros espaços geolinguísticos, em especial na hispanofonia e lusofonia. Nossa metodologia é de natureza exploratória, de abordagem quali-quantitativa. A fonte de coleta de dados foi extraída da SciELO Citation Index, base hospedada na Web of Science. Nossa amostra contempla um recorte temporal de 5 anos (2016-2020) para as publicações e 5 anos e 8 meses (2016-agosto de 2021) para as citações. Nossos resultados mostram que o inglês é a principal língua citante, motivada pelo alto volume de citações em Ciências da Vida e Biomedicina. Revela também que o número de citações em 2021 superou a do ano de 2020 e que o inglês teve um crescimento exponencial a partir de 2018, entendida como resultado das políticas de internacionalização implementadas pelo Programa SciELO. Revela que o comportamento linguístico das citações por área de conhecimento segue o padrão de comportamento global, isto é, Ciências da Vida, Ciências Físicas e Tecnologia são mais citadas pela língua inglesa, e Sociais e Humanidades são mais citadas pela língua do país de publicação. O Brasil foi o principal país citante de todas as línguas, indicando um caráter endogâmico dos volumes citantes e uma mudança no comportamento dos pesquisadores brasileiros, que citaram mais em inglês. Por fim, os grafos de rede nos mostram que Portugal foi um dos principais países citantes, juntamente com a Colômbia, Espanha e os Estados Unidos. Os resultados mostram que os países de língua espanhola estão entre os que mais citam, porém o impacto de nossa ciência ainda é pouco expressiva, reforçando o debate em torno da elaboração de políticas linguísticas que viabilizem maior circulação da produção científica brasileira na hispanofonia e lusofonia.Abstract: Citation has become the main unit for adding value to the complex, unequal and competitive global system of knowledge production, centered on the publication of scientific articles. Desired by scientists around the world, citation has gained universal notoriety since the 1960s and since then has been used by funding agencies to grant investment in research. Throughout history, this practice has produced direct effects on the languages of publication, which are strongly inclined towards English today. Thus, a powerful scientific market was formed, protected under the regulatory framework created by the large publishing conglomerates, which decide who has legitimacy to be seen and who remains invisible. One of the most apparent rules of this condition of scientific activity promotion is the publication in the English language, to which scientists all over the world have submitted themselves. Therefore, this thesis aims to examine the linguistic uses of Brazilian scientific production, of a citational character. It also intends to verify which are the main citation languages of our scientific production; to observe the time span of citations, as well as the growth rate of citation languages, so that we can understand if they indicate an increase of citations in English; to observe the behavior of citation languages and countries by area of knowledge, in order to identify the uses of our science in other geolinguistic spaces, especially in Hispanophony and Lusophony. Our methodology is of an exploratory type, with a quali-quantitative approach. The source of data gathering was extracted from the SciELO Citation Index, a database hosted on Web of Science. Our sample covers a time span of 5 years (2016 to 2020) for publications and 5 years and 8 months (2016 to August 2021) for citations. Our results show that English is the main citing language, motivated by the high volume of citations in Life Sciences and Biomedicine. It also reveals that the number of citations in 2021 exceeded that of 2020 and that English had an exponential growth starting in 2018, understood as a result of the internationalization policies implemented by the SciELO Program. It reveals that the linguistic behavior of citations by knowledge area follows the pattern of global behavior, i.e, Life Sciences, Physical Sciences and Technology are more cited by the English language, whereas Social Sciences and Humanities are more cited by the language of the country of publication. Brazil was the main citing country for all languages, indicating an endogamous character of the citing volumes and a change in the behavior of Brazilian researchers, who cited more in English. Finally, the network graphs show us that Portugal was one of the top citing countries, along with Colombia, Spain and the United States. The results indicate that Spanish-speaking countries are among the most cited, but the impact of our science is still not very expressive, reinforcing the debate around the development of language policies that facilitate greater circulation of Brazilian scientific production in Hispanophony and Lusophony

    Espanhol como língua da ciência: um estudo com base na Rede Scielo

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    This paper aims to discuss the use of the term “language of science”, placing scientific production in Spanish at the center of the debate in the context of Spanish-speaking countries. We seek to answer three questions that help to problematize the use of the term in question, skewed to English, showing that Spanish can also be considered a language of science. This work is located in the field of Language Policy and Planning in Science and Higher Education (Planejamento linguístico na Ciência e Educação Superior - PPLICES), in dialogue with bibliometric information obtained from the Scielo database, which has proved to be an effective tool, however not totalizing, to assess the production, use and quality of the regional scientific publication. Based on the information presented, we found that the Spanish language dominates scientific production in Spanish-speaking countries and that these, in turn, reproduce asymmetries, showing the formation of “peripheral centers” (BEIGEL, 2016) with a high index of publication.Este trabalho pretende discutir o uso do termo “língua da ciência”, colocando no centro do debate a produção científica em espanhol no contexto dos países hispanofalantes. Buscamos responder a três perguntas que ajudam a problematizar o uso do termo em questão, enviesado para o inglês, mostrando que o espanhol também pode ser considerado língua da ciência. Este trabalho se situa no campo da Política e Planejamento Linguístico na Ciência e Educação Superior (PPLICES), em articulação com informações bibliométricas obtidas a partir da base de dados SciELO, a qual tem demonstrado ser uma ferramenta eficaz, entretanto não totalizadora, para avaliar a produção, o uso e a qualidade da publicação científica regional. Com base nas informações apresentadas, verificamos que a língua espanhola domina a produção cientifica nos países hispanofalantes e que estes, por sua vez, reproduzem assimetrias, evidenciando a formação de “centros periféricos” (BEIGEL, 2016) com alto índice de publicação.  Este artículo tiene como objetivo discutir el uso del término “lengua de la ciencia”, poniendo la producción científica en español en el centro del debate en el contexto de los países de habla hispana. Buscamos dar respuesta a tres preguntas que ayudan a problematizar el uso del término en cuestión, sesgado al inglés, mostrando que el español también puede ser considerado una lengua de la ciencia. Este trabajo se ubica en el campo de la Política y Planificación Lingüística en la Ciencia y la Educación Superior (PPLICES), en diálogo con información bibliométrica obtenida a partir de la base de datos Scielo, que ha demostrado ser una herramienta eficaz, pero no totalizadora, para evaluar la producción, uso y calidad de la publicación científica regional. Con base en la información presentada, hemos podido ver que el idioma español domina la producción científica en los países hispanohablantes y que estos, a su vez, reproducen asimetrías, mostrando la formación de “centros periféricos” (BEIGEL, 2016) con un alto índice de publicación

    A frequência de uso de locuções idiomáticas em livros didáticos de espanhol como língua estrangeira

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-graduação em Linguística, Florianópolis,2014.Esta pesquisa tem como objetivo fundamental verificar se as locuções idiomáticas apresentadas em quatro coleções de livros didáticos são de alta frequência. Consideramos que só ensinar locuções idiomáticas não cumpre com as exigências de uma aprendizagem de língua, pois é preciso considerar, também, a sua frequência, e, também, levar em conta o fato de que são poucos os vocábulos frequentes em uma língua, ou seja, que representam mais de 70% da cobertura de um texto. Para chegar ao resultado dessa pesquisa, usou-se o Corpus de Referencia del Español Actual, que é um corpus linguístico que engloba mais de 160 milhões de entradas, além de ser considerado o corpus mais significativo do espanhol na atualidade com dados de usos reais da língua. Este trabalho está alicerçado sob duas áreas do conhecimento: a Fraseologia e a Linguística de Corpus. A primeira ajudará a entender o que é uma locução e por que ela se diferencia de outras unidades lexicais ? ou unidades fraseológicas, neste trabalho ? tornando-as, também, parte de nossa competência linguística. Já a segunda esclarece a importância de usar um corpus para conhecer a frequência de uso de uma determinada forma linguística. Para fazer o levantamento das locuções idiomáticas foram usados doze livros didáticos de espanhol como língua estrangeira aprovados pelo Plano Nacional do Livro Didático 2011 e 2012 dos anos finais do Ensino Fundamental e dos anos do Ensino Médio. A pesquisa confirmou uma das nossas hipóteses de que os doze livros didáticos apresentaram um número baixo de locuções idiomáticas, mas refutou a hipótese principal, pois nas 56 locuções identificadas, 35 são de alta frequência, ou seja, mais de 60% das locuções trabalhadas nos materiais tem uma frequência de uso muito significativa.<br>Abstract: The purpose of this research is to verify if the idiomatic phrases presented in four collections of textbooks are frequently used. We consider that only teaching idiomatic phrases do not meet with the demands of language learning because their frequency in the language should be taken into account since there are few frequent vocables in a language covering more than 70% of a text. In order to achieve results, we used Corpus de Referencia del Español Actual for this research; it is a linguistic corpus with more than 160 million entries and nowadays it is also considered the most significant corpus of Spanish language with data that presents the language in real use. This paper is supported by two knowledge areas which have increasingly dialogued for the last few years: phraseology and corpus linguistics. The former helps in the construction of an understanding regarding phrases and how it is different from other lexical units - or phraseological units, for this research - turning to be part of our linguistic competence, too. The latter clarifies the importance of using a corpus to understand the frequency of a given linguistic form in real contexts. In order to survey idiomatic phrases, we used twelve textbooks of Spanish as a foreign language approved by Plano Nacional do Livro Didático of 2011 and 2012 used for the final grades of Primary and Secondary school levels. The research confirmed our hypotheses: the twelve textbooks presented a low amount of idiomatic phrases; however, it refuted our main hypothesis because 36 out of the 57 identified idiomatic phrases are highly frequent, which means that more than 60% of phrases worked in the material have a very significant frequency of use

    Espanhol como língua da ciência: um estudo com base na Rede Scielo

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    This paper aims to discuss the use of the term “language of science”, placing scientific production in Spanish at the center of the debate in the context of Spanish-speaking countries. We seek to answer three questions that help to problematize the use of the term in question, skewed to English, showing that Spanish can also be considered a language of science. This work is located in the field of Language Policy and Planning in Science and Higher Education (Planejamento linguístico na Ciência e Educação Superior - PPLICES), in dialogue with bibliometric information obtained from the Scielo database, which has proved to be an effective tool, however not totalizing, to assess the production, use and quality of the regional scientific publication. Based on the information presented, we found that the Spanish language dominates scientific production in Spanish-speaking countries and that these, in turn, reproduce asymmetries, showing the formation of “peripheral centers” (BEIGEL, 2016) with a high index of publication.Este artículo tiene como objetivo discutir el uso del término “lengua de la ciencia”, poniendo la producción científica en español en el centro del debate en el contexto de los países de habla hispana. Buscamos dar respuesta a tres preguntas que ayudan a problematizar el uso del término en cuestión, sesgado al inglés, mostrando que el español también puede ser considerado una lengua de la ciencia. Este trabajo se ubica en el campo de la Política y Planificación Lingüística en la Ciencia y la Educación Superior (PPLICES), en diálogo con información bibliométrica obtenida a partir de la base de datos Scielo, que ha demostrado ser una herramienta eficaz, pero no totalizadora, para evaluar la producción, uso y calidad de la publicación científica regional. Con base en la información presentada, hemos podido ver que el idioma español domina la producción científica en los países hispanohablantes y que estos, a su vez, reproducen asimetrías, mostrando la formación de “centros periféricos” (BEIGEL, 2016) con un alto índice de publicación.Este trabalho pretende discutir o uso do termo “língua da ciência”, colocando no centro do debate a produção científica em espanhol no contexto dos países hispanofalantes. Buscamos responder a três perguntas que ajudam a problematizar o uso do termo em questão, enviesado para o inglês, mostrando que o espanhol também pode ser considerado língua da ciência. Este trabalho se situa no campo da Política e Planejamento Linguístico na Ciência e Educação Superior (PPLICES), em articulação com informações bibliométricas obtidas a partir da base de dados SciELO, a qual tem demonstrado ser uma ferramenta eficaz, entretanto não totalizadora, para avaliar a produção, o uso e a qualidade da publicação científica regional. Com base nas informações apresentadas, verificamos que a língua espanhola domina a produção cientifica nos países hispanofalantes e que estes, por sua vez, reproduzem assimetrias, evidenciando a formação de “centros periféricos” (BEIGEL, 2016) com alto índice de publicação.

    A frequência de uso de locuções idiomáticas em livros didáticos de espanhol como língua estrangeira: uma pesquisa com base em corpus

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-graduação em Linguística, Florianópolis,2014.Esta pesquisa tem como objetivo fundamental verificar se as locuções idiomáticas apresentadas em quatro coleções de livros didáticos são de alta frequência. Consideramos que só ensinar locuções idiomáticas não cumpre com as exigências de uma aprendizagem de língua, pois é preciso considerar, também, a sua frequência, e, também, levar em conta o fato de que são poucos os vocábulos frequentes em uma língua, ou seja, que representam mais de 70% da cobertura de um texto. Para chegar ao resultado dessa pesquisa, usou-se o Corpus de Referencia del Español Actual, que é um corpus linguístico que engloba mais de 160 milhões de entradas, além de ser considerado o corpus mais significativo do espanhol na atualidade com dados de usos reais da língua. Este trabalho está alicerçado sob duas áreas do conhecimento: a Fraseologia e a Linguística de Corpus. A primeira ajudará a entender o que é uma locução e por que ela se diferencia de outras unidades lexicais ? ou unidades fraseológicas, neste trabalho ? tornando-as, também, parte de nossa competência linguística. Já a segunda esclarece a importância de usar um corpus para conhecer a frequência de uso de uma determinada forma linguística. Para fazer o levantamento das locuções idiomáticas foram usados doze livros didáticos de espanhol como língua estrangeira aprovados pelo Plano Nacional do Livro Didático 2011 e 2012 dos anos finais do Ensino Fundamental e dos anos do Ensino Médio. A pesquisa confirmou uma das nossas hipóteses de que os doze livros didáticos apresentaram um número baixo de locuções idiomáticas, mas refutou a hipótese principal, pois nas 56 locuções identificadas, 35 são de alta frequência, ou seja, mais de 60% das locuções trabalhadas nos materiais tem uma frequência de uso muito significativa.Abstract: The purpose of this research is to verify if the idiomatic phrases presented in four collections of textbooks are frequently used. We consider that only teaching idiomatic phrases do not meet with the demands of language learning because their frequency in the language should be taken into account since there are few frequent vocables in a language covering more than 70% of a text. In order to achieve results, we used Corpus de Referencia del Español Actual for this research; it is a linguistic corpus with more than 160 million entries and nowadays it is also considered the most significant corpus of Spanish language with data that presents the language in real use. This paper is supported by two knowledge areas which have increasingly dialogued for the last few years: phraseology and corpus linguistics. The former helps in the construction of an understanding regarding phrases and how it is different from other lexical units - or phraseological units, for this research - turning to be part of our linguistic competence, too. The latter clarifies the importance of using a corpus to understand the frequency of a given linguistic form in real contexts. In order to survey idiomatic phrases, we used twelve textbooks of Spanish as a foreign language approved by Plano Nacional do Livro Didático of 2011 and 2012 used for the final grades of Primary and Secondary school levels. The research confirmed our hypotheses: the twelve textbooks presented a low amount of idiomatic phrases; however, it refuted our main hypothesis because 36 out of the 57 identified idiomatic phrases are highly frequent, which means that more than 60% of phrases worked in the material have a very significant frequency of use

    A RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA COMO INICIATIVA PARA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS PLURILÍNGUES

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    Este trabalho propõe uma reflexão sobre o Programa Residência Pedagógica como iniciativa potencializadora para a construção de espaços plurilíngues nas escolas públicas. Para tanto, este estudo caracteriza-se como uma pesquisa interpretativista de abordagem mista, cujos dados foram coletados da publicação da Lista de municípios e áreas do conhecimento indicados nos projetos das instituições de ensino superior aprovadas nos Edital nº 24/2022 do Programa Residência Pedagógica. Utilizamos algumas variáveis para efeito de discussão, a saber: quantitativo de subprojetos aprovados por línguas estrangeiras (LE), subprojetos de LE contemplados por região brasileira e aprovados por unidade federativa. Nosso pressuposto teórico ancora-se nas discussões de plurilinguismo e competência plurilíngue (COSTE; SIMON, 2009; COSTE; MOORE; ZARATE, 1997). Os resultados demonstram que, no referido edital, foram contemplados subprojetos em apenas 4 línguas estrangeiras com amplo predomínio do inglês. Em que pese a assimetria, estamos convencidos de que a RP, enquanto iniciativa nacional, atende demandas locais de política linguística, caracterizando-a como uma iniciativa com potencial para construir espaços plurilíngues nas escolas

    Videoconferencia Lengua Española I:07/06/2011

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    Videoconferência da disciplina Língua Espanhola I, realizada no dia 07 de junho de 2011

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    AS POLÍTICAS LINGUÍSTICAS INSTITUCIONALIZADAS NAS UNIVERSIDADES DA ÁFRICA DO SUL

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    O presente artigo tem como objetivo analisar as políticas linguísticas das universidades da África do Sul, materializadas em documentos institucionais, e refletir se elas estão de fato promovendo o multilinguismo. Leva-se em consideração que no período colonial e também durante o regime de segregação do apartheid, apenas o inglês e o africâner eram legitimados enquanto línguas oficiais no país, inclusive nas Instituições de Ensino Superior (IES). Nessa direção, na metodologia do trabalho qualitativo de tipo documental, foram reunidos os documentos que regulamentam as políticas linguísticas de 13 das 26 IES públicas da África do Sul. Coletamos alguns excertos que compõem as PLs como forma de embasar nossa análise. Os resultados da pesquisa nos permitiram dividir a presença das línguas em três categorias: línguas de ensino e aprendizagem oficialmente declaradas, línguas de administração e documentação oficialmente declaradas e multilinguismo nas condições que se fizer necessário. A partir das proposições epistemológicas de autores como Walt (2010), Webb (2012), Thamaga-Chitja e Mbatha (2012), Kaschula (2015), Boughey e Mckenna (2016), entre outros autores, pudemos constatar esforços institucionais para promover o multilinguismo, porém garantindo a permanência do inglês em todos os contextos. Apesar disso, refletimos que determinados fatores como a priorização do inglês e a falta de inclusão dos estudantes falantes de línguas africanas enveredam essas universidades pelo caminho do monolinguismo.This article aims to analyze the South African language policies, materialized in institutional documents, and reflect if they are indeed promoting multilingualism. It takes in consideration that in the colonial era and also during the segregation regime of apartheid, only English and Afrikaans were legitimated as official languages in the country, including in the Higher Education Institutions. In this way, in the methodology of the qualitative work of documental type were reunited the documents which regulament the language policies of 13 of 26 public universities of South Africa We collected some quotes which compose the LP as a way to base our analysis. The results of the research allowed us to divide the presence of the languages in three categories: languages of learning and teaching officially declared, languages of administration and documentation officially declared and multilingualism in the conditions it presents itself as necessary. Through the epistemological propositions of some authors such as Walt (2010), Webb (2012), Thamaga-Chitja e Mbatha (2012), Kaschula (2015), Boughey e Mckenna (2016), among others, it was possible to note institutional effort to promote multilingualism, although the universities guarantee the permanence of English in all contexts. However, we reflected that some factors, such as the prioritization of English and the lack of inclusion of students who are speakers of African languages lead these universities to the path of multilingualism
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