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POSICIONAMENTO DA ANFOPE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE PEDAGOGO
No documento POSICIONAMENTO DA ANFOPE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE PEDAGOGO a entidade nacional reafirma sua posição contrária à regulamentação da profissão de Pedagogo. Tal posição é fruto de construção histórica do movimento de educadores, de mais de 40 anos, reafirmada por diferentes estudos e pesquisas, reuniões e assembleias com ampla participação de pedagogos e professores de diferentes licenciaturas
O processo de construção das diretrizes curriculares nacionais para o curso de pedagogia: concepções em disputa
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação.O tema mais geral desta investigação situa-se no campo da formação de professores, dedicando-se ao estudo do processo de construção das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia (DCNP). Tem como objetivo central analisar as concepções que estiveram em disputa, identificando a articulação do conteúdo da proposta de formação do pedagogo aprovada pela resolução MEC/CNE no 1, de 15 de maio de 2006, com as políticas de formação de professores construídas na década de 1990, focalizando especialmente o projeto de formação dos educadores construído e representado pela ANFOPE e entidades parceiras. Buscou apreender em cada um dos projetos as concepções basilares de Curso de Pedagogia e de pedagogo. Apresenta ainda um estudo documental pautado na análise de conteúdo, cujo corpus pode ser dividido em duas grandes fontes: (i) documentos emanados do Ministério da Educação e do Conselho Nacional de Educação - leis, decretos, portarias, resoluções, pareceres e editais -, homologados no período de 1996 a 2006, norteadores da proposta oficial de formação de professores e (ii) documentos produzidos por entidades e associações da área da educação, ligadas ao Movimento Nacional pela Reformulação dos Cursos de Formação do Educador - ANFOPE, ANPEd, FORUMDIR, CEDES. O estudo demonstrou que, dentre as propostas em disputa, duas estiveram mais fortemente representadas no âmbito do Conselho Nacional de Educação. De um lado, falando pelas forças hegemônicas por uma nova regulação educacional vinculada ao contexto internacional, esteve o projeto de formação de professores construído pelo MEC/CNE. Delineado pelos princípios articuladores da reforma do ensino superior implementada na década de 1990 e orientado por uma concepção mais centrada na dimensão técnica do trabalho docente, reduzia o Curso de Pedagogia e a atuação do Pedagogo à docência na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental e nas matérias pedagógicas do Curso Normal de nível médio intensificando, também, a cisão bacharelado licenciatura. De outro, esteve o projeto de formação de educadores construído no Movimento Nacional pela Reformulação dos Cursos de Formação do Educador (1980 até os dias atuais), representado pela ANFOPE e entidades parceiras (ANPEd, CEDES, FORUMDIR, entre outras), orientado por uma racionalidade emancipatória. Neste projeto firmou-se a idéia da docência como base da formação e da organização do Curso de Pedagogia pela integração entre bacharelado e licenciatura, resultando na formação do pedagogo unitário. Do embate gerado entre posições e concepções divergentes resultou a consolidação de diretrizes repletas de imprecisões e ambigüidades
NOTA DE REPÚDIO AO PROJETO DE RESOLUÇÃO CNE : das novas Diretrizes Nacionais Curriculares para a Formação inicial em n´´ivel superior de Profissionais do Magistério da Educaçõa Básdica
Nota de Repúdio ao Projeto de Resolução CNE das novas DCNs - Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em nível superior de Profissionais do Magist´rio da Educaçõa Básica. A Nota é de autoria da ANFOPE, do FORUMDIRe do FORPIB Rp, e foi elaborada durante o IX Ensontro Nacional de Licenciatura - ENALIC, em 8 de dezembro de 2023. O Projeto divulgado pelo CNE/MEC desconsidera as reinvindicações das entidades nacionais, da Frente Nacional pela Revogação Revogação da Resolução CNE/CP 02/2019 e da Resolução CNE/CP 01/2020 e pela retomada imediata da Resolução CNE/CP 02/2015
Entrevista com a Professora Iria Brzezinski (ANFOPE)
Entrevista com a Professora Iria Brzezinski (ANFOPE)
Entrevista com a Professora Iria Brzezinski (ANFOPE)
Entrevista com a Professora Iria Brzezinski (ANFOPE)
Diretrizes curriculares para o curso de pedagogia: pedagogo, docente ou professor?
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação. Programa de Pós-Graduação em Educação.Este trabalho discute as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia # Resolução CNE/CP n. 1/06 (BRASIL, 2006b) # expedidas em 15 de maio de 2006. O estudo se articula às pesquisas dedicadas à reforma da formação inicial de professores da Educação Básica, implementada durante os anos de 1990, em especial após a Lei n. 9394/96 (BRASIL, 1996). Buscou-se compreender o processo que culminou na aprovação das novas diretrizes, bem como verificar o perfil de pedagogo proposto pelo documento. Apresenta-se uma análise dos documentos norteadores do Ministério da Educação e do Conselho Nacional de Educação acerca da formação no curso de Pedagogia. No processo que levou à aprovação das DCN para o curso de Pedagogia surgiram inúmeras posições disputando o conceito Pedagogia e a formação do Pedagogo. Dentre elas três se destacaram e foram foco de análise neste estudo. A primeira é a posição do Conselho Nacional de Educação, a segunda foi defendida pela ANFOPE, CEDES, ANPEd e FORUMDIR e a terceira expressa-se no Manifesto de Educadores Brasileiros (2005). Das duas forças externas ao Estado, a ANFOPE conseguiu assegurar algumas de suas demandas, particularmente a assunção da base docente como exigência a ser cumprida na formação do Pedagogo. Entre os autores que defendem essa perspectiva destacam-se Leda Scheibe (1996, 2001, 2004, 2006), Helena de Freitas (2006), Iria Brezinski (1996, 2006), Márcia Aguiar (2005, 2006). Do lado oposto, estão os signatários do Manifesto, Selma Garrido Pimenta (1999, 2001, 2002, 2004), José Carlos Libâneo (1998, 2002a, 2002b, 2005, 2006a, 2006b) e Maria Amélia Franco (2002, 2003, 2005). As DCN para o curso de Pedagogia organizam-se em torno de três conceitos, quais sejam: docência, gestão e conhecimento. A docência ocupa posição hegemônica, não apenas por ser a sua base, mas por apresentar uma nova concepção de pedagogo. Desse modo, constatou-se que o perfil de pedagogo apresentado assume uma concepção de docência alargada e atende às demandas da sociedade capitalista ao tomar como princípios norteadores a adaptabilidade, a polivalência e a flexibilidade
FORMAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL: CONTRIBUIÇÕES DA ANFOPE, FORLIA E MNCR
Este texto responde à chamada da Associação Nacional de Formação dos
Profissionais da Educação (ANFOPE), para elaboração de um Dossiê sobre
formação de professores de Educação Física no Brasil. Delimitamos o tema em
torno das contribuições da ANFOPE para a formação dos professores de Educação
Física, do Fórum Nacional de Licenciatura em Educação Física de Caráter
Ampliada (FORLIA) e do Movimento Nacional Contra a Regulamentação do
Profissional de Educação Física (MNCR). As fontes foram documentos oficiais das
entidades. Concluímos que a divisão da profissão e o rebaixamento teórico pela
negação do conhecimento científico traz consequências nefastas para os
professores. Sustentamos a proposta da ANFOPE sobre Base Comum Nacional de
Formação de Professores e a proposta do MNCR de curso único para atuação em
campos de trabalho na perspectiva da emancipação da classe trabalhadora
A ANFOPE NA RESISTÊNCIA ÀS POLÍTICAS EDUCACIONAIS: Um corpo de lutas e proposições a favor da formaçãp e valorização docente
Este texto objetiva analisar os mecanismos de resistência e as proposições da Anfope face às políticas de formação e valorização docente de cunho neoliberal. Fundamenta-se em uma perspectiva bourdieusiana e moscoviciana, em documentos da Anfope e em autores que discutem a formação e a profissionalização docente. Parte-se de pesquisa bibliográfica, desenvolvendo uma análise documental e de conteúdo. Os resultados indicam, de um lado, disposições legais que normatizam e regularizam processos formativos fragilizados e de desvalorização profissional; e, de outro, uma história de lutas no enfrentamento das políticas atuais, nos mecanismos de resistência e nas proposições da Anfope. Por fim, neste cenário de confrontações, há que se continuar lutando por políticas educacionais que garantam uma formação sólida, carreira profissional, salários dignos e condições de trabalho, sobretudo, quando se deseja uma educação justa, inclusiva e de qualidade social
Organizações docentes na Reforma do Ensino Médio: análise do posicionamento da Anfope e da CNTE
The article aims to analyze the political position of the ANFOPE and the CNTE regarding the reform of High School and the National Curricular Common Base. It is the result of documentary research, based on the documents produced by these organizations between 2016 and 2018. After contextualizing the 2016 coup and analyzing educational reform in all other reforms, the study highlights the importance of collective organizations in the current context of attacking democracy and guaranteed rights, among them, the right of the popular classes to socially qualified education.El artículo visa analizar el posicionamiento político de la Asociación Nacional por la Formación de los Profesionales de la Educación (ANFOPE) y de la Confederación Nacional de los Trabajadores en Educación (CNTE) en cuanto a la reforma de la Enseñanza Media y a la Base Nacional Común Curricular. Es resultado de la investigación documental, con base en los documentos producidos por las referidas organizaciones entre los años 2016 y 2018. Después de contextualizar el golpe del 2016 y analizar la reforma educacional en el conjunto de las demás reformas, el estudio resalta la importancia de las organizaciones colectivas en el actual contexto de ataque a la democracia y a los derechos garantizados, entre ellos, el derecho de las camadas populares a la educación socialmente cualificada.O artigo visa a analisar o posicionamento político da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (ANFOPE) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) quanto à reforma do Ensino Médio e à Base Nacional Comum Curricular. É resultado da pesquisa documental, com base nos documentos produzidos pelas referidas organizações entre os anos de 2016 e 2018. Após contextualizar o golpe de 2016 e analisar a reforma educacional no conjunto das demais reformas, o estudo ressalta a importância das organizações coletivas no atual contexto de ataque a democracia e aos direitos garantidos, entre eles, o direito das camadas populares à educação socialmente qualificada
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