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Comunicação Científica: autoria e colaboração científica em Ciência da Informação e Biblioteconomia
TCC (graduação em Biblioteconomia) - Universidade Federal de Santa Catarina, FlorianópolisROCHA, Carolini da. Comunicação científica: autoria e colaboração científica em Ciência da Informação e Biblioteconomia. 2008. 199 f. Trabalho Conclusão de Curso (Graduação)- Curso de Biblioteconomia, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2008. Pesquisa que trata do tema comunicação cientifica formal, abordando a autoria e a colaboração em Ciência da Informação e Biblioteconomia. Objetiva analisar as características dos autores que publicaram nas revistas brasileiras de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Desenvolve para tal uma pesquisa documental de natureza exploratória, descritiva e quali-quantitativa, que teve como corpus de análise as revistas: Ciência da Informação, Datagramazero, Encontros Bibli, Informação e Sociedade, Perspectivas em Ciência da Informação e Transinformação. Realiza para obtenção dos dados consulta nos próprios periódicos e no currículo Lattes da Plataforma Lattes do CNPq. Caracteriza, nesse processo, primeiramente, os periódicos nacionais que mais se destacam na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação levando em consideração algumas variáveis, tais como: histórico, vinculação institucional, periodicidade e corpo editorial. Caracteriza, a seguir, os autores, que publicaram nesses periódicos no período de janeiro de 2003 à dezembro de 2007, observando as seguinte variáveis: titulação dos autores e atuação profissional, autoria individual e em parceria, auto-citação em artigos publicados, idioma de publicação dos artigos e contribuição de autores estrangeiros e produtividade dos autores. Os resultados obtidos possibilitaram traçar as características das revistas e dos autores que publicaram nos periódicos selecionados e, consequentemente, que participam da construção do conhecimento em Biblioteconomia e Ciência da informação, no Brasil. Conclui que estudos, desta natureza, são importantes na medida em que os artigos são representações do estágio do desenvolvimento das áreas de conhecimento e a possibilidade de mapeá-los de alguma forma contribui para entendimento desse desenvolvimento
Cansanção Anthology: A Stirring of Skins
The anthology Cansanção: A Stirring of Skins is a work that brings together diverse and insurgent voices, with texts interwoven in poetics and reflections that traverse spiritualities, memories, and bodies in constant reconfiguration. As its title suggests, the "cansanção"—a plant known for its stinging touch—is both metaphor and method for achieving what this work sets out to do: to stir skins and rethink how correlations between Art and the University have been woven. Thus, this collection seeks to provoke, stimulate, and open pathways of thought that incite sensitivities and affections, especially those neglected by a Western rationality that has historically silenced ancestral voices.
The texts that make up this work manifest and converge in various formats—essays, poetry, memoirs, and articles—intertwining in their desire to build bridges between the body and writing. In these diverse attempts to crystallize the ideas coursing through their bodies, each author constructs a reflection that not only communicates concepts but inhabits the realm of lived experience, proposing epistemological crossings rooted in memories inscribed in the skin.
In the text-visual-poetic-performance piece AGÔ IS THE INITIAL ACTION FOR AN ANCESTRAL ENCOUNTER, Vaguiner Bráz invites us into a mindful dive: the request for permission (agô) becomes the necessary ritual to awaken memories, connect with ancestors, and provoke timeless questions. In harmony with this, Andeson Cleomar dos Santos, in THE CANSANÇÃO PANKARARU: A SACRED PLANT THAT PURIFIES THE BODY AND SPIRIT OF THE PANKARARU INDIGENOUS PEOPLE, highlights the ancestral value of the cansanção and the imbu race ritual as purifying and symbolic elements for his Pankararu people, reminding us of the Indigenous wisdom that sees body and spirit as a unity in constant dialogue with a dancing nature.
Marilza Oliveira da Silva, in turn, presents CorpOrixá: Foundations for Dances of Ancestral Poetics and, in the artistic-educational proposal POETIC DANCES OF OSSAIN, an Afrocentric pedagogy that intertwines body, spirituality, and movement. Here, dance becomes a technology of resistance and reconnection with the sacred, shaping new possibilities for critical and poetic education. Meanwhile, Dani de Iracema, in Self-Portrait as Poetic Archive and Writing of the Self, challenges us to rethink the self-portrait as a living archive—a writing of the body that carries memory and re-signifies personal experience into an act of creation.
STUDIES CANSANÇÃO: DECOLONIAL FETISHISM, by William Gomes, offers a critical approach to image regimes and power relations, proposing a reading that exposes colonialist strategies and perceptions, challenging us to reconstruct modes of affirmation. Thiago Santos de Assis, in Memories of Formation: Traversing the Labyrinths of Self-Compositions, navigates the winding paths of memory and personal transformation, reflecting on the act of (re)composing oneself through self-narratives and the counterflow of social denials of the Black body.
Closing the collection with wisdom from life/the streets, Danilo Jamal, in his Poestos, creates intersections between poetry and manifesto, blending words and meanings that reverberate urgent questions about identity and belonging. His texts challenge us to inhabit this frontier space between poetry and political action, where words have the power to alert, ignite, and transform.
This e-book is part of the project Cansanção: Decolonial Fetishism, supported by the UFBA Extension Office through the Postgraduate Extension Support Call. Recognizing the extensionist nature of the proposal, William invited contributors from both within and outside the university to intersect the themes central to his doctoral research, supervised by Thiago Assis. These connections have formed over time—some through prior provocations and collaborative creations (Vaguiner and Dani), others as theoretical references directly engaging with the book’s central themes (Andeson and Marilza), and others through insurgent narratives that confront colonial and institutional systems (Jamal).
Thus, Cansanção: A Stirring of Skins is an invitation to engage with new epistemologies and forgotten knowledge—those that modernity sought to erase but persist in burning like embers, like nettles, in the bodies and stories that shape this work. With each page, the anthology proposes a journey through the memories and experiences we carry under our skin—and, like the touch of cansanção, awakens in us the courage to resist, create, and continue—sometimes as healing, sometimes as creation.
William Gomes da Silva
Thiago Santos de AssisProext-UFBAA antologia Cansanção: atiçar de peles é uma obra que reúne vozes diversas e insurgentes, cujos textos se entrelaçam em poéticas e reflexões que atravessam espiritualidades, memórias e corpos em constante reconfiguração. Como o próprio nome sugere, o "cansanção" – planta conhecida por seu toque que provoca ardência – é aqui metáfora e método para se chegar naquilo que consideramos ser função desta obra: atiçar de peles para repensar os modos como se vêm sendo tramadas as correlações entre Arte e Universidade. Assim, esta coletânea se propõe a inquietar, estimular e abrir caminhos de pensamento que incitem sensibilidades e afetos, especialmente aqueles negligenciados por uma racionalidade ocidental que, historicamente, silenciou vozes ancestrais.
Os textos que compõem esta obra se manifestam e confluem em distintos formatos – ensaio, poesia, memória, artigo, e se entrelaçam no desejo de estabelecer pontes entre corpo e escrita. Nessas distintas iniciativas de congelamento das ideias que percorrem seus corpos, cada autor e autora constrói uma reflexão que, não apenas comunica conceitos, habita o campo do vivido, propondo atravessamentos epistemológicos que incidem em memórias circunscritas nas peles.
No texto-visual-poético-performativo AGÔ É A AÇÃO INICIAL PARA O ENCONTRO ANCESTRAL, Vaguiner Bráz nos convoca a um mergulho atento: o pedido de licença (“agô”) se torna o rito necessário para o despertar de memórias, a conexão com antepassados e provocações atemporais. Em consonância, Andeson Cleomar dos Santos resgata em O CANSANÇÃO PANKARARU: PLANTA SAGRADA QUE PURIFICA O CORPO E O ESPÍRITO DO SER INDÍGENA PANKARARU o valor ancestral do cansanção e do ritual da corrida do imbu enquanto elemento purificador e simbólico para o seu povo Pankararu, lembrando-nos da sabedoria indígena que percebe corpo e espírito como uma unidade em diálogo constante com a natureza que dança.
Marilza Oliveira da Silva, por sua vez, apresenta CorpOrixá: Fundamentos Para Danças de Poéticas Ancestrais e na proposta artístico-educativa DANÇAS DA POÉTICA DE OSSAIN uma pedagogia afrocêntrica que entrelaça corpo, espiritualidade e movimento. A Dança aqui se torna uma tecnologia de resistência e reconexão com o sagrado, desenhando novas possibilidades de educação crítica e poética. Já Dani de Iracema, em Autorretrato como arquivo poético e escrita de si, nos provoca a repensar o autorretrato como um arquivo vivo, uma escrita do corpo que carrega a memória e ressignifica a experiência pessoal em ato de criação.
ESTUDOS CANSANÇÃO: FETICHISMO DECOLONIAL, de William Gomes, oferece uma abordagem crítica dos regimes de imagem e das relações de poder, propondo uma leitura que desnuda estratégias e percepções colonizadoras e nos desafia a reconstruir modos de afirmação. Thiago Santos de Assis, com Memórias de Formação: percorrendo os labirintos das composições de si, navega pelos caminhos sinuosos das memórias e das transformações pessoais, refletindo sobre o ato de (re)compor-se a partir das narrativas de si, e do contrafluxo social de negações do corpo negro.
Fechando a coletânea com saberes de vida/rua de nômade artesão, Danilo Jamal, com seus Poestos, cria cruzamentos entre a poesia e o manifesto, encruzilhando palavras e sentidos que reverberam questões urgentes sobre identidade e pertencimento. Seus textos nos desafiam a habitar esse lugar de fronteira entre a poesia e o ato político, um espaço onde a palavra tem o poder de alertar, incendiar e transformar.
Este e-book integra o projeto Cansanção: fetichismo decolonial contemplado e com apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFBA via Chamada de Apoio à Extensão na Pós-Graduação. Por considerar também o caráter extensionista da proposta, William convidou estas pessoas de dentro e de fora da universidade para cruzar as temáticas que vem compondo sua pesquisa de doutorado orientada por Thiago Assis. Vínculos esses que vem acontecendo ao longo dos tempos, umas por conta de provocações e criações colaborativas realizadas anteriormente (Vaguiner e Dani), outras sendo referenciais teóricos que conversam diretamente com os temas centrais deste livro (Andeson e Marilza), outras pelas narrativas insurgentes que confrontam sistemas coloniais e institucionais (Jamal).
Assim, Cansanção: atiçar de peles é um convite para encontros com novas epistemologias e saberes esquecidos, aqueles que a modernidade tentou apagar, mas que insistem em arder feito brasa, feito urtiga, nos corpos e nas histórias que atravessam esta obra. Com cada página, a antologia propõe uma travessia pelas memórias e experiências que carregamos sob a pele – e, como o toque do cansanção, desperta em nós a coragem de resistir, criar e continuar – ora cura, ora feitura.
William Gomes da Silva
Thiago Santos de Assi
A percepção do médico clínico em relação aos pacientes hipocondríacos e poliqueixosos que são atendidos no ambulatório do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia E Ciências Humanas. Programa de Pós-graduação em Sociologia PolíticaEsta dissertação consiste na análise dos discursos que os médicos e residentes, que atendem pacientes no ambulatório do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago, localizado em Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina, articulam sobre o transtorno hipocondríaco/poliqueixoso. A metodologia desta pesquisa se baseou em entrevistas estruturadas e semi-estruturadas. As entrevistas estruturadas foram realizadas com todos os médicos e residentes especializados em clínica médica e através deles captamos, entre outras coisas, que o transtorno de maior incidência no ambulatório do HU é o transtorno poliqueixoso. Também identificamos o perfil desses pacientes, isto é, segundo a percepção dos médicos entrevistados esses pacientes encontram-se na faixa etária entre 41 e 50 anos e estatisticamente são as mulheres quem mais sofrem com este tipo de transtorno. Nas entrevistas semi-estruturadas conhecemos quais as principais queixas que esses pacientes apresentam para os médicos e segundo a percepção dos profissionais entrevistados essas queixas são, em sua maior parte, provenientes de problemas psicossociais, entre eles destacamos a violência doméstica. Nas entrevistas também identificamos a conduta dos médicos e residentes para com o poliqueixoso e observamos que esses pacientes são muitas vezes diagnosticados como depressivos e medicados como tal. Os entrevistados também indicaram que a forma de tratamento que eles consideram mais eficaz para minimizar o sofrimento deste tipo de paciente é o tratamento multidisciplinar. Nesta pesquisa utilizamos como referencial de análise as categorias de Estilo de Pensamento (EP) e Coletivo de Pensamento (CP) do epistemólogo Ludwick Fleck. Através destas categorias verificamos que os médicos entrevistados estão se constituindo como Objetos Fronteiras, ou seja, eles estão se configurando como uma fusão entre vários CPs. Dessa fusão já está surgindo um novo EP que leva em consideração, além da dimensão biológica, as outras dimensões que são inerentes a todos os seres humanos. Alguns autores, como Cutolo, denominam este novo EP de Saúde Coletiva. Mas preferimos, por influência de Edgar Morin, chamá-lo de EP da Complexidade. Sendo assim, avaliamos que a complexidade do processo saúde/doença, não permite que os médicos se baseiem em um único EP para o tratamento das mais variadas formas de adoecer
Representação da infância em narrativas de Miriam Alves
This article aims to analyze the representation of childhood in contemporary
Portuguese-language literature and to present how childhood has been narrated in
the works of Miriam Alves. The author focuses mainly on the representation of black
female childhood and, in contrast, on white male childhood, inviting the reader and
analyst to reflect with special attention on the way childhood is treated. In this article,
in addition to fictional works by Miriam Alves, theoretical studies of History, Literature
Theory and Literary Criticism related to the theme were used. Initially, a brief analysis
of mimesis is made in order to shed light on the specificities of the representation of
reality in fictional texts and, later, a general and historical analysis of male and female
black childhood in children's literature is conducted. Thus, it is observed how values
are manufactured within the narratives, which allows us to question how these works resemble reality and how much they can influence the society that welcomes them.
To conclude, the representations of childhood in Miriam Alves' narratives are
analyzed in depth, giving a greater focus on black female identity.O presente artigo pretende analisar a representação da infância na literatura
contemporânea de língua portuguesa e apresentar como a infância tem sido narrada
nas obras de Miriam Alves. A autora foca sobretudo na representação da infância
feminina negra e, em contraste, na infância masculina branca, convidando o leitor e o
analista a refletirem com atenção especial à forma como a infância é tratada. Neste
artigo, além de obras ficcionais de Miriam Alves, foram utilizados estudos teóricos da
História, da Teoria da Literatura e da Crítica Literária relacionados ao tema.
Inicialmente faz-se uma análise breve sobre a mimesis a fim de lançar luz sobre as
especificidades da representação da realidade em textos ficcionais para,
posteriormente, iniciar uma análise geral e histórica sobre a infância negra masculina
e feminina na literatura infantojuvenil. Assim, observa-se de que maneira os valores
são fabricados dentro das narrativas, o que permite questionar de que modo essas
obras se assemelham com a realidade e o quanto elas podem influenciar a
sociedade que as recepciona. Para concluir, analisa-se em profundidade as
representações da infância nas narrativas de Miriam Alves, dando um foco maior na
identidade feminina negra
EVASÃO NO ENSINO SUPERIOR: A PRODUÇÃO CIENTÍFICA NO COLÓQUIO INTERNACIONAL DE GESTÃO UNIVERSITÁRIA
O presente estudo teve como objetivo realizar um levantamento dos trabalhos científicos apresentados no Colóquio Internacional de Gestão Universitária – CIGU, que possuem como tema central a evasão na educação superior. Para isso, realizou-se uma bibliotemetria, buscando-se no repositório de trabalhos do evento artigos cujo termo “evasão” foi contemplado no título dos trabalhos. Dos 2.633 artigos já apresentados no CIGU, apenas 28 apresentaram a evasão como foco principal. Destaca-se que, dos trabalhos analisados, houve um equilíbrio entre as abordagens de pesquisa qualitativa (42,86%) e quantitativa (50%). Já em relação à estratégia utilizada, o estudo de caso predominou, com 71,43% dos trabalhos selecionados. Observou-se também que os estudiosos da área ainda tentam compreender as causas desse fenômeno, sem apresentar de maneira mais representativa estratégias que minimizem o abandono escolar. A Educação a Distância – EaD também é um ponto que merece atenção, pois possui características particulares que precisam ser consideradas. Por fim, foi possível perceber que combater a evasão é um grande desafio aos gestores das Instituições de Ensino Superior - IES, já que é necessário olhar de maneira macro para o problema sem perder de vista questões particulares que também impactam nele
GESTÃO DA QUALIDADE: DIAGNÓSTICO NO NÚCLEO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE RONDÔNIA
Uma organização que se prende aos seus erros tende ao fracasso caso não mude seu comportamento. A gestão da qualidade é uma atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização possibilitando a melhoria de produtos/serviços. Para realização desse estudo foi estabelecido como objetivo Geral a identificação dos problemas encontrados nos Departamentos de Administração, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Direito e Ciências Economica da Universidade Federal de Rondônia na visão de docentes e discentes. Tem como objetivos específicos Realizar um levantamento de dados dos cursos (1); Examinar os dados coletados e posteriormente diagnosticar os problemas encontrados (2); Indicar sugestões de melhoria ao curso para o ajustamento e melhoria da qualidade em face dos subsídios teórico-conceituais levantados (3). Metodologia foi utilizado o método do estudo de caso com aplicação de entrevistas. Os resultados foram elaborados com base no gráfico de Ishikawa, que identificou deficiência em cada departamento dentro dos eixos Aluno, Equipamento, Ambiente, Medidas, Métodos e Mão-de-obra. Conclue-se que é possível delimitar os desafios para uma gestão de qualidade de modo a contribuir para a construção de políticas institucionais de adequação e ajustamento do processo de ensino.
Depoimento de Thiago Soares Alves
Início na prática do esporte; Modalidades que praticou até descobrir o vôlei; Times que jogou; Principais competições do Rio Grande do Sul; Pessoas que incentivaram; Glórias e dificuldades da carreira; Times que jogou fora do Brasil; Estados tradicionais no vôlei no Brasil; Primeira convocação para a seleção; Participação em Jogos Olímpicos; Estrutura dos Jogos Olímpicos; Alimentação e transporte olímpico; Experiência negativa; Repercussão dos Jogos Olímpicos na carreira; Repercussão dos Jogos Olímpicos no Rio Grande do Sul; Diferença do vôlei de quando ele começou e hoje; Diferença do vôlei no Brasil e no exterior; Possibilidade de voltar para o Rio Grande do Sul.Olímpic
Depoimento de Thiago Soares Alves
Início na prática do esporte; Modalidades que praticou até descobrir o vôlei; Times que jogou; Principais competições do Rio Grande do Sul; Pessoas que incentivaram; Glórias e dificuldades da carreira; Times que jogou fora do Brasil; Estados tradicionais no vôlei no Brasil; Primeira convocação para a seleção; Participação em Jogos Olímpicos; Estrutura dos Jogos Olímpicos; Alimentação e transporte olímpico; Experiência negativa; Repercussão dos Jogos Olímpicos na carreira; Repercussão dos Jogos Olímpicos no Rio Grande do Sul; Diferença do vôlei de quando ele começou e hoje; Diferença do vôlei no Brasil e no exterior; Possibilidade de voltar para o Rio Grande do Sul.Olímpic
Resumo da 163ª Reunião das bibliotecas do SBU - 29/08/2018
da 163ª Reunião das bibliotecas do SBU
29/08/2018 10 Horas Sala de treinamento da BCCL
Presentes:
Coordenadora/SBU Valéria dos Santos Gouveia Martins
Coordenador Associado do SBU Oscar Eliel
ATD/SBU Marcos Roberto Grassi
AEL Silvia Rosana Modena Martini
BAE Danielle Thiago Ferreira
BCCL DINF Roberta Cristina DalEvedove Tartarotti
BCCEOR Maria Helena Segnorelli
CEB Vanessa Evelyn Costa
CIDDIC Fabiana Benine
CLE Márcia Rodrigues Ramos Torres
CTC Marilda Truzzi
DGR/SBU Marcio Souza Martins
DTI/SBU Daniela Feijó Simões
FCA Renata Eleutério da Silva
FCM Rosana Evangelista Poderoso
FE Simone Lucas G. de Oliveira
FEA Márcia Regina Garbelini Sevillano
FEF Dulce Inês Leocádio
FOP Josidelma Francisca Costa de Souza
FT Felipe de Sousa Bueno
IA Juliana Ravaschio Franco de Camargo
IB Ana Maria Rabetti
IE Mirian Clavico Alves
IEL Ana Aparecida Granzotto Llagostera
IFCH Valdineia Sonia Petinari
IG Cássia Raquel da Silva
IMECC Marcia Aparecida Pillon DAloia
IQ Camila Barleta Fullin
NEPAM Adreilde de Sousa O. Silva
NEPO Adriana Cristina Fernandes
NEPP Maria do Carmo de Oliveira
NUDECRI Monica Aparecida de Oliveira Nascimento
PAGU Karina Gama Cubas da Silva
Ausências justificadas:
IFGW Sandra Maria Carlos Cartaxo
Convidados:
DTRI Érica Cristina Carvalho Mansur
IFGW Lucimeire de Oliveira Silva da Rocha
IFCH Neiva Gonçalves de Oliveira
Comunicação/SBU Natália Elisabeth Marangoni Cosiu
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