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    Rafael Campo Vives, guitarra (Colombia)

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    Concierto interpretado por Rafael Campo Vives. Está considerado como uno de los más importantes guitarristas de Colombia, entregado enteramente a su profesión musical en el campo de la investigación, docencia y práctica concertística. En esta oportunidad su repertorio incluyó obras de Eduardo Sainz de la Maza, Johann Sebastian Bach, Alexandre Tansman, Joao Texeira Guaimares y Benjamín Britten

    El impacto de las enfermedades periodontales en el éxito a largo plazo de los implantes dentales

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    Clerc, Alexandre; director de proyecto: del Campo y Matilla, María Magdalena2024-2025Grado en OdontologíaFacultad de Odontologí

    Perfil de preparadores de goleiro de futebol de campo em clubes profissionais da cidade de Florianópolis (categoria de base)

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    TCC (Graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Desportos. Curso de Graduação em Educação Física.Este trabalho teve como objetivo definir um perfil profissional dos preparadores de goleiros das categorias de base das em equipes profissionais de Florianópolis. Analisando também o nível de formação desses profissionais com relação às suas vivências em campo e que condições são oferecidas para que possam executar a função de preparador. Para isso foi utilizado um questionário proposto por Rigotti (2006) onde por meio de perguntas objetivas responderam perguntas sobre aspectos socioeconômicos, família e trabalho. A amostra foi composta por 7 preparadores de goleiros de duas equipes de Florianópolis. Os questionários foram entregues aos profissionais, que puderam levá-los para casa e então posteriormente retorná-los preenchidos, acontecendo isso, foram analisados por meio de uma planilha do Excel chegando aos resultados. Dos analisados, 4 são solteiros, com idade entre 20 e 30 anos e não tem filhos. Descobriu-se que 5 moram em imóvel alugado. Que cursam a faculdade ainda são 3 indivíduos da amostra, ligado a isso todos acreditam muito importante ao trabalho aliar a teoria com a experiência de campo. Se sentem valorizados tanto por parte da comissão técnica quanto da diretoria 5 e 3 indivíduos respectivamente. Com relação à remuneração, 4 recebem entre 1 a 3 salários mínimos, contribuindo com o número de 5 profissionais não satisfeitos com esse salário. Outro aspecto analisado foi a quantidade de goleiros aos quais treinam, 3 dos preparadores treinam entre 4 e 5 goleiros por sessão, sendo que para isso 6 acreditam possuir materiais adequados para tal prática. De todos que preencheram o questionário 3 acham regular as condições que lhe são oferecidas e 6 almejam trabalhar no profissional

    Cenas do campo: a educação infantil no assentamento de Vila Nova- Santa Rosa do Sul-SC.

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    Trabalho de Conclusão do Curso de Especialização em Educação Infantil - Segunda Edição – Polo Araranguá - SC, para a obtenção do Grau de Especialista em Educação Infantil.Este trabalho tem como tema central a Educação Infantil do Campo e apresenta uma pesquisa realizada no assentamento de Vila Nova, no município catarinense de Santa Rosa do Sul, mais especificamente sobre a Educação Infantil nesta localidade . Tendo como problema de pesquisa investigar como se apresenta a oferta e a demanda desta etapa da educação na região do assentamento rural de Vila Nova, objetivou-se compreender o contexto histórico em que estão inseridas as crianças desta comunidade rural; descrever a oferta da Educação Infantil na comunidade de Vila Nova; compreender a relação escola/comunidade no que se refere ao atendimento escolar de crianças de 0 a 6 anos. Com base em um referencial teórico que abordou o contexto rural brasileiro e o enfrentamento histórico das questões relativas à Educação; o surgimento da Educação do Campo; a criança campesina como sujeito de direitos; os documentos legais que têm amparado atualmente a Educação do Campo no Brasil, em especial a Educação Infantil, realizou-se uma pesquisa do tipo estudo de caso, tendo por objeto de estudo a Educação Infantil em Vila Nova. Os dados foram coletados por meio de questionário dirigido às famílias, entrevistas com trabalhadores da educação e observações in loco, com registros de imagens e cenas do ambiente escolar. Os resultados indicam elementos atuais que também caracterizaram a educação no passado de Vila Nova, quando iniciou o funcionamento da única escola da comunidade, especialmente no que diz respeito ao envolvimento das famílias e ao papel social da escola na localidade. A inexistência da oferta do atendimento na creche faz com que a Educação Infantil se traduza apenas pela oferta de uma classe de Pré-Escola, que funciona em uma escola com infraestrutura limitada e distante dos parâmetros de qualidade aconselhados pelo MEC, mas com um trabalho docente que se harmoniza com a cultura local e com o cotidiano das famílias. Fazendo frente à ausência de atendimento de creche, Vila Nova possui, atualmente, 14 crianças que nunca frequentaram a escola, todas elas na faixa etária de 0 a 3 anos e 11 meses, o que significa demanda para, pelo menos, 01 turma de creche

    Ensaio Visual - Alexandre Órion

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    Artista plástico e designer, Alexandre Órion (www.alexandreorion.com) é natural de São Paulo, tem 28 anos e desde 1995 trabalha com graffiti, envolvendo-se com a fotografia a partir de 2000. Um ano depois concebe Metabiótica, projeto em que o artista promove um diálogo entre pintura e fotografia, simulando o encontro (ou o confronto) entre realidade e ficção dentro do campo fotográfico. Em Metabiótica a veracidade é posta em dúvida: as pinturas estão de fato nas paredes, as pessoas realmente passaram por ali e agiram espontaneamente? O que se vê sugere um tipo de montagem que não existiu. É tudo verdade, é tudo mentira

    Trabajo de Campo: Experiencias para entretejer la antropología. 4 Segunda época, Año 2 (2018) julio-diciembre. Rutas de Campo

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    - Introducción. Trabajo de campo: experiencias para entretejer la antropología por Francisco Javier Guerrero y Cristina V. Masferrer León. - Trabajo de campo etnográfico en la tradición nacional: población y territorio por Eduardo González Muñiz. - Los antropólogos aprendices de brujos por Francisco Javier Guerrero. - Compartiendo la diferencia. Una vida en el campo por Elio Masferrer Kan. - Mi experiencia en el trabajo de campo. Una retrospectiva biográfica por Milton Gabriel Hernández García. - Apuntes reflexivos de una etnografía multisituada en México, Perú y Japón por Dahil Mariana Melgar Tísoc. - ¿Cómo se vive el trabajo de campo en una comunidad indígena siendo mujer? por Verónica Ruiz Lagier. - Cuando la antropología hace enfermar de susto y otras experiencias de trabajo de campo en la Costa Chica: violencia, ser mujer antropóloga y racismo por Cristina V. Masferrer León. - Notas etnográficas sobre el racismo: una perspectiva reflexiva por Citlali Quecha Reyna. - La conmemoración de Ashura en Teherán. Apuntes sobre una etnografía exprés por Alejandra Gómez Colorado. - Los nahuas de La Resurrección, Puebla. Notas y vivencias etnográficas acerca del despojo de sus tierras por Eliana Acosta Márquez. - Primera experiencia de campo México-Canadá por Rosa María Vanegas García. - El trabajo de campo en arqueología: una reflexión personal desde la filosofía de la ciencia por Manuel Gándara Vázquez

    Diario de Campo: Boletín Interno de los investigadores del área de Antropología. 100 (2008) agosto. Diario de Campo

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    - 68 inédito. El ojo del poder por Revista Diario de Campo. - Mutación chamánica y balance de poderes: curanderos otomíes en la Huasteca veracruzana por Israel Lazcarro Salgado. - Cultura serrana mestiza. Una práctica de campo dirigida en la Sierra Madre Occidental por Andrés Oseguera. - Jerarquía católica y actores sociales en la Arquidiócesis de Yucatán por Iván Franco. - El 68 no es un recuerdo por Margarita Nolasco. - El movimiento del 68 y la antropología por Francisco Javier Guerrero Mendoza. - Mi vivencia del 68 por Andrés Fábregas Puig. - En la mirada de guita se quedó anclada mi memoria por Mariángeles Comesaña. - El artista en (próximo o ya) el 68 por Fernando Curiel. - Derechos indígenas y políticas públicas por Elia Avendaño Villafuente. - Renato Ravelo Lecuona: La historia y la acción por Jaime Salazar Adame. - Entre Ríos y Montañas Sagradas por Raúl Barrera Rodríguez. - Suplemento 50. Margarita Nolasco Armas. Sólido pilar de la Antropología Mexicana. - Cuadernos de Etnología 5. La condición indígena en el siglo XXI. Del indio "indito" a los indígenas mexicano

    CULTIVO e uso do Estilosantes-campo-grande.

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    Equipe multidisciplinar: Ademir Hugo Zimmer, CNPGC; Armindo Neivo Kichel, CNPGC; Bela Grof; Carlos Maurício Soares de Andrade; Celso Dornelas Fernandes, CNPGC; Francisco Assis Rolim Pereira; Haroldo Pires Queiroz, CNPGC; Hortência Maria Abranches Purcino; Jaqueline Rosemeire Verzignassi, CNPGC; José Alexandre Agiova da Costa, CNPGC; José Marcelino Sobrinho (in memorian); José Marques da Silva, CNPGC; José Raul Valério, CNPGC; Leônidas da Costa Schalcher Valle; Manuel Cláudio Motta Macedo, CNPGC; Maria José D´Ávila Charchar; Maria do Socorro Bona Nascimento; Marta Pereira da Silva; Rosângela Maria Simeão Resende; Roza Maria Shunke. Histórico e descrição da cultivar. Principais atributos do estilosantes-campo-grande. Fixação biológica de nitrogênio e valor nutritivo. Desempenho animal. Ssutentabilidade de sistemas. Adaptação ao clima. Exigência de solo e adubação. Estabelecimento do estilosantes-campo-grande. Preparo da área para semeadura. Preparo mínimo ou plantio direto. Semeadura. Manejo de plantas daninhas nas pastagens consorciadas com o estilosantes-campo-grande. Manejo do pastejo para o estabelecimento do consórcio. Manejo da pastagem visando à persistência do consórcio. Pragas. Doenças. Outros usos do estilosantes-campo-grande. Uso correto do estilosantes-campo-grande

    Serviço social e campo jurídico: demarcações em disputa

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    Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio-Econômico, Programa de Pós-Graduação em Serviço Social, Florianópolis, 2014.Este trabalho é um primeiro ensaio que tem como objetivo aproximar o conceito de campo em Bourdieu para o entendimento do Serviço Social no Campo Jurídico. A proposta partiu da necessidade de se ampliar o horizonte analítico sobre o que constituiria esse espaço sócio-ocupacional. Sabe-se que na literatura profissional um importante esforço vem sendo realizado desde o início do presente século, com o claro objetivo de delimitar o chamado "campo sociojurídico". No entanto, ao questionarmos o que seria esse "campo", não encontramos na literatura profissional - salvo alguns poucos artigos - a problematização do que consistiria essa noção para a apreensão desse âmbito profissional e, tampouco, uma formulação teórica que explicaria a junção dos termos "sócio" e "jurídico". Nesse sentido, ao buscarmos novos parâmetros analíticos para o entendimento da noção de campo, encontramos em Bourdieu um forte respaldo teórico para pensarmos não só os elementos que constituem um campo qualquer, mas também para apreender as especificidades do campo jurídico, através de outras chaves heurísticas utilizadas pelo autor francês para a compreensão de um campo. Dentre as principais categorias utilizadas, além da noção de campo, estão a noção de habitus, tipos de capital, inclusive o capital simbólico, a illusio e a violência simbólica. Dessa forma, na primeira seção do trabalho, partiu-se de uma revisão bibliográfica acerca dos principais termos que auxiliam na compreensão de campo em Bourdieu e os elementos que constituiriam o campo jurídico. Na segunda seção, situamos um breve histórico da inserção do Serviço Social no Campo Jurídico e como a profissão se constituiu no interior desse campo. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica em dois dos principais eventos da categoria profissional (ENPESS e CBAS), relativo a um mesmo período histórico, a fim de identificar não somente a definição do chamado "campo sociojurídico" e suas variantes, mas também, levantar indicadores a partir da representação da prática profissional nos trabalhos pesquisados, das estratégias e técnicas de intervenção, daquilo que apareceu enquanto atribuição e atuação profissional, para pensarmos a dinâmica do trabalho do assistente social no interior do campo jurídico. Por fim, as análises empreendidas em torno do conceito de campo e, consequentemente do campo jurídico, aliadas aos resultados da pesquisa, mostraram que o Serviço Social no Campo Jurídico está em permanente disputa pelo direito de dizer o direito.Abstract : This work aims to bring the concept of field in Bourdieu to a better understanding of Social Work in the Legal Field. The proposal came from the need to expand the analytical horizon of what would constitute this socio-occupational space. It is known that an important effort has been made in the professional literature since the beginning of this century, with the clear objective of defining the so-called "socio-legal field." However, when we question on what this "field" would be and the problematic of what this notion would be consisted of on the professional context, and even a theoretical formulation that would explain the join of "social" and "legal", we find no professional literature, except for a few articles. In this sense, as we seek new analytical parameters to understand the concept of field, we find in Bourdieu, a strong theoretical support to think about not only the elements that constitute any field , but also to grasp the specifics of the legal field, through other key heuristics used by the French author to understand a field. Among the main categories used, besides the notion of field, there are: notion of habitus, types of capital, including the symbolic capital, the illusio and symbolic violence. Thus, the first section of this work begins with a literature review on main terms that assist in understanding of field in Bourdieu and the elements that would constitute the legal field. In the second section, we place a brief history of the insertion of Social Work in the Legal Field and how the profession is constituted within that field. A literature survey in two major events in the professional category (National Meeting of Researchers in Social Work (ENPESS) and the Brazilian Congress of Social Workers (CBAS) concerning the same historical period was conducted. This was done in order to identify the definition of the "social legal field" and its variants. Also, it has raised the indicators from professional practice on the work surveyed, strategies and intervention techniques, in what appeared as allocation and professional experience, to understand the dynamics of the work of social workers within the legal field. Finally, the analyses undertaken around the 18 concept of field and, consequently the legal field, allied to research results showed that the Social Work in the Legal Field is in constant dispute over the right to say what is right
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