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    João Bosco Mota Amaral e o Regime Açoriano de Autonomia Política

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    Dissertação de Mestrado em Filosofia Contemporânea (especialidade em Valores e Sociedade)“João Bosco Mota Amaral é portador de um projecto político singular para os Açores, se bem que integrado nos quadros nacional e europeu, pelo qual pugna e cuja implementação assume, na sequência de eleições livres. De facto, a sua actuação política, quer no quadro da Assembleia Nacional, quer nas fases do período revolucionário, quer da consolidação do regime democrático, foi determinante para a conceptualização da autonomia das regiões insulares e a operacionalização da autonomia política e legislativa dos Açores. O trabalho que agora se apresenta parte do pressuposto de que a filosofia não é apenas uma actividade interrogativa e contemplativa, com graus de profundidade e fecundidade variáveis, mas também uma intencionalidade orientada para a praxis nos seus mais variados domínios, dos quais se destacam, pela sua relevância, o axiológico, o antropológico, o social e o político. Com efeito, consideramos, na senda do pensamento de Gramsci1, que a filosofia não se resume a um saber articulado num todo coerente, fruto do labor apurado dos filósofos sistemáticos, mas que se efectiva, também, no pensar profundo do homem comum que se agita e que age orientado por um ideal. Para este filósofo e activista, tal como para o político João Bosco Mota Amaral, o mundo e a existência não são concebidos como dados; configuraram-se, pelo contrário, como problemáticos, desencadeadores da reflexão e da acção transformadora. No caso do político açoriano, o ideário, materializado na assunção de responsabilidades representativas, governativas e, ainda, na escrita, ultrapassa o solipsismo e subjectivismo do homem singular e concreto e impulsiona a comunidade portuguesa, de Portugal, dos Açores e da diáspora, a ousar novas formas de organização do social e do político e ganha uma pregnância de sentidos numa outra lógica, a característica da imaginação (re)fundadora de significados e de instauração de novas realidades. Pressupomos, também, que as comunidades não são entidades abstractas desenraizadas dos âmbitos concretos nos quais se elevam. Com efeito, advogamos que o curso das suas existências é condicionado pela acção concreta de agentes políticos. É, pois, por isto que ousamos pensar que nos Açores, no ocaso do Estado Novo e aurora da Democracia, emerge uma existência vigilante, a de João Bosco Mota Amaral, capaz de captar com acutilância o alcance genésico de factos históricos, o que lhe permite encarnar os desígnios do povo e, através do seu ideário vertido em acção, determinar-lhe o curso existencial. Deste modo, o pensamento e a acção deste agente político singular, João Bosco Mota Amaral, são, simultaneamente, determinados por um quadro de referência (Liberalismo, Social-democracia, Humanismo, Personalismo e Doutrina Social da Igreja) e configurados como matrizes constitutivas do rumo da sociedade de que fazem parte, determinando-lhe o percurso futuro. […]

    Entrevista sobre padronização em Compras Públicas com o professor Flávio Amaral Garcia

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    Entrevista sobre padronização em Compras Públicas com o professor Flávio Amaral Garcia. As perguntas foram elaboradas pelo professor da Enap Franklin Brasil.4 páginasLogística e Compras Pública

    Breves considerações sobre Azevedo Amaral e o Almanack Israelita

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    Azevedo Amaral became known as one of the ideologues of the Estado Novo, a proponent of the so-called authoritarian democracy. He also advocated racist and eugenic ideas and flirted with anti-Semitism. However, in 1937, he wrote the essay “A questão judaica” in the Almanack Israelita, a publication organized by Samuel Wainer. The book aimed to show the general public the history, achievements, and integration of Jews in the world and in Brazil. The purpose of this article is to analyze the aforementioned essay by Azevedo Amaral, seeking to illuminate another facet of the author of O Estado Autoritário e a Realidade Nacional, the work for which he is best known.  Azevedo Amaral se hizo conocido como uno de los ideólogos del Estado Novo, un defensor de la llamada democracia autoritaria. También abogó por ideas racistas y eugénicas y se aproximó al antisemitismo. Sin embargo, en 1937, escribió el ensayo “A questão judaica” en el Almanack Israelita, una publicación organizada por Samuel Wainer. El libro tenía como objetivo mostrar al público en general la historia, los logros y la integración de los judíos en el mundo y en Brasil. El propósito de este artículo es analizar el ensayo mencionado de Azevedo Amaral, buscando iluminar otra faceta del autor de O Estado Autoritário e a Realidade Nacional, la obra por la cual es más conocido.  Azevedo Amaral ficou conhecido como um dos ideólogos do Estado Novo, defensor da chamada democracia autoritária. Também defendeu ideias racistas e eugênicas e flertou com o antissemitismo. Porém, em 1937, escreveu o ensaio “A questão judaica” no Almanack Israelita, publicação organizada por Samuel Wainer. O livro tinha como objetivo mostrar ao público em geral a história, as realizações e a inserção dos judeus no mundo e no Brasil. O objetivo deste artigo é analisar o ensaio de Azevedo Amaral acima referido, buscando iluminar outra faceta do autor de O Estado Autoritário e a Realidade Nacional, obra pela qual ficou mais conhecido. &nbsp

    Claudio Silveira de Amaral: entrevista 1473

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    Entrevista com Cláudio Silveira Amaral, autor do livro John Ruskin e o ensino do desenho no Brasil, publicado pela Editora Unesp.Universidade Estadual Paulista (UNESP), Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC), Baur

    Um diálogo cultural: Tarsila do Amaral

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    Tarsila do Amaral foi, desde tenra idade, educada em um ambiente no qual a cultura francesa fazia parte dos hábitos e costumes da família, mesmo residindo numa fazenda cafeeira no interior do Estado de São Paulo. Quando adulta, aprimorou a sua formação intelectual e artística em terras francesas, precisamente na capital, Paris, no auge das vanguardas e tendo como principais mentores os artistas cubistas. Esta pesquisa tem o objetivo de verificar o diálogo cultural entre Brasil e França por meio dos movimentos artístico-literários, ocorridos nos dois países, na década de 20: vanguarda europeia e modernismo brasileiro; ou melhor, analisar o diálogo intermediado por Tarsila do Amaral entre o contexto francês e o brasileiro, em sua trajetória como cronista, bem como as relações que se instauram entre o eu e o outro nos processos discursivos instituídos historicamente pelos diferentes sujeitos. Para tanto, foram selecionadas para o corpus desse trabalho 11 crônicas de Tarsila do Amaral publicadas no jornal Diário de S. Paulo entre os anos de 1936 e 1956, e republicadas na antologia organizada por Laura Taddei Brandini, em 2008.Tarsila do Amaral a été, à un âge précoce, éduquée dans un environnement dans lequel la culture française faisait partie des habitudes et des coutumes de la famille, même en vivant dans une ferme de café dans l'État de São Paulo. En tant qu'adulte, elle a renforcé son éducation intellectuelle et artistique dans les terres françaises, précisément à la capitale, Paris, au point haut de l'avant-garde, ayant en tant que mentors, en particulier, les artistes cubistes. Cette recherche vise à observer le dialogue culturel entre le Brésil et la France à travers mouvements artistiques et littéraires qui a eu lieu dans ces deux pays dans les années 20: avant-garde européenne et brésilienne, ou mieux, examiner le dialogue organisé par Tarsila do Amaral entre contexte français et brésilien, dans sa carrière en tant que chroniqueur, ainsi que les relations qui sont établies entre le soi et l'autre dans les processus discursifs mis en place historiquement par des sujets différents. À cette fin, pour composer le corpus ont été choisies onze chroniques que Tarsila do Amaral a publiées dans le journalDiário de S.Paulo, entre les années 1936 à 1956, et rééditées dans l'anthologie organisée par Laura Taddei Brandini en 2008.Instituto Presbiteriano Mackenzi

    O Brasil de Amaral Netto: o reporter 1969-1985

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    Este trabalho analisa a narrativa audiovisual sobre o Brasil elaborada nas reportagens da série televisiva Amaral Netto, o Repórter. Criada e produzida pelo jornalista e deputado federal brasileiro Amaral Netto, os programas em formato de reportagem-documentário começaram a ser exibidos em 1968, na hoje extinta TV Tupi, e, a partir de 1969, foram transmitidos pela TV Globo até 1985. Enormemente popular, Amaral Netto, o Repórter foi uma das faces civis da ditadura. Na memória construída, Amaral Netto é lembrado – quando lembrado – como porta-voz da ditadura ou como o titular de um programa de televisão imposto à TV Globo. Com reportagens que significaram, à época, inovação, ineditismo e pioneirismo temático e técnico, o projeto era sustentado por dinheiro e apoio civis, embora contasse com infraestrutura logística e outros apoios de setores do regime militar que o programa ajudava a divulgar. Exibido e mantido num canal comercial civil até bem depois da Abertura e da Anistia, esses filmes mostram a mentalidade de uma elite sobre desenvolvimento, modernização, progresso, ordem, educação, segurança nacional, natureza, ecologia, entre outros. A tese mostra como, em Amaral Netto, o Repórter, convergiam interesses distintos como o do jornalista-deputado em mostrar um Brasil então desconhecido em suas reportagens, enquanto defendia a política do regime, os interesses da TV Globo em promover uma integração nacional via televisão, os do regime autoritário nessa unificação, os dos empresários patrocinadores, e os de um projeto de propaganda não oficial (porque não abraçado pela Aerp/ARP)My research investigates an audiovisual narrative about Brazil as presented in the journalistic television series Amaral Netto, the reporter. Created and produced by journalist and Brazilian federal deputy Amaral Netto, the show followed a traditional documentary/reportage format. It first aired in 1968 on the now extinct Tupi channel, and was later picked up by Globo TV for nation-wide transmission through 1985. Enormously popular, Amaral Netto, the reporter was one of the most recognizable civilian faces during the period of the Brazilian military dictatorship. In constructed memory, Amaral Netto is remembered - when remembered at all - as a spokesman for the dictatorship or the holder of a television program imposed by it upon the Globo Channel. In a style that was synonymous (in its day) with innovation, originality and pioneering subject matter and technology, the project was funded by civilian money, even though its logistical infrastructure was provided by government sectors that the program helped to disseminate. Broadcast as the mainstay of a commercial channel until well after Brazil's periods of political Abertura (opening) and Amnesty, these films record/reflect the mindset of the country's elite with regard to modernization, development, progress, order, education, national security, nature, and ecology, as well as other issues. The doctoral dissertation shows how distinct agendas converged in Amaral Netto, the reporter: that of the journalist/congressman who exposed an unknown Brazil in his reports even as he defended the regime's policy; Globo TV’s promotion of national integration via television; the regime’s agenda in this unification; the sponsors' in advertising their products; and finally, the agenda of an unofficial propaganda project (not embraced by the official propaganda agency Aerp/ARP)411 f

    Caderno de Alfabetização, 1ª série, Amaral, RS, 1980

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    Este caderno, de 1980, pertence ao ex-aluno André Luis do Amaral, da 1ª série do 1º grau. Foi utilizado no Colégio Santa Terezinha, Taquara - RS. O caderno de encadernação canoa, tem a capa revestida com papel vermelho com bolinhas brancas. É um caderno pautado, está preenchido com caneta azul e vermelha, lápis de escrever e de cor. Contém 62 páginas. Item digitalizado por Nícolas Giovani da Rosa.Caderno da 1ª série do 1º grau, matemática e linguagem

    Um trabalhador do rádio: a contribuição de Amaral Gurgel para o rádio brasileiro

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    Este artigo tem por objetivo discutir a contribuição do produtor de cultura popular Amaral Gurgel no desenvolvimento da radionovela e do radioteatro enquanto formatos de melodrama. Como novidade, apresenta seu acervo pessoal até então inacessível a pesquisadores. Qual papel Gurgel desempenhou na construção e legitimação desses formatos narrativos? Quais informações o acervo familiar pode trazer a respeito desse processo

    O desventurado Boaventura do Amaral e o combate de Venda Grande (1842)

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    The author reminds us of the need to review the historical text about the Venda Grande Battle, from the book “History of the Brazilian Army” (military profile of a nation) due to new information. He emphasizes the heroic behaviour of Captain Boaventura do Amaral, focused under the viewpoint of several different authors. O autor lembra a necessidade de revisão do texto histórico relativo ao Combate de Venda Grande, do livro “História do Exército Brasileiro” (Perfil militar de um Povo), diante de novas informações. Destaca o comportamento heróico do Cap. Boaventura do Amaral, enfocado sob a ótica de diferentes autores

    O inverso das coisas

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    Neste artigo Ana Maria Amaral reflete sobre o ator noTeatro de Formas Animadas
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