16 research outputs found
”L’Obesità in Età Evolutiva:aspetti psicologici” (Psychological Aspects in Childhood obesity) V.Guidetti, E.Bartolotti
Direct sequencing of HPV DNA detected in gynaecologic outpatients in Rome, Italy
In order to assess the frequency of different human papillomavirus (HPV) types in Rome and the association between HPV and behavioural characteristics, we tested cervical scrapes of a population of sexually active women referring to university clinics for routine gynaecologic care. The presence of HPV DNA was revealed by polymerase chain reaction on two genome regions (L1 and E6/E7) followed by sequencing. Thirty different HPV types were identified; HPV 16 was the most prevalent (14.18%), followed by HPV 53 (9.21%), HPV 58 (7.80%), HPV 6 and 66 (both 5.67%) whereas all the other genotypes ranged below 5%. In univariate analysis the characteristics significantly associated with HPV DNA detection were the youngest age (P<0.01), the high number of lifetime partners (P<0.001) and the smoking habit (P<0.01). In multiple logistic regression analyses, the characteristics significantly associated with HPV DNA detection remained the younger age and the higher number of lifetime sexual partners. This study may be interesting in order to evaluate the circulation of HPV genotypes in Italy and to add a contribution to anti-cancer vaccine developmen
Cetuximab rechallenge in metastatic colorectal cancer patients: how to come away from acquired resistance?
Background: Scientific data provide the evidence that secondary K-RAS mutations do not occur during anti-epidermal growth factor receptor therapy in colorectal cancer patients. This multicenter phase II prospective study aims to investigate the activity of a retreatment with a cetuximab-based therapy. Patients and methods: We enrolled 39 irinotecan-refractory patients who had a clinical benefit after a line of cetuximab- plus irinotecan-based therapy and then a progression of disease for which underwent a new line chemotherapy and finally, after a clear new progression of disease, were retreated with the same cetuximab- plus irinotecan-based therapy. Results: Median number of therapeutic lines before accrual was 4. Median interval time between last cycle of first cetuximab-based therapy and first cycle of the retreatment was 6 months. Overall response rate was 53.8% with 19 partial responses (48.7%) and 2 complete responses (5.1%). Disease stabilization was obtained in 35.9% of patients and progression in four patients (10.2%). Median progression-free survival was 6.6 months. The correlation between skin toxicity during first cetuximab therapy and during cetuximab rechallenge was significant (P = 0.01). Conclusion: Rechallenge with the same cetuximab-based therapy may achieve a new important clinical benefit further delaying the progression of disease and improving the therapeutic options. © The Author 2012. Published by Oxford University Press on behalf of the European Society for Medical Oncology. All rights reserved
Corrigendum: Cetuximab rechallenge in metastatic colorectal cancer patients: How to come away from acquired resistance?
Nessun
Índices antropométricos no diagnóstico de sobrepeso e obesidade de escolares de uma instituição pública de Florianópolis, SC
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Nutrição.Estudos sobre obesidade na infância são escassos e restritos a países desenvolvidos, aonde a prevalência de obesidade vem aumentando rapidamente, sendo considerada uma epidemia. A determinação do tipo de distribuição de gordura associada ao grau de obesidade é fundamental para se verificar os efeitos fisiopatógicos entre adiposidade e suas implicações na fase adulta. O objetivo deste estudo foi verificar as possíveis correlações existentes entre: Índice de Massa Corporal (IMC), Relação Cintura-Quadril (RCQ) e Circunferência da Cintura (CC), utilizados no diagnóstico de sobrepeso e obesidade em escolares de 7 a 10 anos de idade, matriculados no Instituto Estadual de Educação - Florianópolis, SC. Foram investigadas 659 crianças de ambos os gêneros. Foram excluídas 50 crianças menores de 7 anos, 176 crianças maiores de 10 anos de idade, além de 14 crianças que não participaram da antropometria, resultando em amostra final de 419 crianças. As crianças foram analisadas conjuntamente e posteriormente conforme gênero e faixa etária. Como critério diagnóstico de sobrepeso e obesidade foram utilizados os pontos de corte de IMC, descritos por COLE et al. (2000), correlacionados com os índices antropométricos RCQ e CC. O gênero masculino apresentou maiores valores de IMC, RCQ e CC em relação ao gênero feminino, entretanto com diferença estatística somente para RCQ e CC. Encontrou-se prevalência de 17,9% de sobrepeso, sendo maior no gênero masculino (19,1%) do que no feminino (16,7%) e 6,7% de obesidade, com maiores valores no gênero masculino (7,9%) do que no feminino (5,4%). Por faixa etária, a maior prevalência de sobrepeso foi aos 8 anos (20,4%) e de obesidade foi aos 9 anos (6,8%). Considerando-se faixa etária e gênero a maior prevalência de sobrepeso foi no gênero feminino aos 8 anos e de obesidade no gênero masculino aos 7 anos de idade. Os índices antropométricos que apresentaram maior correlação foram IMC e CC (r= 0,87 e p< 0,01), resultado mantido na análise conforme gênero. Escolares do gênero masculino apresentaram correlação entre IMC e CC com valor de r = 0,86 e escolares do gênero feminino com r = 90. A melhor correlação entre esses índices no gênero masculino foi vista aos 9 anos (r = 0,89) e no gênero feminino aos 8 anos (r = 0,93). Em condições de sobrepeso, o IMC e a CC continuaram apresentando os melhores valores de correlação, porém a correlação nesta situação foi moderada (r = 0,74). Em condições de obesidade foram a RCQ e a CC que apresentaram melhores valores de correlação, entretanto, apenas com r = 0,54, sendo considerada uma fraca correlação. Na comparação de valores de IMC, de RCQ e de CC, os resultados do presente trabalho foram semelhantes ao referencial nacional e internacional. Pode-se concluir que a prevalência de sobrepeso e obesidade é alta quando comparada a outros estudos, especialmente no gênero masculino. O IMC associado à CC foi a combinação de índices antropométricos que apresentou melhores correlações na população estudada
Análise da utilização de técnicas de reconhecimento de padrões na antropometria
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.Este trabalho tem por objetivo apresentar diretrizes de utilização das técnicas de Reconhecimento de Padrões (RP) aplicadas à Antropometria, cujas técnicas, por sua vez, servem para diagnosticar o estado nutricional (EN) da população. Para tanto, faz um pequeno levantamento histórico dos principais programas e investimentos já realizados pelo país na área de alimentação e nutrição. Analisa brevemente os principais métodos antropométricos utilizados atualmente, quanto as suas vantagens e desvantagens. Bem como, explica sucintamente as bases do funcionamento de RP. Evidencia a proposta, ainda que de forma embrionária. Efetua uma pesquisa junto aos profissionais nutricionistas da rede publica de saúde da cidade de Florianópolis - SC, quanto à sua prática de antropometria, bem como, quanto à utilização da Tabela do NCHS como parâmetro junto à população brasileira. E conclui favoravelmente pela aplicabilidade de RP na pratica da antropometri
Evaluation Of Inserting A Nutritionist In The Primary Health Network Of The Municipalities Located In The Metropolitan Region Of Campinas, São Paulo, Brazil [avaliação Da Inserção Do Nutricionista Na Rede Básica De Saúde Dos Municípios Da Região Metropolitana De Campinas]
Objective: This work consisted of a research carried out in the Primary Health Network of the municipalities located in the metropolitan region of Campinas and the objective was to describe and evaluate actions developed by nutritionists. Methods: The research method used was the quantitative and qualitative method twelve interviews were done with nutritionists from the Primary Health Network of 8 municipalities located in the metropolitan region of Campinas. The instrument used was a semi-structured questionnaire with open and closed questions. Following the individual interviews, the focal group technique was applied to 5 nutritionists from different municipalities. Results: The professionals have varied work contracts. The following functions performed by the professionals stand out: individual prescriptions and dietary guidance, speeches for groups, campaigns, participation in supplementation programs, sanitary surveillance and home visits. Conclusion: We conclude that less than half of the municipalities have a nutritionist available at the Primary Health Network: the number of nutritionists is insufficient, the nutritionists tend to accumulate functions in different sectors and there is a prevalence of assistance activities in detriment of health promotion activities.194413424(2001) Diretrizes Curriculares Nacionais Dos Cursos de Graduação Em Enfermagem, Medicina e Nutrição, , Brasil. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Brasília(2004) Princípios e Diretrizes de Uma Política de Segurança Alimentar e Nutricional, , Brasil. Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Brasília: Consea(2003) Política Nacional de Alimentação e Nutrição, , Brasil. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Editora MSMonteiro, C.A., Iunes, R.F., Torres, A.M., A evolução do país e de suas doenças: Síntese, hipóteses e implicações (1995) Velhos e Novos Males Da Saúde No Brasil, , Monteiro CA. São Paulo: HucitecGaleazzi, M.A.M., Domene, S.M.A., Sichieri, R., Estudo multicêntrico sobre consumo alimentar INAN-MS/NEPA (1977) Cad Debate, VOL. ESPECIAL, pp. 1-62Assis, A.M.O., Santos, S.M.C., Freitas, M.C.S., Santos, J.M., Silva, M.C.M., O programa saúde da família: Contribuições para uma reflexão sobre a inserção do nutricionista na equipe multidisciplinar (2002) Rev Nutr, 15 (3), pp. 255-266Silva, D.S., Recine, G., Queiroz, E.F.O., Concepções de profissionais de saúde da atenção básica sobre a alimentação saudável no Distrito Federal, Brasil (2002) Cad Saúde Pública, 18 (5), pp. 1367-1377Boog, M.C.F., Educação nutricional em serviços públicos de saúde (1999) Cad Saúde Pública, 15 (2 SUPPL.), pp. 139-147Boog, M.C.F., Educação nutricional: Passado, presente, futuro (1997) Rev Nutr, 10 (1), pp. 5-19Costa, N.M.S.C., Revisitando os estudos e eventos sobre a formação do nutricionista no Brasil (1999) Rev Nutr, 12 (1), pp. 5-19Costa, N.M.S.C., Repensando a formação acadêmica e atuação profissional do nutricionista: Um estudo com os egressos da Universidade Federal de Goiás (1996) Rev Nutr, 9 (2), pp. 154-177Arruda, B.K.G., O nutricionista na equipe de saúde (1991) Rev IMIP, 5 (1), pp. 58-62Boog, M.C.F., Rodrigues, K.R.M., Silva, S.M.F., Situação profissional dos nutricionistas egressos da Puccamp I. Áreas de atuação, estabilidade, abandono da profissão, desemprego (1988) Rev Nutr, 1 (2), pp. 139-152Vasconcelos, F.A.G., Delimitação da prática profissional do nutricionista em saúde coletiva: Subsídios para uma discussão e elaboração de uma proposta de trabalho (1990) A&N, 10 (47), pp. 25-32Vasconcelos, F.A.G., Um perfil do nutricionista em Florianópolis, Santa Catarina (1991) Rev Ciênc Saúde, 10 (1-2), pp. 73-86Vasconcelos, F.A.G., Origem e conformação do campo da nutrição em saúde pública em Pernambuco: Uma análise histórico-cultural (2001) Rev Nutr, 14 (SUPPL.), pp. 13-26Vasconcelos, F.A.G., O nutricionista no Brasil: Uma análise histórica (2002) Rev Nutr, 15 (2), pp. 127-138Minayo, M.C.S., (2000) O Desafio Do Conhecimento: Pesquisa Qualitativa Em Saúde. 7.ed., , São Paulo: Hucitec-AbrascoBuss, P.M., Promoção da saúde e qualidade de vida (2000) Ciênc & Saúde Coletiva, 5 (1), pp. 163-177Boog, M.C.F., Contribuições da educação nutricional à construção da segurança alimentar (2004) Saúde Rev, 6 (13), pp. 17-23Boog, M.C.F., (1996) Educação Nutricional Em Serviços Públicos de Saúde: Busca de Espaço para Ação Efetiva, , [Tese]. São Paulo: Universidade de São PauloCarvalho, S.R., Os múltiplos sentidos da categoria empowerment no projeto de promoção à saúde (2004) Cad Saúde Pública, 20 (4), pp. 1088-1095Marcolino, C., Planejamento familiar e laqueadura tubária: Análise do trabalho de uma equipe de saúde (2004) Cad Saúde Pública, 20 (3), pp. 1-13Soares, F.P.T.P., Boog, M.C.F., Interdisciplinaridade no cuidado nutricional: Visão de cirurgiões e perspectivas para o ensino (2003) Saúde Rev, 5 (9), pp. 21-27Bosi, M.L.M., Trabalho e subjetividade: Cargas e sofrimento na prática da nutrição social (2000) Rev Nutr, 13 (2), pp. 71-148Martinez, M.C., Paraguay, A.I.B.B., Latorre, M.R.D.O., Relação entre satisfação com aspectos psicossociais e saúde dos trabalhadores (2004) Rev Saúde Pública, 38 (1), pp. 55-6
Sensibilidade e especificidade do índice de massa corporal (IMC) no diagnóstico de obsidade em idosos: comparação com a absortometria por raio-x dupla energia (DEXA) e proposta de novos pontos de corte
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Nutrição.Durante o envelhecimento ocorrem diminuições da massa livre de gordura (MLG), água corporal total e densidade mineral óssea (DMO) e aumento da gordura corporal (GC). O excesso de GC, definida como obesidade, está associado a diversas patologias, entre elas: hipertensão, diabetes tipo II, dislipidemias e cardiopatias. O Índice de Massa Corporal (IMC), comumente usado para diagnóstico de obesidade em populações adultas, não faz discriminação entre GC e MLG, sexo ou faixa-etária e por tais motivos apresenta limitações, principalmente em idosos. Deste modo, o presente estudo teve por objetivo geral verificar a correlação entre o índice de massa corporal (IMC) e o método da absortometria por raio-X de dupla energia (DEXA) em indivíduos com mais de 60 anos, de ambos os sexos, visando à determinação de pontos de cortes sensíveis e específicos para o diagnóstico de obesidade. A amostra foi composta por 60 homens e 120 mulheres, com idade entre 60 e 81 anos, selecionados de forma aleatória sistemática, a partir de lista nominal dos sujeitos, pertencentes a quatro Grupos de Terceira Idade de Florianópolis-SC. As variáveis estatura e peso corporal foram mensuradas no período da manhã, junto ao Centro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina e as medidas da DEXA foram realizadas no período da tarde no Centro de Diagnóstico por Imagem - SONITEC . Os dados foram analisados por meio do programa SPSS versão 11.5, adotando-se um nível de significância de p<0,05. Foi verificada a sensibilidade e a especificidade dos pontos de corte propostos pela Organização Mundial de Saúde e pelo Nutrition Screening Initiative por meio da Curva ROC (Receiver Operating Characteristic) bem como a concordância dos diagnósticos por meio do teste kappa. Os homens apresentaram IMC médio de 26,5±2,8 kg/m2 e um %GC médio de 23,02±5,8 enquanto que as mulheres apresentaram 27,4 3,9 kg/m2 de IMC e 37,3 6,9 de %GC. O coeficiente de concordância ( ) demonstrou baixos valores para os pontos de corte estudados, onde o melhor resultado apresentado foi para o IMC de 27kg/m2 na população masculina ( = 0,426), contudo este resultado pode ser considerado regular. A sensibilidade do IMC de 30 kg/m2 foi de 31,6% e 28,9% enquanto que a especificidade foi de 97,5% e 100% para homens e mulheres respectivamente. Novamente o ponto de corte de 27 kg/m2 para homens foi o que apresentou melhores valores 73,7% e 72,5%, já para mulheres o IMC de 25 kg/m2 apresentou 76,3% e 100% de sensibilidade e especificidade, respectivamente. Baixos valores de sensibilidade para idosos foram encontrados na literatura, semelhantes aos deste estudo. Através da curva ROC determinaram-se os pontos de corte de 27,5 kg/m2 para homens e 23 kg/m2 para mulheres como valores de melhor sensibilidade (73,7% e 87,7% para homens e mulheres) e especificidade (82,5% e 100% para homens e mulheres) para o diagnóstico de obesidade. Desta forma conclui-se que os pontos de corte do IMC analisados possuem baixa sensibilidade, podendo oferecer diagnóstico incorreto quanto à obesidade. Os pontos de corte propostos são mais sensíveis e específicos para a população idosa, propiciando diferenciação quanto ao sexo, podendo ser adotados para o diagnóstico desta patologia, quando a população tiver características semelhantes à estudada. During the aging happen decreases on the fat free mass (FFM), total body water and bone mineral density (BMD) and increase of the body fat (BF). The excess of BF, defined as obesity, is associated with several diseases like: hypertension, diabetes type II, high cholesterol and cardiovascular diseases. The Body Mass Index (BMI), is commonly used to diagnose obesity in populations, however it doesn't make some discrimination between BF and FFM, gender or age and, for this reasons, can make some mistakes on the diagnoses, mainly in elderly people. The present study had as objective to verify the correlation between BMI and the Dual energy X-ray absortometry (DEXA) in the people over than 60 years old, of both gender, and to establish better cut-offs for this population. The study counted with 60 men and 120 women with age between 60 and 81 years, selected by systematic aleatory way, from a nominal list of the subjects by four groups of third age of Florianópolis-SC, Brazil. The variables stature and body weight were verify on the morning, on the Sports Center of Santa Catarina's Federal University and the DEXA were accomplished on afternoon, in the same day, on the Center of Images Diagnosis - SONITEC . The data were analyzed through statistical packages SPSS version 11.5, and was considered significant the confidence interval of 95% (p <0,05). The sensibility and specificity of the cuts-off, proposed by WHO (25 kg/m2 and 30 kg/m2) and the Nutrition Screening Institute - NSI, 1992 - (27 kg/m2) was verified through ROC curve (Receiver Operating Characteristic) as well as the agreement of the diagnoses through the kappa's test ( ). The men presented a BMI medium of the 26,5±2,8 kg/m2 and a %BF of the 23,02±5,8% while the women presented 27,4±3,9 kg/m2 of BMI and 37,3±6,9 of %BF. The Kappa's coefficient demonstrated low values for the studied cuts-off, and the best result was for the 27kg/m2 cut-off of BMI in the masculine population ( = 0,426). However, this result can only be considered as regular. The sensibility of the cut-off 30 kg/m2 was 31,6% and 28,9% for men and women while the specificity was 97,5% and 100%. The 27 kg/m2 cut-off for men presented better values again, 73,7% of the sensibility and 72,5% of specificity, but in the women, the 25 kg/m2 cut-off it presented 76,3% and 100% of sensibility and specificity respectively. Low values of sensibility for elderly were found on the literature, like this study. Using the ROC curve could be determined the cuts-off of BMI of the 27,5 kg/m2 for men and 23 kg/m2 for women as better values of the sensibility (73,7% and 87,7% for men and women) and specificity (82,5% and 100% for men and women) to discriminate obesity. For this way, could be concluded that the analyzed cuts-off of BMI had low sensibility and could offer incorrect diagnosis of obesity. The proposed cuts-off are more sensitive, and specific for the elderly people, and make differentiation between gender, so could be adopted for the diagnosis of this pathology when the population has characteristics similar to this studied
Hábitos alimentares, comportamento consumidor e hábito de assistir à televisão de estudantes de Florianópolis
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Nutrição, Florianópolis, 2011Mudanças nos hábitos alimentares de crianças têm sido observadas nos últimos anos, contribuindo para o fenômeno conhecido como "transição alimentar e nutricional". Entre as razões para tais mudanças, a televisão (TV) tem sido apontada como uma possível promotora de hábitos alimentares pouco saudáveis. Além disso, as crianças estão adquirindo produtos com seus próprios recursos, de maneira independente, principalmente alimentos, e crianças de menor renda estão tendo maior acesso a produtos menos nutritivos. Pouco se sabe sobre a relação da TV com os hábitos alimentares e o comportamento consumidor de crianças brasileiras. O objetivo desta pesquisa foi comparar hábitos alimentares e comportamento consumidor de estudantes de escola particular e pública, e relacioná-los com o hábito de assistir à TV. Para isto, foi realizado um estudo qualitativo, a partir da Análise de Conteúdo das transcrições de grupos focais realizados em escola particular e pública de Florianópolis-SC nos anos de 2005 e 2008. Foram analisados 23 grupos focais compostos por 111 estudantes de 7-10 anos (57 na escola particular e 54 na escola pública). Além do tipo de escola, os estudantes também foram classificados em função da ocupação exercida pelos pais. Verificou-se que os estudantes da escola particular tinham maior renda familiar que os da escola pública. Nas duas escolas os estudantes referiram comer frutas, legumes e verduras, e relataram consumir frutas frequentemente. O consumo habitual de legumes e verduras foi mais mencionado pelos estudantes da escola pública, e foi associado principalmente a projetos sociais frequentados, e não ao ambiente doméstico. De modo geral, os estudantes disseram gostar de comer guloseimas, porém o consumo diário foi citado apenas entre aqueles de menor renda, enquanto o controle dos pais sobre o consumo alimentar foi mais percebido pelos de maior renda. Os estudantes relataram assistir à TV em diversos horários ao longo do dia, sem perceberem controle dos pais sobre horários ou programação assistida. A maioria afirmou ter dinheiro para gastos independentes e ter vontade de comprar os produtos anunciados nas propagandas de TV. No grupo de menor renda as compras de guloseimas foram mais frequentemente mencionadas. Pôde-se observar nos estudantes um hábito excessivo de assistir à TV sem a percepção da influência dos pais. Os estudantes da escola pública relataram a ingestão mais frequente de guloseimas, mais liberdade para fazer compras e maior gasto com guloseimas. É possível que os hábitos alimentares e o comportamento consumidor dos estudantes estivessem sendo influenciados pela TV. No entanto, o controle dos pais em relação aos hábitos alimentares pareceu moderar esta influência. Estratégias voltadas para a sensibilização dos pais em relação ao efeito da TV sobre os hábitos de seus filhos devem ser incentivadas, principalmente entre a população de menor renda. Evidencia-se também a importância da implementação da regulamentação para propagandas de alimentos direcionadas às crianças brasileiras
Selected Lectures of the 13th International Workshop on Neonatology; Cagliari (Italy); October 25th-28th, 2017
Selected Lectures of the 13th International Workshop on Neonatology • The power of Epigenetics • Twins: identical but different • Cagliari (Italy) • October 25th-28th, 2017
LECT 1. ASPHYXIA IN THE THIRD MILLENNIUM: FROM VIRGINIA APGAR TO METABOLOMICS • O.D. Saugstad
LECT 2. INTRAPARTUM FETAL MONITORING: WHERE ARE WE NOW? • D. Ayres-de-Campos
LECT 3. THERAPEUTIC HYPOTHERMIA: REVISED INDICATIONS • E. Saliba
LECT 4. ANTIBIOTICS PRESCRIPTION IN NEONATAL INTENSIVE CARE UNIT • G. Dimitriou
LECT 5. CHORIOAMNIONITIS: FROM CLASSIC DATA TO METABOLOMICS • L. Pugni, C. Fattuoni, C. Pietrasanta, A. Ronchi, A. Noto, L. Barberini, F. Mosca, V. Fanos
LECT 6. FUNGAL INFECTIONS • A. Giannattasio, L. Capasso, T. Ferrara, S. Salomè, A. Umbaldo, R. Albachiara, F. Raimondi
LECT 7. METABOLOMICS IN SEPSIS: THE POWER OF PREDICTION • V. Fanos, R. Pintus, A. Noto, A. Dessì
LECT 8. PROBIOTICS IN OBSTETRICS and GYNAECOLOGY • G. Ettore, E. Palma, N. Recine, L. Ferrara, C. Ettore
LECT 9. LATE PRETERM INFANTS WITH RESPIRATORY DISTRESS SYNDROME: LIGHTS AND SHADOWS • C. Dani
LECT 10. PRECISION VENTILATION IN NEWBORN • P.E. Tagliabue, M.L. Ventura, E. Zannin, R. Dellacà
LECT 11. PRECISION NON-INVASIVE VENTILATION IN NEWBORNS • C. Moretti, F. Midulla, C.S. Barbara, R. Nenna, L. Di Lucchio, C. Gizzi
LECT 12. BRONCHOPULMONARY DYSPLASIA: FROM NORTHWAY TO METABOLOMICS • D. Manus, V. Masile, M.C. Pintus, A. Dessì, V. Fanos
LECT 13. RESPIRATORY SYNCYTIAL VIRUS INFECTION: WHAT’S NEW? • M. Lanari, C. Biagi
LECT 14. EMERGENCY IN OBSTETRICS, WORLDWIDE • R. Baiocchi, K. Picucci, E. Bruni
LECT 15. NEONATOLOGY IN AFGHANISTAN • M. Testa
LECT 16. NEW PERSPECTIVES IN HUMAN MILK FORTIFIERS • E. Bertino, G.E. Moro, P. Tonetto, C. Peila, L. Occhi, E. Spada, G. Ansaldi, S. Deantoni, L. Cavallarin, M. Giribaldi, A. Coscia, A. Dessì, V. Fanos
LECT 17. GUT PERTURBATION AND PROBIOTICS IN NEONATOLOGY • G. Biasucci
LECT 18. NEAR INFRARED SPECTROSCOPY AND GUT FUNCTION IN PRETERM NEWBORNS • L. Corvaglia, S. Martini
LECT 19. ALLERGY TO COW’S MILK PROTEIN • M. De Filippo, A. Licari, G.L. Marseglia
LECT 20. GLOMERULAR NUMBER IN LBW BABIES: NOTE FOR THE FUTURE. THE FAULT IS NOT IN OUR STARS BUT MAY BE IN OUR EMBRYOS • G. Remuzzi
LECT 21. VACCINE-PREVENTABLE DISEASES • A. Villani, E. Bozzola, A.C. Vittucci, A. Grandin, C. Di Camillo, L. Lancella
LECT 22. WHAT IS NEW IN PATENT DUCTUS ARTERIOSUS TREATMENT? • F. Bardanzellu, P. Neroni, A. Dessì, M.A. Marcialis, V. Fanos
LECT 23. NEW PROSPECTS FOR PEDIATRIC RESPIRATORY MEDICINE FROM METABOLOMICS • M. Stocchero, G. Giordano, P. Pirillo, E. Priante, S. Carraro, E. Baraldi
LECT 24. NEW BIOMARKERS AND “OMICS” IN PREECLAMPSIA • M. Mussap, C. Ierace
LECT 25. MATERNAL MILK: IMMUNOMICS AND MICROBIOMICS • D.G. Peroni
LECT 26. NUTRIMETABOLOMICS OF MILK: COLOSTRUM AND MORE • A. Dessì, R. Pintus, F. Cesare Marincola, V. Fanos
LECT 27. AUTISM FROM CONVENTIONAL DIAGNOSIS TO METABOLOMICS: URINARY METABOLOMICS PROFILE IN A POPULATION OF CHILDREN WITH AUTISM SPECTRUM DISORDERS • P. Curatolo, A. Noto, M. Siracusano, A. Riccioni, L. Mazzone, L. Barberini, V. Fanos, C. Fattuoni
LECT 28. PLACENTAL BIOMARKERS • A.M. Paoletti, B. Piras, P. Abis, V. Corda, M. Neri, M.F. Marotto, M. Angiolucci, G.B. Melis, F. Coghe, V. Mais
LECT 29. BIOMARKERS IN NEONATAL SEPSIS • R. Örs
LECT 30. ACUTE KIDNEY INJURY IN NEWBORNS • C. Aygun
LECT 31. BIOMARKERS IN CARDIOLOGY • G. Mercuro, P.P. Bassareo
LECT 32. QUANTIFICATION IN NEONATAL URINE AND PROFICIENCY TESTING COMPARED TO NON-NMR METHODS • M. Spraul, H. Schäfer, C. Cannet, F. Fang
LECT 33. ENHANCING IMMUNE RESPONSES IN CHILDREN WITH RECURRENT RESPIRATORY INFECTIONS • G.V. Zuccotti, C. Mameli
LECT 34. OBSTETRICAL MANAGEMENT IN TWIN PREGNANCIES • E. Cosmi, L. Marin, S. Visentin
LECT 35. THE PATHOLOGIST AND TWINS • D. Fanni, C. Gerosa, G. Faa
LECT 36. TWINS: THE POWER OF EPIGENETICS • G. Corsello, A. Corsello
LECT 37. MANAGEMENT OF PERINATAL LOSS OF TWINS • M. Puddu, E. Melis, V. Fanos
LECT 38. NEUROPSYCHIATRIC PROBLEMS IN TWINS • M. Guarnieri, C. Ciampi
LECT 39. SELF-REPORTED AGGRESSIVE BEHAVIOR IN HUMANS AND BIOMARKERS: A FOCUS ON LIPIDS AND METHYLATION • F.A. Hagenbeek, J. van Dongen, C.K. Kluft, L. Ligthart, G. Willemsen, E.J.C. de Geus, M. Bartels, D.I. Boomsma
LECT 40. SOFT TISSUE TUMORS IN THE NEONATAL AND PEDIATRIC SETTING • R. Sciot
LECT 41. PLACENTAL SOFT TISSUE TUMORS • G. Faa, C. Rossi, D. Fanni, E. Di Felice, V. Fanos, C. Gerosa
LECT 42. DO OBSTETRICIANS REALLY KNOW PLACENTA? • S. Angioni
LECT 43. ULTRASOUND AND PLACENTA • G. Monni, A. Iuculano
LECT 44. MALE AND FEMALE PLACENTA: A REVOLUTION? • G. Faa, E. De Felice, C. Rossi, D. Fanni, V. Marinelli, V. Fanos, C. Gerosa
LECT 45. DO NEONATOLOGISTS REALLY KNOW PLACENTA? • S. Perrone, M.G. Alagna, G. Buonocore
LECT 46. S100B EXPRESSION IN PLACENTA • A. Faa, D. Fanni, C. Gerosa, G. Faa
LECT 47. ACUTE CHORIOAMNIONITIS AND NEONATAL OUTCOME • C. Gerosa, C. Rossi, E. Di Felice, M. Angiolucci, V. Fanos, G. Faa
LECT 48. METABOLOMICS AND PLACENTA • C. Fattuoni, L. Barberini
LECT 49. ARTIFICIAL PLACENTA • S. Dessole, G. Capobianco, M. Dessole, C. Pini, A. Gulotta
LECT 50. LOW DOSE MEDICINE: A NEW PHARMACOLOGICAL PARADIGM. FROM PRINCIPLES TO RESEARCH • S. Bernasconi, G. Bona
LECT 51. REASONABLE USE OF ANTIBIOTICS IN PEDIATRIC AGE: ALTERNATIVE THERAPIES OR CONCURRENT THERAPIES? • G. Trapani
LECT 52. NEONATAL SEIZURES: AN ITALIAN SURVEY ON CURRENT TREATMENT AND MONITORING PRACTICES • D. Pruna, R. Dilena, P. De Liso, M. Di Capua
LECT 53. A TAILORED CLINICAL APPROACH TO THE TREATMENT OF MONOSYMPTOMATIC NOCTURNAL ENURESIS • G. Masnata, V. Manca, C. Guzzetti, F. Esu
LECT 54. UNFORGETTABLE CASE REPORTS • F. Bardanzellu, M.E. Trudu, A. Atzei, G. Ottonello
LECT 55. HIPS SONOGRAPHY IN THE THIRD MILLENIUM • M. Crisafulli, F. Piu, P. Balloi, R. Pintus, A. Dessì
LECT 56. NEONATAL PHARMACOLOGY: WHAT’S THE NEWS? • L. Cuzzolin
LECT 57. AIR NEONATAL TRANSPORTS IN SARDINIA: FROM STORK WINGS TO AIRPLAIN’S • A. Atzei, M. Puddu, G. Ottonello, V. Fanos
LECT 58. MORE THAN 50 YEARS OF HOSPITAL FLIGHTS FOR THE ITALIAN AIR FORCE • Italian Air Force, 31st Wing, Captain D. Sgambati
LECT 59. NEONATAL TRANSPORT IN ITALY AND BEYOND • S. Rugolotto
LECT 60. A HEART OF... JERSEY • A. Brandi
LECT 61. THE ITALIAN REFORM CONCERNING CIVIL AND CRIMINAL LIABILITIES IN THE HEALTH FIELD • F. Tregnaghi
LECT 62. A MEDICO-LEGAL VIEW AT THE MEDICAL LIABILITY CONTEXT : LIGHTS AND SHADOWS OF THE ITALIAN “NEW LAW NUMBER 24/2017 GELLI-BIANCO” • F. Paribello, E. d’Aloja
LECT 63. WHAT LEGAL MEDICAL RESPONSIBILITY FOR THE NEONATOLOGIST? • C. Romagnoli
LECT 64. A NEW LAW ON PROFESSIONAL LIABILITY: BETWEEN UNSOLVED TANGLES AND ONGOING COMPLIANCE TO NEW RULES. THE ROLE OF SCIENTIFIC SOCIETIES • R. Agostiniani
LECT 65. THE ROLE OF SCIENTIFIC SOCIETIES WITHIN THE FRAMEWORK OF THE NEW ITALIAN LEGISLATION ON PROFESSIONAL LIABILITY • G. Di Mauro
LECT 66. THE NEW REALITY OF MEDICAL PROFESSIONAL RESPONSIBILITY IN ITALY • A. Canetto
LECT 67. MEDICAL PROFESSIONAL ACCOUNTABILITY: THE NEW REALITY IN ITALY. THE OPINION OF THE PEDIATRIC SURGEON • L. Mascia
LECT 68. A NEW APPROACH IS NEEDED FOR EFFECTIVE PREVENTION AND MANAGEMENT OF NEONATAL SKIN INJURIES • S. Tuccio, L. Guarinoni, L. Cirillo, L. Bruno, E. Duca, S. Zucchini, R. Memoli, D. Gerardini
LECT 69. NURSING PRIORITIES TO NEWBORNS WITH DIGESTIVE OSTOMIES • M. Zicchi, S. Porcu, M.G. Pizzarri, A.R. Tanca, M. Ubertazzi, M.G. Olzai, M.G. Clemente
LECT 70. INTEGRATING MICROBIOMICS AND METABOLOMICS DATA IN BEHAVIORAL COMPLEX TRAITS: A ROLE IN AGGRESSION? • M. Manchia, V. Fanos
LECT 71. AGGRESSIVENESS FROM FETUS TO ADULT: THE TWINS CASE • R. Pintus, A. Dessì, A. Noto, V. Fanos
LECT 72. DOHaD, NUTRITION AND BASIC RESEARCH • C. Mandò, I. Cetin
LECT 73. ENVIRONMENTAL FACTORS AND EPIGENETIC MECHANISMS • L. Migliore
LECT 74. PERINATAL PROGRAMMING AND BRAIN • V. Fanos, R. Pintus
LECT 75. ANESTHESIA ON THE DEVELOPING BRAIN OF THE FETUS AND INFANT: THE DARK SIDE OF THE COIN • G. Finco, P. Mura
LECT 76. EXPOSOMICS: ENVIRONMENT, EPIGENETIC FETAL PROGRAMMING AND PREVENTION OF CHRONIC PATHOLOGIES • E. Burgio, L. Migliore, I. Cetin, G. Faa, O. Forleo, F. Cesare Marincola, R. Pintus, A. Dessì, A. Noto, V. Fano
