Portal de Periódicos da UNICAP
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Representação e ciências sociais
This Article may be situated within the rapport field between Philosophy and Social Sciences, at the search regarding to the concept concerning the Representation. Regarding to Philosophy, under a general view, the concept, concerning Representation, has been, since a long time, understood as a trail which one would get througl reaching to the real and true ones. Representation, as the thought contents expression form had not been known departing from Philosophy as a barrier against the objectivity concerning the knowledge. Representation, in its source, has been constituting itself a cognictive, inmanent reflection, related to the conscience inner subjectivity. But departing from the episthemological point of view, it has been not so easy for the campus concerning the Culture Sciences as a totality. In the theory regarding to knowledge, the Social Sciences campus and, more specifically, in the human life Symbolic dimension constitutive aspects, it has been, often, accepted negatively as an entry door for the histotical social reality. Nowadays, one may conclude that the contents concerning the Culture are deeply rooted within the histotical reality, which may present new dimension the reading regarding to the Symbolical side concerning the human life, under the view regarding to the unseen aspect, such as the intellectualistic Western dominant Culture allows understanding the way which could be in
DA INTERSEÇÃO ENTRE RELIGIÃO E DEPENDÊNCIA QUÍMICA: TEMAS RELACIONADOS AO ASSUNTO
Pode-se dizer que a interseção entre religião e dependência química é algo bastante profícuo na literatura das Ciências Sociais e áreas afins. Na atualidade, a questão da dependência química atravessa todas as esferas sociais, e isso justifica uma abordagem na qual diversos autores que se dedicam ao fenômeno religioso podem ser acionados para tratara sobre o tema. De fato, deve-se sublinhar que as religiões cristãs recebem ênfase no quem tange à problemática da busca por recuperação da dependência química e, justamente por isso, são elas que mais figuram no conjunto bibliográfico que trata deste assunto. Desta forma, neste artigo proponho a construção de um panorama sobre a produção acadêmica a respeito da interseção entre religião e dependência química utilizando autores que se debruçaram sobre temáticas relacionadas ao tema
RESENHA DA OBRA: CANDAU, JOEL. MEMÓRIA E IDENTIDADE
Nessa obra, o autor esboça algumas análises sobre as analogias entre memória e identidade; refuta a noção de que uma exista independente da outra, bem como considera impossível existir lembrança sem esquecimento, pois somente a memória permite a criação da noção de duração e esta, por sua vez permite entender questões como continuidade ou ruptura. Partindo dessa perspectiva, reforça a ideia da indissociabilidade entre memória e identidade e afirma que o surgimento de elos entre os diversos estágios da vida do sujeito só é possível se este tem um prévio entendimento sobre o quanto esta sequência temporal é significativa para s
ENSINO RELIGIOSO: A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
Desde o início da República e instituição da laicidade no Brasil, o Estado brasileiro tenta solucionar o problema de como harmonizar a existência do Ensino Religioso enquanto disciplinar escolar num sistema educacional público de um país laico. Agora, diante de um fato novo, a inclusão do Ensino Religioso no texto da Base Nacional Comum Curricular – BNCC, surge a necessidade de refletir sobre o significado disto e suas consequentes implicações para o futuro do Ensino Religioso enquanto disciplina escolar nas escolas públicas brasileiras. A novidade da inclusão do Ensino Religioso na BNCC associa-se ao fato de que o art. 33 da LDB incumbe os sistemas de ensino da tarefa de definir conteúdos e formas de habilitação de professores de Ensino Religioso. Nestes termos, a LDB desobriga o Ministério da Educação de seu poder de definir os conteúdos programáticos para educação básica, regra para todas as demais disciplinas dos Ensinos Fundamental e Médio, sendo o Ensino Religioso a única disciplina que não estava submetida a esta regra. Assim, há neste texto o objetivo de apresentar a BNCC e avaliar a sua proposta para o Ensino Religioso
COSA LEGGERE? NOTE PER UNA BIBLIOGRAFIA SULLA RIFORMA DEL XVI SECOLO E SULLE SUE EREDITÀ (2016)
L’articolo introduce un elenco di pubblicazioni sulla Riforma e sulla sua eredità del 2016, sottolineando la ricchezza e la varietà di queste pubblicazioni che offrono nuovi elementi per la comprensione della Riforma del XVI secolo, anche in prospettiva ecumenica
FESTAS DE AGOSTO EM MONTES CLAROS E HIBRIDISMO: ENTRE PERMANÊNCIAS E REELABORAÇÕES
O objetivo deste trabalho consiste em estabelecer reflexões sobre o hibridismo cultural, de modo a colocar questões relativas à dinâmica das festas religiosas de agosto, na cidade de Montes Claros – MG. Estas festas são práticas relacionadas principalmente ao catolicismo e às irmandades negras e perduram por mais de 170 anos, com a presença de um número expressivo de grupos religiosos populares, moradores e visitantes. Porém, historicamente, notam-se mudanças nestes festejos religiosos, desde sua origem até a contemporaneidade, sobretudo no que diz respeito à presença ostensiva de elementos extra-religiosos, criando um evento marcado pelo hibridismo. Este texto, fundamentado nos Estudos Culturais e com foco no hibridismo cultural, destaca as contribuições de Peter Burke, Néstor Garcia Canclini, Hommi Bhabha e Stuart Hall, de modo a ampliar a compreensão da relação entre as expressões culturais de uma religião tradicional e a dinâmica sociocultural atual, das transformações, permanências, reelaborações e rupturas com a tradição religiosa e da modernidade. Desse modo, visa a contribuir para a reflexão sobre as dinâmicas religiosas local e do catolicismo contemporâneo
TEMPO DA GRAÇA: LENDO ANTÔNIO VIEIRA À LUZ DE INÁCIO DE LOYOLA
A leitura do passado na experiência cristã é mais do que uma análise objetiva da evolução e da sucessão dos acontecimentos. Sem prescindir dos tecidos sociais, econômicos e culturais nos quais está enraizado, aquele que crê exercita-se nessa tessitura a discernir a comunicação, a solicitude de Deus para com os seres humanos. De modo mais radical, trata-se de reconhecer como a circulação do amor divino permeia o tempo e, nele, as evidências que o habitam. Com esta finalidade, o presente artigo pretende fazer um esboço da percepção do tempo em sua dimensão teológica na reflexão do Pe. Antônio Vieira SJ, englobando no caminho desse entendimento a fonte inspiradora singular que deu origem à Companhia de Jesus: Inácio de Loyola. Sua experiência e o legado de sua maneira de ajudar outros a distinguir a graça – universo no qual o ser humano vive e se move – permitem alargar o campo de compreensão e melhor penetrar na atuação de Vieira. Simultaneamente, torna possível visitar o caminho de uma fé que desposa as realidades do seu tempo para ser fiel ao seguimento de Jesus Cristo e à vivência do evangelho
O MITO DO HERÓI NO PROCESSO DE RESIGNIFICAÇÃO IDENTITÁRIA DOS ÍNDIGENAS TABAJARA DA PARAÍBA
A etnogênese dos indígenas Tabajara, configura um processo histórico de luta recente, pelo reconhecimento étnico e retomada de suas terras no Estado da Paraíba. O presente artigo, tem como principal objetivo, realizar uma interpretação imagética acerca deste processo de reorganização e ressignificação da identidade dos indígenas Tabajara, a partir da liderança do Cacique Ednaldo dos Santos Silva e sua identificação com o mito do herói presente na profecia conservada na memória dos mais antigos. Para tanto, adotamos a pesquisa descritiva e de natureza bibliográfica. Tomamos como suporte analítico a obra de Barcellos e Farias (2015), a Teoria do Imaginário na perspectiva de Durand (2001) e a jornada do herói norteado por Campbell (1973). Como resultado, é possível indicar que a referida profecia, teve uma relevância simbólica neste processo de ressignificação dos Tabajara, ressaltando a importância dos mitos no processo de organização e autoafirmação de um povo
De “o nome e o como” para “o nome além do como”: estudo de trajetórias e práticas de nominação
O advento da microanálise apontou para a necessidade de um método adequado para a correta identificação dos sujeitos envolvidos na trajetória a ser reconstituída. Com essa finalidade Ginzburg propôs o método onomástico, que utiliza o nome como fio condutor da investigação. Os nomes, porém, não se restringem a identificar os indivíduos dentro de um grupo. Os processos de atribuição, transmissão e utilização dos nomes são práticas com caráter significativo e também possuem fins de classificação social. Partindo dessa premissa, nossa proposta é apresentar possibilidades de aplicação do estudo de trajetórias familiares para a análise das práticas de nominação, utilizando-se do caso de uma família residente na freguesia Nossa Senhora Madre de Deus de Porto Alegre entre o final do século XVIII e o início do século XIX. Partindo de constatações obtidas a partir de apreciação quantitativa de estoque e origem de prenomes, segundos nomes e sobrenomes, uma abordagem qualitativa permitiu melhor compreensão acerca das possíveis motivações e implicações decorrentes da escolha dos nomes, bem como da constituição e do uso do nome ao longo de uma existência. O caso pesquisado reitera a noção do nome como um patrimônio imaterial familiar a ser manejado conforme os interesses e as possibilidades disponíveis em uma sociedade hierarquizada. Práticas que envolviam vários fatores, como afirmação de pertencimento social e familiar, consolidação de relações de compadrio e processos de mobilidade social
As exposições do IAC/MASP (1951-1953) e do IDI/MAM-RJ (1968-1978): institucionalização do design e industrialização
Este estudo trata do papel relevante que determinadas exposições e instituições museológicas tiveram para a difusão do design moderno no Brasil. Os nomes aqui apresentados contribuíram com a organização e projetos de exposição de design que, hoje, acrescentamno estudo da história do design no Brasil. Assim, são analisadas as ações no nível institucional, com o foco em dois museus, o Museu de Arte de São Paulo – MASP e seu Instituto de Arte Contemporânea – IAC, e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM-RJ, que sediou o Instituto de Desenho Industrial – IDI. No primeiro, são importantes os nomes de Lina Bo e Pietro Maria Bardi e do designer Alexandre Wollner, para a exposição de Max Bill, no início dos anos 1950. Já a respeito do segundo, enfatizamos a atuação de Karl Heinz Bergmiller, a partir dos anos 1960, que desenvolveu sistemas expositivos para o MAM-RJ e, além disso, realizou as bienais de desenho industrial, nas dependências do museu. Importa ressaltar que uma das justificativas para a produção de exposições de design em instituições museológicas, a partir do período moderno, reside no fato de a inserção da atividadeemergir também em meio ao circuito artístico e cultural, no contexto de industrialização. Constata-se que a exposição museológica torna-se um dos meios para aproximar o público do design concebido em âmbito nacional, e também oportunizar o contato com projetos desenvolvidos em outros países. Por fim, é possível compreender que as exposições realizadas naqueles museus tiveram papel fundamental para a inserção de uma cultura de design no país