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ŚRADDHĀ: A FÉ COMO O ÍMPETO A MOVER O PROCESSO RELIGIOSO DENTRO DO HINDUÍSMO DEVOCIONAL
O presente trabalho vem problematizar o conceito de śraddhā, entendido como a fé dentro do Vaiṣṇavismo Gauḍīya de Caitanya Mahāprabhu (1486-1534), baseado em textos como a Bhagavad-gītā e o Bhāgavata Purāṇa, os quais servem de norte para toda Filosofia e Teologia nos Vedas dessa tradição de devoção monoteísta (bhakti), uma das mais proeminentes vertentes religiosas do hinduísmo. Será a fé um recurso desenvolvido por ignorantes em sua infância racional, ou seria um elemento universal sob certa perspectiva comum a todos? Tal elemento, por distinguir e caracterizar a existência entre teístas e ateístas seria concedido a uns e negado para outros de acordo com os caprichos de Deus? Analisaremos o desenvolvimento sistemático e gradual de śraddhā a prema (amor puro) como demonstrado em textos como o Bhāgavata Purāṇa e o Bhakti-rasāmṛta-sindhu de Śrīla Rūpa Gosvāmī com as considerações finais ao problema aberto sendo verificadas no Caitanya-caritāmṛta e por Viśvanātha Cakravartī Ṭhākura de como a divindade se mantém imparcial mas essa segue a vontade de seu devoto.
MEMORIE E PRESENTE DELLA RIFORMA IN ITALIA / MEMORIES AND PRESENT OF THE REFORM IN ITALY
RiassuntoL’autore propone una riflessione sulle definizioni storiografiche della Riforma del XVI secolo, anche alla luce degli studi più recenti, ponendo attenzione sulle forme assunte dalla Riforma in Italia e sul significato per il dialogo ecumenico della nuova riflessione sulla Riforma in vista del 500° anniversario del suo inizio.Parole chiavi: Riforma. Pentecostali. Ecumenismo. Storiografia.AbstractThe author proposes a reflection on the historiographic definitions of the Reformation of the XVI century, even in the light of the most recent studies, paying attention to the forms taken by the Reformation in Italy and the meaning for the ecumenical dialogue of the new reflection on the Reformation reform in view of the 500° anniversary of its beginning.Keywords: Reformation. Pentecostals. Ecumenism. Historiography
LA CORRENTE DELLA RIFORMA NELL’EBRAISMO CONTEMPORANEO. TRADIZIONE, PLURALISMO, ATTUALITÀ / THE CURRENT OF REFORM IN CONTEMPORARY JUDAISM. TRADITION, PLURALISM, ACTUALITY
RiassuntoL’autrice ricostruisce la categoria «riforma» nell’ebraismo contemporaneo, sottolineando come questa categoria abbia profondamente modificato la riflessione teologica e la prassi delle comunità ebraiche, soprattutto in rapporto al ruolo della donna nell’ebraismo.Parole chiavi: Riforma. Ebraismo. Donna. Mistica.AbstractThe author describes the category "Reform" in contemporary Judaism, by emphasizing how this category has deeply changed the theological reflection and practice of Jewish communities, especially in relation to the role of women inside the Judaism.Keywords: Reform. Judaism. Woman. Mystic
EXPEDIENTE / MASTHEAD
Paralellus UnicapEditor-GerenteProf. Dr. Luiz Carlos Luz MarquesUniversidade Católica de Pernambuco, UNICAP-PERua Almeida Cunha, 245, Sala C1, 8º andar do Bloco G4CEP: 50050-480, Boa Vista, Recife - PE - Brasil E-mail: [email protected] ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR DA UNICAPPresidentePe. Miguel de Oliveira Martins Filho, S.JReitorProf. Dr. Pe. Pedro Rubens Ferreira Oliveira, S.J.Pró-ReitoriasPró-Reitora AcadêmicaProfª. Drª. Aline Maria GregoPró-Reitor AdministrativoProf. Msc. Luciano José Pinheiro BarrosPró-Reitor ComunitárioProf. Dr. Pe. Lúcio Flávio Ribeiro Cirne, S.J.Coordenação Geral de Pós-graduaçãoProfª Drª. Maria Cristina Lopes de Almeida AmazonasCoordenador do Programa em Pós-Graduação em Ciências da Religião da UNICAPProf. Dr. Newton Darwin de Andrade Cabral
FILOSOFIA E CIÊNCIA EM NIETZSCHE
Pretendemos tratar de alguns aspectos da relação entre filosofia e pensamento científico em Nietzsche. De início, procuraremos indicar as diversas maneiras pelas quais a ciência se faz presente em sua trajetória, bem como algumas das motivações que o levaram a dialogar com o domínio científico. Em seguida, examinaremos a dimensão programática que tal diálogo assume no contexto da filosofia histórica nietzschiana, que não se deixa pensar separadamente da ciência, ou melhor, que só pode ser concebida em virtude do nível alcançado pelas ciências em sua época. No momento subsequente, analisaremos a face conflituosa da relação entre filosofia e ciência: ao se opor à pretensão de emancipação da ciência e ao preconizar o domínio da filosofia sobre a ciência, Nietzsche reserva uma tarefa própria à filosofia – resolver o problema dos valores – e com isso lhe garante uma posição hierarquicamente superior. Por fim, apresentaremos uma última dificuldade: embora a tarefa filosófica de resolver o problema dos valores tenha de se basear nas ciências, a própria ciência se encontra sob o jugo de certos valores predominantes à época de Nietzsche, mas criticáveis aos seus olho