Portal de Periódicos da UNICAP
Not a member yet
1168 research outputs found
Sort by
“A NOVA CONCEPÇÃO DO MUNDO”: VONTADE DE POTÊNCIA, PLURALIDADE DE FORÇAS, ETERNO RETORNO DO MESMO
Perseguimos aqui o propósito de fazer ver que Nietzsche apresenta em seus escritos uma concepção de mundo, que desempenha papel de primeira importância na vertente construtiva de sua filosofia. Refazendo o itinerário por ele percorrido entre 1883 e 1888, contamos mostrar que ele conduz suas investigações, de modo a elaborar o conceito de vontade de potência, a teoria das forças e a doutrina do eterno retorno do mesmo. A partir do exame da maneira pela qual constrói sua concepção de mundo, queremos defender a tese de que propõe uma cosmologia em sua obra
“REFERÊNCIA E DESCRIÇÕES DEFINIDAS” DE KEITH DONNELLAN: INTRODUÇÃO AO TEXTO E TRADUÇÃO
O objetivo deste artigo, como expresso em seu título, é a tradução de “Reference and Definite Descriptions” (1966) de Keith Donnellan (1931-2015). A tradução é precedida por uma introdução ao texto. Nela os autores trazem uma contextualização do artigo e um resumo de cada uma das suas nove partes. O artigo de Donnellan, “On Denoting” (1905) de Bertrand Russell e “On Referring” (1950) de P. F. Strawson serão alvos das críticas de Saul Kripke em seu livro “Naming and Necessity” (1972). Há traduções disponíveis em língua portuguesa dos artigos de Russell, Strawson e do livro de Kripke. Não havia ainda do artigo de Donnellan. A tradução aqui apresentada pretende preencher essa lacuna, ainda mais quando se sabe que o “Reference and Definite Descriptions” é texto obrigatório das disciplinas de filosofia da linguagem das universidades brasileiras
TOMÁS DE AQUINO E O SÉCULO XIII
O objetivo deste estudo é relacionar Tomás de Aquino com a Idade Média e especificamente com o século XIII. Para alcançar o objetivo o estudo foi dividido em três partes, sendo elas: Idade Média, O século XIII; Tomás de Aquino e o século XIII. É apontado a existência de uma dialética entre Tomás de Aquino e a Idade Média, especialmente o século XIII. O século em que ele nasceu, viveu e produziu sua vasta obra. Ele é um produto da cultura medieval e do século XIII e, ao mesmo tempo, é o centro da efervescência cultural, intelectual e religiosa que este século experimentou
PULSIONALIDADE E CONSCIÊNCIA (BEWUßTSEIN) EM NIETZSCHE
Este artigo pretende mostrar que a consciência (Bewußtsein) em Nietzsche, ao modo de um “‘conhecer’ o que se pensa”, não é uma consciência de introspecção e de acesso direto a si mesma, mas de transposições e expressividade. O filósofo chega a essa concepção ao rastrear os traços básicos do ato de pensar já num nível infraconsciente, dos impulsos orgânicos. Mais precisamente, chega a um "pensamento pulsional" ao deparar com uma linguagem entabulada pelos impulsos – uma linguagem figurativa, metafórica e transposicional
PROTESTANTISMO E MODERNIDADE: CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS
As relações entre a Reforma Protestante e a modernidade no Ocidente já têm sido observadas por diversos teóricos, particularmente historiadores e sociólogos. O presente artigo pretende apresentar aspectos de algumas destas contribuições do protestantismo para o florescer da modernidade ocidental. Por conseguinte, a pergunta que o presente artigo pretende responder é: em que exatamente se constitui esta colaboração do protestantismo para com a modernidade? Doutrinas caracteristicamente protestantes têm algum tipo de implicação que vá além do religioso? Em outras palavras, há implicações sociais, políticas, econômicas, psicológicas, simbólicas ou culturais que são advindas de doutrinas? Partindo do pressuposto que a resposta para a pergunta inicial é afirmativa, este artigo apresentará, posto que em síntese algumas destas relações, e o fará em perspectiva crítica, ou seja, sem intenção laudatória ou encomiástica quanto ao protestantismo, e, ao mesmo tempo, sem intenção iconoclasta que visa uma desconstrução do fenômeno protestante como um fim em si.
CUESTIONES DE MÉTODO: LA GRILLA DE INTELIGIBILIDAD EPOCAL-TOPOLÓGICA Y LA LÓGICA ESTRATÉGICA DE LAS CORRELACIONES Y SISTEMAS DE DOMINANTES EN LA HISTORIA POLÍTICA DE LA GUBERNAMENTALIDAD EN LOS CURSOS DE MICHEL FOUCAULT
En este artículo se abordarán críticamente las hipótesis de lectura que Bidet y Collier proponen sobre el segundo Foucault con el objetivo de determinar en qué aspecto son pertinentes y bajo qué condiciones se pueden articular entre sí. Ello nos permitirá delinear una estrategia de interpretación que no sólo tome a los cursos como una serie, sino que también explique el tipo de la relación que guardan entre sí soberanía, disciplina y seguridad, pues de ello depende la posibilidad de comprensión del proyecto de una historia política de la gubernamentalidad.