Portal de Periódicos da UNICAP
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TEOLOGIE DI DIALOGO: PAGINE SUL DIALOGO ECUMENICO E INTERRELIGIOSO NELLA STORIA DEL CRISTIANESIMO
Questo dossiê è stato proposto subito dopo la publicazione della Costituzione apostolica Veritatis gaudium, sulle università e sulle facoltà, che papa Francesco ha firmato il 29 gennaio 2018, per aprire uno spazio alla publicazione di articoli sull’argomento, dal momento che la pubblicazione della costituzione di ha aperto nuovi scenari, anche, e soprattutto, nel campo del dialogo ecumenico e interreligioso
MEDELLÍN E A LITURGIA FUNDAMENTOS PARA TRADUZIR EM BELEZA O ESPAÇO CELEBRATIVO
Este artigo objetiva entrelaçar duas temáticas de enorme relevância para a teologia latino-americana: Medellín e a liturgia. O texto apresenta o capítulo 9 da II Conferência do Episcopado Latino-americano, tendo presente as grandes linhas do mesmo documento. Através da Liturgia se busca encontrar os fundamentos para que a “casa da Igreja” seja ícone da Beleza. Para tanto, se quer reler de forma sinótica o Concílio Vaticano II e a II Conferência no que diz respeito à liturgia e, de consequência, para a arte litúrgica.Palavras-chaves: Medellín; liturgia; arte; beleza; Vaticano IIAbstractThis article aims to interweave two themes of great relevance to Latin American theology: Medellín and the liturgy. The text presents chapter 9 of the II Conference of Latin American Bishops, bearing in mind the broad lines of the same document. Through the Liturgy one seeks to find the foundations for the "house of the Church" to be the icon of Beauty. To that end, the synoptic re-reading of the Second Vatican Council and the Second Conference regarding the liturgy and, consequently, liturgical art.Keywords: Medellin; liturgy; art; beauty; Vatican I
Guia do usuário OJS 3
A presente obra é uma adaptação e ampliação da documentação oficial do Open JournalSystems (OJS), publicada pelo Public Knowledge Project (PKP) e disponível integralmente na internet, de forma livre, com os ajustes necessários a língua portuguesa do Brasil e ao contexto da publicação brasileira. Este trabalho foi desenvolvido colaborativamente, de forma a contemplar visões de vários pesquisadores e usuários do OJS, no âmbito do projeto firmado entre o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), sendo desenvolvido na Coordenação de Articulação, Geração e Aplicação de Tecnologia (CoTec). Continue lendo o documento na versão em PDF..
Eclesiologia contemporânea: a Igreja em transformação
Sem dúvida estamos vivendo uma profunda mudança de época, embora sentida diversamente pelas várias gerações. A Igreja, enquanto instituição inserida na sociedade e voltada para a missão evangelizadora nesta sociedade, não pôde deixar de ser atingida e questionada por esta ampla transformação sociocultural. Vivemos um momento crítico de uma evolução que determinou o fim da época de cristandade na qual a fé cristã determinava fortemente a cosmovisão, os valores e as condutas de nossos antepassados. A atual sociedade pluralista recusa esta hegemonia cristã, seculariza setores da sociedade e enfraquece a pastoral tradicional da Igreja
La agencia y la agenda de la Asociación de Teólogas Españolas: decir, empoderar, liderar
La Asociación de Teólogas Españolas (ATE) es la consecuencia de un proceso colectivo de mujeres que pretenden favorecer la diversidad y la pluralidad de perspectivas teológicas en los contextos académicos. Con su trabajo de investigación y divulgación aportan la perspectiva crítica y propositiva de las mujeres teólogas que producen teología desde una hermenéutica abierta al diálogo, a la experiencia y al trabajo común, comprendiendo el saber teológico como un patrimonio común de hombres y mujeres, en el que no debe faltar la presencia femenina. El objetivo de la Asociación es producir una teología con mirada femenina y feminista desde un conocimiento teológico inclusivo, y facilitadora espacios de reflexión, estudio y debate sobre la experiencia de Dios
Mais Além do Socialismo
O texto problematiza a polissemia presente na palavra “socialismo” e como a mesma foi interpretada historicamente. Em estudo célebre, Marx opõe dois tipos de socialismo: o primeiro, considerado utópico, designa as teorias dos franceses Saint-Simon e Fourier, e do inglês Robert Owen; o segundo designa a concepção materialista da história, fundamentado na análise científica das forças produtivas sociais. Também Engels reconhece a descoberta genial desses teóricos, ainda que descreva suas deficiências ao compará-las com o modelo de sociedade proposto por Marx desde a década de 1840. Reivindicado pelas mais variadas tendências, o socialismo prossegue em sua existência buscando, agora, caminhos alternativos àqueles julgados autoritários por fugirem ao esquema tradicional da democracia representativa. Mas não seria o socialismo, na concepção materialista da história, uma democracia no sentido mais legítimo da palavra? Neste sentido, defende-se que ir além do socialismo é forjar a construção do ainda não, mas do previsível topos: a concretização do comunismo integral, da democracia radical
A construção da distinção: perspectivas da história das elites e profissões no Brasil (século XVIII ao XX)
Ao longo da História do Brasil, disputas por poder e influência, construção de instâncias de consagração e distinção, capacidade de controlar diferentes recursos estão presentes nas ações das elites. Suas presenças podem ser percebidas na formação dos partidos políticos e seus líderes no Império e República, a construção social das profissões liberais no século XIX (médicos, engenheiros, juristas), na organização de burocracias técnicas nos anos 1930, na ascensão dos economistas ao final do Estado Novo e na atuação de lideranças empresariais a partir da Ditadura Civil-Militar, na definição de vanguardas artísticas, entre outros tantos exemplos. Tais grupos mobilizavam seus pares e o Estado, para a obtenção de benefícios, e criavam associações e entidades que, por sua vez, constituíam espaços de reprodução de identidades e demarcavam as fronteiras de seus campos de atuação..
Ambiguidade Pragmática e o diálogo de Kripke contra Donnellan
In this paper I discuss Donnellan’s claim of the pragmatic ambiguity of the distinction between referential and attributive uses of definite des-criptions. The literature on the topic is huge and full of alternative analysis. I will restrict myself to a very classical topos: the challenge posed by Kripke to Donnellan’s distinction with the case of a dialogue on an attempt to update a misdescription. I claim that to treat the problem of the referential use of definite descriptions we need not only to take into account the context of utterance, but also the cognitive context with its epistemic restrictions and the possible different contexts of reception of the same utterance. I try to show different aspects of what can be called “pragmatic ambiguity”, which seem not correctly considered by Kripke, and connect them to the basic tenets of Grice Cooperative principle. Neste artigo, discutimos a alegação de Donnellan da ambiguidade pragmática da distinção entre usos referenciais e atributivos de descrições definidas. A literatura sobre o tema é enorme e cheia de análises alternativas. Restringir-nos-emos a um topos muito clássico: o desafio proposto por Kripke à distinção de Donnellan com o caso de um diálogo sobre uma tentativa de atualizar uma descrição errada. Afir-mamos que, para tratar o pro-blema do uso referencial das descrições definidas, precisamos não apenas levar em conta o contexto do enunciado, mas também o contexto cognitivo com suas restrições epistê-micas e os possíveis diferentes contextos de recepção do mesmo enunciado. Tentaremos mostrar dife-rentes aspectos do que pode ser cha-mado de “ambiguidade prag-mática”, que parecem não ser corre-tamente considerados por Kripke, e conectá-los aos princípios básicos do princípio Cooperativo de Grice
Quem Somos na Paradoxal Pluralidade do Espaço Público? A Condição Humana e a Inquietante Indagação Arendtiana
NA condição humana, Hannah Arendt compreende que quem uma pessoa é ou se torna trata-se de um empreen-dimento que se constitui na visibili-dade, na comunicabilidade e na alteri-dade intrínsecos à pluralidade do espaço-entre os homens. A autora reconduz a pluralidade ao cerne da própria gênese do humano. Tal pluralidade é a condição básica da ação e do discurso. Ação e fala se relacionam com o fato de que viver significa estar em companhia de outrem e, em sendo assim, o ser humano depara-se com o desafio de revelar quem ele é. A tematização que, aqui, articula ação, singularidade e moralidade, almeja vislumbrar, desde a luminosidade desse horizonte, possí-veis conexões entre ação e morali-dade. Para tal, privilegiar-se-ão os conceitos de singularidade e de perso-nalidade, priorizando a terminologia utilizada em A condição humana, na qual se encontra um uso original da noção de identidade específica, que se manifesta na inquietante indagação de quem somos na paradoxal pluralidade do espaço público
Filosofia da Religião e Niilismo
Não poderia deixar de ser observado pela filosofia que o panorama atual da modernidade tardia acrescenta um componente disjuntivo, se considerado à luz do veredicto nietzschiano sobre a morte de Deus. A novidade que se faz presença é o revival religioso. Assim, caso se pretenda compreender tal componente, a Filosofia da Religião teria que sair de um certo ostracismo, decerta feita até cômodo, e ver que a religião vem ocupando o espaço pú-blico e os meios de comunicação, a ponto de se tornar causa eficiente que influencia a pauta corrente de ques-tões político-governamentais, o que tem sido comum no cenário recente no país. A impressão que se passa é que a religião recobrou sua relevância na vida da sociedade a ponto de su-plantar o niilismo, tema em voga até a segunda metade do século passado. Se isso é verdade, o que se pretende, num recorte histórico-hermenêutico, é lançar algu-mas indagações seminais para verificar até que ponto o niilismo foi desban-cado pela religião e, assim, teve que migrar, enquanto temática, do centro para a periferia do debate, porque perdeu relevância enquanto ameaça ao sentido da existência humana, uma vez que a religião venceu a batalha da crise de sentido