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A leitura e a escrita como prática pedagógica em aulas de matemática: uma experiência de produção de textos
O presente artigo apresentado é um recorte de uma prática pedagógica, desenvolvida sobre a produção de textos nas aulas de matemática e sua importância de ser trabalhada. Por meio de uma pesquisa ação desenvolvida no Programa Residência Pedagógica-PRP, em uma escola de educação básica localizada no agreste de Pernambuco, em uma turma de 4° ano, tendo como objetivo geral desenvolver a leitura e a escrita por meio de produções de textos nas aulas de matemática. Buscamos alguns autores para dialogar com a pesquisa como Santos (200); D’ Ambrosio (1997); Machado (2011); Saviani (1984), além de documentos norteadores como a BNCC e os PCN de matemática. Mediante os resultados obtidos a partir das intervenções com foco nas produções textuais, notamos que o trabalho com textos nas aulas de matemática pode ser uma prática promissora e produtiva, que auxilia na aprendizagem do aluno, na interpretação, compreensão, escrita, leitura e raciocínio
Abstração e formação de imagens na visualização espacial: o espaço 3D e a realidade aumentada
Elementos da percepção e virtualização constituem o experimento realizado com o uso do recurso de realidade aumentada do aplicativo GeoGebra Calculadora 3D, com o objetivo de investigar como atividades com foco na abstração e formação de imagens afetam a construção da visualização espacial em estudantes de matemática-licenciatura. Após meses de investigação no grupo de pesquisa, tomou forma uma oficina, com o intuito de observar o desempenho dos estudantes na construção do conhecimento geométrico espacial, consequentemente na formação do pensamento matemático e geométrico. Colocou-se em discussão o modelo teórico do pensamento visual-espacial. Com relação ao método, optou-se pela abordagem qualitativa e quantitativa, com observação participante, análise de conteúdo e análise estatística. Os resultados da pesquisa demonstraram a ampliação da percepção dos estudantes quando foram submetidos ao experimento com foco em cenário imagético, cenário 3D e cenário com realidade aumentada. As diferenças e a ampliação da visualização espacial foram significativas na passagem de uma etapa a outra, com destaque ao ambiente virtual como um facilitador do processo de abstração e formação de imagens e reconhecimento de padrões
Problematização, signos e Matemática: afetos que movimentam acontecimentos e aprendizagens em aulas de Matemática
Diversas práticas voltadas para o ensino consistem de métodos e crenças dos profissionais de educação. A aprendizagem pode ou não estar relacionada de forma idiossincrática nesse processo. Assim, com mote em práticas de Resolução de Problemas, visa-se analisar alguns pressupostos teórico-filosóficos que são engendrados nessas práticas e, objetiva-se realizar um estudo analítico acerca dos discursos que permeiam e são permeados, potencializam e são potencializados pelo funcionamento de práticas, teorias, teorizações e outros discursos sobre a Resolução de Problemas. Para isso, procedeu-se a análise do discurso pautada pela arqueogenealogia em Michel Foucault para composição desta composição discursiva. A Resolução de Problemas encaixa-se na égide de uma metodologia, enquanto, em outro panorama, pode ser concebida como algo mais amplo e complexo, como estar aliada ao ensino e à aprendizagem e também funcionar como um agenciamento de um em outro. Assim, é necessário olhar para campos, elementos e conceitos problemáticos e concernentes à Educação onde essas práticas podem acontecer
Resolução de problemas como metodologia de ensino: ações e opiniões de professores diante das propostas de um minicurso
Organizamos um minicurso que foi parte de um trabalho de conclusão de curso de especialização e o aplicamos em um evento regional de educação matemática, com a finalidade de apresentar aos participantes (todos eles professores) as potencialidades e possibilidades de trabalhar a resolução de problemas como metodologia de ensino. O minicurso foi elaborado com base em três propostas de ação: práticas, pessoa e partilha. Em uma das etapas do minicurso, solicitamos que os participantes (1) resolvessem em grupos um problema envolvendo observação e generalização de padrões matemáticos, (2) redigissem e socializassem uma proposta de como utilizar em sala de aula o problema por eles resolvido e (3) comentassem por escrito o que achavam da resolução de problemas como metodologia de ensino. Este artigo descreve as ações empreendidas pelos participantes diante dessas solicitações. Constatamos que o minicurso possibilitou-lhes perceber as possibilidades de usar em suas aulas o problema por eles resolvido, pois todos os grupos formularam algum tipo de proposta, como por exemplo a de utilizar material manipulável para ajudar o aluno a observar e generalizar padrões. Também opinaram sobre as potencialidades da resolução de problemas como metodologia de ensino, entre elas a de permitir ao aluno construir atitudes positivas em relação ao pensamento matemático
Errores algebraicos en las producciones de estudiantes universitarios de Costa Rica y México
En este trabajo se analizan comparativamente los errores frecuentes que cometen los estudiantes universitarios, al realizar tareas algebraicas. Se aplicó un cuestionario centrado en los niveles de entendimiento del uso de las letras y también se abordó desde los enfoques del álgebra. Este estudio se realiza desde el enfoque cuantitativo con carácter diagnóstico y descriptivo. La muestra está conformada por 54 estudiantes de Costa Rica y México. Como resultado se obtuvo que la mayoría de los estudiantes cometen errores de cálculo o tienen un aprendizaje deficiente, estos recurren a procedimientos aritméticos y se evidencia incapacidad de establecer modelos matemáticos
Perspectiva ontosemiótica del diferencial de una función: implicaciones para la enseñanza
El concepto de diferencial de una función es central en los currículos de diversas carreras universitarias, como matemáticas, física e ingeniería. Las investigaciones muestran que las dificultades entorno al diferencial se presentan en estudiantes y profesores, pero no son exclusivas de matemáticas, sino que también se presentan en física, ingeniería y en las ciencias experimentales (Artigue, Menigaux y Viennot, 1990; Hu y Rebello, 2013; LópezGay, Martínez Sáez y Martínez-Torregrosa, 2015; Oldenburg, 2016; Pulido, 1997). Si bien existen muchas investigaciones sobre el diferencial hay pocos desarrollos que se centran en los significados de dicho concepto y en las conexiones intra e interdisciplinarias, lo que podría obstaculizar el proceso de enseñanza y aprendizaje ocasionando una enseñanza descontextualizada. En esta investigación se aborda el estudio de los diversos significados del concepto de diferencial aplicando herramientas teóricas del Enfoque Ontosemiótico del Conocimiento y la Instrucción Matemática (EOS) (Godino, Batanero y Font, 2020), en particular las nociones de significado pragmático de un concepto y configuración de prácticas, objetos y procesos. El objetivo es construir un modelo ontosemiótico de referencia; para ello, en primer lugar, se realiza un estudio histórico-epistemológico sobre el origen y evolución del diferencial, identificando cuatro significados parciales fundamentales correspondientes a las aportaciones de Leibniz, Cauchy, Fréchet y Robinson. En segundo lugar, se presenta la caracterización ontosemiótica de dichos significados a partir del análisis de la solución del problema de trazado de la tangente a una curva (Verón y Giacomone, 2021). Los resultados reflejan claras implicaciones, tanto para la enseñanza y aprendizaje en diversas carreras universitarias como para la formación de profesores de matemáticas
Toma de decisiones y pertenencia a comunidades: dos aspectos de ser profesor de matemáticas
En esta charla, abordo dos aspectos de la práctica del profesor de matemáticas. Argumento que los profesores de matemáticas toman decisiones permanentemente cuando planifican, implementan y evalúan el currículo. Algunas de esas decisiones surgen con motivo de situaciones inesperadas en el aula. Presento un modelo que pretende caracterizar las decisiones espontáneas que el profesor toma ante esas situaciones inesperadas. Por otro lado, sugiero que, para progresar en su práctica docente y ofrecer mejores oportunidades de aprendizaje a sus estudiantes, el profesor de matemáticas puede y debe pertenecer y participar en comunidades en las que pueda interactuar con colegas para formular, abordar y resolver sus inquietudes y las de los demás
Teacher training and the use of the abacus in the practice of quantifying physical quantities
Background: several studies in mathematics education show the use of the physical abacus in the activities of teachers in initial graduation, emphasising, in their manipulation, practices with addition or subtraction operations, or yet, which express a direct translation of the numeral to the physical abacus and, vice versa, without, however, explaining part of the complexity involved the social practice of quantifying physical quantities, which even makes possible the structuring of the numeral. Objective: to show that the use of the abacus by teachers in initial training may not ensure the realisation or mastery of the practice of quantifying physical quantities with discrete units. Design: in this sense, a study and research path (SRP) was carried out based on the training of early years teachers. Environment and participants: 25 students in initial training of a degree course at a public educational institution participated in an activity on decimal number system (DNS), but largely positional number system (PNS), proposed based on a problem in an unusual context (for them), they mobilised to face and answer questions. Data collection and analysis: we present an excerpt from the empirical research forwarded by Ferreira (2020) with teachers in initial training. Results: the data observed in the empirical confirms the hypothesis of the existence of a problem regarding the use of the abacus as a possible facilitator in the structuring of non-decimal numbers through the practice of quantifying physical quantities. Conclusions: the results found with the teachers revealed, in addition to the problem of teacher training on what to teach and how to teach numerals, that using the abacus made it difficult, if not hindered, the practice of quantifying physical quantities with discrete units. We also found changes in the quality of the teachers’ relationships with structuring decimal and non-decimal numbers
Esquemas de resolución de problemas de Fermi como herramienta de diseño y gestión para el profesor
Se presenta una caracterización de las resoluciones posibles a un problema de Fermi a partir de los Esquemas de Resolución de Problemas de Fermi (ERPF). El artículo presenta la fundamentación teórica basada en inves- tigaciones previas sobre problemas de Fermi en Educación Matemática y otros campos de investigación que permite identificar las cuatro actividades princi- pales que pueden utilizarse al resolverlos. Estas actividades son la estimación razonada, la experimentación, la búsqueda de datos de fuentes fiables y la recogida y tratamiento estadístico de datos. A partir de estas actividades se concretan los ERPF y se discuten sus posibilidades como herramientas para la gestión y el diseño de actividades de aula. Se incluyen ejemplos concretos de propuestas de aula para sustentar tanto el trabajo de los alumnos como las opciones de diseño de actividades y gestión que habilitan los ERPF para fomentar la resolución de problemas y la modelización matemática
A rubrica álgebra na prescrição de normativas oficiais do ensino primário capixaba (1854 – 1927)
Delineia as rubricas matemáticas indicadas nos documentos oficiais do ensino primário capixaba, no período de 1854 a 1927, com o intuito de captar a presença ou ausência da álgebra. Investiga os relatórios dos presidentes da província; regulamentos da instrução pública; decretos estaduais; programas de ensino, enfim, a legislação educacional vigente à época. Aponta, por meio da análise empreendida nessas fontes históricas, que a rubrica álgebra, no ensino primário, tanto no período oitocentos quanto no republicanismo capixaba, não se consolidou como uma disciplina, haja vista ter sido indicada apenas no ano de 1892, com a reforma Moniz Freire, determinando além de aplicações fáceis, ser ministrada para meninos