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Design of a rehabilitation device for thrombosis: a mathematical modelling activity in the training of engineers
The research reported here is framed in the problem of proposing and analysing conducive mathematics teaching for future engineers. It considers that establishing relationships between mathematics and engineering courses is the first step towards training mathematically-competent engineers. In the frame of the Anthropological Theory of the Didactic, one approach to this problem consists of analysing mathematical modelling activities in engineering and transposing it to school. This work presents how a group of engineering students developed a rehabilitation device for thrombosis, relating different types of knowledge: mathematical, engineering, and practice come from different courses and the investigations made for this project
Medidas no convencionales en libros de texto mexicanos. Un análisis desde la etnomatemática y el enfoque ontosemiótico
En esta investigación se caracteriza el tratamiento de las unidades de medida no convencionales promovidas en libros de texto de Matemáticas de la Educación Primaria en México. Se consideraron nociones teóricas y metodológicas del Programa Etnomatemática y el Enfoque Ontosemiótico (EOS). Como resultado se evidenció que en los libros de texto se promueve el uso de unidades de medida de longitud (paso, codo, cuarta, dedo, vara, palmo, hilo o cordón y tira de papel); de capacidad (vaso y el molde de gelatina); de peso (sopeso, y balanza) y de tiempo (palmadas y reloj de arena). Se concluye que las unidades de medida discutidas aquí son el sistema de medida no convencional que ofrecen los materiales curriculares para que los estudiantes y profesores realicen procesos de medición, equivalencias y conversiones, así como resolver problemas extramatemáticos para contribuir al desarrollo de las competencias en torno al tema de la medida
Clases divulgativas - Parte I
La enseñanza de las matemáticas tiene, como uno de sus objetivos principales, «valorar las matemáticas como parte integrante de nuestra cultura, tanto desde un punto de vista histórico como desde la perspectiva de su papel en la sociedad actual...».En este artículo voy a relatar unas actuaciones que estoy poniendo en práctica este curso con mis dos grupos de 1.” ESO que en mi opinión contribuyen a lograr la consecución de este objetivo. Se trata de las llamadas clases divulgativas. Seguro que para la mayoría no es una idea nueva, y que muchos/as de vosotros/ as ya la ponéis en práctica pero sin ponerle ningún título específico, pero igualmente quería escribir esto por si pudiera servir de (pequeña) inspiración a otros/as docentes
Habilidades lógicas: decantación y clasificación
El desarrollo del razonamiento en edades tempranas es, junto con la resolución de problemas, la representación de conocimientos por diversos métodos y la comunicación de los mismos, uno de los pilares sobre los que se sustentará el edificio de los conocimientos matemáticos que los niños deberán ir construyendo a lo largo de su paso por los sistemas educativos
Clases divulgativas - parte II
En el anterior número de este boletín digital escribí un breve artículo en el que hablaba de dos clases divulgativas que había realizado con mis dos grupos de 1.” ESO durante la primera evaluación: El joven Gauss sorprende a su maestro, enmarcada dentro del tema de los números naturales y enteros, y ¿Puede doblarse un folio por la mitad más de siete veces?, enmarcada dentro del tema de las potencias y raíces
Caracterización de funciones lineales inversas: un estudio de casos basado en una experiencia de aprendizaje
Este es un estudio exploratorio con enfoque metodológico, centrado en la caracterización de las funciones lineales inversas, como funciones biunívocas e invertibles. El objetivo propuesto consistió en identificar algún tipo de dificultad estructural en estudiantes de primer ingreso universitario al trabajar con propiedades de una función lineal inversa con estructura algebraica distinta a la estructura de funciones propuestas en los libros de texto asignados en la carrera. Los resultados de esta experiencia condujeron a la generalización de patrones algebraicos y geométricos, que permitieron establecer características subyacentes en las funciones lineales inversas. A su vez conllevó a diseñar una teoría metodológica basada en el manejo didáctico de contenidos matemáticos
Uma situação de ensino híbrido no ensino de geometria para alunos do ensino fundamental - anos finais
Este trabalho tem como objetivo apresentar uma situação de ensino híbrido vivenciada por alunos do ensino fundamental - anos finais, desenvolvida em um projeto de extensão promovido pelo Departamento de Matemática da Universidade Federal do Amazonas. Licenciandos do curso de matemática participaram como mediadores do processo de ensino e aprendizagem, desde o planejamento das ações até à concretude do processo. A pesquisa é qualitativa de natureza aplicada; descritiva do ponto de vista de seus objetivos e segundo os procedimentos técnicos, ela pode ser classificada como uma pesquisa-ação. O processo de coleta de informações e de constituição do material de estudo se deu por observação simples e por registros audiovisuais. O experimento possui marcas da abordagem instrumental do didático teorizada por Artigue (2002) e Guin e Trouche (1998). O objeto de conhecimento abordado foi o de Sólidos Geométricos e o modelo de ensino híbrido escolhido foi o de rotação por estações, o qual foi dividido em cinco estações de trabalho, sendo que uma envolvia atividades online, de modo que cada uma tinha um objetivo de aprendizagem bem definido. Cada grupo passava por todas as estações, dentro de um tempo delimitado pelo professor. A partir das observações feitas durante a realização do ensino híbrido, pudemos perceber o envolvimento dos estudantes nas atividades propostas, demonstrando o potencial que metodologias dessa natureza têm para transformar o processo de aprendizagem em uma vivência ativa, no qual os alunos são sujeitos ativos e consequentemente, colaborativos no desenvolvimento de seu aprendizado
Que potência há em (re)existir? Movimentos com/para/e uso de tecnologias digitais e (des)formação de professores, matemáticas, saberes, fazeres, vidas, e...
O presente artigo se propõe a apresentar um estudo sobre (des)formação a partir de uma narrativa composta em meio a lembranças e marcas de movimentos realizados por duas professoras e um grupo de futuros professores de matemática, alunos de uma disciplina intitulada de “Tecnologias digitais e o ensino de matemática” ofertada em um curso de Licenciatura em Matemática de uma universidade pública. Assim, em um movimento de (re)existência, a escrita neste artigo é guiada pelos afetos, das autoras e dos alunos, disparados nos diálogos, problematizações, saberes, fazeres, pensares, experiências, vidas de um semestre letivo, o primeiro de 2020, desenvolvido em meio à uma pandemia. Tais afetos são apresentados por meio de produções realizadas pelos alunos, como narrativas digitais, HQ, vídeos, planejamentos, aulas... e a partir/com elas se discute a potência de modos outros de ocupar/estar/constituir uma disciplina em curso de Licenciatura em Matemática, a escola, a sociedade, a vida. Discute-se a potência de (des)formar. Assim, ao operar com essas marcas (de alunos, de professoras/(des)formadoras/pesquisadoras) propõe-se uma (des)formação de nossos modos mecânicos e dicotômicos de escrever, formar, educar, viver. Há potência, então, em (re)existir
Desempenho de futuros professores dos primeiros anos escolares numa tarefa envolvendo relações não proporcionais
Neste artigo estuda-se o desempenho de futuros professores dos primeiros anos escolares numa tarefa envolvendo relações não proporcionais. Pretende-se ainda comparar o desempenho verificado neste estudo com o desempenho dos mesmos estudantes em estudos anteriores envolvendo tarefas de proporcionalidade. Participaram no estudo 72 estudantes do 1.º ano do curso de Licenciatura em Educação Básica de uma universidade do norte de Portugal. Os dados foram obtidos através da aplicação de um questionário envolvendo razões, proporções, proporcionalidade e não proporcionalidade. Aqui, neste estudo, explora-se uma tarefa envolvendo relações não proporcionais. Dos resultados obtidos, salienta-se um desempenho variável dos estudantes nos itens da tarefa, revelando-se mais difíceis aqueles que envolvem mais do que uma operação aritmética, e a prevalência de estratégias baseadas em operações aritméticas. Comparativamente com as tarefas envolvendo relações de proporcionalidade, na presente tarefa, envolvendo relações não proporcionais, os estudantes tiveram um pior desempenho e poucos deles adotaram a estratégia regra de três simples e aderiram à “ilusão de linearidade”
Para que existem padrões? Ensino de matemática a partir de pressupostos freireanos em uma classe hospitalar
Este estudo visa apresentar uma intervenção pedagógica fundamentada em pressupostos freireanos como uma possibilidade didática para o ensino de matemática em uma classe hospitalar. Para tanto, descrevemos uma atividade desenvolvida a partir do tema gerador para que existem padrões?, com o objetivo de dialogar sobre questões referentes à identidade ética e estética de um grupo de educandas em tratamento de saúde, relacionando-a à compreensão de unidades de medida. A investigação qualitativa foi realizada em uma classe hospitalar vinculada à secretaria de educação do pará, situada em belém, com base em princípios da comunicação matemática a partir da escuta ativa. Concebemos que, a partir da abordagem não-hierarquizada de saberes vinculados ao tema gerador, foi possível propiciar às educandas um ambiente de aprendizagem no qual suas vivências e reflexões foram valorizadas, contribuindo para a construção de conhecimento matemático amparado em uma visão crítica e ética de padrões historicamente constituídos