Universidad de Los Andes

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    Potencialidades de práticas de ensino exploratório de Matemática para o desenvolvimento profissional de futuros professores de Matemática

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    Este artigo apresenta parte dos resultados de uma pesquisa de doutorado e teve como objetivo investigar potencialidades de práticas relacionadas à perspectiva de ensino exploratório de Matemática e organizadas em momentos de planejamento e de ensino para o desenvolvimento profissional de futuros professores de Matemática. Para isso, realizou-se uma ação formativa desenvolvida com base na perspectiva de desenvolvimento profissional docente e apoiada na abordagem de ensino exploratório de Matemática, com sete graduandos de um curso de licenciatura em Matemática. Para atingir o objetivo proposto foi realizada uma pesquisa qualitativa de cunho interpretativo, em que foram analisadas as informações referentes a uma entrevista semiestruturada, ao diário de bordo da pesquisadora, às gravações em áudio utilizadas nos encontros e aos registros dos participantes. Assim, evidenciou-se que algumas práticas apoiadas no ensino exploratório de Matemática contribuíram para a formação docente dos participantes da pesquisa, a saber: escolher uma tarefa interessante e desafiante e antecipar suas possíveis resoluções permitiram-lhes que manifestassem a necessidade de estudar de forma detalhada o conteúdo matemático, preparando-se para direcionamentos no momento de ensino e, também, que identificassem que é preciso considerar os alunos na construção do planejamento, para assim monitorá-los de forma mais efetiva; utilizar diferentes materiais didáticos possibilitou-lhes um entendimento de que podem contribuir para o engajamento dos alunos na resolução da tarefa; monitorar a realização da tarefa, permitiu-lhes acessar o pensamento em desenvolvimento dos alunos, possibilitando fazer encaminhamentos para direcioná-los e incentivá-los em sua resolução; selecionar e sequenciar as resoluções dos alunos, a fim de propiciar um encadeamento lógico das ideias; manter um clima harmonioso para a discussão das ideias matemáticas; e conectar as respostas dos alunos promoveram um entendimento sobre elementos matemáticos presentes na tarefa, a partir do que foi realizado e discutido anteriormente

    Pesquisas em grupos colaborativos, Educação Matemática e a formação inicial do professor

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    No presente artigo, temos como objetivo caracterizar o que dizem algumas pesquisas sobre experiências de futuros professores em grupos colaborativos de Educação Matemática. O referencial teórico-metodológico discute o conceito de colaboração e grupos colaborativos, sendo este último o descritor a que recorremos junto às bases de dados da BDTD e CAPES no período de 2008 a 2018. A abordagem metodológica adotada, para o mapeamento do tipo "estado da arte" (Ferreira, 2002), é de natureza descritivo-analítica em que as teses e dissertações localizadas foram descritas a partir de seus objetivos, contextos, metodologias, principais resultados e conclusões, respeitando fidedignamente as fontes primárias. Dentre 83 trabalhos, quatro se enquadraram no critério de seleção de análise e, com a aproximação dos resultados, verificamos que ações mediadas pela colaboração são potencializadoras ao desenvolvimento profissional na formação inicial de professores a partir de atividades que gestam práticas pré-profissionais do aprender a ensinar. Como conclusão, foi possível perceber que o foco principal da maioria das pesquisas centra-se no campo da formação continuada, o que se faz pertinente. No entanto, são espaços que em geral não estão ligados à formação inicial, não possibilitam acesso aos futuros professores, dado que aponta para a necessidade de fortalecer iniciativas de estudos/investigações que integrem professores em exercício e professores em formação inicial, cuja a colaboração seja base para a negociação de significados ao compartilharem seus saberes e práticas

    O ensino de Matemática nos anos iniciais do ensino fundamental por meio de problemas matemáticos contextualizados

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    Este artigo deriva de uma pesquisa qualitativa de natureza interpretativa que teve como objetivo investigar como problemas matemáticos contextualizados auxiliam estudantes na compreensão de enunciados e na elaboração de estratégias resolutivas. Para a produção de dados foram elaborados problemas matemáticos, tendo como pano de fundo um tema escolhido pelos participantes da pesquisa, estudantes do 4º ano do ensino fundamental de uma escola pública do município de Curitiba, no estado do Paraná (Brasil). Esses problemas foram resolvidos pelos estudantes, individualmente ou em grupo, com registros escritos. Os diálogos entre os pares nos momentos das resoluções foram gravados em áudio e vídeo para posterior análise, além da realização de entrevistas com alguns dos estudantes, na modalidade de conversa, com a finalidade de melhor compreender as estratégias resolutivas elaboradas pelos mesmos. Os resultados mostram que o trabalho com problemas matemáticos contextualizados contribuiu para compreensão dos enunciados pelos estudantes, estabelecimento de relações entre o contexto criado e vivências cotidianas e mobilização de conhecimentos matemáticos para a elaboração de estratégias resolutivas com autonomia, constituindo-se em contribuição para o processo didático no ensino de matemática

    Teoria do ensino desenvolvimental e atividade orientadora de ensino na sistematização do sistema de numeração no contexto da formação inicial de professores

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    Este artigo investiga o desenvolvimento do pensamento matemático na formação inicial de professores no contexto do Curso de Pedagogia de uma universidade localizada no sul do Estado de Santa Catarina, Brasil. Especificamente, o trabalho investiga o desenvolvimento do pensamento matemático em nível teórico, mediado pelo sistema de numeração. Ao longo do semestre 2020/2, um experimento didático desenvolvimental foi realizado em caráter investigativo, com trinta e quatro acadêmicos do quarto e sexto semestres, matriculados na Unidade de Aprendizagem (disciplina) Fundamentos e Metodologias de Matemática para os anos iniciais do ensino fundamental, na forma remota. O método que sustentou as ações foi o materialista histórico- dialético. Uma das principais características deste método consiste na premissa de que o fenômeno investigado deve ser considerado em sua totalidade, na indissociabilidade entre teoria e prática. A metodologia de pesquisa adotada foi o experimento didático desenvolvimental. Tal metodologia está atrelada à compreensão de que é pelo ensino que se aprende, e ao aprender, se desenvolve. Porém, não se trata de qualquer ensino, mas de um ensino organizado com base nos conteúdos e métodos que possibilitem a promoção do desenvolvimento do pensamento teórico nos estudantes a partir da apropriação de conhecimentos científicos. O experimento didático investigativo foi organizado a partir do desenvolvimento de problemas, no contexto de Situações Desencadeadoras de Aprendizagem, por meio de quatro ações de estudo. Para a análise de dados foram selecionados episódios que indicam o desenvolvimento de cada uma das ações de estudo. Concluímos que se faz necessário repensar o modo de organização do ensino do sistema de numeração desde os primeiros anos escolares. O contato apenas com uma de suas particularidades, a decimal, durante toda a educação básica, obstaculizou a apropriação da essência deste sistema, impossibilitou o trânsito correto entre uma base e outra, a partir de sua relação geral que dá origem as diferentes bases numéricas particulares. Para tanto, faz-se necessário repensar, não apenas os cursos de formação inicial, mas, também, a formação contínua de professores

    A educação estatística na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental: identificações em revistas brasileiras

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    Este artigo tem por objetivo analisar e discutir os dados de trabalhos que dialogam com a temática Educação Estatística na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental, a partir das publicações que contemplaram pesquisas relacionadas à Educação Estatística em sete revistas brasileiras: Revista Boletim de Educação Matemática (BOLEMA), Revista Eletrônica Vidya (VIDYA), Educação Matemática Pesquisa (EMP-PUCSP), Revista de Educação Matemática e Tecnológica Ibero-americana (EM TEIA), Revista de Ensino de Ciências e Matemática (REnCiMa), Revista Eletrônica de Educação Matemática (REVEMAT) e Revista Brasileira de Educação em Ciências e Educação Matemática (ReBECEM). A pesquisa aqui discutida foi desenvolvida a partir da metodologia do estado do conhecimento. Os resultados constataram 159 pesquisas, sendo sete (7) na Educação Infantil e 12 nos anos iniciais do ensino fundamental, publicadas entre 2011 e 2019. Concluímos que as pesquisas que dialogam com a Educação Estatística, dentro da educação infantil e ensino fundamental, ainda são um quantitativo pequeno, sugerindo a necessidade do desenvolvimento de outros estudos que ampliem a base de pesquisa. Assim, devemos considerar a grande quantidade de trabalhos relacionados à Educação Estatística de modo a proporcionar reflexões essenciais para a melhoria da prática pedagógica. Então, Educação Estatística deve ser inserida na formação de professores que ensinam Matemática em situações desafiadoras, problematizadoras e de investigação a respeito da prática pedagógica

    Pode mexer ou é para enfeitar a sala? utilização de material manipulável para ensino de geometria nos anos iniciais do ensino fundamental

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    As conversas entre os professores, participantes do curso - Visualização em Geometria nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental - promovido pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática em 2021, despertaram a atenção a respeito do uso de material concreto nas escolas. Algumas escolas não possuem material disponível e em outras esses materiais são subutilizados ou não são empregados nas práticas de sala de aula por conta de os professores não saberem como utilizar. Neste artigo abordamos algumas possibilidades e colocamos a disposição referências de professores que adotam essa prática em suas experiências profissionais. A visualização é uma habilidade que precisa ser desenvolvida desde as séries iniciais do ensino fundamental, para tanto, se inicia com a manipulação de materiais concretos pela observação e percepção o que favorece a criação de memórias que ativam a imaginação. A visualização não é de aplicação exclusiva da Matemática, mas confere ao ser humano a capacidade de integrar conhecimentos escolares e a vivência fora da vida escolar. Explorar os materiais manipuláveis associando-os aos tópicos de geometria, não apenas pelo estudo da disciplina em si, mas explorando os conceitos geométricos, observando a aplicação desses conceitos e identificando-os nas diversas situações presentes no dia a dia. Isso é fundamental para a construção do processo de visualização dos estudantes desde os anos iniciais do ensino fundamental

    Método para simular amostras probabilísticas com imagens em planilha: uma aplicação educacional em biologia

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    O ensino de estatística é parte integrante de currículos de diversas áreas do conhecimento no ensino superior. Especificamente, a estatística inferencial necessita de novas práticas pedagógicas para superar o pensamento determinístico apresentados por muitos estudantes de maneira a desenvolver uma transição para conceitos probabilísticos, a base da inferência estatística. Neste sentido, este artigo tem como objetivo apresentar um recurso didático para simular amostras, com imagens em planilha com o propósito de desenvolver conceitos estatísticos inferenciais associados à resolução de problemas práticos na área de Biologia. O desenho de pesquisa utilizado para o trabalho em foco foi quantitativo, exploratório e descritivo. Os resultados sobre a aprendizagem dos conceitos estatísticos inferências foram positivos. No que diz respeito a avaliação dos alunos, 77% consideram que a atividade apresenta interdisciplinaridade e dinamismo o que contribuiu para entender os conceitos do processo de estimativa por intervalo de confiança. As atividades com o uso da simulação com imagens em planilha mostraram que o procedimento adotado pode ser um aliado no ensino da inferência, e que a combinação da simulação e de atividades práticas envolvendo a simulação com imagens pode enriquecer a aprendizagem

    Cómo vivir sin los (números) complejos

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    Durante las últimas tres décadas se han llevado a cabo investigaciones sobre la enseñanza y aprendizaje del álgebra lineal para indagar los obstáculos que enfrentan los estudiantes universitarios. Presentamos que existe una relación entre el álgebra de matrices y el álgebra de los números complejos

    What’s new with APOS theory? A look into levels and totality

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    This paper focusses on developments concerning transitional aspects of learning from the perspective of APOS (Action—Process—Object—Schema) theory. Recent investigations about levels between stages and Totality as a possible new structure are commented on, as well as offering related pedagogical suggestions and ideas for future research

    Los mecanismos de asimilación y acomodación en la tematización de un esquema de derivada

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    En este artículo se usa la teoría Acción-Proceso-Objeto-Esquema (APOE) para examinar la tematización del Esquema de derivada y el papel que juegan los mecanismos de equilibración de dicho Es- quema a través de la evidencia mostrada por estudiantes avanzados al enfrentar tareas diseñadas para confrontar el equilibrio de sus Esquemas y obtener evidencia de su posible tematización. Esta investigación contribuye al estudio de la tematización de un Esquema al enfocarse en los mecanismos que pueden ponerse en juego cuando los estudiantes requieren hacer Acciones sobre su Esquema de derivada. Los resultados del estudio muestran evidencias que hacen visible el papel que los mecanismos de acomodación y asimilación juegan en las estrategias de los estudiantes para reequilibrar su Esquema y demostrar su tematización. Algo que no ha recibido atención previa

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