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Uso de las conexiones entre representaciones por parte del profesor en la construcción del lenguaje algebraico
La representación es un elemento muy importante en la enseñanza y el aprendizaje de las matemáticas escolares. Además, algunas representaciones ayudan a resolver problemas concretos mejor que otras representaciones, así que saber hacer traducciones entre diversas representaciones es, también, crucial en el aprendizaje de las matemáticas. En este artículo, vemos cómo los profesores hacen conexiones entre representaciones para ayudar a los alumnos a construir el lenguaje algebraico. Para ello, analizamos tres episodios extraídos de dos clases de un profesor. Las intervenciones del profesor se producen en el marco de una clase que desarrolla en un ambiente de resolución de problemas. Realizamos este análisis utilizando el marco teórico que nos proporciona el Knowledge Quartet , un instrumento que nos permite observar cómo el conocimiento del profesor emerge cuándo ayuda a sus alumnos a aprender matemáticas. Este instrumento consiste en una serie de indicadores que nos ayudan a ver situaciones en que el profesor utiliza su conocimiento mientras interacciona con los alumnos. Estos indicadores están clasificados en cuatro dimensiones: fundamentos, transformación, conexiones y contingencia. En este artículo se completa el marco teórico dado por el Knowledge Quartet con un nuevo indicador, que llamamos conexiones entre representaciones y que esta incluido en la dimensión de conexiones de este instrumento
Vivências, percepções e concepções de estudantes com deficiência visual nas aulas de Matemática: os desafios subjacentes ao processo de inclusão escolar
Este artigo apresenta as vivências, percepções e concepções de três estudantes do Ensino Médio (EM) com Deficiência Visual (DV), de três unidades distintas de uma mesma rede pública de ensino. Com o suporte referencial das ideias que defendem a institucionalização e a consolidação dos processos de inclusão por meio do desenvolvimento de políticas, culturas e práticas inclusivas, foram realizadas entrevistas semiestruturadas, em busca de um panorama holístico das questões que envolvem a disponibilização e a utilização (ou não) de recursos didáticos e de Tecnologia Assistiva, as estratégias e metodologias aplicadas no ensino de Matemática e as questões que permeiam o Atendimento Educacional Especializado (AEE). Como resultado, observa-se avanço no acesso às escolas e na disponibilização de materiais e recursos adequados à escolarização dos estudantes com DV, embora tais recursos não sejam empregados nas aulas regulares. Além disso, o despreparo docente e a falta de profissionais com formação em Educação Especial nas escolas investigadas levam os alunos a desempenhar o papel de ouvintes nas salas de aula. Observam-se, ainda, as avaliações com nível inferior àquelas propostas aos demais alunos, além de um papel substitutivo do AEE, retomando, assim, o modelo de integração, teoricamente já superado na educação brasileira. Ao dar voz aos estudantes, espera-se que os relatos de suas experiências possam contribuir para aprofundar os debates e as reflexões acerca do processo de inclusão e, acima de tudo, promover equidade nas aulas de Matemática aos alunos com DV
A representação gráfica na aprendizagem de funções por alunos do 10.º ano de escolaridade
A exploração de diferentes representações promove a compreensão dos tópicos de funções. Partindo deste pressuposto, com este estudo pretende-se analisar o contributo da representação gráfica na aprendizagem da noção de função inversa e da paridade de uma função por alunos do 10.º ano de escolaridade e identificar dificuldades na exploração dessa representação. Na procura de responder a este objetivo, adotou-se uma abordagem qualitativa e interpretativa para compreender as ações dos alunos na resolução das tarefas propostas. A análise das resoluções mostra que a representação gráfica serviu de suporte para a instituição das definições dos tópicos em estudo. E isto apesar de alguns alunos revelarem dificuldades ao interpretar e ao construir gráficos; ao identificar imagens e imagens inversas em gráficos de funções; ao representar determinadas características gráficas associadas a alguns conceitos, como é o caso da relação entre a paridade de uma função e a simetria na sua representação gráfica (confundindo eixo de simetria e de reflexão). Globalmente, este estudo mostra como a abordagem de conceitos a partir da representação gráfica pode contribuir para a sua compreensão
Articulações teórico-metodológicas entre a teoria das situações didáticas e as metodologias de resolução de problemas no ensino de matemática
Este artigo é parte de uma pesquisa de mestrado em andamento e tem como objetivo buscar aproximações entre a Teoria das Situações Didáticas (TSD) e as Metodologias de Resolução de Problemas no contexto das Metodologias Ativas de modo a refletir sobre as possibilidades de utilizar a Resolução de Problemas para a elaboração de situações didáticas no ensino de Matemática. Para atingir este objetivo, primeiramente foi realizado um estudo teórico de caráter exploratório, no qual foi apresentado algumas considerações sobre Metodologias Ativas na educação, breves discussões sobre as Metodologias de Resolução de Problemas e os principais componentes estruturais e funcionais da Teoria das Situações Didáticas, proposta por Guy Brousseau. Em seguida, observa-se algumas aproximações entre os tópicos previamente discutidos. Em virtude do estudo teórico realizado, foi pontuado diversas conexões entre os tópicos explanados no artigo, dentre eles destacam-se os papéis do professor e aluno e as fases da TSD e das Metodologias de Resolução de Problemas. As articulações entre a Teoria das Situações Didáticas e as etapas das Metodologias de Resolução de Problemas apresentam-se satisfatoriamente como uma possibilidade teórico-metodológica para a elaboração de situações didáticas no ensino de Matemática e para condução de atividades matemáticas centradas na ação do aluno, baseadas nas concepções da aprendizagem ativa
Métodos de ensino em ciências e matemática na educação básica: como pensam e atuam os professores?
O presente trabalho relata os resultados de uma pesquisa realizada em 2021 com dezessete estudantes de um programa de pós-graduação em educação em Ciências e Matemática, docentes da mesma área. Foi realizado o mapeamento em relação às suas atuações e percepções sobre métodos de ensino que utilizam. A seguinte pergunta foi respondida: Qual a importância do método que você utiliza nas aulas que ministra? Foi utilizada a Análise Textual Discursiva e emanaram três categorias: 1) O impacto dos métodos transmissivos na sala de aula; 2) A influência dos métodos na motivação de estudantes; 3) Métodos de ensino adotados e considerados eficazes pelos professores. Os resultados sugerem que os participantes não utilizam métodos unicamente transmissivos no ensino, pois estes não levariam em consideração as particularidades dos estudantes, alcançando apenas a fixação de conteúdos livrescos, insuficiente para a compreensão dos conceitos e formação crítica, necessárias ao desenvolvimento da autonomia
Uma proposta de ensino da matemática financeira usando o App Inventor 2
O objetivo desta pesquisa foi propor, por meio de metodologias ativas, o ensino dos Sistemas de Amortização Constante (SAC) e Sistema de Amortização Francês (SAF), utilizando o aplicativo denominado Capitalização, criado na plataforma MIT App Inventor. Defendeu-se uma ferramenta para o ensino de Educação Financeira da população brasileira por meio de uma nova tendência metodológica. Logo, realizou-se uma proposta envolvendo o ensino híbrido e aprendizagem significativa. Para tanto, utilizou-se referências direcionadas à Matemática Financeira e ao uso de ferramentas tecnológicas, culminando em resumos. Ainda como informação, estruturou-se quatro atividades para o ensino da Matemática Financeira. Assim, após colher as informações, fez-se uma comparação com a proposta eleita, na qual constatou-se que as propostas metodológicas das dissertações analisadas apresentam similaridades, fato que proporcionou uma indicação de validade da proposta realizada
Uma orquestração instrumental online para o ensino dos teoremas de Green, Gauss e Stokes: um relato de experiência
A transição do cálculo, em uma variável real-CUV, para o Cálculo em várias variáveis-CVV, envolve mudanças nem sempre naturais e podem surgir elementos de ruptura. Nesse sentido, este artigo tem como objetivo descrever e analisar o processo de concepção e aplicação, por meio remoto de uma sequência didática, para o ensino dos teoremas de Green, Gauss e Stokes. A pesquisa, de cunho qualitativo, tem quadro teórico composto da teoria da Orquestração Instrumental de Luc Trouche, e a coleta de dados se deu, por meio de observação direta, formulários eletrônicos, captura em vídeo e vídeos produzidos pelos alunos, e a análise se deu pela triangulação dos dados. A orquestração instrumental proposta foi vivenciada por 34 alunos de uma Universidade pública do Amazonas e indiciou que pode favorecer tanto a transição interna do CUV para o CVV como a gênese instrumental dos alunos com uso de recursos digitais acarretando a aprendizagem dos teoremas de Green, Gauss e Stokes
Encarando o ENEM: a discussão de uma questão de matemática entre estudantes do ensino médio
O artigo apresenta a discussão de uma questão de matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) com um grupo de alunos da terceira série do Ensino Médio de uma escola da rede pública. O episódio integra uma pesquisa qualitativa sobre a resolução de questões de matemática do ENEM em um grupo no aplicativo WhatsApp. O referencial teórico mobilizado é o da Educação Matemática Crítica, que diz que a matemática pode ser utilizada como ferramenta de empoderamento para compreender, criticar e mudar a realidade. A pesquisadora é professora da Educação Básica e participou das discussões incentivando os alunos a desenvolverem e avaliarem a validade de diferentes resoluções. Os diálogos foram registrados em mensagens de texto e áudio. Na análise das interações, foram observados elementos de autonomia no questionamento do enunciado, na proposição e avaliação de soluções, bem como a presença da argumentação, indício de pensamento crítico e reflexivo por parte desses alunos
Análise de produtos educacionais sobre o ensino de matemática realizados no âmbito do programa de mestrado profissional da Universidade Cruzeiro do Sul
O presente texto visa mapear e caracterizar os Produtos Educacionais produzidos e defendidos, no último quadriênio (2017 a 2020), no âmbito do Programa de Ensino de Ciências e Matemática da Universidade Cruzeiro do Sul, em especial sobre o Ensino de Matemática. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, de tipologia Estado do Conhecimento e Análise Documental. Com a realização deste estudo, foi possível perceber, que hoje há critérios bem definidos sobre o que são produtos educacionais e suas principais características, mas que ainda há alguns desafios a serem superados. Dentre os resultados, observamos que houve ausência de Produtos Educacionais relacionados ao nível Educação Infantil e o foco temático Grandezas e Medidas, sendo assim acreditamos que é preciso avançar nesses estudos, considerando que este nível também é contemplado na área de ensino e a referida unidade temática supracitada está incorporada na BNCC
Ensino e aprendizagem de inequações na escola: um estudo exploratório a partir de dissertações e teses
A presente pesquisa teve como objetivo identificar, sintetizar e analisar o que as pesquisas brasileiras de mestrado e doutorado vêm investigando sobre ensino e/ou aprendizagem de inequações e quais são as tendências de ensino e bases teóricas-metodológicas orientadoras das pesquisas. Foi realizado um levantamento bibliográfico o qual nos retornou 14 pesquisas. Para a análise, criamos eixos separados por nível de ensino e subeixos separados pelo viés investigativo das pesquisas. Sínteses descritivas e integrativas das pesquisas foram feitas, analisando a tendência de ensino e as abordagens teórico-metodológicas utilizadas. Os resultados apontam que duas pesquisas têm como foco o ensino, três, a aprendizagem e nove, o ensino-aprendizagem. Referente às tendências de ensino, cinco seguem a construtivista, três, a empírico-ativista, duas, a formalista clássica e tecnicista e uma, a formalista clássica. Quanto às abordagens teórico-metodológicas, destacam-se o uso dos Campos Conceituais, a Engenharia didática e a Teoria dos Registros de Representação Semiótica