Universidad de Los Andes

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    O estudo do erro: contributos para o trabalho docente do professor de matemática

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    Neste trabalho, apresentamos uma discussão sobre o estudo do erro de forma a contribuir para o trabalho do professor de matemática e, para tal, investigamos as concepções, saberes e práticas dos professores em relação aos erros dos alunos. A importância de discutir sobre os erros dos alunos e de dar um tratamento pedagógico a eles já foi alvo de muitos estudos na área da educação matemática, assim para a realização dessa pesquisa fizemos um levantamento bibliográfico dos estudos que discorrem sobre o erro e principalmente daqueles que discutem esse tema na formação docente. O caminho metodológico é o da pesquisa descritiva que nos possibilitou realizar uma consulta por meio de um questionário que foi aplicado a 73 professores de matemática que atuam na educação básica na cidade de Belém do pará e que participaram de um curso de formação continuada. Os resultados apontaram que os professores participantes dessa pesquisa, mostraram que têm clareza da utilização do erro tanto como indicador do processo aprendizagem, como das suas práticas pedagógicas. E que o estudo do erro é importante para melhorar as escolhas metodológicas, assim como para ajudar os alunos na identificação, reflexão e superação dos erros

    A busca pelo brincar: conversas com professoras dos anos iniciais do ensino fundamental em formação

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    O lugar que os jogos e brincadeiras ocupam em aulas de Matemática nos anos iniciais do ensino fundamental é o eixo central desse artigo, o qual problematiza essa temática a partir das percepções de duas professoras do 1º ano e uma professora do 4º ano do ensino fundamental que participaram de uma formação continuada de professores. Nessa direção, toma-se como referência o recorte de uma pesquisa de natureza qualitativa que foi realizada após a verificação da necessidade do estudo sobre a temática por meio de uma revisão sistemática fundamentada em Costa e Zoltowski (2014). Abarca-se, ainda, questões relativas aos jogos e brincadeiras de acordo com Muniz (2016), dando visibilidade às potencialidades de aprendizagem dessa abordagem em aulas de matemática. As informações da pesquisa foram obtidas com auxílio de registros pictóricos, realizados pelas professoras participantes de um curso de formação continuada de professores que ensinam matemática, das anotações da pesquisadora no diário de campo relativo às observações das aulas do curso investigado e das conversas estabelecidas com as docentes. Para a análise em profundidade das informações, desenvolveu-se o estudo com as conversas e desenhos das três professoras participantes da formação continuada. Entre os resultados obtidos com as análises, constatou-se aproximação das professoras com a temática dos jogos e brincadeiras e interesse em desenvolver-se profissionalmente. Assim, considera-se que a abordagem dessa proposição nos cursos de formação continuada de professores é um caminho interessante para a valorização e implementação do brincar em aulas de Matemática, o que é essencial no sentido de assegurar concepções que superam o ensino tradicional dessa disciplina

    Formação colaborativa de professores: afetividade como parte dos conhecimentos docentes para ensinar estatística

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    Neste artigo são descritas e analisadas evidências da produção de conhecimentos docentes específicos para o ensino de estatística, especialmente os aspectos afetivos no relacionamento dos discentes com a matemática e a estatística. Estes conhecimentos foram identificados nas narrativas de um grupo de professores, formado sob o viés colaborativo, que tem se dedicado, desde 2018, a estudar a educação estatística. Sete encontros do grupo foram gravados, transcritos e analisados por meio da técnica do discurso do sujeito coletivo, o que originou a construção de sete discursos-síntese. Para este momento, são apresentadas as análises referentes ao discurso: “relações afetivas dos discentes e docentes com a matemática e a estatística”. No âmbito desta pesquisa, pode-se identificar conhecimentos dos professores acerca das crenças e atitudes dos discentes, bem como a influência destas variáveis afetivas para o processo educativo. Também foram mobilizadas compreensões curriculares, do conteúdo, das estratégias e materiais pedagógicos, do contexto educacional, dos propósitos educacionais e da formação em estatística dos discentes, além das crenças e atitudes dos próprios docentes. À vista disso, por meio desta pesquisa buscou-se contribuir para a constituição de uma base de conhecimento para o ensino de Estatística, uma vez que conhecidas tais especificidades educativas, se poderá contribuir para a desenvolvimento e a prática profissional docente, atentos à relevância dos conhecimentos estatísticos para a formação dos discentes, no âmbito pessoal e profissional

    Os saberes matemáticos na formação do professor leigo: o currículo do projeto LOGOS II

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    O objetivo desse texto é apresentar os saberes a e para ensinar matemática, presentes nos oito módulos de Didática da Matemática do Projeto Logos II que visava habilitar, no nível de 2º Grau, professores leigos que estavam atuando em algumas regiões do Brasil. A pesquisa foi orientada pela História Cultural, mobilizou os conceitos de saberes a e para ensinar de Hofstetter e Schneuwly (2017, 2003); de Valente (2017, 2017a, 2007, 2004). Procuramos responder a seguinte questão: Quais saberes matemáticos e orientações metodológicas foram veiculados no Projeto Logos? Há indícios que nesse curso havia uma articulação entre os saberes a e para ensinar Matemática. Além disso, observamos uma interação de três tendências pedagógicas: formalista moderna, tecnicista e empírico-ativista. Ao que tudo indica, os professores tiveram contato com os saberes profissionais dando condições para realizar a tarefa de ensinar matemática

    O erro no processo de ensino e aprendizagem de matemática: análises e potencialidades no conjunto dos números inteiros

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    No cenário escolar é comum os erros cometidos pelos alunos serem associados apenas com a incapacidade do educando em aprender um determinado conteúdo. Contrariando essa lógica, o presente trabalho foi desenvolvido sob a perspectiva de um estudo de caso visando a compreensão da relação entre os erros cometidos pelos alunos e a sua potencialidade para uma aprendizagem significativa. O objetivo deste trabalho é, inicialmente, fazer uma reflexão do erro no âmbito escolar, traçando um paralelo com a aprendizagem significativa da matemática para o aluno. Posteriormente, os erros dos estudantes em relação aos tópicos inicias do ensino dos números inteiros negativos serão analisados, visando aproveitar essas concepções “errôneas” dos educandos no processo de ensino e aprendizagem dessa temática. Os resultados mostram importantes caminhos e considerações que podem, tanto para pesquisadores quanto para professores, aprofundar as discussões acerca dessa tendência em educação matemática

    Habilidades intrínsecas a la actividad matemática, una experiencia con niños con NEE

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    Durante 10 años he trabajado en el sector terapéutico con niños que tienen diferentes diagnósticos psicológicos relacionados con aspectos cognitivos, de comportamiento y neuronales entre otros. El apoyo que se les brinda es desde el desarrollo de habilidades en pensamiento matemático; factor que contribuye al tratamiento integral en cada caso. En estos años, se han consolidado estrategias de intervención desde actividades que propenden el desarrollo del pensamiento matemático y se han venido documentando diferentes observaciones de esta experiencia. Entre ellas se encuentran las que tienen que ver con el desarrollo de habilidades sociales, comunicativas, motrices y emocionales que se recrean adjuntas en diferentes tareas realizadas. Los resultados se han puesto a la luz de diferentes modelos pedagógicos, aspectos sicológicos y filosóficos con el fin de resaltar aspectos poco reconocidos en el desarrollo de tareas de tipo matemático

    A intuição no campo da matemática a partir das obras de Efraim Fischbein (1920-1998)

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    Este trabalho aborda o conceito de intuição, bem como elucida a manifestação de diferentes categorias do raciocínio intuitivo, sendo estas analisadas por um viés teórico, visando as possibilidades de sua identificação e contribuição para a área educacional. Assim, o objetivo deste trabalho é apresentar a intuição e sua categorização, na perspectiva de Efraim Fischbein (1920-1998), como uma teoria a ser considerada, buscando uma visão mais abrangente em relação aos seus mecanismos e utilizando evidências de pesquisas a partir de suas obras, como forma de apoiar e ampliar a interpretação e uso do raciocínio intuitivo voltado para o campo da Matemática. Para tal, foi adotada a pesquisa bibliográfica como metodologia para este trabalho, em que se realiza uma análise de conteúdo, buscando consubstanciar uma investigação reflexiva sobre algumas obras do referido autor. Por fim, reforça-se que no campo da Educação Matemática é importante desenvolver nos alunos a capacidade de distinção entre percepção, sentimentos intuitivos, crenças intuitivas e convicções formalmente sustentadas, desenvolvendo interpretações adequadas no campo da intuição, juntamente à evolução das estruturas formais do raciocínio lógico

    Cognição Matemática no ensino superior: análise de uma atividade investigativa

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    Neste artigo apresentamos uma investigação com o intuito de evidenciar aspectos da linguagem matemática e como se relacionam com a cognição matemática no desenvolvimento de uma atividade investigativa em uma disciplina de cálculo diferencial e integral 1. A cognição matemática é compreendida como processos pelos quais indivíduos compreendem ideias matemáticas e as atividades investigativas como essencialmente abertas e pouco estruturadas, em que é possível abordar temas ou situações de interesse dos alunos, mobilizando conhecimentos de diferentes naturezas. A atividade que analisamos foi desenvolvida por um grupo de estudantes do curso de Tecnologia em Alimentos e as discussões que empreendemos são subsidiadas pelos signos produzidos na comunicação dos resultados para a turma, nos registros presentes no relatório final e em um esquema elaborado pelo grupo considerando o desenvolvimento da atividade investigativa. Por meio da variedade de signos produzidos pelos alunos no desenvolvimento da atividade, inferimos aspectos relativos às representações presentes na comunicação da qual se fez necessária, primordialmente a representação gráfica para associar conhecimentos matemáticos da disciplina aos conhecimentos sobre o fenômeno em estudo. Pela comunicação fica evidente a cognição matemática do grupo investigado quando relatam suas ações para a escolha da temática, para o ajuste de curvas aos dados coletados empiricamente, para a obtenção da solução para o problema e para as argumentações utilizadas para responder aos questionamentos da professora e de outros alunos na sala com o intuito de refinar o modelo matemático construído

    Pauta para evaluar la capacidad de enseñanza de la matemática en la práctica de maestras de infantil en formación

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    Dada la escasez de instrumentos para evaluar la enseñanza de la matemática en infantil, se presenta la construcción y validación de una Pauta para Evaluar la Capacidad de Enseñanza de la Matemática en la Práctica (PECEMPra) de maestras de infantil en formación inicial. A través de una validación por jueces, PECEMPra obtuvo una validez de contenido de 0,97 coeficiente V de Aiken y una confiabilidad de 0,80 coeficiente alfa de Cronbach. Se ofrece un instrumento para los procesos formativos docentes y se aporta al corpus de conocimiento sobre la educación matemática en infantil

    Sobre processos de aprendizagem da matemática e suas funções epistemológica, conceitual e cognitiva

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    A pesquisa atual sobre aprendizagem da Matemática reconhece que os indivíduos atribuem significado a objetos de seu pensamento. No entanto, alguns processos dinâmicos e interativos envolvidos na atribuição de significado não estão suficientemente especificados. Aqui, o foco é direcionado a três desses processos: contextualizar, complementarizar e complexificar. Os objetivos do artigo são estender as perspectivas existentes sobre tais processos e destacar aspectos epistemológico, conceitual e cognitivo que são significativos para a aprendizagem da Matemática. Para tal, uma agenda de pesquisa é elaborada colocando em diálogo diferentes perspectivas teóricas e posições. Argumentamos que os três processos – contextualizar, complementarizar e complexificar –, juntos, constituem um modelo interpretativo para a aprendizagem da Matemática de uma perspectiva da atribuição de significados

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