Faculdade Sant'Ana OJS
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CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM ALTAS HABILIDADES (AH) E VULNERABILIDADE EMOCIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA
Resumo: Este trabalho tem como objetivo explanar sobre crianças e adolescentes com altas habilidades (AH) e seus desafios emocionais. Para tanto, é necessário compreender o que é altas habilidades. Os referenciais teóricos se fazem em Sabatela (2008), as altas habilidades/super dotação, podem se caracterizar como crianças/adolescentes e adultos amistosos, extrovertidos, por outro viés alguns se apresentam tímidos e retraídos. Colaborando Virgolim (2021), pontua que Altas habilidades envolve um olhar complexo e sistêmico, visto que esse grupo de sujeitos pode apresentar necessidades afetivas diferentes. Para o APA/DSM V (2014) as altas habilidades (AH) se caracteriza como alto desempenho sendo em uma ou mais áreas que envolvem o conhecimento acadêmico ou afins. Neste sentido, a elaboração de um projeto em uma instituição particular de ensino, visa fomentar ações que auxiliem e desenvolvam as questões de vulnerabilidade emocional as quais são apresentadas pelos educandos com Altas Habilidades, diante disso, as práticas se fazem em elaborações de projetos na área da linguagem, da matemática, criatividade, movimento motor e intelectual, propiciando aos participantes um envolvimento e interação que acaba por vezes não ocorrendo em sala de aula. Metodologia relato de experiência de práticas de um projeto, o qual se configura em ações de uma vez por semana, com quatro participantes. Diante disso, os resultados apontam que os alunos AH/SD demonstram um interesse pelo projeto, pois as práticas realizadas em sala “diferenciada” promovem amplo desenvolvimento em cada participante, respeitando as suas singularidades e conhecimentos prévios conforme os seus pensamentos e sentimentos, já que sabemos que a vulnerabilidade emocional é uma complexidade para os educandos laudados com AH/SD. Conclusões esse resumo se apresenta como recorte de uma pesquisa que se encontra em andamento, dessa forma o caminhar das conclusões se farão ao decorrer da trajetória da sala de projetos de uma instituição privada. Porém, já é possível observar mudanças importantes no manejo das emoções e avanços no conhecimento de interesse de cada aluno.
INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: Uma reflexão entre o real e o ideal da prática inclusiva
Com o propósito refletir sobre a efetivação da inclusão de alunos com deficiência ingressos no ensino superior, o presente artigo traz reflexões a certa da educação inclusiva no âmbito das práticas pedagógicas diante do novo paradigma da educação inclusiva que exige das instituições de ensino superior apoio as políticas educacionais os levando a práticas inclusivas no ambiente universitário. O objetivo da pesquisa é discutir sobre as implicações existentes no processo inclusivo para que se efetive uma educação de excelência que contribua para o processo educativo da pessoa com deficiência. Analisar a política de educação inclusiva, compreender a realidade do processo inclusivo dentro das universidades, além refletir sobre as ações existentes com vista a efetivação de práticas significativas para a formação profissional do acadêmico. O artigo busca reflexão através do confronto das práticas pedagógicas existentes frente a política de inclusão, e assim dentro desta perspectiva encontrar ações efetivas para inclusão de alunos com deficiência no ensino superior
IMPACTOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA APRENDIZAGEM E NO DESENVOLVIMENTO SOCIOEMOCIONAL INFANTIL
Resumo: A presente pesquisa tem como objetivo investigar os impactos da inteligência artificial (IA) na aprendizagem e no desenvolvimento socioemocional infantil, destacando tanto os potenciais benefícios quanto os desafios associados ao uso de tecnologias baseadas em IA no contexto educacional. Este estudo é de natureza qualitativa, com caráter bibliográfico, baseado na análise de artigos científicos, livros e pesquisas recentes sobre o tema. As ferramentas de IA têm sido amplamente adotadas em ambientes educacionais, como plataformas de aprendizado adaptativo, que prometem personalizar o ensino e melhorar os resultados de aprendizagem ao ajustar o conteúdo às necessidades individuais das crianças. Estudos revisados (Pereira & Souza, 2020) mostram que essas tecnologias podem promover um aprendizado mais eficiente e envolvente. No entanto, a revisão também evidencia que a interação excessiva com dispositivos de IA pode afetar negativamente o desenvolvimento social e emocional das crianças, resultando em dificuldades de comunicação interpessoal e redução da empatia, especialmente quando a interação humana é substituída pela tecnológica (Gomes, 2019). Além disso, o uso de assistentes virtuais e brinquedos inteligentes levanta preocupações sobre privacidade, segurança e possíveis impactos psicológicos, como aumento de ansiedade e dependência de interações mediadas por IA (Silva & Almeida, 2021). Uma pesquisa realizada (Mendes, 2022) aponta que a ausência de monitoramento adequado pode resultar em uma exposição prolongada e potencialmente prejudicial, afetando a saúde mental e o bem-estar emocional das crianças. Conclui-se que, embora a IA tenha o potencial de transformar positivamente o processo de aprendizado e o desenvolvimento cognitivo infantil, é fundamental que o seu uso seja cuidadosamente planejado e monitorado. A colaboração entre psicólogos, educadores e desenvolvedores de tecnologia é crucial para garantir a criação de ambientes que promovam um desenvolvimento saudável e equilibrado, sem comprometer o desenvolvimento emocional e social das crianças. Futuras pesquisas que explorem o impacto a longo prazo da IA no desenvolvimento infantil e no contexto educacional são recomendadas, considerando estratégias que possam maximizar seus benefícios, minimizando os riscos associados.
Palavras-chave: Inteligência artificial. Tecnologias educativas. Aprendizagem. Desenvolvimento socioemocional infantil
O EFEITO DA ANSIEDADE NAS AVALIAÇÕES ACADÊMICAS: PERSPECTIVAS DE ESTUDANTES
A ansiedade acadêmica é um fenômeno crescente entre os estudantes universitários, caracterizado por sentimentos de insegurança e pressão diante das responsabilidades acadêmicas. À medida que os jovens ingressam na universidade, enfrentam um ambiente que demanda adaptação a novas exigências e avaliações. Este estudo busca compreender a incidência de ansiedade entre alunos do curso superior de uma Universidade Pública Brasileira, destacando suas implicações no desempenho acadêmico e os fatores que contribuem para o seu desenvolvimento. A transição para o ambiente universitário é um período crítico, onde os estudantes estão expostos a diversas situações de avaliação e responsabilidade. Esse contexto pode desencadear a ansiedade, que, segundo Miranda (2024), pode manifestar-se em qualquer fase da vida e é influenciada tanto por fatores internos quanto externos. Os sintomas incluem distração, dificuldade de concentração e uma sensação avassaladora de incapacidade, o que pode prejudicar significativamente o desempenho acadêmico dos alunos (VIEIRA; FIORIM, 2018).Além disso, pesquisas indicam que as mulheres são mais suscetíveis a desenvolver transtornos de ansiedade, o que se reflete na amostra deste estudo, onde 55% dos participantes eram mulheres (MIRANDA, 2024). A faixa etária dos alunos também varia, com uma predominância de jovens entre 21 e 25 anos, seguida pelos grupos de 18 a 20 anos e acima de 25 anos. Essa diversidade etária sugere que a ansiedade acadêmica pode afetar diferentes faixas etárias de maneiras variadas. Para compreender a incidência de ansiedade entre os alunos, foi aplicado um questionário estruturado, onde cada resposta era pontuada. O questionário abordou aspectos como níveis de ansiedade, percepção de desempenho acadêmico e fatores que contribuem para a ansiedade. A amostra foi composta por alunos do curso de Ciências Contábeis, permitindo uma análise específica sobre o impacto da ansiedade nesse contexto. Os resultados da pesquisa evidenciam que a ansiedade acadêmica é uma questão relevante entre os alunos de Ciências Contábeis. A pressão para alcançar um bom desempenho pode intensificar os sentimentos de insegurança, afetando diretamente a concentração e o rendimento dos estudantes. A identificação dos níveis de ansiedade é essencial para o desenvolvimento de intervenções que promovam o bem-estar psicológico e acadêmico. Estudos futuros devem continuar a explorar este fenômeno, considerando intervenções que possam ajudar os alunos a gerenciar a ansiedade e melhorar seu desempenho acadêmico
O IMPACTO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO: DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA PROFESSORES E INSTITUIÇÕES
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A MORTE, O LUTO E A SUA DOR: UMA JORNADA DE REFLEXÃO E TRANSFORMAÇÃO
INTRODUÇÃO: As mídias sociais e plataformas digitais têm um papel significativo na vida das crianças, moldando sua percepção e comportamento desde cedo. Esta pesquisa visa compreender seu impacto no desenvolvimento sócio-cultural infantil, especialmente na autoimagem e identidade, e como influenciam as interações sociais das crianças. Autores como Corsaro, Pinto e Sarmento, Qvortrup e Sirota contribuem para entender a sociologia da infância e a cultura infantil. O uso crescente das redes sociais pelas crianças torna urgente entender seu impacto. A pesquisa tem como objetivo analisar a presença das mídias sociais no cotidiano das crianças de cinco a dez anos, identificar valores em desenhos animados populares e relacionar esses valores com a formação da autoimagem e identidade das crianças. Espera se que esta pesquisa contribua para um ambiente digital mais seguro e para o bem-estar das crianças. OBJETIVO: Analisar a influência das mídias digitais no desenvolvimento sócio-cultural infantil, abordando aspectos como interações sociais, formação de valores e autoimagem. METODOLOGIA: Pesquisa bibliográfica. RESULTADOS: As mídias sociais influenciam profundamente o desenvolvimento das crianças, moldando suas percepções, valores e comportamentos. Plataformas como YouTube e TikTok afetam a autoimagem e identidade infantil, enquanto conteúdos populares frequentemente reforçam estereótipos de gênero e promovem comportamentos inadequados. As crianças tendem a imitar o que veem, mostrando a forte influência dessas mídias em suas atitudes e interações sociais. CONCLUSÃO: A pesquisa destaca que, apesar das oportunidades de aprendizado, as mídias sociais apresentam desafios significativos ao disseminar valores consumistas e estereótipos. É crucial que pais e educadores monitorem o conteúdo acessado pelas crianças e promovam um diálogo aberto para minimizar impactos negativos e apoiar um desenvolvimento saudável
ACÚSTICA E CONTROLE DE RUÍDO EM SALAS DE AULA: IMPACTOS NO DESEMPENHO DOS ALUNOS E NA SAÚDE VOCAL DOS PROFESSORES
O conforto acústico tem sido uma preocupação crescente em ambientes residenciais e profissionais, devido aos impactos negativos do ruído excessivo na saúde e no bem-estar das pessoas. Em ambientes educacionais, essa questão torna-se ainda mais crítica, pois a qualidade acústica das salas de aula influencia diretamente o processo de ensino-aprendizagem e a saúde vocal dos professores, cuja voz é sua principal ferramenta de trabalho. Estudos indicam que salas de aula com altos níveis de ruído ambiental afetam a compreensão dos alunos, prejudicam a concentração e dificultam o aprendizado. Além disso, esse ambiente contribui para o desgaste vocal dos professores. Salas de aula mal projetadas acusticamente aumentam o esforço auditivo dos alunos, tornando mais difícil a assimilação do conteúdo, o que impacta negativamente o processo de ensino-aprendizagem (Dreossi & Momensohn-Santos, 2005). O ruído, proveniente tanto de fontes externas, como o tráfego urbano, quanto internas, como conversas e movimentação dos alunos, também é prejudicial.Do ponto de vista dos professores, o impacto do ruído nas salas de aula é particularmente evidente na saúde vocal. A necessidade de elevar a voz em ambientes ruidosos sobrecarrega as pregas vocais, podendo causar problemas como rouquidão, fadiga vocal e disfonia. Em casos mais graves, essa sobrecarga pode resultar em nódulos ou lesões nas cordas vocais, levando até mesmo ao afastamento dos professores (Cruz et al., 2016). Esses distúrbios afetam diretamente a continuidade das atividades pedagógicas, impactando negativamente a qualidade do ensino (Guidini et al., 2012). A relação entre o ambiente acústico e a saúde vocal dos professores mostra que melhorias acústicas reduzem o esforço vocal e promovem a saúde a longo prazo. Entre as soluções acústicas sugeridas estão o uso de materiais absorventes, como painéis acústicos, cortinas e pisos adequados, além de um isolamento eficiente das salas de aula. Revestimentos de teto e parede com alta capacidade de absorção sonora também são recomendados para minimizar a reverberação e melhorar o conforto acústico (PKO do Brasil, 2024). Essas soluções, além de protegerem a saúde vocal dos docentes, também melhoram o desempenho acadêmico dos alunos, promovendo um ambiente de ensino mais favorável (Oliveira et al., 2021).Portanto, o controle de ruído nas salas de aula deve ser uma prioridade no planejamento arquitetônico das instituições de ensino. A implementação de soluções acústicas eficazes não só contribui para um ambiente escolar mais saudável e produtivo, mas também assegura uma comunicação mais eficiente entre professores e alunos, favorecendo o processo de ensino-aprendizagem (Mondl, 2002). A adoção dessas medidas tem o potencial de reduzir o impacto negativo do ruído na saúde vocal dos professores e no desempenho dos estudantes (Gomes et al., 2023)
PSICOLOGIA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: UMA NOVA FACE
Através de Revisão Bibliográfica, este estudo tem como objetivo razoar acerca da relação entre a Psicologia e a Inteligência Artificial, levando em consideração o contexto atual de pós pandemia. Gil (2009), trata sobre a Tecnologia Educacional pensando o emprego da informática com o uso de computadores em salas de aula e a influência deste na Educação. Por consequência da Pandemia de COVID-19, o Conselho Federal de Psicologia (CFP), junto à Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP) expediram uma Cartilha em relação às práticas de ensino dentro da Graduação de Psicologia, já que havia um receio sobre a qualidade deste enquanto prática remota. A partir da preocupação com o ensino na graduação de Psicologia, o Parecer CNE/CES 1071/2019, enfatiza a necessidade de que este seja presencial, porém, antes da homologação do parecer pelo MEC, a pandemia se tornou realidade e impossibilitou que o ensino continuasse a ser presencial. Quando se pensa na relação da Inteligência Artificial análoga ao ensino da Psicologia e ao emprego de ferramentas por profissionais da área, houve modificações ocorrentes no decorrer de alguns anos nos cursos de graduação relacionadas a isso, como por exemplo, a troca de cobaias animais por softwares de computador. Alloway, Wilsone e Graham (2006), criaram o software canadense, Sniffy, que surgiu como alternativa a utilização de laboratórios experimentais. Ele simula a experiência da caixa de Skinner, ofertando aos acadêmicos a vivência de um laboratório virtual. Consoante com Tomanari e Eckerman (2003) e Cirinoet et al. (2010), há benefícios e prejuízos advindos disso, como o conhecimento sintetizado sobre o rato virtual, além do desprovimento de peculiaridades do animal no manejo dos experimentos. Todavia, a Inteligência Artificial, neste âmbito, mostra-se qualificada na investigação referente a análise do comportamento, mesmo com limitações, respeitando a ética e diminuindo os custos das instituições. Ao falar do exercício do Psicólogo, este não pode ser substituído pela Inteligência Artificial. De acordo com Arroyo (2009), o ser humano pode aprender geografia, a escrever, a contar sozinhos, mas não há como aprender a ser humano sem as relações interpessoais. Conclui-se então, conforme Buranil e Vieira (2020), que os atuantes da Psicologia e da Educação podem aderir ao movimento do uso de tecnologias em seu exercício profissional objetivando a praticidade ofertada pela Inteligência Artificial, ou seja, como forma de instrumento e não como substituta da ação psicológica
PROMOVENDO PESQUISA RESPONSÁVEL E SUSTENTÁVEL PARA UM FUTURO ÉTICO
Resumo: INTRODUÇÃO: No cenário atual de rápido avanço científico e tecnológico, a forma como se alcança essas inovações é tão crucial quanto os resultados obtidos. A promoção da pesquisa responsável e sustentável atua como um guia, garantindo não apenas o progresso, mas também a integridade ética no processo. A intersecção entre pesquisa e ética é essencial, exigindo que se questione "Como se pode inovar de forma responsável e benéfica?" (Resnik, 2018). Neste contexto, explorar a ciência e a tecnologia com uma consciência ética e sustentável deixou de ser opcional; tornando-se sim uma obrigação moral. Esse compromisso é fundamental para assegurar que o progresso não comprometa a preservação ambiental, a igualdade e os princípios éticos, garantindo um futuro mais justo e equilibrado para todos (Schramm, 2014). OBJETIVO: O objetivo dessa pesquisa foi promover um avanço científico e tecnológico não apenas inovador, mas também responsável e sustentável. A pesquisa buscou assegurar que o progresso seja alcançado de maneira ética, preservando o meio ambiente, promovendo a igualdade e mantendo altos padrões morais em todas as etapas do processo de descoberta (Resnik, 2013). Ao fazer isso, a pesquisa deslumbra construir um futuro mais justo e equilibrado, com os benefícios da inovação são distribuídos de maneira equitativa e sem comprometer a sustentabilidade do planeta. METODOLOGIA: A pesquisa classifica-se em pesquisa quali - quantitativa e utilizou como instrumento de coleta de dado questionário online. RESULTADOS: Os resultados da pesquisa mostram que, embora 82% dos participantes reconheçam a responsabilidade ética como fundamental, apenas 45% receberam treinamento adequado sobre ética durante sua formação (Resnik, 2018). Em relação à sustentabilidade, apenas 37% dos pesquisadores integram práticas sustentáveis em suas atividades, enfrentando barreiras como falta de recursos (54%) e pressão por resultados rápidos (Schramm, 2014). Além disso, 68% dos participantes reconhecem a importância da colaboração interdisciplinar para enfrentar desafios éticos e sustentáveis, mas apenas 25% participam ativamente dessas colaborações, revelando um descompasso entre a percepção de importância e a prática (Resnik, 2013). CONCLUSÃO: As conclusões do estudo enfatizam a importância de fomentar uma pesquisa que seja tanto responsável quanto sustentável, visando a construção de um futuro ético. A educação e o treinamento contínuo dos pesquisadores emergem como aspectos cruciais, assim como a promoção de uma cultura de colaboração interdisciplinar. A adoção eficaz dessas práticas pode ter um impacto significativo na superação dos desafios éticos e ambientais que enfrentamos atualmente, assegurando assim um efeito positivo e duradouro tanto na sociedade quanto no meio ambiente (Resnik, 2018).