Faculdade Sant'Ana OJS
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A IMPORTÂNCIA DO PIBID PARA A CARREIRA ACADÊMICA: CONCEPÇÃO DE ALUNAS DO CURSO DE PEDAGOGIA
Este trabalho tem por objetivo abordar o PIBID, PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA, instituído pelo Decreto de Lei nº 7.219/2010. No contexto tanto acadêmico quanto docente, o programa é essencial tanto pela ajuda com o valor mensal da bolsa quanto para que se observe na prática o que é a docência de modo a estar inserido dentro de uma sala de aula. Além de acadêmicos de um curso de Licenciatura, o PIBID possibilita a integração no cotidiano escolar, com olhar agora de professores, aprendendo e observando todos os desafios e problemáticas enfrentadas em uma sala de aula. A presente pesquisa caracteriza-se como uma revisão de literatura, com análises de produções acadêmicas publicadas a partir de 2020. Foram consultados artigos científicos disponíveis em bases de dados digitais, com foco em estudos sobre a importância do PIBID para a aprendizagem da docência em nossa formação inicial. “O PIBID tem um importante papel na construção do ser professor, possibilitando aos bolsistas conhecimentos pedagógicos e experienciais” (NISHIYAMAA; FIGUEIREDO, 2021, p. 364). E como a relação de experiência e prática necessitam andar juntas “Ambas participações constroem o ser e o fazer da docência, e sobretudo, possibilita adentrar num aspecto central na profissão que seria a vivência da teoria e da prática, o que pode ser caracterizado como a práxis educativa” (NOVAES et al., 2023, p.6). As acadêmicas de Pedagogia da Faculdade Sant’Ana estão inseridas no programa PIBID desde janeiro de 2025,desenvolvendo atividades em Colégios Estaduais participantes do programa. Realizam atividades em conjunto com a coordenação pedagógica, acompanhando e observando o cotidiano escolar. Auxiliam a preceptora em diferentes tarefas, como a elaboração do Diário de Bordo e a transcrição da lista de presença dos alunos. Além disso, quando solicitadas, participam de momentos em sala de aula, observando a relação da pedagoga com os estudantes e as problemáticas presentes no contexto escolar. Para reconhecer a relevância do programa, realizou-se uma pesquisa rápida com as acadêmicas participantes do PIBID e os resultados estão descritos no gráfico abaixo.
Essa pesquisa ainda está em andamento, mas até aqui podemos observar que o PIBID é de extrema importância para o estudante, trazendo para a sua formação uma oportunidade integral e assertiva de poder aprender tanto no campo da pesquisa docente, quanto na observação didática, desenvolvendo um olhar mais atento e reflexivo para a sala de aula com todos os seus desafios e problemáticas trazidos da nossa sociedade que respigam no cotidiano escolar.
A IMPORTÂNCIA DO BRAILLE E DO SOROBAN NA INCLUSÃO DE APRENDIZAGEM DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL
O estudo analisa a importância do Braille e do Soroban na inclusão e aprendizagem de estudantes com deficiência visual, destacando como essas ferramentas contribuem para a autonomia e o desenvolvimento acadêmico. A pesquisa tem como objetivo discutir a aplicabilidade desses recursos no ambiente escolar e os desafios enfrentados na sua implementação. A metodologia adotada baseia-se em uma revisão bibliográfica, considerando a legislação vigente, as práticas pedagógicas inclusivas e os impactos da acessibilidade educacional. Os resultados evidenciam que a ausência de materiais adaptados e a falta de capacitação docente representam barreiras para a inclusão plena, limitando o aprendizado dos estudantes com deficiência visual. No entanto, verificou-se que o uso do Braille e do Soroban potencializam o ensino da leitura, da escrita e da matemática, proporcionando maior independência aos alunos. Conclui-se que a inclusão educacional de estudantes cegos exige investimentos contínuos em infraestrutura, tecnologia assistiva e formação docente, além do fortalecimento de políticas públicas voltadas para a acessibilidade. O estudo contribui para o debate sobre a equidade no ensino e sugere novos caminhos para aprimorar a educação especial, tornando-a mais acessível e eficaz para estudantes com deficiência visual.
VIVÊNCIA E PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA NO COLÉGIO POLIVALENTE
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo relatar e refletir sobre a experiência vivenciada durante o estágio supervisionado obrigatório em Educação Física, realizado no Colégio Polivalente, como parte integrante da formação na Licenciatura em Educação Física. O estágio ocorreu ao longo do ano de 2025, sob orientação institucional e acompanhamento docente, contemplando turmas do Ensino Médio
PERCEPÇÃO DA INFLUÊNCIA DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA QUALIDADE DE VIDA DE CORREDORAS AMADORAS
A incontinência urinária (IU) é definida como qualquer perda involuntária de urina e pode impactar negativamente a qualidade de vida, especialmente em mulheres ativas. Este estudo teve como objetivo analisar a percepção da influência da IU na qualidade de vida de corredoras amadoras residentes em Ponta Grossa, no Paraná. Trata-se de um estudo exploratório e descritivo, com inserção de 22 mulheres na amostra final, das quais 10 (45,45%) relataram episódios de perda urinária durante a prática de exercícios físicos. Apesar disso, os resultados revelaram que a IU teve baixo impacto sobre a qualidade de vida das participantes. A maioria das respostas situou-se entre os valores 4,01 e 5,00, indicando pouca ou nenhuma interferência da condição no cotidiano. Um achado relevante foi que o Grupo B demonstrou maior preocupação com a localização de banheiros em locais novos e maior vigilância quanto ao esvaziamento vesical, mesmo sem histórico de perda urinária. Nenhuma mulher do Grupo A havia recebido diagnóstico clínico ou realizava tratamento fisioterapêutico, o que sugere possível subnotificação e falta de orientação. Os dados indicam que, por se tratar majoritariamente de IU de esforço, os impactos percebidos foram mínimos. A prática regular de exercícios pode estar associada a uma percepção mais positiva de saúde e bem-estar, mesmo diante da presença de sintomas. Conclui-se que a incontinência urinária, embora presente em algumas corredoras amadoras, não compromete significativamente sua qualidade de vida, para este grupo específico
LUDICIDADE NA ALFABETIZAÇÃO: DESAFIOS E AVANÇOS
Antes mesmo da alfabetização formal, a criança já se encontra imersa no universo letrado. Ela tem contato com a escrita em diferentes contextos — em panfletos, placas, nomes de lojas e no celular — e, a partir dessas vivências, elabora hipóteses sobre o funcionamento desse sistema. Emília Ferreiro e Ana Teberosky ressaltam que essas construções devem ser consideradas pelo professor, que atua como mediador do processo. Assim, reconhecer os diferentes níveis de evolução da escrita permite guiar a criança com mais eficácia, valorizando o conhecimento prévio que ela traz. Para que a alfabetização não seja um processo mecânico e desgastante, é necessário que as propostas pedagógicas despertem o interesse da criança. Nesse sentido, a ludicidade assume papel central, pois dialoga com a forma natural de aprender por meio do brincar. Jogos, histórias, dramatizações e atividades simbólicas possibilitam que a criança substitua suas hipóteses iniciais por novos conhecimentos de forma espontânea e prazerosa. Diferente das cartilhas tradicionais, esse processo favorece não apenas a aprendizagem da leitura e escrita, mas também o desenvolvimento da atenção, memória, raciocínio lógico, imaginação e cooperação. Já Vygotsky contribui ao destacar que a aprendizagem é potencializada pelas interações sociais, especialmente na chamada “zona de desenvolvimento proximal”. As atividades lúdicas, nesse contexto, funcionam como mediadoras que ampliam a aprendizagem coletiva e tornam a alfabetização mais significativa. Dessa forma, a ludicidade não apenas facilita a apropriação do sistema de escrita, mas também forma sujeitos críticos, criativos e engajados. O brincar, aliado ao processo de alfabetização, transforma-se em ferramenta que articula teoria e prática, conhecimento e prazer, preparando a criança para interagir ativamente com o mundo.
O PAPEL DO PROFESSOR NA CONSTRUÇÃO DE UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
O trabalho traz como o papel de professor é fundamental para o desenvolvimento dos alunos de inclusão, nele visa mostrar a importância no professor no processo de ensino
SÍNDROME DE BURNOUT EM PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA (2010-2023)
Segundo o Ministério da Saúde a Síndrome de Burnout ou Síndrome do esgotamento profissional é caracterizada como um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante. Os Profissionais mais acometidos pela Síndrome de Burnout são profissões que trabalham em contato direto com outras pessoas, entre essas profissões podemos incluir os professores de Educação Física. Assim, o objetivo da presente pesquisa foi analisar a ocorrência da Síndrome de Burnout em professores de Educação Física. Trata-se de uma revisão bibliográfica, para a qual foi realizado um levantamento dos anos 2010-2023 sobre a Síndrome de Burnout em Professores de Educação Física. Foi realizada a busca nas bases de dados Biblioteca Virtual da Saúde (BVS) e Periódicos Capes. Após a aplicação dos critérios de exclusão foram selecionados 6 artigos para serem analisados e discutidos. Com relação às dimensões da Síndrome de Burnout, a maior parte dos estudos investigados revelaram a exaustão emocional com maiores níveis. As pesquisas também mostraram níveis altos de desumanização e de baixa realização profissional nos estudos investigados. Pode-se concluir que os professores de Educação física têm uma predominância maior a desenvolver a Síndrome de Burnout, principalmente os docentes mais novos, pela quebra de expectativa ao enfrentar as realidades da profissão