Faculdade Sant'Ana OJS
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A PSICOTERAPIA E O CHAT GPT
O papel do Chat GPT na psicoterapia tem gerado discussões significativas sobre suas capacidades e limitações em relação ao atendimento psicológico humano. Embora a tecnologia possa oferecer suporte e interações informativas, é essencial reconhecer que o Chat GPT não pode substituir um psicólogo humano na prática clínica. Este estudo visa discutir as limitações do Chat GPT como substituto para a terapia realizada por profissionais de psicologia, abordando as matrizes que diferenciam o atendimento automatizado da terapia humana e destacando a importância da presença humana na psicoterapia. Utilizando uma abordagem qualitativa e bibliográfica, a pesquisa analisa a literatura sobre a eficácia da psicoterapia tradicional em comparação com o uso de tecnologias baseadas em Inteligência Artificial (IA). De acordo com Costa (2023), embora o Chat GPT possa oferecer suporte inicial e orientações gerais, ele não possui a capacidade de criar uma conexão emocional genuína ou realizar uma avaliação profunda e personalizada que um psicólogo pode proporcionar. O psicoterapeuta desempenha funções que vão além do fornecimento de um diagnóstico, como realizar a análise do comportamento do paciente, que muitas vezes não é perceptível ao próprio paciente. A psicoterapia envolve mais do que a troca de informações; ela requer empatia, compreensão profunda e a habilidade de interpretar aspectos emocionais, elementos que uma IA ainda não consegue replicar de maneira adequada (Souza, 2024). Além disso, Oliveira (2022) ressalta que a gestão de crises e o manejo de traumas complexos exigem um nível de experiência e julgamento clínico que vai além da capacidade atual das tecnologias automatizadas. Em conclusão, é possível dizer que o Chat GPT não pode substituir a função de um psicólogo humano, pois a presença humana é crucial para a construção de uma relação terapêutica eficaz, para o entendimento das complexidades emocionais e para o fornecimento de um tratamento personalizado e empático. A integração da tecnologia pode ser considerada como um suporte adicional ao atendimento psicológico tradicional, para fins de pesquisa e aprimoramento, sem substituir o papel essencial do psicólogo na condução da terapia, garantindo assim a preservação da qualidade e da profundidade do processo terapêutico
COMO AS MÍDIAS SOCIAIS INFLUENCIAM NO DESENVOLVIMENTO SÓCIOCULTURAL INFANTIL?
INTRODUÇÃO: As mídias sociais e plataformas digitais têm um papel significativo na vida das crianças, moldando sua percepção e comportamento desde cedo. Esta pesquisa visa compreender seu impacto no desenvolvimento sócio-cultural infantil, especialmente na autoimagem e identidade, e como influenciam as interações sociais das crianças. Autores como Corsaro, Pinto e Sarmento, Qvortrup e Sirota contribuem para entender a sociologia da infância e a cultura infantil. O uso crescente das redes sociais pelas crianças torna urgente entender seu impacto. A pesquisa tem como objetivo analisar a presença das mídias sociais no cotidiano das crianças de cinco a dez anos, identificar valores em desenhos animados populares e relacionar esses valores com a formação da autoimagem e identidade das crianças. Espera-se que esta pesquisa contribua para um ambiente digital mais seguro e para o bem-estar das crianças. OBJETIVO: Analisar a influência das mídias digitais no desenvolvimento sócio-cultural infantil, abordando aspectos como interações sociais, formação de valores e autoimagem. METODOLOGIA: Pesquisa bibliográfica. RESULTADOS: As mídias sociaisinfluenciam profundamente o desenvolvimento das crianças, moldando suas percepções, valores e comportamentos. Plataformas como YouTube e TikTok afetam a autoimagem e identidade infantil, enquanto conteúdos populares frequentemente reforçam estereótipos de gênero e promovem comportamentos inadequados. As crianças tendem a imitar o que veem, mostrando a forte influência dessas mídias em suas atitudes e interações sociais. CONCLUSÃO: A pesquisa destaca que, apesar das oportunidades de aprendizado, as mídias sociais apresentam desafios significativos ao disseminar valores consumistas e estereótipos. É crucial que pais e educadores monitorem o conteúdo acessado pelas crianças e promovam um diálogo aberto para minimizar impactos negativos e apoiar um desenvolvimento saudável
O IMPACTO PSICOLÓGICO DO USO DE ANABOLIZANTES EM ATLETAS:RISCOS E CONSEQUÊNCIAS PARA O DESEMPENHO E BEM ESTAR
Resumo: INTRODUÇÃO: O uso de anabolizantes entre atletas é uma práticacontroversa que, apesar de seus efeitos potencialmente positivos no desempenhofísico, levanta sérias preocupações quanto às suas consequências psicológicas epara a saúde em geral. Anabolizantes são substâncias sintéticas que imitam osefeitos da testosterona no corpo, promovendo o aumento da massa muscular e daforça. Embora muitos atletas recorrem a esses compostos para melhorar odesempenho, o uso de anabolizantes está associado a uma série de riscos à saúdemental, incluindo alterações de humor, comportamento agressivo e dependência.Este estudo examina os impactos psicológicos do uso de anabolizantes em atletas eas implicações para seu desempenho esportivo e bem-estar. OBJETIVO: Esseestudo tem como objetivo investigar os efeitos psicológicos do uso de anabolizantesem atletas, identificando as principais alterações emocionais e comportamentais quesurgem com o uso prolongado dessas substâncias, o estudo busca explorar asconsequências dessas alterações para o desempenho esportivo e a saúde mental alongo prazo (meses a anos, podendo resultar em problemas psicológicos gravescomo depressão severa, ansiedade crônica e dependência), destacando aimportância de intervenções preventivas e educativas. METODOLOGIA: Estudo deabordagem qualitativa com uso da literatura científica e entrevistas semiestruturadascom atletas que admitiram o uso de anabolizantes. A revisão da literatura incluiuartigos acadêmicos, relatórios de saúde pública e estudos de caso que abordam osefeitos psicológicos dos anabolizantes. RESULTADOS: Os resultados do estudoindicam que o uso de anabolizantes está associado a uma série de efeitospsicológicos negativos, incluindo irritabilidade aumentada, episódios de agressão,depressão e ansiedade. Muitos dos atletas entrevistados relataram sentir umasensação inicial de euforia e aumento de confiança, seguida por crises dedepressão e alterações de humor severas, especialmente durante os ciclos dedescontinuação do uso das substâncias. Além disso, foi identificado um padrão dedependência psicológica, onde os atletas se sentiam incapazes de manter odesempenho esportivo sem o uso contínuo de anabolizantes. Também foiencontrado evidências de que essas alterações psicológicas impactamnegativamente as relações interpessoais e a qualidade de vida dos atletas.CONCLUSÃO: Concluímos que o uso de anabolizantes em atletas podeproporcionar ganhos temporários no desempenho físico, mas os custos psicológicossão significativos e, em muitos casos, devastadores. As alterações de humor, ocomportamento agressivo, a depressão e a dependência psicológica são apenasalgumas das consequências enfrentadas por esses atletas. Esses achadosdestacam a necessidade urgente de políticas mais rígidas de controle desubstâncias e de programas educativos que alertem os atletas sobre os riscospsicológicos do uso de anabolizantes. A prevenção e o tratamento adequado sãoessenciais para proteger a saúde mental e o bem-estar dos atletas, promovendo umesporte mais ético e saudáve
EFEITO DO TREINAMENTO DE FORÇA NO EQUILÍBRIO ESTÁTICO DE IDOSOS
O envelhecimento está associado a diversas mudanças físicas, incluindo a perda de força muscular e equilíbrio, fatores que aumentam o risco de quedas em idosos. Dentre as intervenções propostas para mitigar esses efeitos, o treinamento de força (TF) se destaca como uma estratégia eficaz. Este estudo teve como objetivo revisitar o trabalho: "Effects of strength training on static balance in the elderly: a systematic review." Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 2023. O trabalho trata dos efeitos de um programa de TF de intensidade progressiva sobre o equilíbrio estático de pessoas idosas, contribuindo para a prevenção de quedas. A pesquisa envolveu 23 idosos que participaram de um programa de treinamento resistido de força durante 12 semanas. As sessões de treinamento ocorreram três vezes por semana, utilizando intensidades que variavam entre 60% e 85% de uma repetição máxima (1-RM). Para mensurar os efeitos do treinamento, foram utilizados dois parâmetros principais: a estabilometria, que avalia o equilíbrio, e o teste de predição de 1-RM, que mede a força máxima. Os resultados da intervenção foram significativos. Observou-se uma redução na amplitude e velocidade de deslocamento anteroposterior, bem como na área total deslocada durante os testes de estabilometria. Essas melhorias indicam um aumento na estabilidade e no equilíbrio estático dos participantes. Além disso, o programa também contribuiu para a diminuição da perda de massa muscular, um fator crucial para a mobilidade e independência dos idosos. Essas descobertas estão em consonância com a literatura existente, que aponta o TF como uma abordagem benéfica para melhorar não apenas a força, mas também a funcionalidade e a qualidade de vida de populações mais velhas. A intensidade progressiva do treinamento foi fundamental para garantir adaptações fisiológicas, permitindo que os participantes aumentassem sua força ao longo do programa. Os resultados deste estudo sugerem que o treinamento resistido de força é uma intervenção eficaz para melhorar o equilíbrio estático em idosos, além de promover ganhos significativos na força muscular. A prevenção de quedas, um aspecto crucial para a segurança e qualidade de vida da população idosa, pode ser significativamente beneficiada por programas de treinamento como o avaliado. Assim, recomenda-se a implementação de programas de TF em comunidades e instituições que atendem a essa faixa etária, considerando sua relevância para a promoção da saúde e do bem-estar dos idosos.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: RISCOS E BENEFÍCIOS PARA AS ÁREAS LABORAIS, SOCIAIS E DE SAÚDE MENTAL
Este estudo tem a finalidade de discorrer sobre a Inteligência Artificial- IA e sua repercussão nos variados segmentos da vida humana, principalmente na área laboral, social e de saúde mental. A inteligência artificial (IA) é um campo da ciência da computação que visa desenvolver sistemas capazes de simular habilidades humanas, como aprendizado e raciocínio, tendo como objetivo criar interações cada vez mais similares às humanas, aprimorando-se com a quantidade de dados processados. A Inteligência Artificial surgiu na década de 1950, e sua origem é confundida com a própria origem do computador. Esta pesquisa teve como objetivo geral abordar sobre o uso e desenvolvimento da IA. Os objetivos específicos visam apontar os riscos e benefícios da IA nas áreas laborais, sociais e de saúde mental. Este estudo se classifica como qualitativo, exploratório e bibliográfico, e as fontes consultadas foram artigos científicos, sites e livros. As pesquisadoras colombianas Estrada e Salazar (2016) investigaram o uso da Inteligência Artificial na área da saúde mental, em processos de psicoterapia, e avaliaram se as contribuições da tecnologia, como o uso de sistemas de reconhecimento de gestos e tom de voz podem auxiliar um terapeuta humano, ou até mesmo como uma tecnologia de acolhimento pode ser útil na indisponibilidade de atendimento durante momentos críticos, para a qual pode compartilhar processos catárticos contando sobre experiências traumáticas. O desenvolvimento de técnicas baseadas em IA pode ajudar profissionais de saúde mental a identificarem de forma mais objetiva transtornos mentais em estágios precoces, porém é necessário ter cautela para evitar superestimações ou interpretações errôneas dos resultados algorítmicos, visando apenas reduzir a lacuna entre a IA e profissionais de saúde, e não substituindo-os por completo. Quanto aos riscos podemos citar o desemprego estrutural, ou precarização das condições de trabalho para alguns profissionais que podem ser substituídos por máquinas; maior desigualdade social, com o aumento do capital sobre o trabalho, enfraquecendo instituições laborais ocasionando redução na arrecadação de governos via tributos diminuindo programas de distribuição de rendas; perpetuação de vieses e preconceitos;
indefinição sobre direitos autorais, no Brasil, obras criadas pela IA não são protegidas por direitos autorais; riscos à privacidade, as informações pessoais de usuários de redes sociais, buscadores de ferramentas também pode servir para treinar algoritmos; e a desinformação, sendo possível utilizar a IA para criar grandes quantidades de conteúdos falsos, de forma rápida, fácil e barata. (DIGITAL, 2024). Independente dos avanços, a Inteligência Artificial está cada vez mais no dia-a-dia do indivíduos, por isso é necessário utilizá-la de forma responsável e consciente, para que ao invés de ajudar, ela não se torne uma ameaça.
CARACTERIZAÇÃO E PROPRIEDADES ESPECÍFICAS DO GLEISSOLO: DESAFIOS E IMPORTÂNCIA DE MANEJO ADEQUADO
A presente pesquisa aborda as características da ordem de solo denominada Gleissolo, o qual é definido pelo Sistema de Classificação de Solos do Brasil (SiBCS) como sendo solos minerais, hidromórficos, que possuem especificidades causadas pelo excesso de água, permanente ou temporário. A problemática desse estudo refere-se ao relato das características presentes no Gleissolo e a importância de entender suas limitações e potencialidades, visando um manejo adequado, pois o desconhecimento de suas propriedades pode acarretar em problemas ambientais e diminuição de produtividade na agricultura. Como objetivos esta pesquisa almeja relatar os aspectos gerais do Gleissolo, seus ambientes de ocorrência, sua definição e subclassificação, utilizando como referência o material do SiBCS, além de destacar as potencialidades e limitações no uso agrícola. No tocante aos aspectos metodológicos este estudo configura-se como uma pesquisa bibliográfica. Os Gleissolos são classificados como solos minerais, saturados em água, com horizonte glei dentro de 50 cm a partir do horizonte A ou H (EMBRAPA, 2018). Se trata de um tipo de solo que sofre processos de oxidação pois se encontra em ambientes saturados por água e mal drenados, geralmente em locais planos, como margens de rios, várzeas ou próximos a lençóis freáticos. Podem ser subdivididos em Gleissolo Tiomórfico, Gleissolo Sálico, Gleissolo Melânico e Gleissolo Háplico. De acordo com a literatura acadêmica (OLIVEIRA NETO; LOPES DA SILVA, 2021; RIBAS CURCIO; ANNET BONNET, 2021) as principais culturas utilizadas neste solo são a cana-de-açúcar e o arroz, além da criação de bovinos e caprinos, os quais dependem de pastagens podendo ser naturais ou plantadas. Apresentam limitações ao uso agrícola, devido à presença de lençóis freáticos muito próximos da superfície e ao risco de alagamentos, porém, após devidamente drenados e com fertilidade corrigida podem ser uma opção para pastagens e outras culturas que se desenvolvam bem em ambientes de pouco oxigênio. Por fim, reitera-se a importância do conhecimento das características do Gleissolo, bem como suas potencialidades e limitações, pois o manejo adequado pode elevar os níveis de produção, tornando possível realizar atividades agrícolas rentáveis sem ocasionar problemas ambientais
PSICOLOGIA SOCIAL E FAKE NEWS: MODELOS DE IA PARA A PREVENÇÃO DA MANIPULAÇÃO DE MASSAS
No cerne de inúmeros dilemas digitais contemporâneos e, consequentemente, da desinformação, está a relação entre psicologia social, fake news e inteligência artificial (IA). Mais especificamente, a disseminação de fake news por meio de redes sociais e plataformas digitais. As maneiras pelas quais os algoritmos servem como condutores para a propagação de notícias falsas são um dos principais tópicos abordados neste artigo. Esses algoritmos, que visam aumentar o engajamento, acabam por consolidar ainda mais os vieses cognitivos e sociais, estimulando a disseminação de desinformação de maneira mais eficaz e veloz (Pariser, 2011). As descobertas ressaltam que esses algoritmos exploram vulnerabilidades psicológicas, como o viés de confirmação, o que reforça a necessidade de uma abordagem interdisciplinar para combater a manipulação em massa.A metodologia do estudo é baseada em uma revisão de literatura, proporcionando uma visão teórica abrangente do problema. A análise de trabalhos sobre IA e psicologia social permitiu identificar os mecanismos pelos quais as fake news se espalham e como a IA pode contribuir, tanto para ampliar quanto para combater essa disseminação. No entanto, a metodologia é limitada pela ausência de dados empíricos ou experimentos que validem as hipóteses levantadas. Isso impede uma análise mais profunda sobre os impactos reais dos modelos de IA na prevenção de desinformação (Shu et al., 2017).Uma das principais descobertas da pesquisa é que os algoritmos de IA criam bolhas informacionais, onde os usuários são expostos apenas a conteúdos que reforçam suas próprias crenças. Esse processo exacerbado pelo viés de confirmação, dificulta a troca de ideias entre diferentes grupos e fomenta a polarização social (Pennycook & Rand, 2018). A revisão também destaca que as fake news tendem a se espalhar mais rapidamente que as notícias verdadeiras devido ao seu apelo emocional, tornando ainda mais complexo o combate à desinformação (Vosoughi, Roy & Aral, 2018). Além disso, o estudo considera o efeito backfire, que ocorre quando a tentativa de corrigir mitos ou desinformação leva, paradoxalmente, ao fortalecimento das crenças equivocadas. Esse fenômeno representa um grande obstáculo na luta contra a desinformação, especialmente em contextos polarizados (Nyhan & Reifler, 2010). O estudo sugere que, para superar esse desafio, os modelos de IA precisam ser ajustados para personalizar estratégias de correção, levando em consideração as vulnerabilidades psicológicas e sociais dos usuários. No entanto, essa abordagem enfrenta desafios éticos, como a privacidade dos dados pessoais e o uso de perfis comportamentais. Em conclusão, embora a IA tenha grande potencial para combater a disseminação de fake news, sua eficácia depende da incorporação de insights psicológicos em seus algoritmos. O estudo ressalta que uma colaboração interdisciplinar entre psicologia social e IA é essencial para enfrentar os desafios éticos e práticos na prevenção da manipulação de massas (Sunstein, 2009). A abordagem proposta, ao mesmo tempo promissora, exige um maior desenvolvimento empírico para validar suas aplicações e impactos na sociedade
IMPLICAÇÕES PARA POLÍTICAS INCLUSIVAS: ensino superior bilíngue para surdos
A pesquisa atual tem como tema uma política pública de inclusão de surdos no ensino superior: a definição de experiência. O objetivo geral foi estudar políticas comunitárias que contemplassem o processo de surdez integrada. Como objetivos específicos tem: articular a situação do surdo na sociedade moderna e suas necessidades, bem como políticas sociais e legislação que inclua a inclusão da educação de surdos em todas as esferas sociais, analisar oportunidades e limitações no que proporciona essas estruturas e falta de reconhecimento da língua de sinais como primeira língua e dificuldade no uso do português para surdos. Conclui-se, portanto, que o ensino bilíngue é um caminho possível para aprofundar essa situação. Com base em relatos de experiência audível e comprovada por acadêmicos surdos, professores e tradutores/tradutores profissionais de Libras/Língua Portuguesa, para ilustrar a transferência de métodos que envolvem o ensino de surdos para tornar o processo ensino-aprendizagem mais significativo. A razão pela qual a inclusão de alunos com necessidades especiais no sistema de ensino geral é hoje um guia fundamental para as políticas públicas de educação. O problema de pesquisa se concentra em perguntar como as políticas sociais do sistema de ensino superior atendem à s necessidades educacionais dos alunos surdos. A abordagem baseou-se em duas fases, a primeira na realização de um projeto de pesquisa teórica, que contemplou os seguintes estudos sobre estudos culturais surdos, política comunitária de inclusão na educação