Faculdade Sant'Ana OJS
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     EXERCÍCIO E SONO: UMA ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DO SONO

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    O presente artigo tem como objetivo investigar a relação entre exercício físico e sono, destacando a influência da atividade física no ciclo sono-vigília. A pesquisa é fundamentada na hipótese de que o exercício pode ser uma intervenção eficaz e não-farmacológica para melhorar a qualidade do sono, sendo crucial para a saúde física e mental. A metodologia utilizada consistiu em uma revisão bibliográfica que analisou diversos estudos científicos sobre as características do sono e os efeitos do exercício físico. Foram considerados dados que mediram parâmetros como latência para adormecer, duração e eficiência do sono, além da ocorrência de distúrbios como a insônia. A análise abrangeu tanto exercícios aeróbicos quanto anaeróbicos, proporcionando uma visão abrangente sobre a temática. Os resultados da revisão indicam que a prática regular de exercícios físicos, especialmente os aeróbicos, está associada a um aumento no tempo de sono profundo (NREM), melhoria na eficiência do sono e redução dos episódios de insônia. Estudos apontam que indivíduos que se exercitam regularmente experimentam uma qualidade de sono superior e um estado de alerta maior durante o dia (Pawluk et al., 2020). A atividade física parece atuar positivamente nos padrões de sono, tornando-se uma alternativa viável às intervenções farmacológicas, que muitas vezes apresentam efeitos colaterais indesejados. Além disso, o artigo observa que, embora a evidência dos benefícios do exercício para a qualidade do sono seja robusta, a sua utilização como terapia para distúrbios do sono é ainda limitada. A falta de conhecimento e a subutilização do exercício por parte de profissionais de saúde contribuem para essa situação. A pesquisa sugere que uma maior conscientização sobre os efeitos positivos do exercício pode facilitar a sua  integração nas abordagens terapêuticas para distúrbios do sono. Em suma, a relação entre exercício físico e qualidade do sono é evidente e amplamente documentada. O exercício regular pode servir como uma intervenção eficaz para melhorar o padrão de sono e tratar distúrbios como a insônia. No entanto, é necessário que haja uma mudança na prática clínica, com uma maior adoção do exercício como estratégia de tratamento e prevenção. Profissionais de saúde devem ser incentivados a se informar sobre os benefícios do exercício físico, promovendo, assim, uma abordagem mais integrada e holística na gestão da saúde do sono. A implementação de programas de exercício deve ser considerada uma prioridade na promoção do bem-estar geral e da saúde mental

    AS INTERFERÊNCIAS DA LINGUAGEM E DA AUDIÇÃO NA SAÚDE DOS IDOSOS

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    Resumo:. O presente trabalho busca refletir sobre a linguagem e a audição na pessoa idosa, com base na análise de Fonseca (2019). A metodologia adotada foi uma revisão bibliográfica de dois artigos que abordam essa temática. O texto destaca a importância da identificação precoce das alterações auditivas em idosos, bem como as dificuldades cognitivas e de linguagem. Com o envelhecimento, muitas pessoas desenvolvem presbiacusia, o que afeta tanto a cognição quanto a comunicação, levando o idoso a situações de isolamento social e frustração, que podem resultar em quadros depressivos. A perda de sensibilidade auditiva compromete a comunicação verbal e aumenta o risco de alterações cognitivas e de linguagem. Os dois artigos revisados ressaltam a necessidade de identificar precocemente a presbiacusia para o encaminhamento ao tratamento fonoaudiológico, o que contribui diretamente para a melhora na qualidade de vida dos idosos. Os resultados mostram que a perda auditiva impacta significativamente os aspectos biológicos, sociais e psicológicos dos indivíduos, sendo um fator determinante nas dificuldades de comunicação. Quanto maior a perda auditiva, maior será a dificuldade na fala. Conclui-se que os profissionais de saúde, independentemente de sua área de atuação, devem estar preparados para identificar os primeiros sinais de perda auditiva e encaminhar os pacientes ao fonoaudiólogo para exames e tratamentos específicos. Essa abordagem tem como objetivo promover a saúde auditiva, cognitiva e comunicativa, melhorando assim a qualidade de vida dos idosos. Os autores também enfatizam a importância da triagem auditiva e sugerem que mais estudos sejam realizados sobre a linguagem no envelhecimento saudável, a fim de ampliar o conhecimento e abrir novas perspectivas sobre a audição e comunicação na pessoa idosa.

    O PAPEL DA FAMÍLIA NA INCLUSÃO ESCOLAR

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    Esse trabalho tem como objetivo analisar o papel da família na Educação Inclusiva

    TECENDO SABERES: A INTERSECÇÃO DA TECNOLOGIA E DA INCLUSÃO NO COMBATE AO PRECONCEITO ESCOLAR

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    O ambiente escolar é, por definição, um espaço de encontros entre culturas, classes e raças, o que torna crucial criar atividades que não só incluam, mas valorizem as experiências dos alunos. Nesse contexto, bell hooks (2017) defende que a educação deve ser um espaço de transformação pessoal e social, desafiando normas e abordando desigualdades criticamente. Para hooks, a adoção de métodos não convencionais, como filmes e tecnologias — inclusive a Inteligência Artificial (IA) —, pode se tornar uma ferramenta poderosa na educação, desde que seu uso seja mediado por reflexões críticas. Embora muitas vezes vista como neutra, a IA reflete os valores e preconceitos de seus criadores, aproximando-se das críticas ao ensino tradicional, que frequentemente negligencia desigualdades sociais. Seu impacto, no entanto, transcende a sala de aula, influenciando a construção de identidades. Assim, se utilizada de forma inclusiva, a IA pode ser uma aliada no combate ao racismo e na promoção da justiça social. Este trabalho explora esse potencial por meio da criação de duas atividades de ensino de língua portuguesa na plataforma Kahoot, que abordaram o preconceito racial e a estereotipagem indígena com estudantes do ensino médio. Stuart Hall (2006), em sua análise sobre a representação, contribui para essa discussão ao destacar como as representações na mídia moldam percepções culturais e sociais. Hall afirma que representações podem tanto reforçar quanto desafiar estereótipos, impactando diretamente o conteúdo pedagógico a ser trabalhado em sala de aula. Embora a plataforma Kahoot ofereça uma interface acessível e multimodal, com vídeos, textos e imagens, ela apresenta limitações significativas. A restrição no número de caracteres por pergunta e a impossibilidade de personalizar o design comprometem a criação de um conteúdo mais profundo e visualmente atraente. Ainda assim, a ferramenta apoia o processo educacional, mesmo que a versão com IA, por ser paga, não tenha sido aplicada neste projeto. A experiência das autoras reafirma a importância de uma abordagem crítica ao uso da IA em sala de aula, especialmente no combate aos estereótipos e às dinâmicas de poder que moldam negativamente as identidades dos estudantes. A integração tecnológica na sala de aula é essencial para promover um ambiente de aprendizagem dinâmico, inclusivo e adaptável às necessidades dos alunos. Ferramentas como plataformas educacionais e softwares interativos enriquecem o currículo e estimulam o engajamento dos estudantes, tornando-os protagonistas de seu aprendizado. Além disso, a tecnologia rompe barreiras geográficas e sociais, promovendo equidade na educação. Ao adotar abordagens inovadoras como IA e gamificação, educadores podem tratar questões complexas como preconceito e desigualdade de forma interativa e reflexiva. Entretanto, é vital que o uso dessas ferramentas seja acompanhado de reflexão crítica e planejamento pedagógico cuidadoso. A tecnologia deve facilitar o aprendizado, não ser um fim em si. Assim, a formação continuada dos educadores é crucial para garantir seu uso consciente. Em resumo, a tecnologia tem o potencial de transformar a educação, preparando alunos para os desafios do século XXI e promovendo uma sociedade mais justa e inclusiva

    TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) E A LINGUAGEM A IMPORTÂNCIA E OS DESAFIOS DE DESENVOLVER A COMUNICAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA

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     O presente trabalho tem como objetivo explanar sobre a importância e os desafios de desenvolver a linguagem em crianças com Transtorno do espectro autista (TEA). Sabemos que a linguagem é uma forma de interação dialógica a qual permite que os seres humanos se comuniquem, no sentido de solicitar algo, expor opinião entre outros. Para a criança esse processo contribuí para o seu desenvolvimento de forma ativa se constituindo como sujeito de uma sociedade falante assim como os demais a sua volta. Porém, a literatura indica que algumas crianças diagnosticadas com TEA a linguagem e a comunicação é um desafio. FIORE- CORREIA ET.AL (2010) esclarece que os prejuízos qualitativos se fazem nas principais áreas, interações sociais, apresentando déficits que prejudicam a capacidade de iniciar um diálogo, responder, manter interações. APA/ DSM V (2014), destaca que no TEA o comprometimento intelectual é concomitante com ou sem comprometimentos da linguagem. Para tanto, a metodologia a ser abordada se refere a um relato de experiência, a partir da prática dos autores, ressaltamos que esse resumo é um recorte de uma pesquisa que está em andamento em setting clínico. Resultados, para tanto as práticas/ações realizadas em setting clínico para fomentar a interação com as crianças e colaborar para a sua linguagem se faz em preparar o espaço de forma lúdica, o qual a criança necessite expor seja de forma oral ou gestual durante as intervenções. Diante disso, os recursos utilizados são brinquedos eletrônicos com diversos sons para repetições, uma assistente virtual (Alexa); aplicativos como o Matraquinha e Livox, os quais colaboram tanto setting clínico como na casa dos pacientes, visto que a tecnologia está em todos os ambientes, também são utilizados  jogos, personagens do interesse das crianças, histórias contadas/cantadas, as quais possibilitam a expressão da criança, seja em um balbucio, uma palavra, uma frase, uma comunicação não verbal, mas que permita ela compreender o mando da terapeuta. Conclusão até o momento foi possível identificar uma evolução dos pacientes, visto que já conseguem sinalizar e interagir em setting clinico e em casa, como também na escola, já eu em conversas com os educadores os mesmos relatam um avanço das crianças em sala de aula.

    CUIDADO VOLTADO AO IDOSO E SEU CUIDADOR

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    ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA UNIDADE DE URGENCIA E EMERGENCIA À PACIENTES SUBMETIDOS À VENTILAÇÃO MECÂNICA

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    A assistência de enfermagem com um paciente que se dispõe de um método ventila tório em uma emergência é muito crucial para a manutenção e preservação das vias respiratórias do paciente, sendo assim será realizado um levantamento bibliográfico para compreender como manobrar os aparelhos respiratórios que são utilizados na realização da ventilação mecânica na unidade de emergência e tem como objetivo descrever a assistência nos cuidados de enfermagem oferecidos aos pacientes que utilizam esses equipamentos. De acordo com o objetivo proposto, a pesquisa se classificou como exploratória e descritiva. Abordagem metodológica utilizada foi à qualitativa, O tipo de pesquisa foi à revisão bibliográfica realizada na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) nas bases da SciELO, Bireme e materiais bibliográficos relacionados à ventilação mecânica e cuidados de enfermagem

    ARGUMENTAÇÕES DA "CRISE DA APRENDIZAGEM" PRESENTE NOS DOCUMENTOS DO BANCO MUNDIAL EM FAVOR DO CAPITAL

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    Este trabalho tem como objetivo geral analisar as argumentações do capital presente no discurso da "Crise da Aprendizagem" encontrado nos documentos do Banco Mundial nos anos de 2018 e 2022. Esta pesquisa é de cunho exploratório e de natureza bibliográfica e documental. A pesquisa bibliográfica se pauta nos estudos de Leher (1998;1999), Pereira (2018), Freitas (2019), e Demo (2019), que são estudiosos que fazem uma crítica à atuação do Banco Mundial como executor das políticas globais de educação. Na análise documental iremos analisar os relatórios mundiais lançados pelo Banco Mundial nos anos de 2018 e 2022, que citam a crise da aprendizagem como formas de manipulação do capital para com as políticas educacionais. Por fim, concluímos, que a crise da aprendizagem disseminada nos documentos do Banco Mundial não apenas favorece as políticas neoliberais DESSA instituição como favorece a privatização da educação. Palavras-chaves: Crise da aprendizagem. Banco Mundial. Educação. Aprendizagem.  Crise Estrutural do capital

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