Portal de Periódicos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)
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REDES SOCIAIS E DESEMPENHO ESCOLAR
Objetiva-se analisar o impacto em termos de tempo de navegação no desempenho acadêmico de 20 alunos do Curso Técnico Integrado ao Ensino Médio do campus CBVZO
ZUMBOU! MOVIMENTE-SE COM O IFRR-CNP NO COMPLEXO POLIESPORTIVO DA VILA NOVO PARAÍSO
O Projeto busca estimular os moradores da Vila Novo Paraíso a praticar o movimento da dança zumba para prevenir doenças, e consequentemente, melhorar a qualidade de vida e bem-estar social, a partir da experiência de acadêmicos do IFRR-CNP
ASPECTOS PÓS-COLHEITA DA MELANCIA EM RORAIMA-RR: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
A presente revisão teve como objetivo relatar sobre a importância da Melancia, de unir informações a respeito da cultura de melancia no Brasil e no estado de Roraima e de relatar ás boas prática de colheita e pós-colheita da melancia
EFEITOS DE TRÊS DIETAS COMERCIAIS NA CONDIÇÃO DE PEIXES ORNAMENTAIS EM RELAÇÃO AO DESEMPENHO ZOOTÉCNICO
Oobjetivo da pesquisa é avaliar os efeitos de três dietas comerciais na condição de peixes ornamentais em relação ao desempenho zootécnico em um sistema de aquaponia estática
LEVANTAMENTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O ESPORTE NO MUNICÍPIO DE BONFIM-RR
O presente projeto de pesquisa teve como propósito realizar um levantamento e análise das políticas públicas voltadas ao esporte no município de Bonfim, estado de Roraima, buscando compreender como essas ações contribuíram para o desenvolvimento social, educacional e para a promoção da saúde da população. Considerando que o esporte é um direito social garantido pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei Pelé (Lei nº 9.615/1998), o estudo contextualizou o papel do poder público municipal na efetivação dessas políticas e na promoção da cidadania por meio do esporte. O objetivo geral foi analisar as políticas públicas de esporte implementadas em Bonfim-RR, identificando suas principais ações, desafios e impactos sobre a comunidade. A metodologia adotada teve caráter qualitativo e envolveu três etapas: o levantamento documental de planos, relatórios e orçamentos municipais; a realização de entrevistas semiestruturadas com gestores públicos, esportistas e representantes da comunidade; e a observação participante de eventos esportivos locais, com vistas a compreender a efetividade das iniciativas em curso durante o período da pesquisa. Os resultados obtidos permitiram identificar lacunas e potencialidades nas políticas esportivas municipais, além de apontar caminhos para o aprimoramento da gestão pública e para o aumento do acesso da população às práticas esportivas. O estudo também contribuiu para a formulação de estratégias que fortaleceram a inclusão social e o desenvolvimento humano por meio do esporte. Como contribuição teórico-prática, o trabalho forneceu subsídios relevantes para a tomada de decisões pelos gestores municipais e fomentou reflexões sobre o papel do esporte como instrumento de transformação social, reforçando a importância de políticas públicas sustentáveis, participativas e adequadas às realidades locais
AUTISMO NÃO É XINGAMENTO: DESMISTIFICANDO O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA ESCOLA ESTADUAL MÁRIO DAVID ANDREAZZA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA TURMA 92
O projeto "Autismo não é xingamento: Desmistificando o Transtorno do Espectro Autista" nasce da urgência em combater o capacitismo e o estigma social na escola, onde o termo "autista" é usado pejorativamente, especialmente nas aulas de Educação Física, para ofender colegas que cometem erros ou se comportam de maneira diferente. Essa prática é desrespeitosa e demonstra a falta de conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Usar "autista" como xingamento reforça o capacitismo (preconceito contra pessoas com deficiência) e espalha a ideia equivocada de que o autismo é algo negativo ou um defeito. O projeto visa desmistificar mitos comuns – como a ideia de que o autismo é uma doença, que é contagioso, ou que autistas não sentem ou não querem ter amigos. Na verdade, autistas são indivíduos singulares, com suas próprias potencialidades e necessidades, e têm o direito inalienável à inclusão social e ao respeito. O Que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA)? É um transtorno neurodesenvolvimento que afeta a forma como a pessoa se comunica, interage socialmente e se comporta. O termo "Espectro" é crucial, pois indica que as características e o nível de suporte necessário variam muito de uma pessoa autista para a outra. O projeto, de natureza pedagógica e de intervenção social, já foi implementado na Turma 92, composta 32 alunos de 12 a 14 anos. A ação principal consistiu em uma palestra informativa seguida de uma roda de conversa, buscando um diálogo aberto para fomentar a empatia. Transformar a desinformação em empatia e a ofensa em respeito, esclarecendo que o autismo é uma condição neurológica e uma forma de neurodiversidade, e não um erro, uma doença mental ou um xingamento. Embora não tenha sido realizada a mensuração formal dos efeitos da palestra, espera-se que a ação tenha contribuído para promover reflexões significativas entre os estudantes e para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor e consciente acerca do Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa buscou fomentar a empatia, o respeito às diferenças e o fortalecimento da cultura inclusiva no contexto educacional
REFORMA DA PREVIDÊNCIA (EC Nº 103/2019): IMPACTOS DAS REGRAS DE TRANSIÇÃO/PEDÁGIO NAS APOSENTADORIAS DOS PROFESSORES DA CARREIRA ENSINO BÁSICO, TÉCNICO E TECNOLÓGICO - EBTT EM RORAIMA
A conciliação é um dos pilares do sistema jurídico brasileiro, especialmente nas ações de consumo, onde se busca a resolução célere e consensual dos conflitos. No entanto, a prática revela uma crescente ineficácia desse mecanismo nos Juizados Especiais Cíveis, contrariando os princípios da celeridade e efetividade processual previstos no Código de Defesa do Consumidor e na Lei nº 9.099/95. Este trabalho tem como objetivo geral analisar criticamente os fatores que comprometem a efetividade da conciliação nas ações de consumo e propor medidas de aprimoramento que possam resgatar sua função pacificadora. A metodologia adotada é qualitativa, com base em revisão bibliográfica de autores especializados em direito do consumidor e métodos alternativos de resolução de conflitos, análise de dados estatísticos fornecidos pelos Tribunais de Justiça e estudo de casos concretos em Juizados Especiais de diferentes regiões do país. Os resultados apontam para a baixa taxa de acordos firmados em audiências de conciliação, especialmente em demandas envolvendo grandes empresas fornecedoras de serviços essenciais, como bancos, operadoras de telefonia e instituições financeiras. Os resultados indicam que a reforma gerou insegurança jurídica, comprometeu o planejamento previdenciário e intensificou a pressão sobre os docentes, especialmente os que ingressaram antes da promulgação da emenda. As novas exigências, como o sistema de pontos e os pedágios de 50% e 100%, aumentaram o tempo de contribuição e impactaram negativamente a saúde física e emocional dos profissionais. A discussão dos resultados revela a necessidade de políticas compensatórias e de valorização da carreira docente. O estudo contribui para o debate sobre justiça previdenciária, equidade federativa e formulação de políticas públicas, reforçando a importância de garantir condições dignas de aposentadoria aos educadores brasileiros
APRENDIZADOS E DESAFIOS NO AEE: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE BOLSISTAS DO PIBID/IFRR NA ESCOLA AQUILINO DA MOTA DUARTE
O presente relato de experiência, com título “Aprendizados e Desafios no AEE: Relato de Experiência de Bolsistas do PIBID/IFRR na Escola Aquilino da Mota Duarte”, apresenta as vivências de bolsistas, do curso de Pedagogia, no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) do Instituto Federal de Roraima (IFRR) na conjuntura do Atendimento Educacional Especializado (AEE). O objetivo principal é analisar de que forma a participação nas atividades do programa contribuiu para a aprendizagem e superação de desafios dos futuros docentes, com ênfase na educação inclusiva e no desenvolvimento de práticas pedagógicas específicas ao público-alvo da Educação Especial. A metodologia adotada foi qualitativa, baseada em relatos de experiência, observação dos participantes, registros em diário de bordo e acompanhamento das atividades pedagógicas junto aos alunos atendidos pela sala de recursos multifuncional da escola e a professora do AEE. Os resultados evidenciaram que a integração dos bolsistas na Sala de Recursos Multifuncional favoreceu a aproximação entre teorias estudadas no curso de pedagogia e a prática pedagógica vivenciada na SRM, assim como possibilitou o planejamento e a execução de estratégias inclusivas, o uso de recursos pedagógicos adaptados e/ou específicos e o fortalecimento do trabalho colaborativo com a professora do AEE. Conclui-se que a experiência no AEE proporcionou aos bolsistas o desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais essenciais para a atuação docente inclusiva, além de ampliar a compreensão sobre os desafios e potencialidades da inclusão escolar.
GRAMÁTICA PARA VESTIBULAR E CONCURSO PÚBLICO
No Município de Amajari-RR notou-se a falta de cursos preparatórios para vestibulares e concursos públicos; além disso, uma parcela considerável dos munícipes tem dificuldades financeiras para custear cursinhos na capital Boa Vista ou pagar on-line. Partindo dessa problemática, o projeto “Gramática para vestibular e concurso público” surgiu na necessidade em fomentar o ingresso de participantes em um curso superior ou em uma carreira profissional. Com isso, este projeto objetivou preparar jovens e adultos do município de Amajari que já concluíram ou são finalistas do ensino médio para realizar vestibulares e concurso público, por meio de aulas de gramática, visando à capacitação e ao ingresso em universidades públicas de qualidade e à carreira profissional. Para a preparação das aulas estudou-se as gramáticas básicas da língua portuguesa, como a de Celso Cunha e Evanildo Bechara. Em relação à metodologia, foram elaboradas apostilas conforme o nível dos conteúdos, separando-os em três níveis: básico (ortografia, acentuação e pontuação), intermediário (aspectos morfológicos) e avançado (aspectos sintáticos). As aulas foram ministradas no Colégio Estadual Militarizado Ovídio Dias de Souza, uma vez por semana (segunda-feira), das 19h às 22h. Menciona-se ainda que as aulas foram expositivas e dialogadas, com exercícios de fixação baseadas em questões de vestibulares e concurso público. Ao final do curso, aplicou-se de um questionário de satisfação e a entrega de certificado aos concluintes. Na execução do projeto, contou-se com 72 (setenta e dois) participantes, entre estudantes, servidores públicos, empreendedores, autônomos e comunidade em geral. Contemplando os dados do questionário de satisfação, o projeto mostrou-se uma iniciativa relevante na vida acadêmica ou profissional dos participantes, os quais tiveram uma maior absorção de conhecimento de aspectos básicos da gramática da Língua Portuguesa utilizados no dia a dia. Ademais, em apoio ativo e atencioso da orientadora, a vida acadêmica do bolsista enriqueceu-se em relação à elaboração de material didático, à visão crítica dos problemas sociais, ao senso de responsabilidade e ao incentivo e desenvolvimento de trabalhos no âmbito de ensino e pesquisa
FEIRA HISPÂNICA: UMA EXPERIÊNCIA INTERCULTURAL NO ENSINO DA LÍNGUA ESPANHOLA PELO PIBID
O presente trabalho apresenta as ações desenvolvidas pelos bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) do Instituto Federal de Roraima-Campus Boa Vista, vinculados ao curso de Licenciatura em Letras-Espanhol e Literatura Hispânica, em parceria com a Escola Estadual Professor Hidelbrando Ferro Bitencourt, localizada em Boa Vista, Roraima. O projeto “Feira Hispânica” foi desenvolvido ao longo do ano letivo com o objetivo de incentivar o aprendizado da língua espanhola e a valorizar as culturas dos países hispânicos. A proposta envolveu atividades interdisciplinares que integraram conteúdos linguísticos e culturais por meio de pesquisas, produções e apresentações elaboradas pelos estudantes do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio. Cada turma ficou responsável por representar um país de língua espanhola, abordando aspectos como geografia, história, idioma, moeda, população, pontos turísticos, literatura e culinária. A metodologia adotada baseou-se em uma abordagem qualitativa, de caráter descritivo e reflexivo, fundamentada em relatos de experiência durante o planejamento e execução das ações. O evento culminou em um momento de socialização e troca de saberes, no qual os alunos puderam expressar o conhecimento adquirido por meio de apresentações culturais e trabalhos expositivos. Como resultados, observou-se o fortalecimento do interesse dos estudantes pela disciplina de Espanhol, o desenvolvimento de habilidades comunicativas e culturais, além do aperfeiçoamento da prática docente dos bolsistas. Assim, a Feira Hispânica, configurou-se como uma experiência de integração entre ensino, cultura e formação docente, contribuindo para o aprimoramento da prática educativa e para a valorização da diversidade cultural