Portal de Periódicos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR)
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TÉCNICAS DE APROVEITAMENTO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS NA PRODUÇÃO DE ABOBRINHA ITALIANA (Cucurbita pepo)
O objetivo da pesquisa foi utilizar os resíduos de cama de aviário e esterco bovino para adubação orgânica e avaliar diferentes doses dos compostos na produção de Abobrinha italiana (Cucurbita pepo). 
SISTEMA DE SAÚDE DOS EUA E CANADÁ
Com o objetivo de discorrer sobre o sistema de saúde dos Estados Unidos e do Canadá, este trabalho realiza uma pesquisa bibliográfica, explicitando o seu modelo de gestão, de assistência e de financiamento. 
TAH NA MÃO: TURISTANDO EM BONFIM E REGIÃO
Trata do mercado turístico da região de Bonfim – Roraima, vem se destacando cada vez mais. Isso, justifica-se pela proximidade com a cidade de Lethem, que é uma cidade da Guiana que faz fronteira com o Brasi
METODOLOGIAS DE ENSINO APLICADAS AOS OBJETOS DE CONHECIMENTOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID- COLÉGIO DE APLICAÇÃO/UFRR
Na Educação Física (EF), as metodologias de ensino são abordagens pedagógicas que orientam a prática docente, definindo como o conhecimento será construído e quais os objetivos a serem alcançados. Este trabalho objetivou sistematizar as experiências e aprendizados adquiridos durante a vivência no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), no que tange às metodologias de ensino utilizadas na EF no Ensino Fundamental, Anos Finais do Colégio de Aplicação (CAp) da Universidade Federal de Roraima (UFRR). Trata-se de um relato de experiência por meio de observação participante, registrada pelos bolsistas do PIBID, com a mediação da professora supervisora. Entre as análises e interpretações, os resultados demonstram que as metodologias de ensino utilizadas para desenvolver os objetos de conhecimentos durante o 1º, 2º e 3º bimestres no CAp/UFRR, aplicadas pela supervisora durante as regências são divididas em três categorias: aulas expositivas dialogadas com enfoque na participação dos estudantes, trabalhos em equipes para estimular a pesquisa, reflexão acadêmica e resolução de problemas, objeto de conhecimento da EF, além dos temas transversais abordando questões sobre saúde e nutrição. Outra categoria adotada são as atividades práticas como jogos, exercícios físicos, esportes, ginástica, atividades de raciocínio e lógica, bem como, interclasse cooperativo, que contemplem as dimensões conceituais, procedimentais e atitudinais. Aulas assíncronas com o auxílio da plataforma digital SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas da UFRR também são ferramentas utilizadas, contendo materiais como slides e vídeos didáticos, onde é realizado um acompanhamento do acesso à plataforma, proporcionando otimização e acessibilidade ao ensino na disciplina de EF, otimizando o tempo durante as aulas presenciais, para que o objeto de conhecimento possa ser desenvolvido de forma mais abrangente durante as aulas práticas. Por meio da prática pedagógica no CAp/UFRR, os bolsistas do PIBID têm a oportunidade de planejar e executar aulas teóricas e práticas, mediadas pela professora supervisora, alinhadas aos objetivos do Programa, subprojeto EF do IFRR, objetivando o aprimoramento da qualidade da educação básica no Brasil, conectando as vivências ao longo do processo formativo com a realidade das escolas pública
O PAPEL DO PIBID NA CONSTRUÇÃO DE PRÁTICAS AVALIATIVAS REFLEXIVAS EM MATEMÁTICA
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) tem como finalidade promover a aproximação entre a formação inicial e a prática docente, possibilitando que os licenciandos vivenciem o cotidiano escolar e reflitam sobre o processo de ensino e aprendizagem. Este trabalho tem o objetivo de apresentar um relato de experiências vivenciadas por meio do PIBID no Colégio de Aplicação da UFRR, durante o ciclo de avaliações das turmas de ensino médio em 2025. No subprojeto de Matemática, as atividades desenvolvidas pelos bolsistas, incluíram, além de outras, o acompanhamento de aulas, a elaboração e adaptação de provas e correção de avaliações. Durante o período de planejamento das avaliações das turmas que acompanhamos, participamos da elaboração de provas para os estudantes do 1º e 2º ano do ensino médio, onde nos primeiros anos os conteúdos abordados foram “função afim” e “função quadrática”, e no segundo ano sobre “matrizes” e “determinantes”. Em cada série, foram elaboradas versões com diferentes níveis de complexidade, incluindo adaptações voltadas aos estudantes da educação especial (PcD). Para a elaboração das provas distribuiu-se 5 questões para um grupo de três bolsistas e 3 questões adaptadas para outro grupo de dois bolsistas, tanto nas turmas do primeiro ano quanto nas turmas de segundo ano, de forma a garantir a acessibilidade e a equidade no processo avaliativo. Durante a correção das provas, os bolsistas utilizaram o gabarito fornecido pelo professor supervisor, analisando as estratégias de resolução e atribuindo as notas conforme critérios previamente estabelecidos. Essa experiência permitiu compreender a avaliação não apenas como um meio de quantificar o desempenho dos alunos, mas como uma ferramenta diagnóstica e formativa, capaz de revelar avanços, dificuldades e possibilidades de intervenção pedagógica. A partir dessas vivências, foi possível refletir sobre a importância de práticas avaliativas mais flexíveis e humanizadas, que valorizem o raciocínio lógico, a autonomia e o pensamento crítico dos estudantes. Assim, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência mostrou-se fundamental para o desenvolvimento de nossa identidade docente, contribuindo para uma formação pautada na reflexão, na inclusão e no compromisso com uma educação matemática de qualidade
PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DA SALA DE AUTORREGULAÇÃO EMOCIONAL
A inclusão e acessibilidade na educação é um direito social garantido no arcabouço legal do Brasil. Com relação aos direitos do autismo, temos a Lei Federal nº 12.764, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, estabelecendo as diretrizes para sua implementação. No âmbito desta legislação, temos como direitos dos autistas a garantia de uma vida digna, a integridade física e moral, o livre desenvolvimento da personalidade, a segurança e o lazer, bem como o direito à educação e ao ensino profissionalizante, assegurando o atendimento multiprofissional e o acesso a informações que auxiliem no diagnóstico, no tratamento e no enfrentamento do capacitismo. Dessa forma, este projeto tem o objetivo principal de implantar uma sala de autorregulação emocional, com a finalidade de ofertar um espaço planejado, adaptado e seguro para dar suporte a estudantes, servidores e comunidade assistida pelo IFRR com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e ou outros transtornos que necessitem de espaço adequado para modulação sensorial, emocional e autorregulação. A oferta de uma sala de autorregulação emocional no campus Boa Vista é um importante mecanismo de inclusão escolar, pois autistas lidam diariamente com experiências estressantes, desregulatórias e sobrecargas sensoriais e emocionais, pois a dificuldade na comunicação e linguagem, associada a rigidez cognitiva, necessitando de um espaço silencioso e adequado para tal. A metodologia de execução envolve a promoção de campanhas de arrecadação de materiais recicláveis para construir material de conforto emocional e sensorial, bem como rodas de conversas, palestras e capacitação sobre o TEA e outros transtornos que possuem dificuldades no processamento sensorial e modulação das emoções. Espera-se conscientizar a comunidade interna externa sobre a temática abordada no projeto, fornecer suporte e acolhimento aos estudantes, servidores e comunidade com a oferta da sala de autorregulação implantada, capacitar sobre servidores do ensino sobre o manejo adequado das crises que possam ocorrer na escola e combater o capacitismo, psicofobia e preconceito no ambiente escolar e social, a partir da transmissão de conhecimentos técnicos
EXPERIÊNCIA DIDÁTICA COM O ENSINO DE FENÔMENOS NATURAIS NA EJA: UM VULCÃO NA SALA DE AULA
A requerida atividade desenvolvida, integrou as atividades da disciplina de práticas pedagógicas III e teve como objetivo principal sincronizar ações entre teoria e prática em ambiente real de ensino. O conteúdo exposto foi o tema "terra e universo", com destaque nos fenômenos naturais, especialmente vulcões e placas tectônicas, conforme a análise do componente curricular EF07CI15 da BNCC. Destarte que o objetivo geral, constituir e compreender a terra como sistema dinâmico em constante mudanças, nomeando processos responsáveis por transformações em sua estrutura como vulcões e a formações de montanhas e associando-os aos movimentos das placas tectônicas. A metodologia utilizada baseou-se em uma abordagem expositiva dialogada, associada a uma demonstração de um experimento. A aula foi planejada em cinco momentos, incluindo introdução teórica, conversa realizada com os alunos juntamente com exposição e projeção de mapas, junto a exibição de vídeo, quiz interativo e demonstração de uma maquete reproduzindo uma erupção vulcânica. Diante o exposto foram observados resultados satisfatórios durante toda a aula. Cabe ressaltar que houve total envolvimento, interesse e a participação constante dos estudantes, que se mostraram participativos ao decorrer da aula. Salienta-se que a experiência a qual vivenciamos ressaltou a importância de práticas pedagógicas lúdicas e dinâmicas, com contextualizações interativas educacional na EJA (Educação de Jovens e Adultos), favorecendo e fortalecendo a aprendizagem. Diante o exposto concluímos que o acolhimento, planejamento juntamente com a escuta ativa do professor são elementos de suma importância para a efetivação e sucesso de aprendizagem educacional, fortalecendo o vínculo ente o conhecimento científico e a realidade do aluno
PROJETO HORTA ESCOLAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO CONTEXTO DO PIBID
O Projeto Horta Escolar foi desenvolvido como uma ação do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) no Colégio Estadual Militarizado Carlos Drummond Andrade do Município de Boa Vista no Estado de Roraima. O trabalho teve como objetivo revitalizar uma horta que estava desativada no espaço escolar e, ao mesmo tempo, promover a educação ambiental, o trabalho em equipe e a valorização de práticas sustentáveis. O ponto de partida foi a constatação de que o canteiro da escola se encontrava abandonado, com acúmulo de resíduos e sem utilização pedagógica. A partir disso, foi elaborado um planejamento para organizar as ações necessárias para reativar o espaço. Inicialmente, os bolsistas do PIBID realizaram uma pesquisa sobre as plantas e hortaliças mais adequadas ao cultivo local, considerando o solo, o clima e o espaço disponível. Em seguida, as tarefas foram divididas entre os participantes, que iniciaram a limpeza do local e a coleta de resíduos deixados pelo abandono da antiga horta. Após a preparação do espaço, foram reaproveitados materiais recicláveis para a acomodação das plantas. Em um dos canteiros principais, foram cultivadas hortaliças como coentro, enquanto nos demais espaços foram plantados alface e maxixe. As plantas foram escolhidas por sua fácil adaptação e utilidade no cotidiano da comunidade escolar. Além do trabalho físico, o projeto envolveu a participação ativa dos estudantes da escola. Foram realizadas visitas às salas de aula para divulgar a iniciativa e convidar voluntários interessados em contribuir com o cultivo e manutenção da horta. A adesão foi positiva, e muitos estudantes participaram com entusiasmo, demonstrando interesse em aprender sobre o plantio, os cuidados com o solo e a importância da alimentação saudável. A experiência demonstrou que com colaboração é possível ressignificar espaços ociosos e promover aprendizagem, sustentabilidade e convivência no ambiente escolar
A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE: RELATODE EXPERIÊNCIAS NO COLÉGIO ESTADUAL MILITARIZADO DR.LUIZ RITTLER DE LUCENA
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) representa umaoportunidade fundamental para a formação de futuros professores. A atuação no PIBID nosubprojeto de Matemática tem proporcionado diversas experiências formativas que contribuemsignificativamente para o desenvolvimento profissional e pessoal dos bolsistas. O presentetrabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas no Colégio EstadualMilitarizado Dr. Luiz Rittler de Lucena, localizada no bairro Nova Cidade, em Boa Vista-RR,com turmas do 1º e 2º ano do Ensino Médio, durante o período de fevereiro a setembro de 2025.As turmas às quais acompanhamos são compostas por uma média de 20 a 30 alunos. Ametodologia adotada durante esse período baseou-se na observação e participação ativa nasaulas, realização de monitorias e auxílio direto aos alunos nos conteúdos abordados em sala.Durante a Semana da Matemática do Colégio, os bolsistas participaram, junto ao professorJosué, do projeto “Dama e Xadrez”, atuando como organizadores do torneio. Ainda emcomemoração à Semana da Matemática, porém do IFRR, ocorreu o Desafio Virtual deMatemática com alunos selecionados pelos professores e bolsistas de cada escola campo, ondea competição aconteceu de forma virtual, envolvendo questões de raciocínio lógico, matemáticabásica e avançada e contou com premiações para o 1°, 2° e 3° lugar. Dessa forma, os bolsistasatuantes do colégio, participaram dando suporte e orientando os estudantes na competição.Outro momento marcante foi a participação na Feira de Empreendedorismo, em que os alunosapresentaram e comercializaram seus próprios produtos para a comunidade escolar.Destacamos que, todas essas experiências vivenciadas, evidenciam a importância do PIBID naformação docente de cada acadêmico participante. Além disso, podemos considerar que asações que planejamos e executamos durante o período mencionado, contribuíram ativamenteno processo de ensino e aprendizagem da matemática, colaborando assim para a construção decompetências cognitivas e colaborativas dos estudantes
POTENCIAL DE MACRÓFITAS AQUÁTICAS NA COMPOSTAGEM PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTES DA AQUICULTURA: AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE GERMINAÇÃO, BIOMASSA E COMPARAÇÃO COM OUTROS FERTILIZANTES
Resumo: A agricultura moderna enfrenta o desafio de conciliar produtividade com sustentabilidade, especialmente devido à dependência de adubos químicos que, apesar de promoverem resultados imediatos, causam impactos ambientais e reduzem a qualidade biológica do solo. Nesse contexto, as macrófitas aquáticas surgem como alternativa promissora para a produção de adubos orgânicos, aproveitando sua alta capacidade de absorção de nutrientes e de formação de biomassa. Este trabalho tem como objetivo comparar a eficiência da adubação orgânica proveniente de macrófitas aquáticas com a adubação química convencional, considerando aspectos como disponibilidade de nutrientes, fertilidade do solo e sustentabilidade agrícola. A metodologia baseou-se em uma Revisão Sistemática da Literatura (RSL), realizada no Google Acadêmico, utilizando as palavras-chave “adubação mineral”, “adubação orgânica” e “macrófitas aquáticas”. Foram selecionados dez artigos que abordavam o uso dessas plantas na produção de compostos orgânicos e sua comparação com fertilizantes minerais. Os resultados analisados indicam que a adubação orgânica de origem vegetal apresenta liberação gradual de nutrientes, melhora da estrutura e da retenção de umidade do solo, além de favorecer o desenvolvimento da microbiota benéfica. Em contrapartida, a adubação química, embora mais imediata, pode levar à degradação física e química do solo ao longo do tempo. Observa-se que o uso de compostos derivados de macrófitas contribui significativamente para o equilíbrio ecológico e o aumento sustentável da produtividade agrícola, representando uma alternativa economicamente viável e ambientalmente responsável. Conclui-se que a utilização de adubos orgânicos provenientes de macrófitas aquáticas pode reduzir a dependência de insumos sintéticos, promovendo sistemas agrícolas mais resilientes e sustentáveis