Portal de Periódicos do IF Goiano
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POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL: UM DESAFIO PARA A SUPERAÇÃO DA VISÃO ASSISTENCIALISTA
O presente trabalho consiste num estudo acerca do desafio na superação da visão assistencialistada educação infantil, tendo como principal objetivo, compreender as políticas públicas quepermeiam a base curricular da educação infantil, com idade entre zero e cinco anos, no Brasil.Dentre os procedimentos utilizados para o planejamento, desenvolvimento e execução do projeto,pode-se destacar um levantamento bibliográfico de estudos, com especial interesse na área depolíticas públicas educacionais, dando destaque para estudiosos como Moreira e Lara (2012), comênfase no atendimento e cuidado da primeira infância, corroborando para uma educação dequalidade, com destaque para projetos educativos que vão além da visão assistencialista daeducação infantil. Nesse sentido, procurou-se entender o processo de evolução e transformaçãodo ensino básico no país, tendo como desafio, propor melhorias na educação infantil, com aconscientização docente sobre a real necessidade de uma educação que privilegie odesenvolvimento da criança como um todo, desde os primeiros anos de vida, e antes mesmodela ingressar no ensino regular, e desse modo, superar a função assistencialista da educaçãona primeira infância, formando profissionais aptos para atuar na educação de crianças de 0 a 5anos de idade. Nessa perspectiva, identificamos na trajetória das políticas públicas voltadas paraessa etapa educacional a construção de indicadores qualitativos, bem como a elaboração de leise documentos orientadores de uma prática pedagógica significativa, dentre eles destacamos oReferencial Curricular nacional para a Educação Infantil (1998) e as Diretrizes CurricularesNacionais para a Educação Infantil (2009)
GESTÃO DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAR A EDUCAÇÃO
O presente estudo tem como objetivo reconhecer no princípio de gestão democrática e participativa um importante mecanismo para valorar o desenvolvimento educacional, mediante a efetivação destes princípios. Nesse sentido, buscamos elucidar o trabalho do gestor escolar, enquanto o responsável legal na garantia destes princípios, considerando que a gestão democrática se faz pela participação de todos.Fundamentado na gestão participativa como prática transformadora e o princípio para a garantia da gestão denominada democrática, ressaltamos a função do gestor enquanto líder deste processo educacional. Nesse sentido, cabe ao gestor escolar, direcionar de modo compartilhado responsabilidades e ações, promovendo assim, pelo comprometimento assumido, o desenvolvimento coletivo das atividades escolares e o avanço na qualidade do ensino ofertado, sendo a participação a ferramenta de garantia da gestão democrática, princípio este para se otimizar a educação
BINGO INORGÂNICO: JOGO DESENVOLVIDO EM UMA DAS ETAPAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO DE QUIMICA II
O Ensino de Química é em geral tradicional, centralizando-se na simples memorização e repetição de nomes, fórmulas e cálculos, totalmente desvinculados do dia-a-dia e da realidade em que os alunos se encontram (OLIVEIRA, 2004).O uso de jogos no ensino de Química tem sido uma ferramenta de grande auxílio para o professor. Segundo kishimoto (1994), “o jogo é considerado um tipo de atividade lúdica, possui duas funções: a lúdica e a educativa. Elas devem estar em equilíbrio.” O uso de jogos no ensino de Química tem se mostrado como uma alternativa muito adequada como meio de motivação e melhora na relação ensino-aprendizagem. Segundo Miranda (2002), “a utilização de jogos em sala de aula pode trazer benefícios pedagógicos a fenômenos diretamente ligados à aprendizagem: cognição, afeição, socialização, motivação e criatividade.”Há vários estudos que apontam a atividade lúdica como mecanismo de ensino, sendo essa a atividade lúdica, segundo Soares (2008), todo e qualquer movimento que tem como objetivo produzir prazer enquanto sua execução, ou seja, divertir o praticante. Se há regras, essa atividade lúdica pode ser considerada um jogo.Segundo Proença (2002) o jogo oferece tanto um espaço de vivência e apreciação quanto de experimento e reflexão através do contato simulado com a realidade modelada. O que irá distinguir a forma de apreensão desses modelos através do jogo ou através daleitura e do estudo é a dinâmica e o universo lúdico do próprio jogo.Nessa perspectiva, o jogo não é o fim, mas o eixo que conduz a um conteúdo didático específico, resultando em um empréstimo da ação lúdica para a aquisição de informações (KISHIMOTO, 1996).O principal objetivo que se esperou alcançar com o desenvolvimento desse jogo foi que os alunos compreendessem as quatro funções inorgânicas
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: O MODELO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA UNIDADE PRISIONAL DE JARAGUÁ
Inicialmente, o objetivo geral se baseia em analisar a qualidade da oferta de ensino na Unidade Prisional de Jaraguá (UPJA) e seus efeitos, em seguida, os objetivos específicos estabelecem um contraste entre alguns dados atuais colhidos para direcionar o leitor a uma visão sistêmica a respeito do assunto, apresentar embasamento legal que assegure o direito do acesso à educação dos detentos e detalhar o processo de aprendizagem (estruturas, expectativas e multidisciplinaridade) desenvolvido no local
USO DA EXPERIMENTAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE MODELOS DIDÁTICOS NO ENSINO DE QUÍMICA
O uso de modelos didáticos também tem sido apontado como uma alternativa metodológica promissora para o ensino de Ciências. A modelização possibilita ampliar a reflexão, o debate e a participação ativa dos estudantes no processo de aprendizagem (DUSSO, 2012). Ademais, todo método de ensino precisa ser entendido como meio para dinamização da aula, mas praticá-lo com fundamentação teórica é competência docente (RANGEL, 2007).Com base nessas considerações, o presente estudo tem por objetivo avaliar impactos e possíveis contribuições de duas diferentes propostas metodológicas para a abordagem do conteúdo de ligações iônicas no ensino médio
BIOQUÍMICA NO ENSINO MÉDIO: CONTRIBUIÇÕES DE UM JOGO DIDÁTICO SOBRE CARBOIDRATOS E LIPÍDIOS
Há indícios de que as atividades desenvolvidas nas disciplinas de cunho científico, especialmente na educação básica, parecem não engajar os estudantes com o processo de ensino e aprendizagem. Posto isso, o presente estudo tem por objetivo avaliar contribuições de um jogo didático sobre Bioquímica para o ensino e aprendizagem de conteúdos de carboidratos e lipídios com estudantes do ensino médio. Toda a parte empírica foi realizada por bolsistas de iniciação à docência, em colaboração com a professora supervisora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), junto a duas turmas da terceira série, do ensino médio, em uma escola estadual de Rio Verde-GO. Inicialmente, houve discussão de conceitos básicos de Bioquímica, com ênfase na exploração dos conteúdos de carboidratos e lipídios. Posteriormente, realizou o jogo didático. Foram utilizados os seguintes materiais: canetinhas, nas cores azul, preto e rosa, cartolina, dado, lápis de cor, nas cores amarelo, azul, marrom, rosa escuro, rosa claro, verde escuro e verde claro, quatro peões, do jogo banco imobiliário para marcar as casas, régua e tesoura. Constatou-se que o aspecto lúdico presente no jogo foi importante, em um primeiro momento, para suscitar a curiosidade e adesão por parte dos estudantes. Contudo, para além de despertar o interesse dos jovens participantes, o jogo permitiu engajá-los com as perguntas e elaboração de respostas que potencializaram o desenvolvimento do raciocínio e a aprendizagem. Adverte-se que não há pretensão alguma de defender o jogo didático como substituto de outras metodologias. Reitera-se, entretanto, que o jogo didático pode ser um importante recurso para o estudo de Bioquímica no ensino médio
JUVENTUDE RURAL NO SUDESTE GOIANO E OS DESAFIOS PARA SER ALGUÉM NA VIDA
Este trabalho apresenta alguns resultados de uma pesquisa desenvolvida com jovens rurais, onde são apresentados os desafios e as motivações enfrentados por dois jovens de Santo Antônio de Cavalheiros para frequentar a escola de ensino médio nas cidades vizinhas, e construir seu processo de escolarização. Foi desenvolvida pela abordagem qualitativa, tendo como características básicas: o contato direto com o entrevistado. Teve como principal objetivo analisar alguns aspectos do processo de escolarização da juventude rural relativos aos desafios e as motivações para frequentar o ensino regular, tomando como referência a realidade de dois jovens de Santo Antônio de Cavalheiros, estudantes do ensino médio. A partir de estudos realizados por Alves e Dayrell (2016) sobre a condição juvenil é que partem do pressuposto que a juventude rural enfrenta desafios para estudar que ora os motiva, ora os desafia negativamente, principalmente no que diz respeito aos projetos de vida traçados por esses sujeitos. Para esses jovens, a força motriz para frequentar a escola é mais influenciada por motivação extrínseca devida estar ligada a uma promessa de futuro melhor, isto é, o que tem motivado esses sujeitos a frequentar a escola hoje estar mais relacionado a recompensar futuras que presentes
UMA PROPOSTA DE INCENTIVO À LEITURA: CONTANDO E ENCANTANDO POR MEIO DE HISTÓRIAS
O presente trabalho é fruto de experiências didático-pedagógicas da professora/autora deste. Cujas experiências com o ensino de Língua Portuguesa nas redes estadual e municipal de ensino durante 23 anos fez frutificar. A vasta experiência com os diversos níveis de ensino, da primeira etapa do fundamental ao ensino Superior, além do cargo da coordenadora pedagógica contribuiu para acurar a visão sobre a educação e estabelecer exatamente na segunda etapa do Ensino Fundamental o espaço prazeroso de atuação da professora/autora deste relato
LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL
O presente relato refere-se a atividades desenvolvidas no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência (Pibid), subprojeto Pedagogia, na Escola Municipal Dom Bosco, no período vespertino para alunos da turma do 5º ano do ensino fundamental, às segundas-feiras. Desde o início das atividades, os profissionais da escola sempre se mostraram dispostos a ajudar, disponibilizando o que precisamos e o que está ao alcance deles. Os alunos envolvidos nas atividades tinham faixa etária entre onze e doze anos de idade. No primeiro semestre do ano de 2017 recebemostrêsalunos do 5º ano do ensino fundamental que apresentavam muitas dificuldades com a leitura e a escrita. Esses alunos não conheciam as letras do alfabeto e também não conseguiam pronunciar corretamente os nomes daquelas que conheciam. Mesmo inseridos em uma turma do primeiro ciclo do ensino fundamental, os mesmos estavam no nível pré-silábico de compreensão do sistema alfabético. Iniciamos um processo de alfabetização com o objetivo inicial de aquisição do domínio da leitura de palavras compostas por sílabas simples, durante as quais foram propiciadas algumas alternativas pedagógicas de intervenção individualizada aos alunos para a construção inicial da base alfabética. Ao longo do tempo, percebemos que eles estavam apresentando alguns avanços diante das atividades trabalhadas, já conseguindo escrever seus próprios nomes, identificar as letras e o som do alfabeto, sabendo diferenciar sílabas e vogais. Um dos desafios marcantes no processo foi à superação do desinteresse inicialmente apresentado pelos alunos com relação à participação e execução das atividades propostas. Desafio superado por meio da utilização de atividades lúdicas e temas que privilegiasse o resgate da autoestima e motivação. Em uma segunda etapa do projeto outro obstáculo foi à saída de alguns alunos do projeto devido à mudança de cidade por parte dos pais. Entendemos que, assim como ressalta Bourdieu (2003;2008) a influência do capital econômico e do capital cultural no sucesso escolar é um problema com o qual as escolas públicas deparam-se cotidianamente. Nesse sentido, o espaço promovido pelo projeto Pibid e fortalecido pela parceria promissora com a Escola Municipal Dom Bosco representa uma faísca de luz no desafio de superação das desigualdades sociais no sistema educacional
GINCANA JUNINA: PROMOVENDO A INTEGRAÇÃO E A VALORIZAÇÃO DE TRADIÇÕES
A gincana junina foi desenvolvida a partir da ideia de resgatar a cultura da realização tradicional. A festa junina, também conhecida como festa de São João, inserida no Brasil pelos Jesuítas, tem como base elementos do catolicismo. Uma das práticas é o acendimento das fogueiras, batismos, casamentos, geralmente na terceira semana de junho, repleta de comidas típicas, fogos de artifícios, danças e brincadeiras. Elaborou-se uma lista de pontos da gincana para cada turma. Um professor foi eleito padrinho de cada turma, e também um aluno responsável por registrar diariamente os pontos da sala. O objetivo do projeto foi o envolvimento direto dos alunos, na prática das atividades competitivas, na realização e preparação, resgatando a tradição e mantendo a cultura de seus antepassados. Elaborou-se um informativo sobre o evento, incentivando a participação ativa dos estudantes. Foram elaborados cartazes temáticos sobre o evento, que incluíam a data (23/06/2017) e horário da realização da festividade (matutino e vespertino). De acordo com as propostas apresentadas inicialmente, tivemos resultados muito satisfatórios. Todos da comunidade escolar inclusive os alunos demonstraram grande interesse em se envolver nas atividades e jogos propostos, e com isso podemos nos considerar vencedores, pela integração e oportunidade de manterem vivas as tradições regionais. A participação de jovens em projetos desenvolvidos na escola aumenta a perspectiva na aprendizagem, pois viabiliza uma aproximação entre professor e alunos e todo o corpo escolar. Além de apresentar esta cultura, ensina a respeitar as diferenças culturais, visto que a escola é um ambiente onde devem ser trabalhadas as diversidades e entre elas, a cultural