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O USO DE FOGUETES DE BAIXO CUSTO PARA ESTUDO DA 3ª LEI DE NEWTON
a) Introdução: Ensinar de uma maneira lúdica e contextualizada para os alunos não é uma tarefa simples, por isso uma atividade com dinâmicas experimentais pode ser muito útil para que em sala o professor consiga trabalhar tal conteúdo de maneira significativa. Nesse sentido, um grupo de bolsistas do PIBID, juntamente com a supervisora realizou um experimento com os primeiros anos do ensino médio no colégio Estadual João Roberto Moreira, escola campo do Subprojeto Física Jataí do Instituto Federal de Goiás – Campus Jataí. Este experimento consistiu na construção e do uso de foguetes de material de baixo custo para trabalhar os conceitos referentes à Terceira Lei de Newton, que pode ser definida com “Para toda ação (força) sobre um objeto, em resposta à interação com outro objeto, existirá uma reação (força) de mesmo valor e direção, mas com sentido oposto”. b) objetivos: Objetivou-se com essa prática estimular a curiosidade dos alunos, fazendo com que eles mesmos comecem a questionar e procurar informações para entender os fenômenos físicos observados. c) metodologia: Nosso experimento, consistiu em uma prática de ensino interativa, para demonstrar os conceitos presentes na terceira lei de Newton. Foi proposto aos alunos a construção de foguetes movidos a vinagre e bicarbonato. A brincadeira educacional ocorreu ao ar livre, proporcionando forma diferente de ensinar e fixar os conceitos a respeito da lei citada. d) resultados: Pudemos notar que essa prática proporcionou aos alunos uma forma de integrar teoria e prática. Ao final da atividade notamos que os alunos, discutiam entre si a respeito do experimento e quais as relações com a teoria, percebemos que houve compreensão do conteúdo mostrando a eficácia da atividade proposta. A utilização do foguete foi uma forma de mostrar aos alunos uma aplicação prática da Terceira Lei de Newton. Em síntese percebemos que para termos uma aprendizagem significativa é necessário ir além da sala de aula, é importante proporcionar aos alunos formas de visualizar que a Física está por toda a parte em nosso cotidiano
LITERATURA INFANTIL E A QUESTÃO DO DIFERENTE: UMA ANÁLISE DE LIVROS INFANTIS
A diversidade sociocultural é uma temática imprescindível para o trabalho em sala de aula nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Compreender a relação ensino-aprendizagem como um processo cultural sustentado pela troca permanente de conhecimentos entre pessoas diferentes é fundamental para construir uma educação de qualidade em nosso paí
CONTOS DE FADAS E O TRATAMENTO DA DIVERSIDADE: A QUESTÃO DO DIFERENTE EM TRÊS HISTÓRIAS INFANTIS
A diversidade sociocultural e o tratamento das diferenças são temáticas imprescindíveis para o trabalho em espaços escolares nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Compreender a relação ensino-aprendizagem como um processo cultural sustentado pela troca permanente de conhecimentos entre pessoas diferentes é fundamental para construir uma educação de qualidade em nosso país (BRASIL, 2013). Nossa pesquisa visa destacar a importância da literatura infantil para a formação cultural das crianças, inclusive no que se refere ao tratamento da diversidade em sala de aula e fundamenta-se primeiro nas diretrizes oficiais para o tratamento da diversidade na Educação Infantil e nos anos iniciais de Ensino Fundamental (BRASIL, 1997; BRASIL, 2016). Em relação aos conceitos de diferença e diversidade na Educação, apoiamo-nos em (ABRAMOVICZ; SOUZA; CRUZ, 2011). No que concerne a possibilidade de tratamento lúdico do assunto por meio da literatura infantil, dentre outros, nos estudos de (BETTHELHEIM, 2013, GUSMÃO, 2000; MARTINS, 2010; METZNER; FERREIRA; SIQUEIRA, 2013; VIZZINI, 2008). Visando estabelecer bases para estudos futuros, optamos por uma pesquisa exploratória, com coleta bibliográfica de dados e abordagem qualitativa para análise. Assim, investigamos as diretrizes oficiais (PCNS, BNCC) e, a seguir, efetuamos um levantamento de temáticas e formas de tratamento da diversidade retratada nos seguintes contos de fadas: O Patinho Feio, A Bela e a Fera, e O Pequeno Polegar. A partir desta pesquisa, constatamos que há contos de fadas que abordam com propriedade essa questão do diferente e da exclusão e isso demonstra a necessidade de se revisitar tais textos, de produzirem novos estudos quanto e de se divulgar, dentre graduandos e profissionais da área, tais possibilidades de abordagem desses textos clássicos
GÊNIOS DE TURING: PROGRAMAÇÃO COMO INSTRUMENTO DE AUXÍLIO À APRENDIZAGEM INFANTIL MULTIDISCIPLINAR
O ideal de programação de computadores remete a atividades organizadas relacionadas ao raciocínio lógico e habilidade de solucionar problemas. Mesmo que por vários momentos que perpassam sua história, tal componente seja vista como uma tarefa reservada a apenas uma parcela da população, atualmente, defende-se a necessidade e importância de que todos conheçam e aprendam sobre programação, inclusive crianças e jovens. Sendo assim, verifica-se um esforço contínuo de organizações e instituições para uso produtivo da tecnologia, incluindo a programação como parte do currículo de algumas escolas. O intuito é que crianças possam ser produtoras desse campo e não apenas consumidoras passivas de tecnologia, haja vista a série de benefícios acarretados, como interesse por aprender, coletividade, persistência, criatividade, raciocínio lógico e melhoria em habilidades matemáticas e interdisciplinares. Deste modo, o presente trabalho visou analisar a aplicação do projeto de extensão Gênios de Turing, na Escola Municipal Pequeno Príncipe, no município de Ceres – GO, durante o ciclo 2017/2. Por meio de aulas teóricas e práticas, foram apresentados conceitos de lógica e programação de computadores para o 5° ano do ensino fundamental. Semanalmente, os estudantes tiveram aulas no Laboratório de Informática, por meio de ferramentas educacionais apropriadas como Code.org e Scratch, trabalhando com programação em blocos de códigos visuais. Os dados produzidos pela avaliação dos discentes garantiram que 100% consideraram o projeto excelente e as aulas divertidas. Ademais, a turma comentou que gostaria de aprender outras matérias por meio da programação, sendo português e matemática as duas mais votadas. Os educandos ainda afirmaram a relação positiva com os professores ministrantes. Deste modo, os resultados apontam a possibilidade de novas práticas metodológicas para ensino-aprendizagem de disciplinas da base curricular, sendo a programação uma forma divertida de explanar conceitos multidisciplinares por meio da construção de jogos e animações, que em parceria com educadores, pode tornar-se um método capaz de cativar o interesse e atenção dos estudantes, inclusive para abordagens de temáticas ditas como de difícil compreensão
O JOGO COMO METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Este artigo tem por finalidade apresentar um relato de experiência vivenciada utilizando um jogo online como verificação de aprendizagem com um aluno do 2º ano do ensino fundamental e diagnosticado com Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD). O projeto proposto caracteriza-se e está estruturado, segundo Coll, Mauri e Orunbia (2010, p. 77) como sendo técnico-pedagógico ou técnico-instrumental, partindo do pressuposto de que se resumiu a proposta a uma atividade regida, por uma série de indicações de como será desenvolvida e assim, não permite racionalização por parte do aluno e converge também, com o projeto tecnológico em virtude de não serem levadas em consideração todas as possibilidades cabíveis às TIC
ANÁLISE DA VIABILIDADE TECNOLÓGICA DE UM ECO COOLER: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DE FÍSICA
As mudanças climáticas parecem estar entre as grandes preocupações da humanidade, principalmente pela sua relação com a elevada emissão de gases do efeito estufa (GEE). Uma das medidas para reduzir a emissão desses gases seria a adoção de ações específicas para as cidades, como a construção de edificações sustentáveis. Com base nessas considerações, o presente estudo tem por objetivo analisar potenciais contribuições da experimentação com o eco cooler para o ensino de Física, com uma turma da Educação de Jovens de Adultos (EJA), em uma escola da rede federal em Rio Verde-GO
EU, PROFESSORA SEM FORMAÇÃO PEDAGÓGICA: (RE) VISITANDO O PASSADO À LUZ DOS CONHECIMENTOS ESTUDADOS EM DIDÁTICA
Atualmente é de grande notoriedade a quantidade de atuação na educação básica de profissionais que não são graduados nas áreas das licenciaturas. É comum observar pessoas com as mais variadas profissões atuando como professores em uma etapa educacional na qual a formação pela licenciatura faz toda a diferença para o exercício da função.A graduação na licenciatura, seja qual for a área, conta com um leque de disciplinas pedagógicas, que auxiliam na formação de um profissional que terá como função ensinar o seu ofício, sendo seu principal público os alunos da educação básica. Essas disciplinas pedagógicas são essenciais para o profissional, mostrando inúmeras possibilidades para garantir o processo de ensino-aprendizagem, e possibilitando um olhar diferenciado que um professor deve ter perante seus alunos, enxergando-os como seres com essência única e observando fatores que interferem em seu aprendizado.A minha experiência como professora de educação básica sem ser licenciada levou-me à essa reflexão, referente ao papel das disciplinas pedagógicas, especialmente a Didática, na atuação do professor. Após iniciar o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, principalmente durante as aulas de Didática, consegui identificar diversos momentos durante a minha prática como professora em que o conhecimento referente a essas disciplinas seria fundamental, especialmente no processo de ensino-aprendizagem.Outro fator a ser observado é a constante desvalorização da docência, o que a torna pouco atrativa para uma parte considerável da população, inclusive dos alunos de graduação das licenciaturas, que após o término do curso por muitas vezes optam em seguir outros caminhos, e não o da docência. Além disso, observamos nas escolas a presença, cada vez maior, de professores não licenciados. Essa situação leva ao grande questionamento: quais são as maiores limitações de um professor que não obteve contatocom a Pedagogia durante a sua formação?Sendo assim, o presente trabalho tem como objetivo relatar a minha experiência sem formação pedagógica como professora, destacando as limitações e desafios enfrentados tendo como suporte os conhecimentos estudados em Didática focando especialmente as tendências pedagógicas descritas na literatura
EDUCAÇÃO FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO
O estudo sobre educação financeira no ensino médio ainda não é assunto presente em algumas instituições de ensino brasileiras. Ao mesmo tempo em que percebemos a ausência da educação financeira, deparamo-nos com acesso facilitado ao crédito, seja através de cheque especial, cartão de crédito, empréstimos, financiamentos, entre outros. Aliados, esses dois quesitos desequilibram as finanças pessoais, podendo levar os indivíduos ao comprometimento exagerado de renda, além de comprometer o planejamento para aposentadoria, por exemplo. Proporcionar o aprendizado de conceitos matemáticos como porcentagem, juros simples e compostos, taxas de juros, dentre outros, de forma interligada aos termos relacionados à economia básica e educação financeira, como inflação, operações de crédito, empréstimos, financiamentos, investimentos (caderneta de poupança, títulos públicos, certificado de depósito bancário, letra de crédito imobiliário, letra de crédito do agronegócio, fundos de renda fixa), previdência privada, contribui para a formação dos alunos de ensino regular como cidadãos críticos e capacitados, sendo capazes de buscar informações e soluções para a gestão de suas próprias finanças, ou seja, auxiliando-os na tomada de decisões assertivas e conscientes. A proposta deste estudo é discutir sobre a importância da implementação do ensino e aprendizagem de educação financeira para alunos de ensino médio da rede pública, apresentando sugestão de conceitos a serem trabalhados, além de discutir sobre como o Estado tem se posicionado a respeito. Através da educação financeira é possível melhorar a qualidade de vida das pessoas e da comunidade onde vivem, visto que os níveis de endividamento e inadimplência estão estreitamente ligados à qualidade das decisões financeiras dos indivíduos
FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UMA RELEITURA DO PROCESSO FORMADOR
O século XXI, desde o seu início, caracterizou-se como o século mais documentado, mas também o mais incerto (Imbernón, 2000). Não é preciso muito esforço para reconhecer os paradoxos que caracterizam a sociedade, a cultura, a economia, a educação, a política e tantos outros aspectos. Neste contexto, (re)pensar a formação de professores, inicial ou continuada, para qualquer nível de ensino, é tarefa que se apresenta como um enorme desafio para qualquer um. Contudo, é um exercício necessário uma vez que o modelo vigente, em seus diferentes aspectos, não atende às necessidades profissionais, pessoais e do mercado de trabalho. Assim, o estudo se propôs a, mais uma vez, salientar algumas das dificuldades recorrentes no processo formador de professores para a educação básica de modo a contribuir com as discussões sobre as exigências estabelecidas pelos órgãos governamentais para as licenciaturas. Algumas questões orientam o trabalho: Por que as reformas e estudos não resultam em transformações exitosas na formação de professores para a educação básica? Quais as principais dificuldades no processor formador? Tais questões são (re)visitadas sem intenção conclusiva, preferencialmente salientando as interfaces que continuam em aberto nesse processo formador
A RELEVÂNCIA DA DISCIPLINA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS LICENCIANDOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS/REGIONAL JATAÍ
O presente trabalho refere-se ao estudo realizado junto aos Cursos de Licenciaturas da Universidade Federal de Goiás (UFG), Regional Jataí (REJ), por meio das disciplinas de Psicologia da Educação I e II. A disciplina de Psicologia da Educação tem como objetivo disponibilizar aos licenciandos o contato com conteúdo teóricos que os auxiliaram na compreensão das relações que se constituem no âmbito escolar, abrangendo o desenvolvimento e a aprendizagem. A proposta tem o intuito de apresentar reflexões acerca da percepção dos alunos de licenciatura, sobre a importância dessa disciplina de Psicologia da Educação na formação de professores. Para esta exposição apresentaremos as concepções dos licenciandos que estão iniciando a disciplina de Psicologia da Educação I, no primeiro semestre de 2017. Os dados foram coletados por meio da aplicação de questionário com uma pergunta aberta aos mencionados licenciandos sobre no acreditam que a Psicologia da Educação poderia contribuir na sua formação docente. Com as respostas disponibilizadas realizamos um estudo inicial, no qual podemos verificar que esses sujeitos (os licenciandos) compreendem a importância da disciplina de Psicologia da Educação, principalmente, no que se refere ao autoconhecimento e conhecimento de seus futuros alunos. Além disso, também apontaram que a disciplina iria auxiliá-los no que diz respeito aos processos de aprendizagem e a análise dos comportamentos de seus alunos. Por fim, ainda, constamos que houve várias das respostas que mencionavam a teoria da análise de comportamento (Behaviorismo) e isso pode ter acontecido porque no momento da coleta de dados os licenciandos estavam estudando tal teoria