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    766 research outputs found

    DESENVOLVIMENTO DE UM JOGO DIDÁTICO COMO RECURSO FACILITADOR NO ENSINO DE QUÍMICA

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    Os jogos são indicados como um tipo de recurso didático educativo que podem ser utilizados em momentos distintos para o ensino de Química. Objetivou-se neste trabalho identificar conteúdos químicos de difícil compreensão abordados no Ensino Médio e, a partir de então, utilizar jogos e atividades lúdicas como recurso que intervém na aprendizagem. Por meio da aplicação de questionário aos professores de Química, identificamos os conteúdos nos quais os discentes do Ensino Médio apresentam dificuldade de compreensão. O jogo intitulado “Trilha Periódica” abordou o conteúdo Classificação Periódica dos Elementos sendo elaborado, testado e aplicado aos alunos da 1ª série do Ensino Médio. Para construção da proposta, utilizamos materiais recicláveis e/ou de baixo custo, com o propósito de que a atividade pudesse ser desenvolvida em diferentes realidades escolares. Reconhecemos que o jogo corroborou com melhorias significativas quanto à compreensão do assunto abordado

    PEDAGOGIA DO OPRIMIDO E A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

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    O presente trabalho consiste na realização de um paralelo entre o livro Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire, buscando incorporar seus estudos as nuances da educação de jovens e adultos (EJA) e assim, compreender o processo de ensino-aprendizagem na mesma. Nesse sentido, iremos nos fundamentar no conceito de educação libertadora defendido por Freire, ao longo de sua obra, e reconhecer o papel fundamental do educando como sujeito autônomo do conhecimento. Iremos, sobretudo, compreender o significado da escolarização para os alunos da educação de jovens e adultos e nos convidar a refletir sobre a necessidade de se criar políticas educacionais que rompam com os estigmas e os preconceitos atrelados a suposta lacuna cultural, retomando a estudos com um olhar voltado para essa população de adultos analfabetos e sua história de vida

    O JOGO DOMINÓ DE FRAÇÕES COMO APRENDIZAGEM E RECURSO DIDÁTICO

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    Este trabalho relata uma das atividades realizadas pelo Programa Mais Educação, aplicado pelos estudantes de Licenciatura em Matemática do Instituto Federal Goiano- Campus Urutaí. A realização do jogo ocorreu na sala do 6° ano do ensino fundamental na Escola Estadual José Pio de Santana, na cidade de Ipameri GO, no primeiro semestre de 2018. Diante de vários conteúdos previstos para serem discutido, elegemos por prioridade um conteúdo de frações, devido dificuldades apresentadas pelos alunos durante a execução do projeto

    DIFERENCIANDO SERES VIVOS E NÃO VIVOS POR MEIO DA CONSTRUÇÃO DE UM TERRÁRIO

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    Esse trabalho irá apresentar um breve relato da experiência da aplicação de um projeto de intervenção realizado como alunas participantes do Programa de Iniciação a Docência - PIBID. De modo geral os alunos do Ensino Fundamental, principalmente se tratando de alunos do 1° ciclo, não tem aulas regularmente da disciplina de Ciências, isto porque a grande maioria dos professores nesta fase estão preocupados somente em ensinar português e matemática, como se as outras disciplinas não tivessem a mesma importância

    EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA NORTEADA PELOS TRÊS MOMENTOS PEDAGÓGICOS

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    Muitas são as pesquisas envolvendo o ensino de Física e a forma como os professores devem abordar os conteúdos de maneira diferenciada, visando assim atingir e despertar um maior interesse e empenho do educando por essa disciplina tão importante (BONADIMAN e NONENMACHER, 2007). Atividades experimentais se mostram como recursos metodológicos que podem auxiliar para dinamizar as aulas de Física e proporcionar aos alunos uma construção do conhecimento de forma efetiva. O trabalho consiste em confeccionar um carrinho movido a energia solar utilizando materiais reaproveitados. O mesmo foi desenvolvido durante o primeiro semestre de 2017 e teve como sujeitos participantes 28 alunos da primeira série do ensino médio do Colégio Estadual Jarbas Jayme em Jaranápolis/Goiás. O objetivo deste trabalho é levar o aluno a uma reflexão sobre o uso das fontes renováveis de energia e, principalmente, de alguns conceitos básicos da Física envolvidos no processo. A metodologia adotada foi norteada pelos Três Momentos Pedagógicos, sistematizados por Delizoicov, Angotti e Pernambuco (2002). No primeiro momento foi feito o levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos por meio de um diálogo e exibição de documentários; o segundo momento caracterizado pela organização do conhecimento foi realizado através de aulas teóricas e o último momento foi a aplicação do conhecimento onde foi proposta a confecção do carrinho movido a energia solar. Através da análise dos dados pode se constatar que os alunos construíram suas próprias críticas e reflexões acerca do tema demonstrando bem mais interessados e motivados durante todos os momentos pedagógicos. Verificamos assim, que essa metodologia contribuiu para o ensino de Física desencadeando uma aprendizagem mais eficaz. Deste modo, a inclusão da experimentação no ensino tende a bons resultados se bem trabalhados, proporcionando uma melhor interação do aluno com o tema e promovendo a conexão do conteúdo abordado em sala de aula com o contexto dos alunos

    O ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

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    Esta pesquisa tem como objeto de estudo o ensino de matemática na educação infantil. Pretende-se conhecer os métodos, instrumentos e recursos utilizados pelos educadores para o ensino da matemática no Centro Municipal de Educação Infantil em Quirinópolis. Tem como objetivos específicos: verificar as orientações do Referencial Curricular Nacional para o ensino da matemática na Educação Infantil; identificar as principais metodologias utilizadas pelos professores para ensinar matemática no Centro Municipal de Educação Infantil em Quirinópolis; analisar as metodologias mais eficientes para ensinar matemática na educação infantil. A pesquisa será desenvolvida em duas etapas: pesquisa bibliográfica e exploratória com abordagem qualitativa. A pesquisa bibliográfica visa contribuir com o conhecimento teórico sobre o tema pesquisado e a pesquisa de campo atende à necessidade de conhecer a realidade, futuro locus de trabalho do pedagogo. A pesquisa de campo será realizada no Centro Municipal de Educação Infantil Serafim Junior na cidade de Quirinópolis – GO. A Instituição atende crianças de 0 a 5 anos tendo como sujeito da pesquisa os professores e as metodologias utilizadas para ensinar matemática nessa etapa da educação básica. A educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB 9394/96, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físicos, psicológicos, intelectual e social completando a ação da família e da comunidade. A matemática não tem só por finalidade ensinar a criança a contar números, mas, de acordo com o RCNEI (2001, p. 2013), as crianças têm e podem ter várias experiências com o universo matemático e outros que lhe permitem fazer descobertas, tecer relações, organizar o pensamento, o raciocínio lógico, situar-se e localizar-se espacialmente. Por meio do conhecimento matemático a criança pode desenvolver capacidades que resultem na solução de diversos problemas impostos a ela no dia-a-dia; o professor deve ser o mediador dessas descobertas, expondo a situação-problema para que a criança analise e possa chegar à solução, fazendo com que ela desenvolva sua capacidade de raciocino lógico e autonomia

    CARACTERÍSTICAS DOS CARBOIDRATOS, SACAROSE DA CANA-DE-AÇÚCAR E AMIDO: UMA OFICINA TEMÁTICA NA ABORDAGEM CTSA PARA O ENSINO DE QUÍMICA

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    Inúmeras pesquisas na área de ensino das ciências vêm sendo desenvolvidas com o propósito de conceituar a contextualização e apontam como suas principais características a unificação do conhecimento e o trabalho do cotidiano. A forma de apresentar esta unificação, é trabalhar por meio de Oficinas Temáticas com os alunos, sendo estas utilizadas como instrumento facilitador para integrar diferentes áreas do conhecimento, tal como prevê o enfoque que caracteriza o movimento CTSA (Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente). O objetivo deste trabalho é relatar uma proposta de oficina, planejada e desenvolvida por alunos do curso de licenciatura em Química do IFG-Itumbiara, aplicada com 35 alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Colégio Estadual Ermelindo Félix de Miranda do munícipio de Itumbiara-Goiás. A Oficina foi estruturada na proposta de Delizoicov et al. (2011), dos três momentos pedagógicos: Problematização Inicial, Organização do Conhecimento e Aplicação do Conhecimento. No início do primeiro momento, os alunos responderam um questionário para detectar os conhecimentos prévios. Posteriormente, foi abordado o contexto histórico, social, tecnológico, cultural e ambiental da cana-de-açúcar no Brasil, utilizando textos e artigos científicos do periódico da Química Nova na Escola (QNEsc). Na organização do conhecimento, aplicou-se o Brainstorming (tempestade de ideias) para averiguar a concepção sobre os carboidratos, e também simulou-se algumas análises experimentais que são realizadas no Controle de Qualidade no processo de produção de açúcar das usinas sucroenergéticas, relacionando com conteúdo do Ensino Regular de Química. A aplicação do conhecimento ocorreu com a resolução de exercícios e os participantes responderam um questionário diagnóstico final, que permitiu analisar a contribuição da oficina. A partir de observações e análises dos dados obtidos, verificou-se que os alunos compreenderam que existe uma relação entre a química e a história da cana-de-açúcar, obtendo-se êxito ao trabalhar a contextualização envolvendo este tema. A Oficina Temática permitiu a participação efetiva dos alunos em todos momentos, contribuindo para melhor compreensão do conteúdo e correlação com o cotidiano dos mesmos

    EXPLORANDO ORGANELAS: A LABORAÇÃO DE UM EMPASSE

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    A escassez de materiais adaptados corrobora para o insucesso da inclusão. O fato se agrava no ensino de Ciências, onde a visualização e a abstração são essenciais. Em vista disso, criou-se um material didático em forma de jogo voltado à inclusão de deficientes visuais no estudo de Citologia. A elaboração de uma estrutura propícia ao envolvimento dos alunos pelo tato, se revela como alternativa eficaz na aprendizagem. Assim, Explorando organelas objetiva possibilitar um ensino dinâmico e equânime da célula animal. O planejamento e desenvolvimento do material ocorreram em sala de aula, embasados em literatura nacional, leis e autores como Pires e Jorge (2014). Após discussão, foi arquitetada com biscuit e materiais reciclados a representação da célula animal. Ademais, com o auxílio de uma ferramenta virtual, foram criados códigos bidimensionais portadores de informações referentes a cada organela, pelos quais os alunos, com auxílio de um leitor adaptado, ouvem informações sobre cada peça manuseada e vivenciam uma experiência. A execução do jogo consiste no reconhecimento das organelas de encaixe analisadas mediante ao toque. Houve muitos obstáculos tangentes à falta de recursos e ao assistencialismo docente, mas foi possível observar que as tecnologias junto a iniciativas semelhantes permitem suprir necessidades dos discentes cegos

    MARCOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL: A FORMAÇÃO DOCENTE

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    Apesar de a história nos revelar o processo de transformação para se conquistar a Educação Especial no Brasil, questiona-se sobre a qualificação desse profissional que lida direta ou indiretamente com a Educação Inclusiva. Podemos observar que, no que tange a falta de consciência, a escola ainda assume o papel de reprodutora das desigualdades sociais. Para o desenvolvimento deste, temos como objetivo refletir sobre o processo histórico de inclusão no Brasil, apontando os principais marcos, bem como analisar a construção da formação docente. Como base metodológica utilizou se da pesquisa qualitativa e investigação bibliográfica. Claramente podemos perceber que a inclusão escolar está voltada para a colocação no mesmo grupo de crianças com e sem necessidades educativas especiais, sem levar em conta as especificidades de cada deficiência/criança. Para tanto, o currículo dos professores deve ser adequado, vendo que necessitam de apoio para o melhor desenvolvimento de suas atividades e, consequentemente, fazer com que o real objetivo da Educação inclusiva seja alcançado, que é o de tornarmos todos iguais, porém, respeitando as diferenças. Atualmente, em pleno século XXI, estamos frente a dilemas no sistema educacional. Decretos, resoluções e legislações educacionais vêm sendo criados. Verifica-se que os docentes encontram alguns desafios com a chegada de uma criança deficiente, como por exemplo: o que fazer para incluir sem excluir e marginalizar? Como formar esses novos sujeitos sociais se nem se quer iniciamos a nossa própria formação? O que fazer diante de um sistema educacional que ainda não contempla nas grades curriculares de seus cursos disciplinas que nos habilitem a atuar na escola efetivamente inclusiva? Tais indagações fazem-nos refletir sobre a necessidade da formação docente inicial e continuada para atuar nas escolas, idealizadas como inclusivas. Faz-se necessário, ao profissional, que com elas irão trabalhar, estar preparado para que possa desenvolver, no mínimo, seu papel frente a essa temática que é a diversidade voltada para a inclusão

    UMA REFLEXÃO SOBRE O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA, A REALIDADE ESCOLAR E A FORMAÇÃO CONTINUADA

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    Este relato de experiência busca mostrar o “mundo” do autista em uma escola de ensino fundamental da rede pública municipal, da cidade de Rio Verde-GO, na escola campo foi que refletindo acerca da prática à luz das teorias que embasam este estudo. Ele tem como objetivo despertar nos profissionais de educação o interesse em buscar mais conhecimento na área de educação especial, apesar da baixa renda, para melhor desempenho no seu trabalho. Assim, utilizou-se de pesquisa bibliográfica, observação da vivência em salas de aulas, entrevistas com professores de apoio e regentes da escola parceira do Pibid, e ainda com uma mãe de um aluno com o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Neste cenário, percebeu-se a contradição entre o ideal proclamado e o trabalho oferecido pela escola. Parte-se do pressuposto que a criança autista não é muito diferente das consideradas normais, pois as mesmas são (seres humanos), dotadas de sentimentos, necessidades e emoções. Sendo assim, é essencial que o profissional da educação esteja apto a contribuir para que estes aspectos sejam considerados ao planejar ações educativas no contexto inclusivo, as quais contemplem o desenvolvimento das potencialidades destas crianças, para torná-las adultos capazes de tomarem suas próprias decisões. Para isto, é necessário investir na formação continuada dos profissionais da educação, tornando efetivas as leis que defendem os direitos dos alunos com Transtorno do Espectro Autista e demais necessidades

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