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ENSINO DE CIÊNCIAS NA ESCOLA DO CAMPO
O presente trabalho parte de uma inquietude proveniente das experiências vivenciadas pela pesquisadora como aluna da escola do campo e traz como problemática o ensino na educação do campo e a relação desse com os alunos, as inquietações e dificuldades do professor e a postura dele diante da realidade encontrada nas escolas rurais. A pesquisa visa analisar como tem se dado o ensino de ciências da natureza no ensino médio da escola do campo, mais especificamente analisar como tem sido a atuação dos professores nestas escolas, descrever como o ensino tem sido organizado. A pesquisa esta referenciada na abordagem qualitativa e tem como procedimento de coleta de dado a entrevista semiestruturada, que foi realizada com três professores sendo um de química, um de ciências biológicas, e um de física. Os resultados da pesquisa apontam que não existe um consenso geral dos professores sobre alunos do campo, tanto em relação a métodos de ensino, quanto a formação de um cidadão crítico adquirida na escola. Percebe-se sim uma concordância em relação às alternativas pedagógicas de ensino utilizadas atualmente que estimulam os alunos a uma maior participação
CORRELACIONANDO A TEORIA COM A PRÁTICA USANDO EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA
É de conhecimento no âmbito docente que o ensino de Química em nível Médio tem sofrido com a grande dificuldade em conquistar a atenção e o interesse dos alunos durante as aulas. Nesse sentido a principal mudança pedagógica que deve ocorrer nas escolas, consiste em envolver mais atividades práticas de cunho investigativo, desprendendo da aula representacional, baseando-se em livros didáticos. Partindo desse pressuposto, acredita-se na importância da experimentação no ensino de química, pois grande parte dos alunos se mostram mais interessados durante a aula prática. A pesquisa foi desenvolvida em duas turmas do segundo ano do Ensino Médio de uma escola pública, e a metodologia consistiu na aplicação de um questionário aos alunos, dando a oportunidade dos mesmos exporem suas opiniões sobre o tema abordado. O presente trabalho teve por objetivo motivar os alunos a buscarem respostas sobre o que acontece no experimento, e correlacionar essas informações com seu cotidiano, ou seja, relacionar a teoria e a prática. Os resultados mostram que a experimentação é mais que uma estratégia de ensino com grande valia, quando envolve uma descoberta, torna os alunos mais motivados a buscarem respostas e entender o quanto é importante a problematização para a construção do conhecimento
CONSTRUÇÃO DO CUBO UTILIZANDO A TÉCNICA DO ORIGAMI
Este é o relato de experiência, de uma atividade realizada durante o estágio supervisionado, na qual abordamos a geometria. A intenção era ensinar e revisar o conteúdo de geometria espacial fazendo uso de materiais onde os alunos pudessem sair do conceito abstrato e ter contato com o conteúdo trabalhado. O objetivo desta ação era revisar o conteúdo de geometria espacial, mais precisamente os conceitos de aresta, vértice, face, perímetro e área da face do cubo, utilizando como estratégia a técnica do origami
INDISCIPLINA DOS ALUNOS DOS CURSOS TÉCNICOS INTEGRADOS AO ENSINO MÉDIO DIANTE AO MANUAL DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL
Manual de Assistência Estudantil do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Goiano foi criado com intuito de abordar assuntos de interesses dos discentes, disponibilizar documentos que explicitam seus direitos e deveres.Porem mesmo a desordem é o estado natural da sala de aula. Em 2015, uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostrou que, no Brasil, 20% do tempo da aula é usado para acalmar os ânimos e lidar com problemas de comportamento. Outros 13% eram gastos com burocracia, deixando apenas 67% do tempo em sala realmente dedicado à aula propriamente dita.Diante do contexto, surgiu a necessidade de entender de que modo os alunos dos cursos técnicos integrados ao ensino médio compreendem o Manual de Assistência Estudantil, e o porquê de tantas advertências mesmo tendo acesso a todas as normas contidas no Manual
MAPAS CONCEITUAIS: UMA ATIVIDADE NO 8º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
Este resumo é um recorte de um trabalho desenvolvido na disciplina de Estágio Supervisionado I, do curso de licenciatura em matemática, da Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí. O estudo realizado com uma turma do 8° ano do ensino fundamental, de uma escola pública de Jataí-GO. Teve-se como questão de investigação: “A leitura e a escrita podem contribuir para a melhoria do aprendizado matemático dos alunos de 8º ano de um colégio público de Jataí-GO? ”. Os objetivos foram: possibilitar condições para que aos alunos compreendessem os conteúdos matemáticos através da leitura e escrita; e, propiciar momentos para que eles lessem e escrevessem suas ideias e pensamentos matemáticos. Esta é uma pesquisa qualitativa, cujos os instrumentos utilizados são: testes diagnósticos, mapa conceitual, mangá, jogo e listas de exercícios. O recorte deste trabalho refere-se à oficina de produção de mapa conceitual. Acredita-se que o uso de mapas conceituais em sala de aula, pode possibilitar que os alunos reflitam sobre suas ideias e percebam as relações entre os conceitos. A oficina ocorreu em outubro de 2017 e teve duração de 4h/a. Para tanto, a turma foram dividida em duplas. Sendo que em um primeiro momento, apresentamos, explicamos e mostramos a estrutura organizacional e as ligações/relações entre os conceitos presentes nos mapas conceituais; em seguida, a turma produziu seus próprios mapas. Percebeu-se que a maioria dos alunos tiveram dificuldades para estabelecerem as relações entre os conceitos, nomenclaturas e seus significados, o que evidenciou na necessidade de se aprofundar e desenvolver mais atividades com foco na leitura e produção de textos matemáticos. Além disso, evidenciou que o aluno que conseguiu explicar, descrever e/ou registrar os conceitos matemáticos, o mesmo não apresentava dificuldades em aplicá-los, utilizá-los, quando necessário. De modo geral, conclui-se que a produção dos mapas conceituais ressalta a importância da comunicação de ideias matemáticas e do registro matemático para a aprendizagem desta ciência
A CONTRIBUIÇÃO DO CLUBE DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Esta pesquisa tem como objeto de estudo a contribuição do Clube de Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Tem-se a seguinte questão de pesquisa: As metodologias utilizadas para ensinar Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental têm sido eficientes? Para responder a essa questão apresenta-se os seguintes objetivos: Analisar a contribuição do Clube de Matemática para a formação dos professores que trabalham nos anos iniciais do Ensino Fundamental; Identificar o ensino de Matemática no ciclo de alfabetização do Ensino Fundamental; Analisar as metodologias usadas pelos professores para o ensino de Matemática, após a participação no Clube de Matemática; Verificar os possíveis avanços no ensino-aprendizagem de Matemática em turmas nas quais os professores participam do Clube de Matemática; Refletir sobre a contribuição do Clube de Matemática para a prática pedagógica do professor. A metodologia a ser empregada neste estudo será a pesquisa exploratória com a pesquisa bibliográfica, com a finalidade de fundamentar-se em autores no processo de ensino-aprendizagem de Matemática. A pesquisa bibliográfica consiste em basear-se nos registros disponíveis sobre determinado assunto, fazendo-se uso de documentos que foram elaborados por outros pesquisadores. A fim de se informar sobre metodologias utilizadas pelos profissionais para o ensino de Matemática e os efeitos causados na aprendizagem, será realizada a pesquisa de campo com observação das atividades desenvolvidas no Clube de Matemática da Universidade Estadual de Goiás, Campus Quirinópolis. Os resultados encontrados por meio do estudo investigativo passarão por análise subjetiva, não havendo resultado absoluto. A pesquisa qualitativa está relacionada a compreender e interpretar determinados comportamentos, opiniões e expectativas dos indivíduos de uma população. Nos três primeiros anos do ensino fundamental acontece a alfabetização matemática. Os alunos, nesse período, apresentam características peculiares e necessitam desenvolver habilidades essenciais à vida prática, bem como ao entendimento de conteúdos escolares matemáticos que serão abordados nos anos posteriores. Alfabetizar matematicamente significa estimular o aluno a ler, entender e elucidar seu entendimento sobre textos de linguagem matemática
MOTIVAÇÕES INICIAIS DOS ALUNOS INGRESSANTES DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAMPUS URUTAÍ
A pesquisa em questão tem por objetivo compreender a motivação dos graduandos do 1° período/2018 de Licenciatura em Matemática no IF Goiano - Campus Urutaí por optarem a fazer este curso. Para isto foi utilizado à aula de Iniciação à Docência com o tema: ‘Voltando ao passado e de Olho no Futuro’ no qual participaram dezesseis acadêmicos. A metodologia utilizada foi uma pesquisa qualitativa onde foi aplicado um questionário de 05 questões abertas, nas quais consta a interação professor/aluno, os professores que mais se destacaram na trajetória escolar, o aluno perante as aulas, a visão atual sobre como era o papel do aluno e que professor desejam ser. Analisando os dados, 95% têm/teve afinidade com seus professores e também com a disciplina de matemática, afirmam que não tinham dificuldades nos conteúdos e que os professores interagiam com a turma de forma dinâmica, assim, favorecendo o ensino-aprendizagem do aluno e levando-o a gostar da matemática. Por outro lado, 12,5% dos estudantes optam pelo curso, tanto por ter simpatia pela disciplina, como também por apresentar matérias semelhantes a outros cursos que gostaria de fazer, como engenharia e áreas afins. Em análise aos dados coletados os motivos que levam os alunos a escolher licenciatura em matemática, são: afinidade pela disciplina, tomar como espelho seus professores, condições financeiras e acessíveis com um curso mais próximo de sua cidade, educação pública e de qualidade. Mas é de fundamental importância que os docentes do curso saibam quem são seus alunos e influenciem estes iniciantes acadêmicos, auxiliando-os na permanência e êxito do curso e capacitando-os para desenvolver um trabalho qualificado em sala de aula, pois admiram e gostam da matemática
UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA RURAL: A CORRIDA DAS EQUAÇÕES
Este trabalho é um relato de uma experiência, com jogo “Corrida das Equações”, que foi desenvolvida pelos licenciandos da disciplina de Estágio Supervisionado I e pelos pibidianos do curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal de Goiás, Regional Jataí. O trabalho foi aplicado em uma turma multiseriada – 1° e 2° anos do Ensino Médio – de uma escola pública da zona rural, em Jataí-GO. Esse jogo foi elaborado/adaptado por um dos estagiários e confeccionado/reproduzido pelos pibidianos. Entende-se que o uso de jogos na matemática pode proporcionar momentos em que os alunos tenham que explorar, investigar, descrever, representar suas estratégias e hipóteses, bem como comuniquem suas ideias e pensamentos. O jogo “Corrida das Equações” é composto por um dado e um tabuleiro na forma de pista de corrida com várias casas. Nesse sentido, o jogador lança o dado e anda a quantidade de casas que saí no mesmo, sendo que dependendo do local, o mesmo tem que “voltar”, “passar a vez”, “resolver um problema” e/ou “resolver uma equação”. Para jogar, a turma foi dividida em grupo de quatro, no qual jogavam duplas contra duplas. Os objetivos era que os alunos revisassem o conceito de equações do primeiro e segundo graus, bem como diagnosticar se eles sabiam resolver equações do primeiro e segundo graus e escrever problemas algébricos na forma de equações. A aplicação se deu em setembro de 2017 e teve duração de 4 horas/aula. Pudemos perceber que os alunos participaram, resolveram as equações, discutiram e registraram suas estratégias, hipóteses e soluções. Além disso, vimos que as duplas buscaram auxiliar umas às outras em suas dúvidas e dificuldades; mas, tivemos como limitante a distância da escola para a realização do trabalho
O JOGO E A LITERATURA INFANTIL NO ENSINO DE MATEMÁTICA
A matemática está inserida na vida das crianças desde muito cedo por meio do seio familiar, seja porque elas aprendem a contar, a manipular, a desenhar e a escrever, ou por entender a importância da matemática no desenvolvimento social e cultural da criança. Nesse sentido, está pesquisa faz parte de um estudo que está sendo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Educação para Ciências e Matemática (PPGECM), do Campus Jataí, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás. Tem-se como sujeitos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental de uma escola pública, em Jataí-GO. Apresenta-se como problema de investigação: quais as contribuições do jogo e da literatura infantil na aprendizagem matemática de alunos do 1º ano do ensino fundamental? Esta é uma pesquisa qualitativa com foco na intervenção pedagógica, cujo objetivo geral é identificar como o jogo e a literatura infantil podem contribuir para com o desenvolvimento do pensamento matemático de alunos do 1º ano do ensino fundamental? Tem-se como metodologia o uso da literatura e dos jogos na perspectiva da resolução de problemas. Para tanto, será proposto uma sequência didática que envolverá um problema do personagem do livro que precisa ser resolvido a partir de um jogo matemático. Entende-se como objeto de investigação as interações, os modos de representações e as estratégias propostas pelos sujeitos no processo de resolução, mediação, intervenção e mobilização de (noções) conceitos. Este é um trabalho em andamento; no momento, estar-se-á realizando aprofundamento teórico e em fase de elaboração da sequência didática. Prevê- desenvolver uma sequência didática contendo 3 (três) atividades. Nesse sentido, perspectiva-se que os alunos aprendam a ouvir e a comunicar ideias e pensamentos matemáticos. Além disso, a sequência didática será o produto educacional desta pesquisa
AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO
Este artigo tem por objetivo analisar as práticas pedagógicas das aulas de Educação Física escolar na perspectiva da inclusão, ressaltando a importância da Educação Física Adaptada na vida do aluno que apresenta algum tipo de deficiência e/ou limitação. A partir dessa perspectiva discutir o processo de aceitação da criança no ambiente escolar, as metodologias utilizadas, as dificuldades encontradas no meio social e os benefícios que essa disciplina pode proporcionar para o desenvolvimento integral do sujeito. O tema abordado é de extrema importância, pois há várias crianças com necessidades especiais inseridas em escolas de ensino regular. Portanto, é providencial que a Educação Física no meio escolar estimule um ambiente inclusivo para esses alunos, incentivando sempre a participar das aulas