Periódicos Científicos da UPE (Universidade de Pernambuco)
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    A ESCRITA DA LÍNGUA DE SINAIS NA ESFERA DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

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    Esta pesquisa almeja refletir acerca da escrita da Língua de Sinais na esfera do Atendimento Educacional Especializado, cujo objetivo é proporcionar o atendimento educacional especializado aos estudantes surdos matriculados no Curso de Letras Libras – Licenciatura, da Universidade Federal de Mato Grosso, estabelecendo um processo de construção e compartilhamento de saberes entre os participantes, numa perspectiva interativa/dialógica de viés bakhtiniana. Para a implementação do Laboratório, consideramos as atividades a serem desenvolvidas por meio do estudo dos gêneros textuais e da Escrita de Língua de Sinais (ELS), que são essenciais para o desenvolvimento acadêmico e a fixação dos conteúdos estudados pelos estudantes surdos

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    Apresentação

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    PRÁTICAS PEDAGÓGICAS: IMPORTÂNCIA DOS JOGOS PEDAGÓGICOS NA EDUCAÇÃO DOS ALUNOS SURDOS

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    Esse resumo mostrará a importância dos jogos pedagógicos, aulas de campo e visitas técnicas desempenhado no desenvolvimento da aprendizagem dos alunos surdos, e dos cuidados com a segurança que compete aos professores a observar ao optar por tais práticas pedagógicas. Sabe-se que aulas diversificadas estimulam o desenvolvimento físico e psicológico dos alunos, e os professores necessitam apresentalas com frequência para despertar nos educandos o prazer pelo aprender. Esse artigo tem como objetivo mostrar propostas de brincadeiras regionais, materiais para leitura e fotos de oficinas de confecção de brinquedos e jogos pedagógicos, construindo assim, um aprender significativo. O presente artigo trará pesquisas de livros, sites especializados e vivências em sala de aula, afim de desenvolver um trabalho que traga a interação entre aluno e professor, levando em conta a faixa etária de cada turma. A pesquisa trata da importância do relacionamento da família, e como esses jogos e brincadeiras educativas fazem parte do ambiente familiar e de como o educador pode estabelecer a hora de começo e o término da atividade sem provocar tédio ou ansiedade em nossos pequenos alunos. A metodologia utilizada na pesquisa será norteada pelas práticas com estudantes surdos do Curso de Letras Libras, oriundos da disciplina de Didática no ensino de Ciências. Como as brincadeiras regionais vêm resinificando culturas, ensinando e estimulando os quatro ( tato, paladar, olfato e visão) sentidos das crianças, e como aplica-las na educação de alunos surdos, no processo de construção do conhecimento e também um breve relato a respeito do avanço da inserção destes no meio escolar e o porquê da evasão de tais alunos dos meios escolares, e ainda como incentivar os mesmos a desenvolver o gosto pelo aprender. Este trabalho instigará a respeito dos desafios de ensinar alunos surdos matriculados no ensino médio, e como aplicar aulas de campo e visitas técnicas para os mesmos. Logo, sugestões de atividades com jogos pedagógicos para o ensino da Língua Portuguesa nas séries iniciais, ressaltando a importância da alfabetização de nossos pequenos aprendizes

    Expediente

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    COMO APRENDI A ESCRITA DE SINAIS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

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    A Escrita de Língua de Sinais (ELS) surgiu a muito tempo atrás. O primeiro sistema de ELS surgiu com o educador francês Bébian. Depois, outros sistemas foram criados, como por exemplo, o Sign Wrinting (SW) (BARRETO; BARRETO, 2012). No Brasil, além do SW existem a ELiS, criada pela professora Mariângela Estelita de Barros, da Universidade Federal de Goiás (UFG), em 1998 e aperfeiçoada em 2008 o Sistema de Escrita de Língua de Sinais (SEL), criada em 2009 pela professora Adriana Lessa-de-Oliveira da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (BENASSI, 2014)

    ESCRITA DAS LÍNGUAS DE SINAIS (ELiS)

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    A Língua brasileira de sinais (Libras) ainda é pouco conhecida em nosso país, apesar da lei n.º 10.4364 de 24 de abril de 2002, sancionada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, reconhecendo-a como meio legal de comunicação e expressão. No artigo 4°, parágrafo único da referida lei “A língua Brasileira de Sinais não poderá substituir a modalidade escrita da língua portuguesa”

    O uso dos pronomes nós e a gente no português falado em Mazagão Velho-AP

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    This article aims to investigate the use of the personal pronouns nós and a gente in the Portuguese spoken in the community of Mazagão Velho - AP. The research is anchored in Labovian Sociolinguistics (LABOV, 2008) and in studies on morphosyntactic variation in Brazilian Portuguese (OMENA, 1996; LOPES, 1998; RUBIO, 2011; SILVA; CAMACHO, 2017; SCHERRE; YACOVENCO; NARO, 2018; SILVA; NAMIUTI, 2019; CARVALHO; FREITAS; FAVACHO, 2020). As a methodological procedure, we collected in loco 12 oral narratives of Portuguese spoken in the community of Mazagão Velho - AP. These data were controlled considering extralinguistic (gender and age group) and linguistic (verbal agreement, explicit subject, tense and verbal mode) factors. Thus, we obtained a total of 379 occurrences, 44 (11.6%) of the pronouns nós and 335 (88.4%) of the pronouns a gente. Regarding factors external to the language, the age group proved to be a conditioner in relation to the speech of younger people who tend to prefer the use of the innovative variant a gente. We also found that in relation to language-internal factors, both the pronoun a gente and the pronoun nós were conditioned from verbs in the present and past tense of the indicative.Este artigo tem como objetivo investigar o uso dos pronomes pessoais nós e a gente no português falado na comunidade de Mazagão Velho - AP. A pesquisa está ancorada na Sociolinguística Laboviana (LABOV, 2008) e nos estudos sobre variação morfossintática no português brasileiro (OMENA, 1996; LOPES, 1998; RUBIO, 2011; SILVA; CAMACHO, 2017; SCHERRE; YACOVENCO; NARO, 2018; SILVA; NAMIUTI, 2019; CARVALHO; FREITAS; FAVACHO, 2020). Como procedimento metodológico, coletamos in loco 12 narrativas orais do português falado na comunidade de Mazagão Velho - AP. Estes dados foram controlados considerando fatores extralinguísticos (sexo e faixa etária) e linguísticos (concordância verbal, sujeito explícito, tempo e modo verbal). Assim, obtivemos o total de 379 ocorrências, sendo 44 (11,6%) do pronome nós e 335 (88,4%) de a gente. Em relação aos fatores externos à língua, a faixa etária se mostrou um condicionador com relação a fala dos mais novos que tendem a preferir o uso da variante inovadora a gente. Constatamos também que em relação aos fatores internos à língua tanto o pronome a gente quanto o pronome nós foram condicionados a partir de verbos no presente e pretérito do indicativo

    Os lexemas nas músicas do Trio Roraimera

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    The purpose of this article is to identify the lexicon presented in three songs composed by the members of the “Trio Roraimeira”. The Portuguese language lexemes identified there present a “dialectal mosaic”, as they represent national migration added to contact with indigenous languages, in addition to border languages. The research aims to study the lexicon contained in songs that refer to a geographically delimited society since the Portuguese spoken in the state of Roraima has some peculiar characteristics that are represented in the lyrics of the songs by the trio in question. This article presents considerations on the concept of the lexicon (BIDERMAM, 1978; CARDOSO, 2018), and the concept of Roraima lexicon that mark the linguistic variation spoken in the northernmost state of the country (PROCÓPIO, 2021; FEITOSA, 2018; FRAGA, 2019). For this article, we have qualitative data, where we find the lexicon that presents a strong identity mark, since such musicians, through art, show the cultural, geographic, and dialectal linguistic landscape of the place where they are insertedO presente artigo tem por escopo a identificação do léxico apresentado em três músicas compostas pelos integrantes do “Trio Roraimeira”. Os lexemas da língua portuguesa ali identificados apresentam um “mosaico dialetal”, pois eles representam a migração nacional somada ao contato com as línguas indígenas, além das línguas de fronteiras. A pesquisa tem por objetivo o estudo do léxico contido em músicas que se referem a uma sociedade geograficamente delimitada eis que o português falado no Estado de Roraima tem algumas características peculiares. Tem-se neste artigo considerações sobre o conceito de léxico (BIDERMAM, 1978; CARDOSO, 2018), bem como o conceito de léxico que marcam a variação linguística falada no estado mais setentrional do país (PROCÓPIO, 2021; FEITOSA, 2018; FRAGA, 2019). Para este artigo, temos dados qualitativos, onde encontramos o léxico que apresenta forte marca identitária, já que tais músicos, através da arte, querem mostrar a paisagem cultural, geográfica e linguística dialetal do lugar onde estão inseridos

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