Revistas Centro de Ciências Sociais Aplicadas
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    A escola e o controle

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    A instituição Escola é considerada o segundo grupo socializador doser humano, sendo o primeiro, a família. O contexto escolar é, entreoutros agentes sociais de referência, igualmente responsável pelasocialização secundária e também transmissor de valores sociais,morais, conteúdos científicos e regras disciplinares. Nesse sentido,este artigo aborda a esfera denominada “controle” no espaço escolar,verificando a sua materialização no cotidiano através das relaçõesestabelecidas entre os corpos técnico-pedagógico e discente

    Serviço Social e Educação: uma questão em debate

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    Estudos recentes na área da educação como espaço de trabalho do Assistente Social ganham novas discussões na agenda profissional da categoria e em seus órgãos de defesa, representação, fiscalização e formação. A educação, especificamente a educação escolar, é um campo de trabalho permeado por questões complexas que requer diferentes saberes e especializações para respondê-las. Nesse sentido, o presente artigo registra algumas publicações sobre o Serviço Social na Educação revelando que este não é um campo novo da prática profissional do Assistente Social, mas que foi perdendo legitimação e reconhecimento em seu processo de profissionalização

    O uso da análise das demostrações contábeis pelos investidores do mercado futuro de ações

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    A análise das demonstrações contábeis visa obter informações financeirase econômicas, tendo como objetivo a tomada de decisão dentro de umaorganização. Através das principais demonstrações, como o BalançoPatrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício extraem-seíndices, podendo observar a situação, por exemplo, de solvência de umaempresa. A metodologia aplicada foi uma pesquisa bibliográfica edocumental sobre a importância da análise de balanços, fundamentando-se em livros e sites, principalmente o da Bovespa que trata do mercadofuturo de ações. Com base nessa pesquisa, conclui-se que a utilização dequocientes é o instrumento mais tradicional e também importante parase ter uma análise como um todo de balanços, todavia não sendo a única,mas talvez a mais relevante forma de se analisar

    EDITORIAL

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    NORMAS PARA PUBLICAÇÃO

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    Revista Interfac

    DISSERTAÇÕES E TESES

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    A PRECARIZAÇÃO DA POLÍTICA DE SAÚDE: uma expressão da questão social

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    O discurso de uma nova questão social vem justificar um novo trato dado à mesma, expressando a contradição capital-trabalho que continua inalterada. Pois, o que há de novo são as novas manifestações da velha questão social, relacionando-se com a destituição de direitos e políticas sociais focalizadas. A década de 1980 configurou-se na busca de soluções e reconfigurações da  política de saúde, em um contexto de transição democrática e de crise econômica. Instituído pela Constituição de 1988, o SUS constitui-se como parte do sistema de Seguridade Social, prestando serviços a 90% dos brasileiros. A precária intervenção do Estado, a refilantropização da questão social e a mercantilização dos serviços sociais implicam no deterioramento da maioria dos serviços de saúde. Os Assistentes Sociais prestadores de serviços no SUS atendem tanto o paciente de forma individual, quanto aos seus familiares na medida em que surgem dificuldades no processo de hospitalização ou de tratamento

    Criança, Sexualidade e Educação Infantil: Sistematizando Conhecimentos para a Prática Pedagógica

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    O presente trabalho objetiva sistematizar conhecimentos acerca do desenvolvimento da sexualidade infantil e das implicações destes conhecimentos para a educação da criança, bem como investigar concepções e ações de professores da Educação Infantil relativas ao tema. A partir de estudos teóricos já desenvolvidos sobre sexualidade e, mais especificamente, sexualidade infantil entende-se que a questão da sexualidade é uma das dimensões fundamentais do desenvolvimento da criança como pessoa – indivíduo e ser social – e atravessa sua constituição corporal, cognitiva, afetiva e social, como ser de gênero, ser de papéis e funções sociais, ser de desejo (e não desejo), de curiosidade e de criatividade, de saber e sentir, de prazer e desprazer. A pesquisa, em fase de desenvolvimento, envolve tanto um estudo bibliográfico, quanto a construção de dados empíricos através de entrevistas com professores de instituições de Educação Infantil. Os resultados alcançados até o momento consistem na sistematização de conceitos teóricos relevantes à nossa formação profissional, bem como fundamentais ao desenvolvimento de nosso estudo no que toca à análise e interpretação dos dados empíricos

    Reflexões acerca da política de saúde de assistência oncológia infantil

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    Falar da Política Nacional de Saúde no contexto neoliberal é falar de um quadro social de privatizações, descentralização, focalização de ações e redução de gastos sociais. Essas características básicas já perpassavam as políticas de saúde na década de 80, o que justifica a denominação neoliberal.No que se refere particularmente à Assistência Pública aoCâncer Infantil, verificam-se ainda tímidas investidas estatais, se considerarmos o volume de adoecimentos no país no tocante à prevenção e tratamento do câncer, tendo em vista que as ações do Ministério da Saúde em torno da doença se restringe a alguns programas, não existindo uma política integrada que contemple todas as necessidades do portador de câncer em qualquer fase de sua vida

    O espetáculo da vida cotidiana: o lúdico e o trágico na sociedade pós-moderna

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    A pós-modenidade insurge como um tempo de opção incessante. É uma era em que nenhuma ortodoxia pode ser adotada sem constrangimento e ironia, porque todas as tradições aparentemente têm alguma validade. O mundo que floresce com a pós-modernidade caracteriza-se, assim, por uma maneira de ser inteiramente perpassada pela imagem, pelo imaginário, pelo simbólico, pelo imaterial. A aparência, sob todas as suas formas,passa a ser o fundamento de múltiplas situações e atos sociais. A repetição e a circularidade aparecem como a negação do tempo linear; o signo do “não-tempo” que caracteriza o concreto da vida cotidiana, o instante vivido. O trágico, a ficção e lúdico expressam uma resistência ou convivência com a mortalidade. O trágico passa a esboçar a negação do tempo linear, enquanto a ficção e o lúdico parecem se opor a um tempo progressista, que não reconhece a convivência, ao mesmo tempo conflitiva e harmoniosa, das diversas tradições

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